#Teen #Virgem

Marina de menina a puta

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Roxana

Marina uma menina timida e envergonhada, descobre o sexo com Bruno, marido de sua vizinha e amiga da mãe, aos poucos ele a transforma numa putinha.

Meu nome é Marina, tenho agora 22 anos, morena, cabelão castanho, peito pequeno e firme, bundinha redonda que faz os homens virarem o pescoço.
Meu relato é sobre acontecimentos passados.
Aos 9 anos, senti o desaparecimento do pai. Um dia tava ali, no outro virou saudade. Sempre fui tímida e muito paparicada pela minha mãe.
Cresci vendo minhas amigas serem buscadas pelos pais e eu sempre saindo sozinha. Isso doía.
O que vou contar aconteceu quando eu tinha 16 anos, num dia de calor do caramba. Quando bati na porta, foi Bruno que abriu. Luana tinha saído. Ele tava de bermuda, sem camisa. Primeira vez que via ele assim.
Enquanto eu fazia meus deveres, ele me ajudou. No final, me serviu o lanche e puxou papo. Perguntou da escola. Eu respondia baixinho, sentada no chão, distraída. A voz dele vinha grossa e calma por cima do barulho da TV.
Meu coração disparou quando ele começou a falar que eu tava ficando uma garotinha bonita. Me elogiou e perguntou se eu já tinha namorado. Balancei a cabeça, envergonhada. Era a primeira vez que ele falava assim.

Percebendo que eu tava mais quieta, ele parou e perguntou:
— Tá triste, Marina? O que foi?
— É que eu vejo as outras meninas com os pais... e o meu sumiu. Sinto falta.
Ele estendeu a mão.
— Vem cá. Senta aqui.
Levantei e sentei na perna dele. Meio sem jeito, sem saber onde por as mãos. Só sentia o calor da pele dele e um aperto na garganta.
Ele me puxou pela cintura, colou meu corpo no dele. Fez carinho no meu cabelo, disse que eu era linda, educada, que adorava minha companhia. Fiquei tímida. Ele falava no meu ouvido, e eu sentia arrepios.
— Tá gostando do meu colinho? — perguntou baixinho.
— Tô... sim.
Meu corpo se encostou mais nele. Meus dedos começaram a brincar distraídos nos pelos do peito dele. Ele não falou nada, só deixou. Me aninhei, sentindo a respiração dele contra o meu rosto.
— Pode ficar à vontade, Marina.
Ele começou a alisar minhas pernas, meus ombros. A mão subia devagar.
— Tá gostando?
— Sim.
A mão foi subindo, alisou minha barriga por baixo da blusinha. Depois subiu até meus peitinhos. Ele me abraçou, afastou meus braços com jeito.
— Não precisa ter vergonha.
Achei que era só um gesto para me deixar à vontade. Mas a mão dele passou pelos meus peitinhos, e ele sussurrou:
— Você vai ter uns peitinhos lindos. Já são bem bicudinhos.
Apertou meus biquinhos com os dedos e soltou um suspiro. Meu corpo arrepiou inteiro.
— Gostou? — perguntou. — Já fizeram isso com você?
— Não... nunca.
Ele continuou, os dedos brincando devagar ao redor dos meus biquinhos. Me senti mole com as carícias. Deixei ele abrir minha blusinha.
— Mas já pensou nisso? — perguntou. — Sentir alguém tocando seus peitinhos assim?
Fechei os olhos. Meu corpo respondia sozinho — respiração curta, arrepios, calor descendo pela barriga.
— Quer descobrir? — perguntou.
— E Luana? — escapou de mim.
Ele parou, olhou nos meus olhos e sorriu.
— Luana não precisa saber. Isso é nosso.
Meu coração batia forte. Sabia que era errado. Mas o corpo pedia.
— Ela vai demorar. A gente tem tempo.
— Que vai fazer? — perguntei.
— Você me deixa doido, Marina.
Meu corpo tava tão quente que mal conseguia pensar.
— Você confia em mim?
Olhei nos olhos dele.

— Confio.
Ele me beijou. Lento no começo, provando. Os lábios tocaram os meus com maciez. Tremi toda. Sem pensar, me agarrei nele, os dedos no cabelo, puxando contra mim. A boca dele quente, a língua tocando a minha.
Ele baixou a cabeça e beijou meus biquinhos. Boca quente, molhada, sugando devagar. Eu prendi a respiração. Arrepios subiram pelo corpo. Gemido escapou.
— Tá gostando? Pode gemer, gostosa.
E eu gemi. Mais alto.
Ele ficou mais excitado, a respiração pesada.
— Tira o shortinho.
Obedeci. Levantei o quadril, desci o shortinho e fiquei só de calcinha no colo dele. A mão dele desceu devagar pela minha coxa, passou os dedos na beirinha da calcinha.
— Tão gostosa...
Mandou eu virar e sentar de frente. Quando minha xotinha encostou no sexo dele, meu corpo já respondeu. Rebolando, doida, excitada.
— Tá gostoso? — ele perguntou, ofegante.
— Humhum.
Ele guiou meus movimentos, cada roçada mais forte. Minha respiração curta, calor molhado descendo.
— Quer ver?
Balancei a cabeça. Queria.
Me colocou de pé. Baixou a bermuda. O sexo pulou pra fora, duro, enorme. Meus olhos arregalaram. Primeira vez que via um de perto.
Ele pegou minha mão.
— Pode pegar.
Minha mão tremeu quando toquei. Quente, lisa, dura. Segurei com jeito.
— Mexe.
Comecei a subir e descer. Ele gemeu.
— Tira a calcinha — pediu.
Tirei. Fiquei parada, olhando ele.
— Que xerequinha linda — ele disse.
Me levou no colo pro quarto. Deitou na cama. Tirou a bermuda. Volto pra cama, beijou minha boca, meu pescoço, meus peitinhos. Alisou minha xerequinha lisinha.
— Tão gostosa.
A boca desceu. Quando tocou, gritei. Língua quente, molhada. Minhas mãos seguraram o cabelo dele, pernas abriram, corpo arqueou. Gemia, me contorcia, olhos reviravam.
Ele chupava meu grelinho, me fazendo contorcer até quase perder o ar. Segurei a cabeça dele entre minhas pernas. Meu corpo tremeu, gritei em convulsões.
Minhas pernas caíram bambas, todo corpo tremendo como choques elétricos. Ele subiu, me beijou, sorriu.
— Gozou, queridinha? Gostou?
Respondi baixinho, ainda ofegante:
— Sim... simmm.
Ele deitou ao meu lado, me puxou pra perto, a mão quente na minha barriga. Eu sentia o coração acelerado, a respiração voltando ao normal, o gosto daquele momento ainda na minha boca. Olhei pro teto, tonta, e soube que nada ia ser igual depois daquele dia.

Depois de tudo, ele me ajudou a vestir. Ajeitou minha blusa, passou a mão no meu cabelo, arrumou a saia como se nada tivesse acontecido.
— Vai lavar o rosto. A Luana deve estar chegando.
Fui pro banheiro. Fechei a porta, olhei no espelho. A menina que me olhava não era a mesma de antes. O cabelo bagunçado, os olhos brilhantes, a boca inchada de tanto beijar.
Passei água fria no rosto, tentei me recompor. Mas por dentro, eu era uma bagunça. Meu corpo ainda tremia, as pernas moles, o coração acelerado. Toquei meus lábios com os dedos e revivi o gosto dele.
Quando Luana chegou, me deu um abraço.
— Minha querida, tudo bem consigo?
Eu sorri. Deixei ela me abraçar. Mas dentro de mim, uma confusão enorme. O homem que ela chamava de marido, o mesmo que me chamava de princesa, tinha me ensinado coisas que eu não sabia. E o pior: eu tinha gostado. E queria mais.
Sentei no sofá, peguei o controle da TV, fingi que via desenho. Mas minha cabeça tava longe. Revivia cada toque, cada beijo, cada gemido. E uma voz dentro de mim já sabia: aquilo não ia parar ali.

Os dias foram passando. Bruno foi me buscar na escola. Luana tinha saído pra visitar a mãe.
Logo que entramos em casa, ele me puxou pro quarto, me beijou com fome, as mãos percorrendo meu corpo como se não pudesse esperar mais. Eu não sabia o que falar, assim tão rápido, mas me deixei ir. Ele me despiu devagar, beijou cada pedaço da minha pele.
— Hoje vai ser diferente — ele falou, a voz rouca, os olhos brilhando.
— Diferente como? — perguntei, com o coração acelerado.
Ele deitou ao meu lado, depois me puxou pra ele. Me deixei ir, fiquei deitada sobre ele. Nos beijamos, ele passava a mão pelo meu corpo até que segurou minha bundinha.
— Quero sua bundinha — ele falou, a voz baixa e firme.
Eu parei, os olhos arregalados.
— Quer?
— Sim.
Ele se ajoelhou na minha frente, pegou meu quadril e me virou de bruços. Senti a mão dele na minha bunda, apertando, separando.
— Fica assim — ele mandou. — De quatro.
Eu obedeci. Arqueei as costas, empinei a bunda. Ele passou a mão na minha xereca, molhada, e depois esfregou a vara no meu cuzinho.
— Vai doer? — perguntei, com a voz tremendo.
— Um pouco — ele respondeu. — Mas depois fica gostoso.
Ele colocou a ponta devagar na minha entrada. Eu fechei os olhos, mordi os lábios. Ele foi entrando aos poucos, parando, esperando eu me acostumar. Ardeu, queimou, mas ele ia devagar, com calma.
— Relaxa — ele sussurrava. — Deixa entrar.
Fui soltando o ar, tentando relaxar. Ele foi entrando mais, até sentir ele inteiro dentro de mim. Ficamos parados um momento, eu ofegante, ele segurando minha cintura.
Depois ele começou a se mover. Devagar, ritmado, fundo. Eu gemia baixinho, o rosto enterrado no travesseiro. A dor foi virando uma sensação estranha e gostosa, um preenchimento que me apertava por dentro.
— Isso, gostosa — ele falava, ofegante. — Tudo bem?
— Tá... continua — respondia, entre gemidos.
Ele foi mais rápido, mais fundo. Minhas mãos apertavam o lençol, eu gemia sem vergonha, sentindo cada estocada. Até que o corpo tremeu, e eu gozei com ele dentro de mim.
Ele gozou logo depois, quente, e ficou deitado em cima de mim, os dois ofegantes.
Fiquei ali, de bruços, sentindo o peso dele nas minhas costas, o corpo todo tremendo.

Ele foi devagar. A ponta entrou e eu arfei. Apertou. Queimou. Mas a dor foi misturando com uma coisa gostosa, e eu fechei os olhos, mordendo o travesseiro.
Ele foi entrando mais. Cada centímetro me preenchia. Eu gemia, mexia o quadril, ajudava. Até que ele tava inteiro dentro de mim.
— Isso, gostosa — ele falou, ofegante. — Agora vai.
Ele começou a meter. Devagar no começo, depois mais forte. Cada estocada me fazia gemer mais alto. A mão dele segurava minha bunda, os dedos cavavam na minha carne. A outra mão puxava meu cabelo.
— Tá gostoso? — ele perguntou.
— Tá — eu gemia, sem vergonha. — Continua... não para.
Ele meteu mais forte. Mais fundo. A cama rangia, eu gritei baixinho, as pernas tremendo.
— Goza, Marina. Vai toca na xerequinha…isso…issooooooo….
— Gostou?
Eu virei o rosto, olhei nos olhos dele e sorri, ainda ofegante.
— Gostei.
Ele ia me buscar na escola quando a Luana não estava, e eu já sabia o que ia acontecer.
O sexo no cu virou rotina. Ele pedia, eu dava. De quatro, de bruços, sentada em cima. Cada vez mais fundo, mais forte. Eu gemia, me contorcia, pedia mais. E ele gozava dentro de mim, sempre quente, sempre grosso.
Meu cu virou depósito de porra.
Não importava quantas vezes ele gozasse, eu sempre queria mais. Sentia falta daquela sensação de ser preenchida, de ser usada, de ser toda dele.
m dia, depois de mais uma tarde de sexo, Bruno saiu da cama e foi até o guarda-roupa. Eu fiquei deitada, nua, ainda ofegante, vendo ele mexer em alguma coisa. Quando ele voltou, tinha uma coleirinha preta nas mãos, dessas de couro, com uma argolinha na frente.
— O que é isso? — perguntei, sentando na cama.
Ele sorriu, aquele sorriso safado que eu já conhecia bem.
— É pra você.
— Pra mim? — arregalei os olhos.
— Quero você de coleira, Marina. Quero que todo mundo saiba que você é minha.
Meu coração acelerou. Era estranho, era errado, mas ao mesmo tempo me dava um frio na barriga gostoso. A ideia de ser dele, de verdade, de ser marcada como propriedade dele, mexeu comigo de um jeito que eu não esperava.
Ele se aproximou, ajoelhou na minha frente e colocou a coleira no meu pescoço. Ajustou, fechou, e ficou olhando.
— Linda — ele disse, passando a mão na minha nuca. — Agora você é minha, de verdade.
Eu olhei pra ele, sentindo o couro apertado no meu pescoço, e uma onda de tesão me tomou.
— Sou sua — respondi, baixinho.
Ele me puxou pela coleira, me beijou com fome, e me deitou na cama de novo.
— Minha putinha — ele falou, entrando em mim. — Toda minha.
E eu, com a coleira no pescoço, gozei sentindo ele me comer como se eu fosse dele. Porque eu era. Totalmente.
Com o tempo, comecei a sentir ciúmes da Luana. Quando via ela abraçar ele, dar um beijo nele, eu sentia uma pontada no peito. Eu queria ser a mulher dele. Queria que ele fosse só meu.
— Você tá diferente — ela disse um dia, me olhando com um sorriso. — Mais solta, mais mulher.
Eu sorri de volta, mas por dentro eu sabia. A mulher que ela via era a putinha que o marido dela criou.
E o pior: eu amava ser aquela putinha.

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