Suruba com a vovó
Minha vizinha Dona Nilda era uma viúva de 65 anos que morava sozinha no apartamento da frente.
Era uma noite quente de verão e eu, Lourenço, estava curtindo uma cervejinha gelada com meus dois melhores amigos, Kleber e Wellinton. Estávamos no meu apartamento, gargalhando de alguma piada que Kleber tinha contado, quando ouvimos batidas insistentes na porta ao lado.
— Droga, deve ser a vizinha de novo — resmunguei, levantando-me do sofá. Era a senhora Nilda, uma viúva de 65 anos que morava sozinha no apartamento vizinho e não perdia uma oportunidade de reclamar sobre qualquer barulho que fizéssemos.
— Lourenço! Vocês estão fazendo muito barulho aqui! — ela vociferou assim que abri a porta. Seus cabelos brancos estavam desgrenhados e seus olhos azuis brilhavam de raiva.
— Desculpe, dona Nilda — falei com meu sorriso mais charmoso. — Estamos apenas nos divertindo um pouco. Por que não se junta a nós? Temos bebidas à vontade.
Para minha surpresa, ela hesitou por um momento antes de assentir.
— Está bem, mas só por uma hora — disse, tirando os chinelos e entrando no meu apartamento com seu vestido floral e suas meias de nylon.
Kleber arregalou os olhos quando a viu sentar-se no sofá ao nosso lado. Wellinton engoliu em seco, claramente nervoso. Servi um copo de vinho para dona Nilda e ela começou a bebericar, lentamente a princípio, depois com mais desenvoltura.
— Sabe, rapazes — disse ela após ter matado toda a garrafa de vinho —, eu não sou uma pessoa chata. Só estou solitária.
E então começou a contar histórias do seu passado, quando era uma jovem bonita e cheia de vida. Enquanto falava, acho que tomado pelo álcool comecei a ouvir a voz da Dona Nilda se tornando cada vez mais rouca e sensual. Ela cruzou as pernas, revelando um pouco da coxa acima das meias.
— Aposto que vocês três já tiveram muitas namoradas — disse ela, olhando-nos com um brilho no olhar. — Mas eu também tive minha cota de aventuras quando era mais nova.
Kleber e Wellinton trocaram olhares surpresos. Não podíamos acreditar que a nossa vizinha estava flertando conosco. Ela se levantou do sofá e caminhou até o som, mudando a música para algo mais lento e sensual.
— Dança comigo, Lourenço? — pediu ela, estendendo a mão.
Sem pensar duas vezes, peguei sua mão e comecei a dançar com ela, sentindo seu corpo macio pressionado contra o meu. Ela suspirou, fechando os olhos enquanto balançávamos ao som da música. Olhei para meus amigos e vi que eles estavam hipnotizados, assistindo à cena com expressões de espanto.
Dona Nilda abriu os olhos e sorriu para mim, então se inclinou e sussurrou em meu ouvido:
— Sabe, Lourenço... Esse seu corpo forte e seu jeito charmoso me deixam louca. — Ela passou a mão pelo meu peitoral, descendo até o cós da minha calça.
Fiquei paralisado, sem saber como reagir. Então ela puxou meu rosto para perto do dela e me beijou com paixão, enfiando a língua na minha boca. Meu corpo acordou instantaneamente, sentindo uma ereção crescer dentro das minhas calças.
— Eita porra... — ouvi Kleber murmurar. Wellinton apenas balançou a cabeça em descrença enquanto dona Nilda me pressionava contra a parede e começava a desabotoar minha camisa.
— Quero sentir seu pau duro dentro de mim, Lourenço — gemeu ela, passando a mão sobre meu membro rígido. — Faz tempo demais que não sinto um homem de verdade.
Sem hesitar mais, tirei toda a minha roupa enquanto ela fazia o mesmo, revelando um corpo surpreendentemente bem conservado para uma mulher da sua idade. Seus seios ainda eram firmes e seu ventre liso. Puxei-a para perto de mim e nos beijamos novamente, explorando cada centímetro do corpo um do outro.
— Caralho — Kleber disse baixinho enquanto observávamos a cena, completamente fascinados.
Dona Nilda me empurrou suavemente na direção do sofá e subiu em cima de mim, enfiando meu pau duro dentro da sua boceta encharcada. Ela começou a cavalgar sobre mim, gemendo alto de prazer. Wellinton se aproximou para assistir melhor, seu membro latejando contra as calças.
— Isso é muita loucura — murmurou Kleber, balançando a cabeça incrédulo. — Não acredito que estamos realmente vendo isso acontecer.
Dona Nilda se inclinou para trás, apoiando-se nos joelhos enquanto eu agarrava seus quadris e impulsionava meu pau ainda mais fundo dentro dela. Seus gemidos ficaram cada vez mais altos e ela começou a gritar de prazer quando atingiu o orgasmo, seu corpo tremendo sobre o meu.
— Me chupa, rapazes — ela pediu ofegante, descendo do sofá e se ajoelhando no chão. — Quero sentir suas bocas em mim também.
Kleber e Wellinton trocaram um olhar hesitante antes de se aproximarem dela. Começaram a beijar seu pescoço e seus ombros enquanto ela fechava os olhos, aproveitando as carícias. Logo estavam lambendo seus mamilos enrijecidos e sugando-os com avidez.
— Ah, isso é gostoso — gemeu dona Nilda, rebolando contra o rosto de Kleber. Ela agarrou os cabelos de Wellinton, e o guiou para um de seus peitos, ele hesitou mas enfiou a cabeça entre os seios e começou a chupar sua aureola.
A cena era incrivelmente erótica meu pau pulsava de tesão, mal conseguindo ficar duro novamente depois daquele sexo intenso.
— Kleber — dona Nilda chamou, olhando para mim com seus olhos azuis brilhantes. — Quero você dentro de mim. Quero sentir seu gozo quente me enchendo inteira.
Kleber hesitou por um segundo. Mas puxou seu pau duro para fora da calça e o enfiou na boceta encharcada de dona Nilda, que gemeu alto ao senti-lo preenchê-la. Wellinton observava tudo com a boca aberta de surpresa, mas logo se juntou à diversão, ajoelhando-se atrás dela e enfiando seu pau na bunda apertada da mulher.
— Ah, que gostoso! — ela gritou enquanto os dois rapazes a fodiam sem dó. — Isso mesmo, me fodam meninos!
Eu assistia tudo de pé ao lado deles, masturbando meu pau duro enquanto via minha vizinha sendo preenchida pelos meus amigos. Ela parecia estar adorando cada segundo daquilo, rebolando e gemendo sem parar.
— Vem aqui, Lourenço — ela chamou com a voz rouca. — Quero sentir sua boca na minha boceta enquanto esses meninos me fodem.
Ajoelhei-me ao lado dela e comecei a lamber seu pescoço, enquanto os dois rapazes continuavam impulsionando seus paus dentro dela sem piedade.
— Isso, assim! — ela urrou, agarrando meus cabelos com força. — Não pare...!
Meu pau latejava de tesão enquanto eu lambia e mordia seu pescoço, cada gemido dela me deixava ainda mais excitado. Kleber e Wellinton também pareciam estar adorando, seus rostos contorcidos de prazer enquanto metiam em dona Nilda com tudo.
— Caralhooo! — exclamou Kleber, enfiando seu pau o mais fundo possível dentro dela. — Eu vou gozar dentro dessa vovó!
— Eu também! — gritou Wellinton. — Porra!
Dona Nilda gritava e gemia sem parar, rebolando cada vez mais rapido. Era incrível ver uma mulher daquela idade aguentar tanto sexo selvagem.
— Ah, vou gozar! — ela gemeu alto, seu corpo começando a tremer. — Goza comigo, rapazes... Quero sentir todo o seu leitinho quente dentro de mim!
Kleber foi o primeiro a explodir, enfiando seu pau fundo na boceta dela e gritando enquanto jorrava seu sêmen em sua cavidade. Wellinton não demorou muito para gozar também, metendo sem dó na bunda apertada de dona Nilda até que ele também atingiu um orgasmo devastador.
E eu... Bem, mal consegui aguentar por tanto tempo. Ver minha vizinha sendo fodida daquela forma me deixou louco de tesão e logo senti meu pau latejar enquanto gozava na mão, esguichando jatos quentes de sêmen em seu rosto e no sofá.
— Que delícia — ela suspirou quando finalmente terminamos, completamente exaustos. — Vocês três são incríveis!
Nos sentamos ao lado dela no sofá, trocando olhares incrédulos enquanto tentávamos entender o que havia acabado de acontecer. Dona Nilda apenas sorria, parecendo satisfeita com tudo aquilo.
— Sabe, rapazes — disse ela depois de um tempo —, eu sempre achei que vocês três eram muito gostosos. Fico feliz por finalmente ter podido provar isso.
— E nós nunca imaginamos que você fosse tão... liberal — falei, ainda atordoado pela cena que tínhamos acabado de viver.
— Ah, querido — ela riu, acariciando meu rosto. — Você não faz ideia das coisas que já fiz na minha vida. Isso aqui foi apenas o começo...
E então ela se levantou do sofá e começou a vestir suas roupas com uma graça surpreendente para sua idade. Antes de sair do apartamento, virou-se para nós e piscou.
— Fiquem à vontade para me visitar sempre que quiserem mais um pouco dessa diversão — disse com um sorriso malicioso antes de fechar a porta atrás dela.
Kleber, Wellinton e eu apenas nos entreolhamos, completamente sem palavras. Não tínhamos ideia do que havia acabado de acontecer, mas uma coisa era certa: nossa vizinha nunca mais seria vista da mesma forma após aquela noite.
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