Festa de são João com Antonio, o vigilante
Alguns dias após chupar meu chefe no banheiro do trabalho, acabei dando para Antonio na festinha de São João do escritório.
Oi, atendendo aos pedidos no meu outro relato de como acabei chupando Dr. Paulo no banheiro do trabalho, aqui estou para contar as coisas que aconteceram após aquele dia. Continuarei usando nomes fictícios para preservar a identidade dos envolvidos. Esse relato acabou ficando um pouco maior que o anterior, espero que tenham paciência para ler tudo, e me digam nos comentários se tiverem gostado.
Após eu ter chupado meu chefe, Dr. Paulo. As coisas no escritório pareciam estar diferentes, ele ainda me tratava normalmente como tratava todos os funcionários com respeito e educação, mas no fundo ele parecia assim como eu querer que aquele acontecimento se repetisse. Os dias foram passando nessa tensão entre nós dois mas nada acontecia de novo, ele parecia estar mais ocupado do que nunca, e apesar disso não consegui arrumar uma brecha para fazer uma "horinha extra", se é que me entendem. Lembro que faltavam dois dias para a nossa festa de São João quando estávamos organizando os últimos detalhes para a festa, era basicamente confirmar com o pessoal que cederia o espaço se estava tudo certo e ligar para os responsáveis pela comida e bebida. O escritório estava a correria de sempre, mas desta vez tudo estava fluindo até que de forma rápida.
A festa seria em uma quadra de uma escola que tem próximo ao escritório era na verdade duas ruas de distância apenas, tudo estava confirmado e talvez por causa das comemorações de São João estava sendo uma semana com poucos atendimentos, quando eu ia no banheiro eu dava um jeito de dar uma olhada discreta para o Dr. Paulo na esperança dele ir atrás, mas acabou não rolando nada. Parecia que ele realmente estava muito ocupado, diferente do resto de nós que quando acabávamos de resolver tudo estávamos sendo liberados uma hora mais cedo. Numa dessas tentativas de atrair a atenção do meu chefe, eu notei que Antonio o vigilante do escritório olhava pra mim discretamente e ria , naquele momento eu não havia entendido o motivo para aquilo, mas relevei e segui meu caminho.
Dois dias após isso, era a nossa festa de São João, as mulheres que trabalhavam com a gente tinham ido todas juntas para o banheiro onde trocaram a calça e blusa por vestidos quadriculados, saíram de lá todas maquiadas e estavam realmente lindas, elas foram indo na frente para caso precisassem ajudar em algo na quadra da escola e começarem as músicas. Eu demorei um pouco mais para sair do escritório, estava com preguiça e só estava indo mesmo para beber e poder socializar um pouco com meus colegas de trabalho. Lembro que Antonio escolheu não ir para a festa, havia recusado a proposta de contratarem outro vigilante para aquele dia e ficaria sozinho lá. Quando deixei a preguiça de lado para poder ir colocar minha camisa xadrez vi que ele mexia no celular escondido, mas não parecia que ele estava apenas mexendo, ele estava desconfiado como se estivesse vendo algo que poderia encrencar ele caso vissem. Segui meu caminho para a festa após me vestir e já fui recebido com uma amiga me dando uma caipirinha que estava muito boa por sinal.
Havia dançado bastante e conversado até que meu olhar foi atraído para uma mesa um pouco mais distante onde Dr. Paulo parecia me devorar discretamente com os olhos, sorri de forma discreta para ele e vi que a mulher dele estava logo ao lado, por sorte ela não havia notado. E se vocês lembram da minha discrição de como meu chefe parecia aquelas estatuas gregas, vocês deveriam ter visto a mulher dele, Camila era uma mulher muito linda, mas pelas conversas que ouvi, ela era insuportável. Vi que Dr. Paulo apontou com a cabeça para a mesa onde tinha comida e segui até lá esperando por ele. Achei que ele iria querer tentar algo ali mesmo com a mulher dele estando presente, e talvez tenha sido a bebida, mas eu não iria me importar caso ele quisesse.
Ele pediu meio que sem jeito que eu levasse um pouco de comida e bebida para Antonio lá no escritório, e eu acho que deixei a frustração transparecer pois ele disse que não parava de pensar no que aconteceu aquele dia no banheiro. E que na segunda-feira iria querer me mostrar algo antes que eu fosse pra casa. Essa frase dele fez um sorriso safado surgir no meu rosto, concordei com o pedido dele e montei o prato para o vigilante, coloquei alguns salgados e doces e fui em direção ao escritório.
Apesar da hora, a rua estava praticamente deserta. Cheguei rápido no escritório e após alguns minutinhos esperando, Antonio abriu a porta para eu entrar, ele não estava fardado, estava usando uma regata preta que deixava o peitoral dele definido mais a mostra e uma bermuda de moletom. Antonio assim como Dr. Paulo era muito bonito, mas não havia reparado muito nele pois ele parecia ser o típico hétero homofóbico, e também a farda de trabalho dele era alguns números maiores que o tamanho dele. Ele disse para eu entrar rápido e não sair agora, pois havia visto dois desconhecidos circulando ali perto. No começo eu acreditei pois realmente estava tendo uma onda de assaltos ali, acabei entrando e ficando no pequeno sofá da recepção mexendo no celular enquanto ele guardava a comida que levei pra ele. Quando voltou ele havia me oferecido café, disse que estava preparando quando eu cheguei por isso demorou um pouco para abrir a porta. Aceitei mas antes tinha ido no banheiro, minha bexiga estava gritando pra ser esvaziada.
Voltei para a recepção após ter mijado e encontrei Antonio sem camisa no sofá, ele estava com as pernas bem abertas e era impossível não olhar para o volume no meio delas, parecia que o moletom destacava ainda mais o pau marcado dele. Desviei o olhar sem graça quando notei que ele me viu e sentei no sofá deixando um pequeno espaço entre nós dois.
Ouvi ele perguntar se eu havia gostado do que vi, mas não respondi, notei que ele diminuiu o espaço entre nós dois abrindo um pouco mais as pernas, ele perguntou se eu achava ele bonito, não queria admitir mas ele era bonito. Corpo malhado, peitoral com alguns pelos ralinhos e uma tatuagem tribal no braço. Mordi o interior da minha bochecha pois já estava vendo onde aquilo iria dar, e eu queria muito aquilo. Virei o rosto e senti ele pegar minha mão e a colocar em cima do pau dele, não sei se a bebida que me deixou mais corajoso ou foi o tesão, mas comecei a massagear o pau dele por cima da bermuda e senti crescer na minha mão. Era grosso, parecia um pouco mais grosso que o do meu chefe.
Foi então que ele disse algo que me fez ficar arrepiado da cabeça aos pés, ele me disse pra chupar ele igual eu tinha chupado o Paulo. Olhei pra ele e ele sorriu falando que eles eram amigos desde pequenos e não escondiam nada um do outro. Eu estava sem acreditar, me senti feito de besta pelos dois, mas ignorei completamente aquilo quando ele botou o pau pra fora. Era um pouco mais escuro que a pele dele, realmente era mais grosso que o do meu chefe, porém um pouco menor. Nem sequer falei nada, me abaixei na frente dele sentado no sofá e comecei a chupar aquela pica que já estava babando. Antonio forçou minha garganta ao ponto de me fazer engasgar, tive que abrir tanto minha boca pra tentar encaixar aquela pica preta na minha boca que estava doendo. Mas ele não se importou com isso e nem eu com a dor que sentia, o tesão e o álcool estava falando muito mais alto.
Ele me puxou pelo cabelo pra cima e me beijou, invadiu minha boca com a língua e me deu um tapa na cara antes de apertar meu pescoço e cuspir na minha boca, eu estava entorpecido de tesão, ele estava me tratando como a putinha que ele e meu chefe sabiam que eu era. Antonio perguntou se eu queria pica e assim que concordei ele botou um dedo na minha boca para que eu chupasse, enquanto eu chupava ele abaixou minha calça com a outra mão e apertava minha bunda. Ele me colocou em pé na frente dele e começou a me dedar enquanto chupava o meu peito, meu pau babava contra o corpo dele enquanto eu só conseguia gemer sentindo ele abrir meu cuzinho com o dedo. Ele me forçou de quatro meio sem jeito no sofá e aproveitei para empinar a bunda da melhor forma que consegui, ficando exposto para ele.
Antonio não perdeu tempo, começou a me linguar. Ele passava a língua ao redor do meu cuzinho e cuspia antes de me penetrar com o dedo. Ele continuou me provocando assim até que eu não aguentei mais e pedi que ele me fudesse logo. Isso pareceu fazer ele muito feliz, pois ele respondeu que meu pedido era uma ordem. Antonio se levantou rapidamente com o pau balançando e pegou um tubinho de lubrificante da bolsa dele que estava jogada na mesa da recepção. Eu nem sequer saí da posição que ele havia me deixado, queria sentir o pau dele me arrombando todinho. Vi ele passar o lubrificante no pau e limpar a mão que ficou molhada no meu cuzinho. Ouvi ele dizer que iria devagar e assim que ele começou a enfiar a cabecinha dentro de mim soltei um gemido de dor, ele ficou parado um pouco segurando meu quadril. Mas o tesão que eu estava sentindo era tão grande que eu não queria que ele tivesse pena, forcei minha bunda para trás no pau dele e senti toda aquela pica ir entrando aos poucos, ouvi ele rir e dizer que eu era mesmo uma putinha, só parei de forçar a bunda para trás quando senti o saco dele batendo contra o meu. Virei o rosto pro lado para poder ver ele melhor e pedi que ele me fudesse. Esse meu pedido pareceu deixar ele louco, ele segurou a minha cintura com as duas mãos e começou a se movimentar, ele começou devagar, mas ao ver que eu estava gostando começou a acelerar me fudendo com força.
Eu sentia minha próstata sendo esmagada, ele me fudia com tanta força que eu senti minhas pernas fraquejarem e se eu não estivesse de quatro eu sinto que teria caído no sofá. Eu senti ali pela primeira vez que poderia gozar sem nem mesmo encostar no meu próprio pau. Antonio então pediu que eu deixasse ele gravar, eu deixei com a condição de que não mostrasse o meu rosto, ele concordou e começou a gravar com o celular dele enquanto me fodia. Ele tirava completamente o pau de dentro de mim e depois empurrava tudo pra dentro novamente com força, fazendo meu corpo ir pra frente com o impacto. Vi ele largar o celular de lado e voltar a me fuder segurando minha cintura, comecei a me masturbar enquanto ele me arrombava e gozei rapidamente com minha próstata sendo espancada daquela forma, acabei sujando o sofá com meu gozo, mas não me importei, estava todo mole enquanto Antonio ainda me fodia. Vi ele pegar o celular novamente e ouvi ele urrar antes de gozar na portinha do meu cuzinho, Ele abriu minha bunda com uma mão e empurrou o pau ainda duro para dentro de mim fazendo o gozo entrar. Depois dele ter gozado e eu recuperado o fôlego após alguns minutos conversando, me despedi dele prometendo que iria querer de novo e voltei para a festa, eu estava precisando daquilo mais do que eu imaginava.
Quando eu voltei pra festa e já estava bebendo sentado meio sem jeito em uma mesa vi Dr. Paulo sorrir pro celular de forma safada, a mulher dele não estava mais do lado dele e parece que aquilo foi a oportunidade perfeita pra ele apertar no pau dele enquanto me devorava com os olhos. Sorri entendendo que Antonio havia mandado os vídeos pra ele e o vi erguer o copo de bebida dele pra mim.
Ainda aconteceu muitas outras coisas lá no trabalho com Antonio, Dr. Paulo e até com Gabriel um terceirizado que tinha lá. Se quiserem posso continuar contando meus relatos aqui.
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