#Gay

Jeitinho afeminado na sociedade mas na cama tinha outro lado (ainda bem)

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Ramon

DICO é um gay (ou yag) bastante afeminado, voz macia, cheio de trejeitos. Na cama ele tem outra faceta que me surpreendeu.

Fui resolver um problema com a dona de uma loja de roupas, na verdade, era um problema na loja, que a empresa que eu trabalhava tinha feito umas reformas lá e a dona estava reclamando. Não sou da área técnica (engenheiro, pedreiro, etc), mas fui lá para acalmar a cliente, verificar as reclamações e agilizar com o pessoal técnico da empresa. A dona não estava na loja, esperei ela chegar mas já tinha visto os problemas e a possível solução. Mesmo assim, só saí de lá quando a dona voltou, expliquei a questão e, mais difícil, consegui que os acertos fossem feitos dentro do prazo estipulado.

Mas isso não tem nada a ver com o que vou contar. Nesse tempo de espera pela dona da loja, quem me “ciceroneou” foi DICO, um vendedor da loja, muito simpático e educado, que é um gay assumidíssimo. Foi DICO que me apontou onde seriam os consertos, explicou tudo e fez questão de ficar conversando comigo até a dona chegar. Uma excelente pessoa. A loja não tinha esse movimento todo e foi mais fácil para ele. Fiquei com a maior tesão em DICO, aquele jeito bem mocinha, roupa bem justa destacando uma bundinha empinada, uma maquiagem leve no rosto e um sorriso encantador. Houve um clima entre nós dois e, após breves conversas em tom baixo para não sermos escutados, trocamos os contatos e marcamos para sairmos (“tomar uma”, dissemos) no outro dia, que era um sábado.

Obviamente nada de bar, eu vivo no armário e disse isso a DICO antes. Nós já sabíamos o que queríamos e no final da tarde fomos para um motel. DICO estava com uma calça bem apertada e uma camiseta justa, perfume maravilhoso, como está um pouco acima do peso, os peitinhos se destacavam. Ele já foi alisando meu pau duro no carro e entramos no quarto no amasso, já tirando as nossas roupas, um tesão imenso. O beijo dele era demais. Nus, pude ver que DICO era muito gostoso, uma barriguinha de nada, peitolas meio destacadas, a bunda era linda demais, ele todo lisinho e, surpresa, um cacete de 20 cm, puxado para a direita e meio fino, sim, não era aquela tora grossa, cabeçuda. Meu pau é menor (15 cm?), bem mais grosso e cabeção.

DICO se ajoelhou e começou um boquete que tive de interromper, senão eu já gozaria nele. Abrimos uma cerveja, tomamos um gole e fomos para a cama, onde o 69 foi maravilhoso foi feito; estávamos sedentos por sexo e DICO ficou de quatro e pediu rola. Aquele cu maravilhoso eu já tinha chupado, meti gel e enfiei com carinho. A cena dele de quatro e eu o enrabando, aquela bunda linda, a cara dele de puta e de prazer... gozei rápido mas avisei a ele. DICO aguentou a gozada e, quando tirei dele e me deitei, ele veio com a pica na minha boca já gozando, tanto que levei uma jatada na cara antes de engolir (e beber) o resto. Não achei ruim, apenas não esperava isso dele. Ainda com a porra dele na boca, ele me beijou.

Tomamos um banho juntos, cerveja, tira-gosto e obviamente partimos para o segundo tempo. Comentei que o pau dele era grande, tanto que chupá-lo e meter tudo dentro não era simples. “Que menina pauzuda”, disse rindo. “Você precisa descobrir como esse pauzinho é gostoso”, ele respondeu. “Já descobri, está esquecido?”, perguntei.

- Eu estou falando de sentir esse pauzinho dentro de você, meu amor, disse ele com cara de tarado
- Não sabia que você curtia ser ativo
- Eu curto você. E você curte?
- Desse tamanho? Não sei, já fiz mas tenho uma certa resistência pelo tamanho

Claro que essa resposta era um sim e os olhos de DICO brilharam. Confesso que não curto levar rola grande, raras vezes, só que não dava para fugir. Apostei que o cacete fino dele (o correto é dizer não muito grosso, para não parecer que era um lápis) ajudaria. Poderia ser um calibre muito maior, porque DICO era um mestre na penetração, como tinha sido mestre sendo penetrado. Ele assumiu o papel de dominador, mesmo com o jeito afeminado e a voz macia, e em pouco eu já estava de quatro com a língua dele enfiada no cu (por garantia, sempre faço a chuca antes de sair de casa quando vou nessas saídas e foi a sorte). A língua dele entrava toda, eu acho, que chupador de cu! Aquilo relaxou meu rabo para que até o braço fosse enfiado. DICO se levantou, me mandou virar para ele e ficou dando uma surra de pica na minha cara, me esculhambando, me deixando bem putinha mesmo, mostrando que ele era o mestre e estava de posse da situação.

“Vira que vou rasgar esse cu até o útero, puta safada”, ele mandou. Eu de quatro na beira da cama e senti a cabeça dele tocar no meu buraco (já sedento por rola e já cheio de gel). A cabecinha entrou fácil e ele foi enfiando o resto com carinho; acho incrível que a rola torta não interfere nisso. Quando entrou metade talvez, comecei a mostrar muita tesão, chiando, falando que estava adorando, balançando o rabo, que a rola era maravilhosa e gostosa. DICO me deu umas tapas na bunda, me esculhambou mais e quando senti a virilha dele bater na minha bunda, eu sentindo aquela vara lá dentro, bem profunda, eu me surpreendi, porque nada de dor, só prazer. “Entrou todinha, meu amor”, ele disse. “Me come, me rasga, que tesão no rabo”, respondi no automático, com os olhos virados de tanto tesão.

DICO começou a bombar com carinho, a cada tirada e nova enfiada eu tinha de me segurar para não gozar, ele sabia que eu ia relaxar ainda mais e realmente isso ocorreu, quando ele começou a meter com mais força. Gozei sem me tocar (raríssimo disso ocorrer, até porque tinha gozado na primeira trepada) e ele metendo. Mesmo após gozar (um gozo não completo, ainda me deixou tesão) eu fiquei doido com aquela vara me penetrando, algo delicioso. DICO aumentou a velocidade e senti aquela rola deliciosa gozando. Ele gozou e sem tirar me empurrou na cama, de tal modo que fiquei de bruços e ele enfiado no meu cu ainda. Nessa posição, ele ficou me beijando a nuca, a boca quando virei o rosto e passamos um tempo que o tarado ficou de pau duro de novo e naquela posição começou a me comer de novo. Meu pau estava duro de novo e ele me fodeu novamente. Demorou bem mais e gozou de novo, dessa vez já não senti nada no rabo, já cheio de porra e arrombado. O cheiro de porra dominava o ambiente, sentia meu rabo melado com o leite da primeira gozada, o peso daquele afeminado que era um macho na cama e me transformado numa mocinha puta, dócil e obediente na cama.

Foi nosso primeiro encontro. Eu e DICO sabíamos que não tínhamos interesse algum de sentimento, nossa relação era na cama e tinha sido maravilhosa a estreia, e isso foi o sucesso para os quase dois anos de nossa “amizade”. Comi muito aquele rabo lindo e engoli muito aquela rola, tanto que várias vezes a gente saía só para ele me comer. Até hoje fico de pau duro quando me lembro de DICO me comendo, mais do que eu comendo a maravilhosa bunda dele.

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Ramon #Gay

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