Meus Vizinhos Japoneses
Descobri um segredo da minha vizinha!
Meu nome é Enzo, tenho 22 anos e moro sozinho num pequeno apartamento num prédio antigo no centro da cidade. Meus vizinhos são o senhor Nakamura, um homem de 65 anos que mora há décadas no andar de cima, e sua filha Yoko, uma bela mulher oriental de 25 anos com quem cruzo olhares discretos toda vez que nos esbarramos no corredor.
Certa manhã, saí de casa para ir ao mercado comprar algumas coisas para o almoço. Enquanto descia as escadas do prédio, notei que a porta do apartamento do senhor Nakamura estava ligeiramente aberta. Pensei em bater à porta para avisar sobre a segurança, mas hesitei ao ouvir alguns sons suspeitos vindo de dentro.
Curioso, me aproximei lentamente da entrada e espiando pelo vão da porta entreaberta, não acreditei no que vi. Ali estava Yoko, a filha do meu vizinho, ajoelhada no chão da sala em frente ao sofá onde o senhor Nakamura estava sentado, completamente nu da cintura para baixo enquanto ela realizava um sexo oral nele com evidente perícia.
Fiquei estarrecido com a cena, mas não consegui desviar os olhos. Yoko era ainda mais linda de perto, com seus longos cabelos pretos caindo pelos ombros e seu corpo curvilíneo mal coberto por uma camisola fina que deixava entrever a silhueta de seus mamilos endurecidos. Ela chupava o pênis do velho Nakamura com evidente desejo, alternando movimentos de vai-e-vem com lambidas demoradas na ponta inchada.
Por um momento, me flagrei imaginando como seria ter aqueles lábios macios envolvendo meu próprio membro latejante. Mas logo sacudi a cabeça, tentando afastar esses pensamentos indecentes. O que estava acontecendo ali era errado, ainda que muito excitante de se ver.
Aparentemente alheios à minha presença, os dois prosseguiram com seus atos lascivos por alguns minutos até que Nakamura não aguentou mais e despejou seu sêmen quente na boca ávida de Yoko. Ela engoliu tudo com um gemido abafado antes de se levantar e limpar a boca com as costas da mão, olhando para o velho com uma expressão de satisfação.
Foi então que ela me viu. Seus olhos se arregalaram surpresos ao perceber minha presença, ela fechou a porta e reclamou algo em japonês para seu pai.
À noite, estava relaxando em meu sofá após um longo dia de trabalho quando ouvi uma batida suave na porta. Abri surpreso ao ver Yoko parada ali, com o mesmo ar inocente e sensual que eu tinha visto mais cedo enquanto ela chupava Nakamura.
— Posso entrar? — ela perguntou timidamente.
— Claro, é claro... — respondi ainda confuso, dando um passo para o lado para deixá-la passar.
Ela entrou no meu apartamento como se já conhecesse o lugar, sentando-se graciosamente no sofá e cruzando as pernas de forma convidativa. Eu me sentei ao seu lado, tentando ignorar o desejo que aquele simples movimento tinha provocado em mim.
— Enzo... preciso te contar uma coisa — começou ela, olhando para baixo com um ar envergonhado. — Eu menti pra você. Não sou filha do senhor Nakamura, nunca fui.
— O quê? Mas então...
— Eu vim ilegalmente pro Brasil. Precisava fugir de casa, meu pai me maltratava... Ele é muito rígido e conservador, não aceita nada diferente dele. Tive que mentir sobre minha identidade pra conseguir um lugar pra ficar.
Olhei para Yoko com uma mistura de surpresa e compaixão. Ela continuou a contar sua história, revelando que tinha conhecido Nakamura por meio de um amigo comum que fazia parte da mesma comunidade japonesa na cidade. O velho tinha se afeiçoado a ela e permitido que morasse em seu apartamento como forma de proteção.
— E o sexo entre vocês dois? — perguntei hesitante.
— Foi ideia minha... Eu precisava aprender sobre prazer, e ele estava disposto a me ensinar. Eu comecei a gostar... Gostar demais. Ele me fez sentir coisas que nunca havia sentido antes.
Yoko colocou a mão em meu joelho enquanto falava, subindo devagar pela minha coxa até chegar à altura da minha virilha. Senti meu membro se contrair com aquele toque suave e olhei para ela, incerto sobre o que fazer ou dizer a seguir.
— Eu gosto de você, também Enzo... Gostei desde o primeiro dia que te vi — confessou ela em um sussurro. — Quero que você me ensine também, que me mostre como é com alguém mais novo e saudável como você...
Antes que eu pudesse responder, Yoko se inclinou e pressionou seus lábios nos meus em um beijo quente e molhado que fez meu sangue ferver nas veias. Sua língua penetrou minha boca com uma voracidade surpreendente enquanto ela subia no meu colo, sentando-se de frente para mim.
Senti sua buceta esfregando-se contra meu membro rígido mesmo através das roupas e não consegui mais resistir.
Nossas bocas se fundiram em um beijo ardente e apaixonado enquanto as mãos ávidas percorriam cada curva e reentrância do corpo do outro. Yoko gemeu baixinho ao sentir meu membro duro pressionando-se contra sua intimidade através da fina barreira de nossas roupas.
— Quero você dentro de mim, Enzo... Preciso sentir seu pau bem fundo em mim — ela sussurrou entre beijos, esfregando-se cada vez mais freneticamente em minha ereção latejante.
Não precisei de mais incentivo. Com movimentos rápidos e desajeitados pelo desejo, comecei a tirá-la da roupa enquanto ela fazia o mesmo comigo. Em poucos segundos estávamos completamente nus, nossas peles quentes se tocando e se encaixando em uma dança ancestral.
Levei as mãos aos seios de Yoko, sentindo seus mamilos endurecidos roçando contra minhas palmas. Ela arqueou as costas, ofertando ainda mais seu busto para mim enquanto eu os massageava com carinho, beliscando e puxando os bicos sensíveis. Seu corpo era tão macio e voluptuoso quanto eu tinha imaginado...
Então ela se abaixou e tomou meu membro em sua boca, chupando-o com a mesma perícia que eu tinha visto mais cedo no apartamento do velho Nakamura. Minha cabeça caiu para trás de tanto prazer enquanto ela me engolia até o talo, deixando um rastro molhado de saliva em minha pele.
Com um só movimento, tirei meu membro de sua boca e o posicionei na entrada de sua boceta, e me afundei-me dentro dela até o fundo. Yoko gritou de prazer, seu sexo apertado me envolvendo como uma luva enquanto começava a cavalgar em cima de mim. Ela movia os quadris com um ritmo delicioso e sensual, subindo e descendo na minha ereção cada vez mais duro.
Minhas mãos se fecharam em suas nádegas redondas, guiando seus movimentos e ajudando-a a ir ainda mais fundo. Estávamos completamente perdidos no momento, nossos corpos suados se mesclando em uma dança erótica antiga enquanto o prazer nos consumia por completo.
A cada estocada, sentia-me chegar cada vez mais perto do limite. Yoko também estava quase lá, seus gemidos ficavam mais agudos e ela começava a se contrair ao meu redor como se quisesse me prender dentro dela para sempre.
— Enzo... Eu vou gozar! Goza comigo, por favor! — ela gritou, enfiando as unhas em minhas costas.
Com um último impulso profundo, explodimos juntos em um orgasmo intenso e demorado. O mundo ao nosso redor pareceu desaparecer enquanto nossos corpos se sacudiam de prazer, nossos sexos pulsando em uníssono como se nunca quisessem se desvencilhar um do outro.
Quando finalmente voltamos à realidade, Yoko se aconchegou em meu peito suado com um suspiro satisfeito.
Se quiser mais histórias como essa ou a versão em audio desse conto:
https://orelo.cc/onarradordecontoseroticos
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)