A Cara Que Ela Fez
Uma casada apertadinha de marido de bigulim pequeno resolveu me encarar. Eu sabia que ia arrebentar ela. Mas presente não se nada né.
Urso é meu apelido. Sou instrutor de academia, mas desempregado no momento e rodando de Uber. Semanas atrás eu peguei uma passageira que já entrou no carro furiosa com o telefone no ouvido. Estava discutindo com o marido. O cara aprontou. E ela deixou claro que ia aprontar também. Me olhou e viu que aqui seria brabo. Mas eu respeitei ela e mantive o silêncio quando ela desligou na cara do marido. Depois de me perguntar se podia fumar no carro, abrindo a janela, como eu neguei educadamente, ela perguntou se podia parar pra acender um cigarro do lado de fora, que me dava uma diferença. Eu consenti. Ela saiu e acendeu o cigarro. Só pedi pra fechar a porta pra fumaça não entrar. Fechei o vidro e esperei ela terminar. Entrou de volta mais tranquila. Ela me agradeceu e já começou a falar mau de homem, dizendo que é tudo galinha e mentiroso. Eu me defendi, dizendo que nunca menti pra mulher nenhuma, nem nos tempos de jovem, e que não sou galinha, já que nunca traí ninguém. Ela deu um riso debochado de quem não acredita. Então disse pra ela que eu nunca tive uma namorada séria e que sempre deixei claro que pego o que parar na reta se valer a pena. Ela ficou me olhando diferente. Então eu ajustei o retrovisor pra ela e disse que ela só estava num dia ruim, mas que no dia seguinte seria diferente. Ela nem olhou. Ficou muda.
Algum tempo depois ela se estudou no banco e veio mais para frente, se apoiando no banco da frente e me perguntou se tava afim de foder. Na lata. Séria, mas de quem tá com ódio infernal. Eu disse pra ela que ela não queria mesmo aquilo e que era só um surto do momento. Mas ela disse que se eu não gosto, tem quem goste. Disse que ia alterar o destino para uma boate na Lapa. Era longe. Mas essa era uma boate de lésbicas. E eu olhei sério pra ela e perguntei se ele curtia. Então ela disse não ser da minha conta. Eu parei o carro antes do acesso à Dutra e disse:
— Escuta! Eu gosto. Mas acho que você não me aguenta. É só isso, garota.
Ela me olhou lá na região. Fez cara de curiosa, com um sorriso esquisito, e disse:
— Você por acaso é o que? Um tripé? Duvido? Tô cansada de ser enganada.
Então eu abri a calça e saquei a criança pra ela ver. Fez cara de surpresa. Riu de nervoso. Então eu perguntei:
— E então? O que vai ser? Eu guardo mas calça e a gente segue viagem? Ou você acha que aguenta?
Ficou sem falar nada. Estava meio nervosa. Então eu disse:
— Foi o que eu pensei. Mas só pra você saber, se eu pego uma mulher casada, não deixo sobrar nada pro corno. Só de raiva. Eu môo bonito. E você, com certeza, não tá preparada.
Eu quis dizer, preparada pra levar no cu pra alguém como eu. Com certeza seria devastador.
Então eu guardei a criança e me preparei para voltar a dirigir. Foi quando ela botou a mão no meu ombro e disse que até que o fdp do marido dela estava merecendo era um chifre muito bem colocado. Mas isso aí, se referindo ao meu moedor, era muito grande. Eu ri, já com o carro em andamento. Disse pra ela tentar esfriar a cabeça, que a raiva do marido era só momento. À frente havia um motel que eu costumava frequentar. Eu já sabia que ia brincar ali com ela. Mas deixei ela criar coragem. Então disse:
— Você precisa é de umas cervejas. Se quiser te acompanho com uma ou duas no posto ali na frente. Tá afim?
— Cerveja? É, acho que vai ser bom. Eu também estou precisando fumar. Vou aproveitar pra comprar um maço reserva.
No bar do posto, pedi pra ela se abrir comigo e dizer o que houve. Então ela contou. O Marido dela estava pegando a ex dele. A colega dela quase deu de cara com os dois saindo de um quarto de motel no corredor. Ele não reconheceu ela. Isso é brabo pra qualquer mulher. E eu confortei ela, dizendo que é mais normal do que ela imagina. Principalmente se a ex estiver morando com outro. Tudo homem quer ser o amante fixo de sua ex. Contei uma piada e ela riu, colocando as mãos em meu ombro, mas brevemente durante o riso. Mas aí eu olhei sério. O riso dela foi se transformando em cara de "ferrou pra mim". Ela olhou para o meu volume e eu paguei a conta. Ela não falou uma palavra. Ficou meio tensa. E até estava um pouco trêmula. Assim que entrei no carro, abri a porta do carona da frente. Ela estava vindo do banheiro. Se sentou me olhando com uma seriedade que quase era um pedido de desculpa. Ela sabia que ia sofrer na minha vara. E sofreu mesmo.
Levei ela para o motel. Começamos de vagar. Não fui pro ataque. Fui com carinho e jeitinho, começando ainda com roupa, acariciando a barriguinha, o pescoço, levemente os seios. E então fui me aproximando e a abraçando. E aí sim, eu fui dando aquele trato gostoso nos seios, até ela me puxar para o beijo. Botei de costas e fui tirando a roupa dela bem de vagar, indo dominando cada pedacinho do corpo dela, com as mãos, com os lábios e por fim com o meu corpo, sem pressa. E lá estava ela nua e em chamas. Então sentei ela na cama, desabotoei a calça, abri meu zíper e saquei o moleque, que agora estava ainda mais intimidador do que aquilo que ela tinha visto. É só vinte e sete centímetros. Mole. Duro, chega fácil a passar de trinta. Não chega a ficar muito duro, de apontar para cima. Mas é muito difícil também ficar ereto como ficou naquele dia. Ela me olhou com aquela cara e foi começando a sorrir de estranhamento. Até mediu com o palmo e contando dedos. Eu só olhando sério. Então disse:
— Na xoxotinha, vai estragar o brinquedo. Mas... Eu faço isso desaparecer em você lá atrás, com todo o carinho e paciência do mundo. Sei chegar lá sem dor. Vai?
Ela parecia já estar mesmo querendo aquilo. Não respondeu. Só começou a me chupar e brincar com o moleque. Mas em pouco tempo, se arreganhou pra mim na cama. E eu fui. Beijinhos e linguadinhas de leve no cuzinho. A marca de assadura denunciou que ela era experiente ali. Fui levando saliva para dentro e então montei nela, apontando o moleque para o seu novo parquinho de diversão. Fui no talento. Ganhando a portinha. Depois acostumando o esfíncter. Até que eu travei ela nas pernas, montado do jeito que a gente curte, e com os braços dela pra trás, feitos de rédeas, e fui caprichosamente ganhando a confiança do esfíncter sem causar desconforto. Achei que teria mais dificuldade. Mas não demorou para eu chegar em seu ponto limite, quando ela deu um gritinho e um impulso para frente, olhando pra trás. Então eu disse:
— Então é só até aqui que chegaram? É?
Ela fez unrum, pedindo pra eu ir de vagar. Então eu disse que ia chegar onde ninguém jamais chegou e marcar meu território lá dentro. Ela empinou a bunda e disse:
— Então vem. Mas calma! De vagar.
E eu atendi o pedido dela. Nem de vagar. Tirava um pouquinho e colocava mais um pouquinho. Eu só precisava chegar na tal curva. Depois era só meter. O intestino se adapta. E com toda calma do mundo eu fui ganhando e tornando meu aquele intestino dela. Disse que ia fazer desaparecer tudo nela e fiz mesmo. E ela até que foi bem valente. Estava tomada de tesão. Vinha me puxar no beijo toda vez que eu empurrava um pouco mais. E assim que chegou no fundo, fui fazendo ela ficar ajeitada com a bunda pra cima e iquei agachado com tudo lá dentro. Fiz massagem nas costas dela e disse:
— Você tinha que ver isso. Tudo escondido. Tá sentindo o moleque na barriga? Agora, rebola pra mim e me faz gozar, vai.
E enquanto eu massageava as costas, ombros, nuca, bunda e orelhas, ela ia rebolando. Eu comprimi a benga e fiquei comprimindo, chamando a porra para fora do saco. Então mudei a posição e botei ela no meu colo. Meti os dedos na vulva e no clitóris, com o médio dentro, brincando, a outra mão levei aos seios e comecei a requebrar com ela, beijando sua nuca e pescoço e orelhas e rosto. Então nos beijamos. Eu fui controlando pra gente gozar junto. E quando ela me olhou com aquela cara de quem estava sentindo o tesão da vida dela, eu puxei no leite, trouxe o cu dela todinho e larguei muita porra onde nada jamais havia chegado. Meu moleque nunca pulsou tão frenético. Eu sentia o fluxo passando pela uretra por dentro dela e sabia que ela estava sentindo também as esguichadas lá no intestino, na terra do nunca de seu cu. Segurei o rosto dela e a beijei, de morder os lábios e fazer ela gemer sem parar enquanto a gente ia. E eu meio que chorando e rindo e urrando.
Bem... Isso foi apenas o começo. A gente fodeu a noite inteira. E é claro que eu destruí a buceta dela. Até o limite do útero. Mas machuquei a casadinha com gosto. E agora está querendo mais, me convidando pelo whatsapp. Vocês tinham que ver como eu deixei ela. Separou do marido na mesma semana. Falou pra ele que saiu com um homem com pegada de verdade. Chamou ele de corno coitado e até disse que o número dele aumentou e como aumentou, dando a entender o lance. E disse isso para os vizinhos todos ouviram, enquanto carregava suas coisas para o carro da irmã. Agora tá morando com ele. Bonita pra caralho! Mostrou fotos e até disse que tá na fome. FDP! Ai meu Deus. Assim eu me acabo!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)