Loucuras sexuais
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O meu sonho começou num sítio imenso, daqueles com uma energia gostosa no ar, onde parecia que eu tinha ido só pra passear. Tinha uma casa enorme, de cômodos amplos, cheia de gente circulando. Eu caminhava no meio daquela movimentação quando, de repente, meus olhos cruzaram com os teus. Você… lindo pra caralho, com aquele sorriso sacana que me desmonta por completo e me deixa com as pernas bambas na hora. O coração disparou no peito. Maravilhada e com uma adrenalina de criança safada, comecei a correr entre as pessoas pra me esconder de você. Você sacou o jogo na hora e veio atrás. Eu estava adorando aquele pega-pega, o peito arfando, a calcinha já começando a ficar úmida só com a promessa do que viria.
Saí da casa e corri pra um lugar cheio de árvores, mas não consegui ir longe. Num arranque rápido você me alcançou, me agarrou pela cintura e caímos juntos no chão, por cima da grama verde e macia. Você caiu por cima de mim, prendendo meu corpo inteiro com o seu peso. Seu olhar era puro instinto; parecia que queria me devorar viva ali mesmo. Sem me dar tempo de respirar, você cravou a boca na minha num beijo faminto, molhado, cheio de vontade e de uma saudade que queimava. Parecia tão real que eu sentia o calor do seu corpo, a respiração quente no meu pescoço, o cheiro do seu perfume misturado com o suor da corrida… e o volume duro do seu pau pressionando contra a minha coxa.
Num sobressalto da brincadeira, nos levantamos e eu voltei a fugir de você, correndo de volta pra casa com você colado no meu cangote. Até que você me encurralou num cômodo escuro, sem porta, bem num ponto onde as pessoas passavam no corredor, mas não conseguiam nos ver. Eu estava de vestido. Você aproximou o corpo quente do meu, me prensou contra a parede e, sem pedir licença, pegou minha mão com firmeza e enfiou ela direto no seu pau. Ele estava duro pra porra, grosso, latejando, e já molhadinho na cabeça do jeitinho que eu gosto.
O tesão subiu tão forte que eu fiquei louca. Fui me abaixando pra engolir aquele pau, babando só de imaginar o gosto, mas você não deixou. Com autoridade, me empurrou de volta contra a parede. Com uma das mãos segurou meus dois pulsos acima da cabeça e, com a outra, desceu pelas minhas coxas, afastou a calcinha já encharcada e enfiou dois dedos de uma vez na minha buceta. Eu estava completamente ensopada, pingando de tesão por você.
Você começou a me foder com os dedos ali mesmo, fundo, rápido, me deixando alucinada. Não tirava os olhos de mim. Olhando fixo pra minha boca aberta, começou a me beijar profundo, sugando minha língua enquanto os dedos faziam aquele barulho molhado delicioso. Eu gozei forte, tremendo, ensopando sua mão com meu gozo quente, tentando não gemer alto demais pra não chamar atenção. Ficamos os dois com a respiração ofegante, o calor dos corpos misturando o cheiro dos nossos perfumes com o cheiro do meu sexo.
Mal recuperei o fôlego, você parou, pegou na minha mão ainda trêmula e falou baixo, rouco, no meu ouvido: “Vem.”
Você me arrastou pelo corredor escuro, os dedos ainda molhados do meu gozo. Eu ia atrás quase cambaleando, as pernas tremendo, a calcinha torta e ensopada grudada na buceta. A gente entrou num quarto no fundo da casa. Você fechou a porta com o pé e me prensou de novo contra a parede. Dessa vez não teve brincadeira. Você agarrou o meu vestido pela barra e puxou pra cima de uma vez só, me deixando de sutiã e calcinha. O olhar seu desceu pelo meu corpo como se fosse me comer inteira. Sem falar nada, você ajoelhou na minha frente, puxou a calcinha pro lado e enfiou a língua direto na minha buceta ainda latejando do orgasmo.
Eu soltei um gemido baixo, enfiando a mão no seu cabelo. Você chupou gostoso, lambendo tudo, sugando o meu clitóris enquanto enfiava os dedos de novo. Eu tava tão molhada que escorria pela sua boca e pelo seu queixo. As pernas já não aguentavam. Você me segurou pelas coxas e me chupou até eu gozar de novo, dessa vez gemendo no seu cabelo, tentando não gritar.
Quando você se levantou, a boca tava brilhando do meu gozo. Você me virou de frente pra parede, puxou a calcinha pra baixo até as minhas canelas e abriu minhas pernas com o joelho. Eu senti a cabeça do seu pau grosso e molhada roçando na minha entrada. Você passou devagar, me provocando, sentindo o quanto eu tava escorregadia.
— Quer? — perguntou rouco no meu ouvido.
— Quero… enfia logo — eu pedi, a voz falhando.
Você empurrou de uma vez, fundo, até o fundo. Eu abri a boca num gemido mudo, sentindo você me preencher inteira. O pau latejando dentro de mim, grosso, quente. Você começou a meter forte, segurando minha cintura com uma mão e a outra cobrindo minha boca pra eu não fazer barulho. Cada estocada batia fundo, molhada, barulhenta. Eu empurrava a bunda pra trás encontrando cada embalo seu. Você mordeu meu ombro, depois meu pescoço, gemendo baixo no meu ouvido:
— Que buceta gostosa… tá me engolindo inteiro…
Eu gozei de novo apertando o seu pau, tremendo toda. Você não parou. Continuou metendo mais fundo, mais rápido, até eu sentir ele inchar ainda mais. Com um gemido rouco você enterrou até o talo e gozou dentro de mim, quente, pulsando, me enchendo.
A gente ficou ali, colados, ofegantes, o seu pau ainda dentro, escorrendo misturado com o meu gozo pelas minhas coxas. Você beijou meu pescoço devagar e sussurrou:
— Ainda não acabei com você…
Você ainda estava dentro de mim, semi-duro, escorrendo misturado com meu gozo. Mas não me deu tempo de recuperar o fôlego. Virou meu corpo de frente pra você, me ergueu pelas coxas e me sentou em cima da cômoda que tinha no canto do quarto. Abriu minhas pernas bem abertas e enfiou o pau de novo de uma vez, fundo, sem piedade.
Dessa vez o ritmo foi mais sujo, mais bruto. Você metia com força, segurando minhas coxas abertas, olhando pra baixo pra ver o pau sumindo e saindo encharcado da minha buceta. O barulho molhado enchia o quarto. Eu gemia baixo, mordendo o próprio lábio pra não gritar, as unhas cravadas nas suas costas.
Foi aí que você colocou o dedo no meu cuzinho enquanto a outra mão agarrava minha bunda com força, me puxando contra o seu corpo mais e mais. Naquele vai e vem enlouquecedor eu mal conseguia falar. O dedo no meu cu, o pau fundo na buceta, a mão teimando em me esmagar contra você… eu tava perdida. Ai você inverteu pediu para eu colocar o dedo no seu cuzinho, nossa fiquei louca de tesão, queria o quanto antes comer seu cuzinho Du, só de ver, não me segurei lembi seu cuzinho, aliás depois devorei com o dedo, peguei seu pau chupei ele inteiro todo molhado, pois vc se masturbava quando comia seu cuzinho e continuei comendo seu cu e te chupando , que loucura esse sexo invertido, não queria mais parar, queria parar o tempo para não teminar. Nesse tempo escutei vc falando:
— Aí, Ro… vou gozar pra você… vou gozar… — eu consegui dizer, a voz falhando, quase mais louca de tesão pulsando em mim, goze Du.
Depois desse tempo vc ficou mais louco e do nada sem me avisar me penetrou novamente, fez tudo de novo colocando seu pau em mim e me masturbando ao mesmo tempo, nossa fui mil explosão de gozo, pedi para parar , pois não estava mais aguentando.
Você tirou o pau de dentro de mim, me puxou pra baixo da cômoda, me ajoelhou no chão e enfiou na minha boca ao mesmo tempo em que voltou a enfiar o dedo no meu cuzinho. Os dois movimentos juntos me deixaram completamente louca. Eu chupava gostoso, sujo, sentindo o gosto dos dois misturados, enquanto você me fodia o cu com o dedo e gemía baixo. O ritmo era tão intenso que os dois estávamos tremendo.
Você gozou na minha boca de um jeito que eu nunca tinha sentido. Quente, forte, pulsando fundo na minha garganta. Eu engoli tudo, olhando pra cima, a boca aberta, a saliva e o gozo escorrendo pelo queixo. Depois do orgasmo você ficou tão relaxado, tão entregue, que acabou debruçando o corpo por cima de mim, ofegante, o peito subindo e descendo rápido, ainda com o pau semi-duro esbarrando no meu rosto.
A gente ficou assim um tempo, eu ajoelhada, você praticamente derretido em cima de mim, os dois suados, cheirando a sexo e completamente destruídos de tesão.
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Comentários (1)
Bom: Contem mais e falem idades
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