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Desabrochando Mafê - parte 3

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Murilo Roman

Mafê recebe um presente de mamãe em uma visita noturna que marcará as duas para sempre

Naquela noite, saí do quarto de Mafê às pressas. Não sei o que me deixava mais preocupada. O fato dela ter me pedido para ensiná-la a ter prazer ou o ciúme do meu marido que a conversa despertou. Minha filha já era uma mocinha e seu corpo já trazia os traços de mulher que talvez eu tenha demorado a perceber. Roberto era um homem charmoso e quente. A combinação de ter os dois em casa não prometia coisa boa.
Naquela noite, quando transamos, eu fiz questão de mamar a rola grossa dele até o fim da garganta. E depois de negar todas as vezes em que ele me pediu desde que casamos, deixei ele derramar seu gozo todo dentro da minha boca. Era espesso, quente e mais doce do que pensei que fosse. E depois que ele dormiu feliz, fiquei pensando o quanto a conversa com Mafê tinha a ver com aquela concessão especial.
Não consegui dormir pensando nisso. Pois a curiosidade já tinha lugar na cabeça daquela menina. Fiquei lembrando de quando eu tb fui jovem e do quanto a repressão dos meus pais não foram suficientes pra impedir que eu tivesse minha primeira vez aos 15 anos.
Não não. Eu sou uma mãe moderna, e não posso tratar o desejo natural da minha filha como algo pecaminoso. Mas também não podia deixá-la ao mundo, para que descobrisse seu prazer com qualquer um. Preferia que ela tivesse esse momento com alguém de confiança. Próximo. Mas não tão próximo a ponto de ser quem dormia comigo toda noite. Nem quero imaginar que a curiosidade dela encontre em quem me dava amor o seu alívio.
Talvez eu pudesse conduzir Mafé nessa jornada. Protegê-la do perigo do mundo. Ao mesmo tempo que protegia meu homem, meu casamento.
Foi então que calcei os chinelos e me levantei. Ainda não sabia bem para que, mas fui direção do quarto da minha filha. Afastei a porta com cuidado e a vi deitada. A noite era de Verão, e ela dormia usando o pijama da Moana que eu havi lhe dado de aniversário há uns 4 anos. Já estava curto. Deixava as canelas, a barriga e um pouco dos pequenos seios escapar do tecido.
Me aproximei pra ajeitar sua roupa e ela se movimentou na cama.
- Que foi, mamãe?
- Nada, filha. Vim só ver como vc estava.
Ainda sonolenta e tateando no escuro, tentou me encontrar pela luz da janela que batia nas minhas costas, deixando ver apenas a silhueta do meu corpo.
- Mae. Pode deitar comigo um pouquinho? Só até eu dormir?
- Só um pouquinho, menina. Promete?
Ela afastou pra o canto e deixou espaço para que eu deitasse.
- Me abraça , mamãe.
É assim foi. Ficamos de conchinha, com meu rosto emaranhado nos cabelos dela.
- Mamãe. Você comeu alguma coisa diferente? Seu hálito está com cheiro doce.
No escuro, ela não percebeu meu rosto corando ao lembrar que naquela mesma noite, eu havia estado com o pau do Roberto inteiro na minha garganta, enchendo minha boca toda com seu esperma. Pra disfarçar , respondi.
- Sim, meu bem. Comi um docinho na geladeira.
- Ah… estava bom?
- Sim.
- Posso experimentar tb da próxima vez?
Aquilo me subiu um arrepio pelas costas. Não sei porque, mas a imagem que veio à minha cabeça foi de Mafê tentando com a boca cheia da mesma porra que eu havia tomado mais cedo. Escapando pelos lábios, caindo por seu pijama. O ciúmes voltou com força.
-Mafê… lembra da conversa que tivemos mais cedo?
-Sobre gozar sem namorado?
- É. Você quer mesmo aprender?
Ela se virou pra mim e mesmo sem luz podia ver seus olhos brilhando.
- Mesmo mamãe? Você vai me ensinar? Quero, quero.
- Ta. Vou. Mas isso precisa ficar só entre nós. Você consegue guardar segredo? Não vai contar para ninguém? Nem para o Roberto?
- Prometo! Toma aqui meu dedinho.
- Ta. Bom. Primeiro deita com a barriga para cima.
- Assim?
- É. Fecha os olhos, respira bem devagar. Em silêncio.
Toca agora seus lábios com a ponta dos dedos.
Ela obedecia ainda respirando forte pela curiosidade. Eu estava de lado apoiando a cabeça no travesseiro e acompanhando seus movimentos pelo som.
- Agora deixa dois dedinhos entrarem devagar na sua boca. Fingi que eles são um pirulito de morango, daqueles que você gosta.
- Huhum.
- Deixa eles úmidos, mas não babados. Passa a língua neles, bem devagar. Sem pressa.
Toquei o rosto dela procurando sua mão para confirmar se estava fazendo certo.
- Assim tá bom, mamãe.
- Isso mesmo. Agora, você vai descer esses dedos por seu queixo, por seu pescoço, bem devagar. Sua pele sente como eles estão úmidos?
- Huhum.
- Sente seu colo… não é bom? Agora quero que sinta o tecido do pijama roçando seus mamilos. Mas sem orar de tocar sua pele. Consegue sentir?
- Sim mamãe. Sinto.
- Me conta. Eles estão ficando durinhos?
- Sim. Estou sentindo eles sensíveis. Consigo sentir o pijama melhor.
- Ótimo. Mamãe vai abrir o botão da sua roupa agora, tá?
- Tá.
- Um botão de cada vez. Assim.
- Huhum.
- Agora vou deixar seus peitinhos a mostra. Não abre os olhos. Sente eles mais livres assim?
- Hum.
- Seus dedos ainda estão úmidos?
- Não mamãe. Já secaram.
- Mamãe vai molhar de novo para você.
Meu instinto materno assumiu o comando naquele momento, e guiei os dois dedos de minha menina para minha língua, espalhando saliva por sua pele. Isso me fez sentir o cheiro e o gosto da porra do Roberto novamente, é quase em um ato automático, empurrei os dedos de Mafê para dentro da minha boca, chupando duas ou três vezes . Pude ver o reflexo da luz da janela tornando-os brilhante quando os retirei .
- Agora, meu amor, quero que esfregue os dedinhos nos bicos das suas tetinhas.
Guiei sua mão até o mamilo esquerdo. E quando ela o tocou soltou um breve som de quem puxou rápido o ar entre os dentes.
- É gostoso assim?
Ela balançou a cabeça sem responder. Sua boca parecia cheia d’água e ela engolia saliva enquanto se dava carinho.
- Mamãe vai ensinar um truque. Vê se você gosta. Pega seu peitinho por baixo e segura o biquinho com a ponta dos dedos como se fosse beliscar. Mas sem machucar.
- Você gosta assim mamãe? É assim que faz?
- Gosto. É bom não é?
- Mamãe… estou sentindo uma coisa.
- O que, querida.
- Não sei. Parece que estou fazendo xixi.
Enquanto ela dizia isso, passei a sentir um odor de sexo no quarto. Era a bucetinha da minha filha deixando feromônio escapar pela primeira vez. Aquele cheiro misturado com o gosto do leite do Roberto me acendeu repentinamente. É minha buceta começou a umedecer. Fechei bem as pernas para recusar aquela sensação. Não posso sentir isso ao lado da minha filha.
- Não é xixi meu bem. É sua xaninha com ciúme da tetinha. Ela quer carinho tb.
Puxei a outra mão dela e pedi para que chupasse os dedos como fez com os outros. Então pedi para que tocasse o seio direito, enquanto a segunda mão descia em direção a sua cintura.
- Desce devagar, Mafê. Mas sem parar de acariciar seu peitinho. Assim. Agora afasta um pouquinho as pernas pra ficar mais fácil.
- humm.
- Quero que me avise quando chegar bem no montinho antes da sua xaninha , tá?
- Cheguei mamãe. Posso mexer nela?
- Não. Você precisa tomar cuidado para o dedinho não ir onde não deve.
Nesse momento minhas coxas estavam tão apertadas que podia senti-las comprimindo meu clítoris. Ver minha filha a poucos centímetros de se tocar pela primeira vez me excitava de maneira inesperada. Eu comecei a apertar minhas pernas com mais força enquanto minha respiração foi ficando ofegante.
- Mamãe vai te ajudar a fazer certo.
Pus minha mãos por sobre as Mafê. Descendo devagar. Senti os pelinhos espetando sua pele. Ainda ralos e mal escondendo a entrada da sua bucetinha. Seu cheiro ficou mais forte, quando guiei seus dedos a entrada e encontramos juntas seu grelinho.
- Assim meu amor. - começamos a mexer bem devagar. Com cuidado eu busquei um pouco do seu mel mais abaixo e o espalhei ao redor do seu grelinho. Ele estava duro e latejando.
- É gostoso assim, meu amor?
Ela já não respondia. Apenas gemia baixinho. Me mantive com a mão guiando seu toque, enquanto sentia meu grelo tb pulsar, agora todo molhado pelo líquido que que minha buceta fazia.
Fechei os olhos, e enquanto tocava Mafê, senti como se estivesse tocando a mim mesma. A cada compressão meus quadris mexiam para frente e pra trás. Uma cena tão sensual quanto carinhosa.
Em um desses movimentos , meu seio escapou da camisola e por um instante meu mamilo esbarrou nos lábios entreabertos de Mafê. Eu o afastei rápido. Mas não o suficiente para que a cada movimento meu ele não voltasse a roçar sua boca.
Sem saber se eu o entreguei ou se ele foi tomado por minha filhinha, de repente, eu a estava dando o peito novamente. Só que com volúpia e um tipo de fome dela diferente. Ela sugava meu mamilo , engolindo todo seu contorno, enquanto nossas mãos continuavam a mexer na sua bucetinha cada vez mais molhada.
De repente, a senti parar de sugar e apertar sua boca como se quisesse morder meu peito. Sua cintura se suspendeu no ar e ela soltou um gemido alto, enquanto acelerava o toque de seus dedos em seu grelo.
Ela havia gozado pela primeira vez. Havia ensopado minha mão com seu gozo. E agora respirava forte enquanto recuperava o fôlego.
E a acomodei na cama, fechei sua blusa, me levantei e a cobri. Sem dizer uma palavra, fui me retirando.
Pouco antes de fechar a porta , ouvi dizer sussurrando:
- Obrigado Mamãe.

Assim que deixei o quarto, recobrei a noção do que havia feito. E tentei pesar se aquilo valia a pena pra salvar meu casamento. O que eu não contava era que tinha saído daquele quarto com uma sensação inesperada. Uma sensação que me fez ir ao banheiro, e tocar minha buceta completamente encharcada enquanto chupava os dedos com sabor de Mafê.

(Continua)

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