Tal mãe, tal filha nos prazeres da cama.
Nos anos 80...
Conheci D. Lídia, do banco em que trabalho, como era novato no banco, me empurraram ela para mim atender, ela tinha ficado viúva e como sempre viveu em sítio, não entendia muito de banco, tinha muita insegurança, todo mês entre os dias 5 e 10 ele vinha par conferir os extratos, com paciência, explicava, era muito educada, mas, tinha umas falas rudes, mãos calejadas, sempre de vestido tecido meio grosso e botina, nisso surgiu uma amizade.
Num final de semana fui para a capital de ônibus, visitar uns parentes, viagem de 8 horas noturnas, na volta, tive sorte era um ônibus sem leito, entrei, última fileira poltrona 40, ao lado o banheiro, os passageiros entrando, achei que ia ficar sozinho, quando vejo D. Lídia entrando, vindo, vindo, parou na minha frente e disse, 39, era ao meu lado na janela, sai ela se sentou e começamos a conversar, até depois de uma certa hora, começamos a dormir, acordo com ela com a cabeça no meu ombro, pernas dela roçando na minha, aguentei, primeira parada, ela acordou, descemos tomamos um café ela foi ao banheiro, sentados outra vez, percebi que o seu vestido, que sempre era abotoado quase até ao último botão, estava aberto, aparecendo as nascentes de seus seios, pegou uma revista e começou a se abanar, disse, parece que o ar condicionado não está funcionando, ergueu um pouco a saia, olhei suas pernas roliças, apareceram, o ônibus deu partida, ela pediu desculpas por ter dormido no meu ombro, disse, vamos subir o descanso assim fica melhor, juntos fomos erguer, minha mão ficou por cima dela, erguemos juntos, ela suspirou, disse, para ficarmos mais à vontade, acho que o banco deita um pouco mais, fiz no meu, ela não achava a alavanca dela fui com meu corpo para a frente e achei, acionei e ao o banco se deitar mais fui por cima dela, de boca em um dos seios, pedi desculpa, disse, sem problema, foi bom, e pegou na minha mão e levou até os seios, com a outra mão, levei até sua perna que roçava na minha, ela não disse nada, larguei da mão do seio e comecei a desabotoar seu vestido, ela disse é perigoso, disse, somos os último e estão dormindo, entrei com a mão e cheguei em um seio, apertei-o, macio, cheguei no mamilo, grande e duro, fui com a mão d aperna, subindo até chegar na sua virilha, surpresa, ela estava sem calcinha, fui para a sua buceta, bem peluda, ela arfava e f gemia baixinho, ela abriu um pouco as pernas me de livre acesso, mais passava a mão, tirei a mão e fui abrir mais seu vestido, subi seu sutiã, me ajeitei e fui com a boca nos seus seios, macios, apetitosos, é perigoso isso, não é, e mamava, senti sua mão passando por cima de minha calça no meu pau, mamando e ela, apertando como podia meu pau, parei, desabotoei minha calça e tirei me pau para fora peguei na mão dela e levei até meu pau, meio com medo ela pegou, fui com uma mão até sua buceta e comecei a massagear, desci até sua entrada, ela estava encharcada, ficamos nos masturbando e eu pensando com fodê-la ali, tirei minha mão e disse no seu ouvido, fique de costas para mim, por que? Quero te comer. Aqui? Sim. É perigoso, Não. Se vire vai. Se virou, subi sua saia, me ajeitei como pude e com jeito achei sua entrada e forcei, ela gemeu, sempre com jeito fui metendo, ela se contorcia, passava a mão naquela bunda lisa e firme, continuava metendo, e gozei, ela gemeu baixinho e sua buceta apertava meu pau, fiquei parado sentindo ela fazer aquilo, falei vou tirar, do jeito que tirei já enfiei-o na cueca, ela se ajeitou, me olhou, com um olhar de agradecida, se encostou em mim e dormiu, seguimos viagem, chegamos, de madrugada, perguntei como ela ia para o sítio, ia esperar amanhecer para pegar um taxi, disse, vamos até minha casa, vou pegar meu carro e te levo, mas, faço questão D. Lídia e fomos, 5 minutos chegamos, ela me chamou para entrar, foi para o banheiro, perguntou se queira usar, foi fazer café, dei uma lava da no meu pau e fui para a cozinha, uma casa muito boa, me sentei e fiquei vendo-a, fazendo o café, só em vê-la se movimentar e lembrar da foda, meu pau começou a ficar duro, ela se virou e tudo bem com você? Não. O que está sentindo? Tesão pela senhora, e me levantei já de pau duro me aproximei ela não se moveu, voltei a abrir seu vestido, puxei-o dos lados e apareceu aqueles seios lindos, levemente caído com seus mamilos grandes, ela segurou para não cair, Porque? Perguntei. Nunca fiquei pelada na frente de um homem. Mas, como fazia quando ele te procurava? Me deitava de barriga para cima, ele tirava um peito da camisola dava umas mamadas, depois o outro, erguia minha camisola, baixava ,minha calcinha baixava sua cueca procurava o buraco e metia com força, me comia gozava, saia puxava a cueca e dormia, tá bom, me aproximei e com os seios á vista, comecei a mamá-los, subi a saia do vestido e cheguei na sua buceta, comecei a massagear, ela gemia e suspiravam dizendo nunca ele fez isso, continuei, sentindo sua buceta umedecer, continuava um seio depois o outro, seus mamilos, entumecidos eram uma delícia, abri minha cinta, baixei minha calça e meu pau duro apareceu, peguei uma mão dela e levei até ele, pegou-o, nunca peguei do meu marido, sempre tive vontade, mate a b vontade então, mamava e massageava, sentindo ela pronta, sentei na mesa e de pernas abertas, fui bem devagar, penetrando, ela gemia e dizia, duas metidas em um dia, nunca aconteceu isso comigo, vai mete, mete, que é gostoso com você, vai mete e eu metia, ela gemia solta, como é gostos isso, vai, mete assim, assim, que gostoso, fechou suas pernas em mim, mesmo assim, continuei e gozei, ela mais gemia, mete, mete, assim, assim, que pinto bom meu Deus, assim, mete, mete, ficamos abraçados até meu pau começar a sair, saiu, subi minha calça e ela correu para o banheiro, voltou, terminou o café, estávamos tomando, Sr. Jeremias, que trabalhava com ela bateu na porta, ela disse bom dia, venha tomar v café também, ele me trouxe da rodoviária para cá.
Voltei logo para casa.
Na sexta feira, cheguei depois do serviço, tomei banho e ia preparar um café, ouvi alguém me chamar, atendei ela era com uma cesta, entre D. Lídia. Não posso me demorar. Mas, um café dá para esperar. Ah! Trouxe umas coisas do sítio para você.
Hum, frutas queijos, doce e até pão caseiro..., vamos sente-se aqui, ele estava com um vestido mais alegre, tecido mais leve, de alça e levemente decotado, fiz o café nos servimos, falamos da semana, ela disse que precisava ir, peguei no braço dela e disse, não tenha pressa, ela meio sem jeito. Tenho que ir. Está cedo. Estou com saudades. A! w eu também, tenho até vergonha de dizer, nunca imaginei que meter era tão bom. Então, vamos... Para onde? Meu quarto, quero vê-la inteira nua, ela ficou vermelha. Assim, velha e maltratada como eu? Você é muito gostosa e não é velha e nem maltratada, vamos.
No quarto, já fui tirando meu short, fiquei nu, olhei e disse, veja um home nu, me olhava em cada detalhes, se aproximou e começou a passar a mão por todo meu corpo, mesmo que fosse calejada, era delicado, era apara sentir todo meu corpo, quando chegou perto do pênis, parou, disse pega se tem vontade, pegou meio com medo. Disse, ele não morde e come buceta. Pegou com mais firmeza, ficava admirando a cabeça, cor, veias, acariciava e olhava, cheguei mais perto e desci uma alça do vestido com a do sutiã, ela logo soltou o sutiã seus seios apareceram, ela tentou tapá-los. São lindos por que esconder, olha que suaves, delicados, passava a mão, fui baixando seu vestido, segurou, olhei para ela. Meu corpo é feio, é de quem trabalha em sítio, estou gorda. Deixe que eu falo como ele é. Terminei de tirar tudo, ela nua, cobriu sua buceta, me afastei um pouco e olhei bem e disse, é perfeito, o que vejo é um copo que deseja ser amado, beijado, enfim saboreado, seu copo de 1.70. era mais cheinho, de mulher casada e que trabalha no pesado, pouca cintura, ancas largas, pernas ligeiramente grossas, firmes, me aproximei a abracei-a, com meu pau no meio de suas pernas, ao sentir meu abraço ela se entregou, passava a mão por todo meu corpo e me apertava, dizia me coma, me coma, preciso, quero você, deitei-a na cama e de papai e mamãe fui por cima e já fui encaixando na entrada de sua buceta, entrei, de leve, ela gritou e completou vai, vai mete, mete, assim, assim, mamava seus seios, mordia seus mamilos e metia, ui, que gostoso, esse pinto, como é grosso, vai quero ele inteiro vai, vai, assim, gritou e gemeu, no embalo gozei, mais ela gemia, vai, assim, assim, mete, mete, extasiados, sai de cima dela e me deitei ao seu lado. Me cutucou e disse, se está me acostumando mal, se levantou. Falei onde era o banheiro, na volta eu já estava de short, ela disse, minha filha vem na semana que vem, venha almoçar com a gente no domingo.
Os funcionários do banco diziam que o baile do aniversário da cidade era famosos, fui, clube legal, cumprimentei uns clientes, funcionários, estava me sentindo meio deslocado, comprei uma latinha de cerveja e fiquei tomando o olhando as pessoas dançarem, nunca fui e dançar muito bem mas, música lenta como falávamos eu dançava e começou uma, procurei alguém para chamar, andei e vi uma garota, sozinha, num canto, convidei, ela aceitou, nos abraçamos meio longe um do outro e aos poucos fomos nos encostamos, comecei a sentir aquele corpo nos meu braços, seus seio pressionados em mim, mudou de música e meu pau começou a endurecer, minha dúvida, parar, me afastar ou me aproximar, e se ela me largasse no meio do salão, seria vergonhoso, dependendo do passo, meu pau roçava sua perna, ou entre elas, me aproximei e me encaixei, ela sentiu e se encostou, a dança, foi bem lenta, dei um beijo no seu pescoço, ela se arrepiou, me apertou, dei outro e me olhou e nos beijamos, logo paramos e dançamos cada um sentindo o outro, terminou a música eu de pua duro fui meio atrás dela, perguntei onde ela estava, disse, qualquer lugar, está sozinha? Vim com umas amigas ela encontraram os namorados e fiquei só, está comigo, toma cerveja? Sim, adoro. Vamos. Comprei, fomos um canto da varanda que circundava o clube, sentamos numa mureta e passamos anos conhecer superficialmente, nos abraçávamos e beijos roubados, do nada, nos levantamos e em pé começamos a nos beijar e nos abraçar, convidei-a para ir em casa, pensou e disse, vou avisar uma amiga e volto, fomos, garota alegre, corpo bem delineado, não era muito bonita, mas era charmosa, seios pequenos, entramos em casa, pediu água, me esperou na sala e trouxe um copo, peguei na mão dela e fomos para meu quarto, pé nos despimos e os beijos começaram a ser ardentes, passava a mão por todo seu corpo, sua bunda redonda branca, seus seios pequenos ela passava aas mãos nas minhas costas e apertava minha bunda, levei-a para a cama, peguei um preservativo pus, me deitei em cima dela e sem penetrar, nos beijávamos, comecei a mamar seus seios, que delícia, durinhos, apetitosos, mamilos pequenos durinhos ela gemia e se contorcia, me apertava sobre seus seios, gemendo e se contorcendo, disse, vamos, venha, venha... Peguei meu pau e dei umas pincelada na sua buceta, ela gemeu mais, cutuquei com meu pau seu clitóris, ela gemeu, me coma, me coma, dizia, desci meu pau e entrei, e parei, com as duas mãos fui por baixo de sua bunda e ergui, seu corpo, e penetrei bem devagar, ela gemia e se contorcia, caralho, mete, mete assim, assim que eu gosto que pau gostoso, inteiro em mim, vai mete, mete e eu metia, um dos dedos ficava bem na porta de seu cuzinho, metendo como ela queria e logo os dois gozaram, ela vai, mete, mete, assim, assim ui, que noite, que noite, uau, valeu, sai de cima meu pau já tinha saído, me deitei ao seu lado ela me olhou e disse, valeu muito, estava precisando para me espairecer, preciso ir, me leva?
Durma comigo. Não posso, minha amiga me espera, tenho que ir.
Quando podemos nos ver?
Vamos deixar para o destino. Levei-a.
Dormi, fui para a sítio da D. Lídia, pensando sua filha dever ser um trambolho, cheguei, chamei ela veio. Entre, entre, Flávia, ele chegou. Fiquei de orelha em pé, será ela.
Oi. Surpresa, era ela.
Prazer, minha mãe sempre fala de sua ajuda no banco, toma cerveja?
Sim, venha então.... continua no próximo conto.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)