#Corno #Sado #Traições

Corno do basquete - Parte 1

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Gaeeel

Eu me chamo Gael, tenho 20 anos. Sou ruivo, tenho 1,64, peso 50kg, tenho a pele pálida, e sardinhas no rosto. Tenho coxas largas, bumbum empinado, e um pênis mediano, em torno de 17cm. Desde os meus 18 anos eu namoro Maisa, mais conhecida como Isa.

Isa é tem 18 anos, tem 1,79, é mais alta que eu, pesa em torno de 50kg, possui cabelo curto,preto e com mechas vermelhas, um estilo bem gótico, ela é magra, tem peitos médios, porém tem uma bunda enorme, de dar inveja a qualquer um.

Nosso namoro sempre foi bem tranquilo, a gente se conheceu quando ela foi assistir um dos meus jogos, eu sou armador em um time de basquete, e depois de ficarmos um pouco começamos a namorar. A nossa vida sexual foi sempre bem ativa, mas nada de especial, era o famoso sexo tradicional, porém, bastante intenso.

As coisas mudaram quando ela começou na faculdade. Ela estava tendo aulas com um amigo meu, seu nome era Vitor, um asiático que jogava basquete comigo. Ele era alto, tinha 1,87, era rico, o pai dele era dono de várias lojas e estabelecimentos da nossa cidade, ele também fazia academia, e tinha um físico muito bonito. Devido ao fato de nenhum dos dois terem nenhum amigo na nova faculdade, e pegarem o ônibus juntos, acabou que eles ficaram bastante próximos. Todas as vezes em que ela vinha me falar da faculdade, acabava comentando alguma coisa animada sobre Vitor.

-- Nossa amor, a gente foi para o shopping no intervalo das aulas, e foi incrível. Ou outros comentários como esse se tornaram frequentes, confesso que chegou ao ponto de me dar um pouco de ciúmes, embora eu não seja muito ciumento.

Um dia, resolvi fazer uma surpresa para ela, uma coisa que eu não comentei antes, é que eu sou uma pessoa de gênero fluido, e faço tratamentos hormonais uma vez por mês, na cidade em que ela faz faculdade, bem próximo do campus dela. Então, resolvi que iria visitar ela, sem avisar, para fazer uma surpresa. Mal esperava que eu quem teria uma surpresa. Ao chegar na faculdade, comecei a andar por lá, a procura dela, tinha até comprado um cupcake na nossa cidade que ela amava. Estranhei que não achei ela na sala de habilidades, que era a aula que ela deveria estar tendo, e o último lugar do campus que ela poderia estar era na quadra do time de basquete da faculdade, a qual eu já havia disputado um campeonato.

Ao chegar na quadra, a encontrei completamente vazia, por exceção de uma bola de basquete abandonada, ao lado da mochila de Isa, próximos a porta da entrada do vestiário masculino. Me aproximando da porta, comecei a escutar algumas risadas, além da voz de Isa e de Vitor. Eu já imaginava oque estava acontecendo, me abaixei deixando apenas os olhos próximos a janela da porta do vestiário, para poder ver oque estava acontecendo.

Quando olhei, não pude acreditar no que estava vendo, era minha Isa, ajoelhada, sem sua blusa e sutiã, apenas se calcinha e meias, no chão, de frente com o banco de madeira do vestiário, com a calcinha preta de renda, atolada na bunda que estava apontada para mim, ela movia sua cabeça para frente e para trás com intensidade, devorando o pau enorme de Vitor que estava sentado na frente dela, segurando com a mão direita seu cabelo, em um coque improvisado forçando seu cacete garganta a dentro dela. Eu não tinha visão completa do pau dele, mas era enorme, deveria ter pelo menos uns 22 centímetros.

Eu estava furioso, a menina que eu namorei por dois anos estava ali, me traindo com um dos meus amigos, na faculdade que eu ajudava ela a fazer, era inadmissível. Sem pensar duas vezes eu abri aquela porta, xingando ambos os dois.

-- Que porra é essa Isa? Perguntei abrindo a porta, indo para cima deles
-- Amor!? Era visível a confusão e medo no olhar de Isa, que saiu apressada de cima de Vitor, cobrindo seus seios com as mãos. -- Não é oque parede amor
--- Sério? Pois parece que você estava chupando ele agorinha mesmo. Nesse meio tempo, Vitor ficava calado, estava com um sorriso no rosto, não parecia se senti culpado por nada. Eu então avancei na direção dele, que ainda sentado me segurou, me derrubando no chão. Ele torceu meu braço, me colocou de bruços e subiu em cima de mim, me imobilizando. Outro fato sobre mim, é que sou muito magro, é pequeno, comparado com ele não tinha chance alguma. Para poder debochar ainda mais da situação, Vitor apenas falou:

-- Você tá bravo? Corno. Quando ele disse isso, meu sangue ferveu ainda mais, eu comecei a me debater, e com medo de eu gritar e chamar a atenção de alguém, Vitor acabou me soltando, e nesse momento, ele viu...

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