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Papai sempre quis uma menina

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Nono

Desde de pequeno papai sempre me contou que sonhava em ter uma menina e eu me tornei a dele.

Meu nome era Samuel, eu era um menino mais afastado dos outros, era mais tímido e sempre gostei mais de brincar com as meninas do que com meninos, moro com meus pais, minha mãe Marta e meu pai Roberto, eu gosto da minha mãe, mas desde pequeno eu era mais apegado ao meu pai e ele vivia me mimando com brincadeiras brinquedos, meu pai me contava que durante a gravidez da minha mãe, ele torcia muito pra que eu fosse uma menina, mas que ainda era feliz por me ter, mesmo sendo menino.

Perto dos 12 anos eu me sentia muito deslocado sobre mim, sobre o meu corpo, durante as aulas ouvi fala sobre transição de gênero, aquilo fez todo sentido, naquele dia me descobri uma menina, fiquei tão feliz porque eu ia poder ser o que o papai sonhou.

Quando confessei essa descoberta para os meus pais, no início minha mãe foi totalmente contra, meu pai não pareceu ter tanto problema com isso, minha mãe tentou me convencer de todas as formas a mudar de idéia, esperar mais um pouco, pensar melhor e etc.. mas eu batia o pé sobre ser uma menina, nada me tirava isso da cabeça, passei a me chamar Sabrina, comecei a me vestir de forma mais feminina, usar calcinhas, blusinhas, algumas saias com meia calça, eu cortava o cabelo curtinho estilo pixie cut, eu tenho uma bundinha gordinha e pequena, pernas finas, sou magrinha e tenho pele clara.

Um tempo passou, minha mãe continuava sendo totalmente contra, ela passava mais tempo no trabalho, não sei se era pra não me ver, meu pai questionou no início, mas me apoiou totalmente e eramos sempre grudados, me dava beijos no rosto antes de eu ir pra aula.

Numa madrugada eu tava no meu quarto mexendo no celular, quando eu comecei a ouvir uns gemidos, era a minha mãe e eu escutava umas pancadas fortes que deviam ser do meu pai metendo nela, curiosa eu quis ir dá uma espiada, no escuro eu sai do meu quarto e fui até a porta ao lado onde ficava o quarto deles, dei sorte, a porta tava só encostada e eu abri um pouquinho mais pra conseguir espiar eles, sob a luz da janela lá estavam eles em cima da cama, o meu pai em cima da minha mãe socando a rola nela, minha mãe gemia alto, devia estar se delíciando, por trás da porta tava eu fascinado com aquele, a emoção me fazia sentir um frio na barriga e uma sensação quente ao mesmo tempo, aquilo começou a me excitar, eu tenho um pênis de 11cm e fino, mas naquele momento tava durinho babando dentro da minha calcinha, de repente minha mãe se vira na cama e fica de 4 exibindo a bunda enorme.

Marta: agora soca no meu cu Roberto, arromba sua putinha!

Sem perder tempo meu pai empurrou aquele pau de talvez 17cm na bunda dela e metia com força, minha mãe gritava pedindo mais, meu pai feito um animal urrou e enfiou o pau inteiro nela, com certeza tinha gozado no cuzinho da minha mãe, em silêncio eu voltei pro meu quarto e na minha cama, eu masturbava meu pequeno pau pensando no que tinha acabado de ver, mas eu me imaginava no lugar da minha mãe com meu pai me arrombando, essa fantasia fazia meu cuzinho piscar, eu queria sentir o que a minha mãe tinha sentido e queria que fosse com meu papai, chupei um dos meus dedos e comecei a massagear meu cuzinho, aquela sensação era nova, enfiei dentro, senti uma dor queimando minha bunda, mas no fundo tinha um prazer, eu continuei tirando e enfiando o dedo no meu cuzinho, aquela sensação de prazer aumentava, chupei mais e fui metendo mais rápido em mim, era muito melhor que masturbar meu pauzinho, eu segurava meus gemidos, aquilo subiu pra minha cabeça e eu gozei com o cuzinho pela primeira vez.

Depois daquela noite meus olhos para o meu paizinho mudaram, eu ficava mais colada com ele, dava beijos no seu rosto sentava no seu colo, as vezes rebolava devagarinho tentando sentir seu pau e ele me tratava como sua garotinha, todas as noites eu afundava os dedos na minha bundinha pensando nele.

Aos 15 anos já tinha começado meu tratamento hormonal, minha bundinha cresceu um pouquinho, meus peitinhos cresceram, pareciam pequenos limões, meu rosto mais delicado e 1,64 de altura, continuava apaixonada pelo meu paizinho, meus dedinhos já não eram o suficiente, usava o cabo do meu pente, uns pepinos, mas nada tão grande quanto o pau do meu pai, me imaginava chupando e sentando nele, objetos não eram suficiente pra dá conta do meu fogo.
Minha mãe nunca tava em casa durante o dia, então eu aproveitava pra me exibir, usava shortinhos finos, saias e blusinhas curtas pra chamar atenção do meu pai, com o tempo notei os olhares dele pelo meu corpo, ele sempre me elogiava dizendo que eu era a gatinha do papai, chegou a hora, eu precisava contar o que sentia por ele.

Uma tarde saindo do banho, me enrolei na toalha e chamei meu pai para o meu quarto, eu estava sentada na minha cama.

Ricardo: o que foi filha?

Eu me levantei, a toalha que me cobria se desprendendo e ficando na cama, revelando meu corpinho para o meu pai, um corpinho de menina com um pequeno pauzinho.

Sabrina: papai, eu tentei, mas não posso mais esconder isso de você.

Disse passando a mão no peito dele.

Roberto: o que isso quer dizer filha? O que você tá fazendo?

Sabrina: por favor papai, me deixa ser a sua menininha, eu quero ser só sua.

Passei a mão no pau do meu pai por cima da calça, olhando nos olhos dele me aproximei meu rosto ao dele, meu pai sem reação disse:

Ricardo: por favor filha, não podemos..

Sabrina: eu quero isso.

Continuei me aproximando até nossos lábios se tocarem, eu beijei sua boca, já não aguento meu pai me abraçou e retribuiu o beijo, foi um beijo apaixonado, ele parou, me olhou nos olhos e o que aconteceu em seguida me surpreendeu, ele beijou meu rosto, meu pescoço, lambia o bico dos meus peitinhos, desceu beijando minha barriga até a minha virilha, então finalmente beijou meu pauzinho, logo em seguida chupou, nunca imaginei meu pai fazendo isso, mas ele chupava com carinho, vontade e era uma delícia, meu pauzinho inteiro tava na boca dele, meu pai apertava minha bunda e massageava meu cuzinho, tava tão gostoso, eu gozei na boca dele, meu pai recolheu cada gota e me beijou dividindo meu sêmen, ele me carregou até a cama, fiquei de quatro e abri meu bumbum exibindo meu cuzinho virgem que era só pra ele, meu pai caiu de boca, lambeu minhas preguinhas durante minutos, eu queria ele dentro, até que sinto sua lingua me penetrando, foi muito gostoso, eu gemi enquanto meu pai fudia meu cuzinho com a língua, ele parou posicionou seu pau bem na portinha, era agora o momento que eu tanto sonhei, meu pai me faria só dele, seu pau entrou devagar e rasgando, queimava, eu abafei meu gritos com o travesseiro, aguentei cada centímetro até que todo o pau dele estivesse em mim, quando entrou tudo ele esperou um pouco e começou a fuder meu rabinho, ainda queimava, mas eu tava amando, me sentia enlouquecida cada vez que batia na minha próstata.

Sabrina: eu te amo papai, eu te amo muito, por favor não para!

Ricardo: você é só minha, você vai ser a putinha do papai pra sempre!

Sabrina: fode o meu rabinho com força papai!

Meu pai aumentou as estocadas, dava tapas na minha bunda, me fudia com força, tudo que eu sempre quis, era perfeito, ele socou com tudo na minha bunda e gozou no fundo do meu cuzinho, eu senti sua porra em mim e gozei com meu papai.

Depois disso nós transamos sempre, nunca vou deixar meu homem.

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