#Incesto #Teen #Traições #Virgem

Pecados de Grávida 1

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Maquik

Meu relato aconteceu quando eu ainda estava grávida. Me chamo Amanda, tenho 34 anos e estava grávida de 7 meses. Sou casada com Caio, de 37 anos. Fomos pais cedo: nossa primeira filha, Camila, tem 15 anos.
As coisas que aconteceram e mudaram muita coisa na nossa família começaram numa madrugada, quando minha filha voltou para casa bêbada e Caio tentava ajudá-la. Era por volta das 3h da manhã. Eu acordei com a bexiga cheia, como quase toda noite nesses últimos meses. A barriga já estava pesada, redonda, e cada movimento pedia cuidado. Ao acordar, olhei para o lado da cama do meu marido: estava vazio.
Ouvi um barulho baixo vindo do corredor. Vozes. Uma delas era a da nossa filha.
Levantei devagar, a mão na barriga, e saí do quarto sem acender a luz. O corredor estava escuro; só a luz fraca do banheiro no final vazava um pouco. A porta do quarto dela estava entreaberta.
Cheguei perto sem fazer barulho.
Camila estava sentada na beira da cama, ainda de vestido curto da festa, o cabelo bagunçado. O cheiro forte de álcool saía do quarto. Caio estava sentado ao lado dela, segurando um copo d’água, e disse:
— Bebe devagar… filha.
Ela riu baixo, um riso arrastado, e em vez de pegar o copo passou a mão no rosto dele. Os dedos desceram pelo pescoço, pela camiseta.
— Pai… fica comigo um pouco.
Ele segurou o pulso dela.
— Tá, mas só um pouco. Vou te ajudar a deitar.
Assim que ela deitou, colocou a mão na perna do pai, que estava de samba-canção. Vi o corpo dele enrijecer. Ele nunca usava cueca para dormir.
— Filha, tira a mão daí.
A voz dele saiu trêmula. Ela não tirou e perguntou:
— O que tem, pai?
Então vi a mão dela ir em direção ao pau. Naquela hora não acreditei no que meus olhos viam. Senti um frio na barriga. Caio segurou a mão dela e disse:
— Filha, não faz isso.
Ela respondeu:
— Só um pouquinho, pai.
Então ela abriu as pernas e segurou a mão de Caio. Ele olhou para o meio das pernas dela. Ela levou a mão dele e colocou em cima da buceta, e ali deixou. Meu corpo todo tremia, mas me mantive quieta. Em seguida ela colocou a mão por completo dentro do short dele e segurou o cacete do próprio pai. Ouvi Caio soltar o ar pela boca. Ela o olhou com a cara mais sem vergonha, até que a vi fechar os olhos, respirar fundo e dizer:
— Isso…
Olhei para Caio e vi a mão dele esfregando a buceta da nossa filha por cima da calcinha. Aquilo me fez lembrar que já tínhamos quase um mês sem fazer sexo. Ele devia estar subindo pelas paredes. Não pude deixar de sentir raiva dele e nojo, mas, ao mesmo tempo, senti algo que não deveria: calor… para não dizer tesão. Eu estava ficando excitada, e já fazia tempo que não sentia aquele calor.
Caio parou e disse:
— Isso tá errado, filha.
E puxou a mão dela de dentro do short. Ouvir aquilo foi um alívio, mas ela não parecia disposta a deixar aquilo acabar. Minha filha então abaixou as alças do vestido e seus seios pequenos e rosados ficaram diante dos olhos de Caio. Ela novamente pegou a mão dele e colocou em cima. O olhar dele era de um predador. Eu já tinha visto aquele olhar, e ali soube que ela o tinha pegado. Ele começou a passar a mão pelo peito dela. O volume no short era mais que visível. Enquanto ele admirava os seios da filha, a vi se tocando e puxando a calcinha de lado. Minha própria filha me traindo. Pensei em dar um basta naquilo que estava presenciando, mas no fundo eu queria ver até o final.
Então ela deu mais um passo: levou a mão dele até a boca e chupou os dedos. Caio parecia hipnotizado. Ela colocou a mão dele em cima da barriga e deixou. Dessa vez ele tocou na buceta dela de verdade. Até ali eu tinha me contido, mas vê-lo tocá-la me fez tocar em mim. Logo senti o quanto estava melada. Olhei para Camila e dava para ver a respiração alta enquanto Caio a tocava já sem nenhum pudor.
Camila tentou tirar o short do pai, mas não conseguiu. Então Caio se levantou. Naquela altura ele já tinha chutado o balde. Baixou o short e o cacete pulou: a cabeça roxa brilhava. Camila olhava com sede. Caio não é dotado — deve ter uns 17 ou 18 cm —, mas o que chama atenção é a grossura. Sempre me senti preenchida com ele, e do jeito que as coisas iam logo Camila ia se sentir também.
Caio voltou a se sentar e Camila começou a punhetá-lo enquanto ele a tocava. Logo ela levantou a cabeça. Era nítido que queria colocá-lo na boca, e foi isso que aconteceu. Caio nem viu a hora em que ela caiu de boca; só sentiu. Colocou a mão sobre a cabeça da filha. Ela chupava, mas parecia faltar experiência: não tentava engolir, ia só um pouco depois da cabeça.
Camila soltou um gemido, parou de chupar e se deitou.
— Pai…
Ele olhou para ela. Ela esticou a mão em direção ao rosto dele e, assim que ele chegou perto, o puxou. Ficou por cima dela. Ficaram se encarando até que ela o beijou — um beijo com vontade. Nisso notei a mão de Caio segurando o cacete, como se estivesse guiando entre as pernas dela. Ele ia tirar a virgindade da própria filha. Senti meus dedos irem mais fundo em mim.
Ela gemeu alto demais quando ele entrou. Um gemido de quem não estava só bêbada, mas de quem queria exatamente aquilo. Ele enterrou o rosto no pescoço dela e começou a empurrar: primeiro devagar, depois mais fundo, mais rápido. A cama rangeu. O cheiro de sexo misturado com álcool chegou até mim.
Eu me tocava com força. Estava encharcada. O nojo e o tesão brigavam dentro de mim com a mesma intensidade. Cada estocada que ele dava nela batia também em mim.
Ela cravou as unhas nas costas dele e falou, embriagada e clara:
— Aiii, pai…
Ele não parava.
Eu continuei ali, grávida, parada, tocando em mim mesma enquanto assistia meu marido foder a nossa filha. E o pior de tudo era que, mesmo sabendo o quanto aquilo era errado, eu não conseguia parar de olhar… nem de me molhar.
Caio se ajoelhou entre as pernas dela, ainda dentro. Cadenciava, indo e voltando. O rosto dela era um misto de dor e prazer. Ela apertava o bico do próprio peito, acho que na tentativa de amenizar a dor que sentia com o cacete do pai. Ele então aumentou o ritmo, segurando as pernas dela. Depois tirou e deu gozadas fartas em cima da bucetinha dela, que tinha pelinhos ralos. O jato chegou a jogar porra em um dos peitos. Era nítido que os dois estavam exaustos.
Caio se levantou e foi aí que notei: havia sangue no pau dele. Camila ainda era virgem.
Voltei para o quarto, sentindo minha gozada descer pelas pernas. Fechei a porta e, com certa dificuldade, deitei. Fiquei imóvel até ouvir a porta abrir. Ele entrou sem fazer barulho, deitou, se ajeitou e virou para o outro lado. Eu não demorei a dormir, mas fiquei pensando em como seria dali para frente.

Comentários (2)

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  • cobra: excelente .

    Responder↴ • uid:y8i5kd9i
  • Ldrfrancisco: Familia perfeita, quero muito constituir uma familia liberal e incestuosa

    Responder↴ • uid:jv0ko2qrve4