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Do sonho ao incesto real

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Sandra

Sempre achei que morávamos na casa de meus avós por conveniência, mas essa impressão começou a mudar quando passei a ter o mesmo sonho sempre que mamãe me recomendava tomar relaxantes para dormir melhor sempre que voltava dolorida dos treinos de judô. Nesses sonhos, tanto meus pais como meus avós se abraçavam e minha avó e minha mãe ajoelhavam-se diante de meu pai e de meu avô enquanto esses alisavam meu corpo. Em uma dessas noites após simular tomar o remédio, fui para meu quarto e como de hábito, deixei o abajur ligado, não demorou para os dois casais postarem-se ao lado da minha cama e papai com todo cuidado baixar meu pijama até meu joelhos e alisar uma de minhas nádegas, o que também passou a ser feito por meu avó e logo as mulheres ajoelharam-se como no sonho, só que acordada, pode ver nitidamente mamãe chupar o cacete de papai e vovó chupar a rola de vovô, incrédula, me virei na cama e então vovó passou a acariciar meus seios enquanto papai mudou a posição para alisar minha racha por cima da calcinha que já estava molhadinha com pois aquilo me encheu de tesão e para minha surpresa total, meu avô tirou o cacete da boca da minha avô e o ofereceu a sua filha, minha mãe, que imediatamente parou de chupar meu pai para chupar o pau do pai dela, nossa era muita loucura para eu processar, mas inesperadamente, meu pai puxou minha avó pela mão e ambos saíram do quarto. Mamãe parou de chupar meu avó e teve o cuidado de levantar meu pijama para a posição normal e saiu do quarto acompanhada de seu pai. Confusa e excitada aguardei alguns poucos minutos, levantando da cama, já ouvindo gemidos e fui até a porta do quarto de meus pais, o que vi jamais esquecerei, minha avó com as pernas levantadas para o alto em "V" e meu pai segurando as pernas delas e enfiando a pica enquanto minha avó tremia com a penetração do genro, já mamãe ajoelhada na ponta da cama, se contorcia e se masturbava enquanto seu pai, meu avó, em pé ao lado da cama, metia com força na bunda da filha. A cena foi muito erótica para que eu pudesse me conter, enfiei a mão dentro de minha calcinha e passei a me masturbar como uma louca ouvindo aqueles sons tesudos produzido pelos dois casais que tinham feito as trocas em relação ao tradicional. Não demorou para mamãe dar um grito com meu nome. Ela mesmo sendo sodomizada por seu pai, percebeu minha presença no exato instante que eu estava tendo um forte orgasmo. Os quatro pararam de meter e por alguns instante saiu o silêncio e nenhum de nós sabia o que fazer, até que mamãe levantou e veio a meu encontro na entrada do quarto e me puxou pela mão até a cama tamanho king onde normalmente dormiam meus pais. Ao chegarmos à cama, mamãe com uma expressão de tesuda que nunca imaginei que ela pudesse ter, abriu os botões da blusa de meu pijama e mamou em um de meus seis seguida por minha avó que abocanhou meu outro seio, os machos pareciam hipnotizados por suas mulheres mamando em mim e papai baixou minha calça de pijama junto com minha calcinha alisando minha coxas, levantando uma de minhas pernas, apoiou minha perna na lateral do colchão e já ajoelhou na minha frente sugando meu grelo como um lobo faminto, quase atingindo o orgasmo com a mamada dupla e pela língua de meu pai na minha bucetinha virgem, senti a língua de meu avó que estava ajoelhado atrás de mim invadir meu cuzinho e entrei em uma convulsão orgástica profunda tendo meu corpo amparado pelas fêmeas que impediram que eu caísse já que tinha perdido o controle de minhas pernas que tremiam descontroladamente. Fui deitada na cama pelos quatro que apresentavam aquelas feições de tarados e eu deles beijou minha boca e foi a vez de minha mãe mergulhar no meio de minhas pernas levando-me novamente a um estado de tesão segurando em uma pica em cada mão e só então entendi que a língua que estava em minha boca era de minha avó que ainda massageava meus peitinhos em movimentos circulares e fui novamente ao gozo no instante que recebia uma ejaculada na cara dividendo a porra com minha avó que também recebeu leitinho enquanto me beijava. Em seguida foi a vez de meu avó borrifar porra na minha barriga. Mamãe só parou de chupar minha bucetinha quando eu afastei seu rosto do meio de minhas pernas, mas manteve seu carinho para comigo limpando o leite de avô que estava na minha barriga com a língua. Nós mulheres fomos juntas para debaixo do chuveiro, onde liberei todo meu carinho com mamãe e vovó

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