Anal com casada ue tinha tudo para dar errado... E deu!
Meu coração acelerava descontrolado só de lembrar o que rolou nessa tarde com essa casada safada de bunda dos sonhos, uma morena gostosa de cabelo curto, tatuagens provocantes e um rabo que me deixa doido de tesão – marquei uma foda anal bruta num motel perto da Avenida Caxangá, aqui no Recife, mas o que era pra ser uma trepada perfeita virou um caos total de diarreia explodindo, cheiros podres tomando conta, gozadas intensas e um final humilhante na rua com ela cagando no short branco enquanto ia pra casa, tudo filmado e fotografado por mim, enquanto o corno do marido fica em casa sem saber que eu enchi o cu dela de porra misturada com bosta líquida; se você curte contos eróticos cheios de putaria suja, palavrões pesados, diálogos quentes e detalhes que te fazem sentir o fedor e o tesão na pele, continua lendo pra ver como essa vadia gemeu de dor e prazer, e imagina o que o corno deve ter pensado ao vê-la chegar toda melada de merda – e tem mais aventuras picantes vindo em breve, com novas postagens diárias onde o corno só filma e tira fotos das minhas fodas com ela.
Estava na esquina logo depois da ponte da Caxangá, no bairro da Várzea, esperando por Sofia, essa casada putinha que me enlouquece há meses. O sol estava se pondo, o trânsito buzinando ao redor, carros passando rápido, e eu já sentia o pau endurecendo só de imaginar o que ia rolar. Ela apareceu sorrindo, com aquela cara de safada fingindo inocência, vestindo uma regata amarela bem colada que marcava os peitos fartos e uma tatuagem de flor no peito que me dá vontade de lamber. Os shorts brancos eram discretos, mas eu via como o tecido entrava na raba dela, desenhando aquela bundona redonda e empinada que eu adoro comer. “Oi, Marco, meu amante safado”, ela disse baixinho, se aproximando e me dando um beijo rápido no rosto, mas eu já sentia o cheiro dela, um misto de perfume barato e algo mais forte, algo azedo que me deixou curioso. Ela contou que pro marido, o Paulo, aquele corno manso, tinha dito que ia pra uma consulta médica ali na galeria famosa da esquina. “Ele acredita em tudo, o otário, nem sonha que eu venho te dar o cu que ele tem nojo”, ela riu, e eu peguei na mão dela, puxando pra irmos logo pro motel mais próximo, daqueles simples mas com cama grande pra eu arrombar ela direito.
A gente caminhava rápido pela calçada, o ar quente e úmido do Recife grudando na pele, e eu não resisti, apertei a bunda dela por cima do short, sentindo a carne macia e quente. “Porra, Sofia, essa raba tá pedindo pau hoje”, eu disse, e ela gemeu baixinho, “Vai com calma, amor, acordei com uma diarreia dos infernos, mas tô louca pra dar pra você mesmo assim”. Eu ignorei o aviso, o tesão era maior, e entramos no motel, portão automático abrindo, quarto simples com lençóis brancos, espelho no teto e cheiro de cigarro velho misturado com desinfetante. Tranquei a porta e já ataquei ela, beijando a boca com fome, língua invadindo, chupando a dela, sentindo o gosto de bala de menta que ela usou pra disfarçar. Minhas mãos desceram pros peitos, apertando forte por cima da regata, os mamilos endurecendo, “Caralho, que tetas gostosas, sua vadia casada”, eu rosnei, e ela riu, “Chupa elas, Marco, me faz gozar antes de foder meu cu”.
Tirei a regata dela devagar, revelando o sutiã vermelho, mas arranquei rápido, expondo aqueles mamilos marrons e durinhos. Chupei um, mordi o outro, ela arqueou as costas, gemendo alto, “Ahhh, porra, isso, morde minha teta, seu filho da puta”. O cheiro do corpo dela era forte, suor misturado com excitação, e eu desci a mão pro short, abri o botão, puxei pra baixo junto com a calcinha já molhada. A buceta raspadinha apareceu, inchada e brilhando de tesão, e enfiei dois dedos lá dentro, sentindo o calor úmido, “Que xota quentinha, Sofia, tá pingando pra mim”. Ela gemeu, “Fode ela primeiro, amor, me prepara pro cu”. Joguei ela na cama de bruços, abri as pernas, tirei minha roupa rápido, meu pau duro como pedra, veias saltadas, babando pré-gozo. Me posicionei atrás, esfreguei a cabeça na entrada da buceta e empurrei devagar, sentindo ela engolir centímetro por centímetro, “Uhhh, que delícia, sua puta, toma pau na xereca”.
Comecei a meter devagar, o som de pele batendo ecoando, ploc ploc ploc, e ela empinou a bunda, “Mais forte, Marco, me fode como cadela”. Acelerei, segurando os quadris, sentindo a bunda quicando no meu pau, o cheiro de sexo enchendo o quarto, mas tinha algo mais, um fedor azedo vindo do cu dela, com certeza da diarreia. “Porra, sua bunda tá fedendo pra caralho hoje”, eu disse, e ela riu, “É, amor, mas você disse que comia assim mesmo, né? Não vai lamber não?”. Tentei aproximar o rosto, mas o cheiro era insuportável, tipo bosta misturada com suor, me deu ânsia, então desisti, “Não dá, sua safada, tá podre aí, mas vou foder mesmo assim”. Virei ela de frente, abri as pernas largas e entrei de novo na buceta, missionário, beijando a boca enquanto metia fundo, os peitos dela balançando contra meu peito, “Ahhh, caralho, que pau grosso, me rasga, Marco”.
A gente suava pra caralho, o quarto ficando abafado, e eu saí da buceta, cuspi na mão e esfreguei no cu dela, sentindo o buraco apertado e mais quente que o normal. “Tá pronta pro anal, sua vadia?”, perguntei, e ela mordeu o lábio, “Sim, mas devagar, tô com medo de doer por causa da diarreia”. Cuspi bastante na cabeça do pau, posicionei na entradinha rosada e empurrei devagar, o cu resistindo, ela gritando de dor, “Aiii, porra, tá doendo muito, seu puto, mais devagar!”. Parei, cuspi mais, empurrei de novo, sentindo a cabeça entrar, o anel se abrindo, quente como fogo, mais quente que das outras vezes, com certeza inflamado pela merda solta lá dentro. “Uhhh, que cu apertado, Sofia, toma pau no rabo, sua casada puta”, gemi, e ela choramingou, “Dói pra caralho, mas continua, me fode”.
Empurrei até o talo, sentindo algo mole e úmido lá dentro, e quando puxei pra trás, vi meu pau todo melado de merda líquida amarela, escorrendo pela haste. “Porra, Sofia, tá cagando no meu pau, sua nojenta!”, eu disse, mas o tesão era maior, o cheiro insuportável, tipo esgoto podre misturado com sêmen, me dava nojo mas excitava ao mesmo tempo. Ela começou a se tocar, dedilhando o clitóris rápido, “Não para, Marco, tô gozando, ahhh, fode meu cu cagado!”. Eu meti mais rápido, ignorando a sujeira, o pau deslizando na merda líquida, fazendo sons molhados, squish squish squish, o quarto fedendo inteiro, quase vomitei mas o prazer era foda, olhando a bunda aberta dela, cagando no meu caralho enquanto eu arrombava. “Toma, sua puta, enche de porra esse cu sujo”, urrei, gozando forte, jatos quentes enchendo o intestino dela, misturando com a bosta, quase desmaiei de nojo, o estômago revirando.
Depois do gozo, saí rápido, o pau imundo de merda amarela e porra branca, fedendo pra caralho, e corri pro banheiro pra tentar vomitar, mas me segurei. Sofia riu, “Foi bom pra caralho, amor, mesmo com a bagunça”, e se limpou como pôde com papel higiênico, mas eu via que não adiantava muito, o cu ainda vazando. A gente se vestiu rápido, ela colocou o short branco de novo, a regata amarela, e saímos do motel, caminhando de volta pra ponte da Caxangá. “Tchau, Marco, foi delicioso, mas agora vou pra casa, tá perto, não quero que ninguém nos veja juntos”, ela disse, me dando um beijo rápido. Mas eu, safado, decidi seguir ela de longe com minha micro câmera escondida, filmando tudo, porque sabia que o cu dela estava cheio de porra e diarreia, e podia acontecer algo.
Enquanto ela andava pela calçada, rebolando a bunda, ouvi um peido alto e molhado, prrrrt, e de repente o short branco ganhou uma mancha marrom enorme no fundo, merda líquida escorrendo pelas coxas. “Caralho, cagou nas calças!”, pensei, filmando tudo, a mancha crescendo rápido, fedendo até de longe. Pessoas na rua notaram, uma mulher fez careta, um cara riu disfarçado, mas ninguém falou nada. Sofia continuou andando, sorrindo como se nada fosse, mas eu via o desconforto no rosto dela, a mancha se espalhando, o short grudando na bunda. Fiquei quieto, não avisei, deixei a puta ir pra casa assim, imaginando o corno Paulo abrindo a porta e vendo a esposa toda melada de merda, cheirando a cu fodido. “Que explicação ela vai dar pro corno? ‘Tropecei na fossa, amor’?”, ri sozinho.
Mas espera aí, meus safados leitores, se quiserem saber mais sobre mim e minhas putarias, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo, lá tem tudo, fotos, vídeos, contos quentes como esse. Continuando, fico apreensivo porque Sofia ainda não ligou, e imagino a cena em casa: ela chegando, short todo cagado, cheiro de bosta e porra invadindo tudo. Paulo, o corno, pergunta “Que porra é essa, Sofia? Por que tá assim?”. Ela inventa “Ah, amor, foi um acidente na rua, sentei em algo sujo”, mas ele cheira, sente o esperma misturado, “Isso cheira a cu fodido, sua vadia, deu pro Marco de novo?”. Ela nega, mas ele sabe, porque é corno manso, só filma e tira fotos quando eu mando, mas hoje ele não estava lá. Fico pensando, será que brigaram? Será que ele lambeu a merda pra limpar? O tesão de imaginar isso me deixa duro de novo.
Lembro como tudo começou com Sofia, meses atrás, num bar na Várzea. Ela bebendo sozinha, reclamando do marido que tem nojo do cu dela, “Ele acha sujo, Marco, mas eu adoro dar o rabo”. Eu ofereci na hora, “Então vem comigo, eu como essa bunda até você gritar”. Desde então, fodas escondidas, sempre anal selvagem, ela gemendo “Arromba meu cu, seu pauzudo, me rasga toda”. Hoje foi o auge da putaria suja, com diarreia no meio, e eu adorei cada segundo, mesmo com o nojo. O cheiro no quarto era de dar ânsia, bosta fresca quente misturada com suor e gozo, mas o prazer de meter naquele cu cagado, sentindo a merda lubrificando, foi insano. Ela gozou três vezes, se tocando, “Ahhh, tô cagando e gozando ao mesmo tempo, que delícia!”.
Enquanto seguia ela, filmando a mancha crescendo, vi ela parar um segundo, apertar as nádegas, mas outro peido escapou, prrrrt, mais merda vazando, agora escorrendo pela perna. “Sua puta nojenta, vai chegar em casa fedendo a fossa séptica”, murmurei, rindo. Pessoas passavam, um idoso fez careta, uma garota tampou o nariz, mas Sofia mantinha o sorriso forçado, a tatuagem no peito brilhando no sol poente. Parei de seguir quando ela virou a esquina pra casa, e voltei pra minha, pau duro pensando na próxima. Tem mais aventuras em breve, galera, novas postagens diárias onde o corno só filma e fotografa enquanto eu como o cu dessa casada safada.
Mas vamos voltar pros detalhes da foda no motel, porque foi épica. Depois de comer a buceta de quatro, virei ela de frente, abri as pernas como oferta de puta, meti de novo, sentindo a xota apertar meu pau como punho quente. “Porra, Sofia, que buceta gulosa, engole tudo”, eu disse, e ela respondeu “É toda sua, amor, fode até o fundo”. O som era molhado, chap chap chap, o suco dela espirrando nos lençóis. Chupei os peitos enquanto metia, mordendo os mamilos, deixando marcas vermelhas, ela gritando “Morde mais forte, seu animal, me machuca”. O suor escorria pelos corpos, cheiros misturados, o dela feminino excitado, o meu de macho suado. Pro anal, ela deitou de lado, eu cuspi três vezes grossas no cu, vendo o buraco piscar rosado e inchado.
Empurrei devagar, ela urrou “Aaaaah, caralho, tá rasgando meu cu, para um pouco!”, mas continuei, sentindo o calor anormal, como febre dentro. Quando entrou todo, parei pra ela se acostumar, mas sentia algo quente e líquido envolvendo o pau. Puxei, e veio a surpresa: pau coberto de merda amarela líquida, fedendo a ovo podre e leite azedo. “Filha da puta, tá cagando no meu caralho!”, exclamei, mas ela gemeu “Não para, Marco, me fode assim, tô louca de tesão”. Voltei a meter, ignorando o nojo, o pau deslizando fácil na merda, barulhos obscenos squelch squelch, cheiro subindo forte, quase vomitei, mas o prazer venceu, visão da bunda aberta, merda vazando pelos lados, ela se masturbando loucamente “Tô gozando, porra, cu cheio de pau e bosta, ahhhh!”.
Acelerei como pistão, pele batendo plap plap plap, “Toma, sua vadia cagona, enche de porra esse rabo sujo”, e gozei gritando, jatos pulsando, misturando tudo, sentindo o cu contrair. Saí, pau imundo, lavei rápido, mas o cheiro ficou no quarto. Depois, na rua, a mancha no short foi o clímax, marrom úmida, espalhando como flor de merda. Imagino ela em casa, tirando a roupa na frente do corno “Olha, Paulo, foi acidente”, mas ele cheira, sente esperma “Deu o cu pro Marco, sua puta?”. Ela ri “Sim, corno, e foi delicioso, agora lambe se quiser”. Ele, manso, filma tudo pras próximas.
Essa é a putaria real, cheia de sujeira e tesão, e tem mais vindo, aventuras diárias com essa casada e outras. O que vocês acham que rolou quando ela chegou em casa? Comentem aí, contem suas histórias sujas.
Pra esticar mais os detalhes, lembro cada toque no corpo dela. No motel, antes de tudo, nos beijamos minutos, línguas dançando, minhas mãos explorando curvas, apertando a bunda por cima do short, sentindo o tecido fino, carne tremendo. “Você já tá molhada, né, safada?”, perguntei, e ela “Tô pingando, quer provar?”. Ajoelhei, baixei o short devagar, cheirei a calcinha úmida, mordi o tecido, puxei pro lado e lambi a buceta, gosto salgado doce, clitóris pulsando na língua. “Ahhh, lambe minha xota, seu linguarudo”, ela gemeu, segurando minha cabeça, forçando. Cheiro da buceta inebriante, mas do cu, quando tentei, repulsivo, fedor de diarreia fresca, azedo forte, recuei “Não dá, Sofia, tá fedendo demais”.
Então fodi a buceta primeiro, de quatro, ela empinada como cadela no cio, bunda no ar, tatuagem nas costas vermelha de suor. Meu pau entrou fácil, lubrificado pelo tesão dela, bati forte, bolas batendo no clitóris plap plap plap. Ela gritou “Mais, porra, me destrói, fode como se eu fosse sua puta particular”. Puxei cabelo “Você é, casada vadia, corno em casa e você aqui tomando rola”. Viramos, ela por cima, cavalgando, peitos balançando “Olha como quico no seu pau, amor”, apertei nádegas, sentindo cu piscar. Pro anal, ela de lado, cuspi, entrei devagar, dor fazendo morder travesseiro, lágrimas “Dói, caralho, mas é bom, continua”.
Penetração lenta, cada centímetro abrindo cu, sentindo textura mole da merda, quente viscosa. Quando puxei, merda saiu junto, amarela fedorenta, escorrendo coxas. “Nojento, mas tesudo”, pensei, meti ritmado, ela acostumando, gemendo prazer “Fode meu cu cagado, enche de porra”. Cheiro overpowering, banheiro entupido, mas prazer anal intenso, aperto, calor. Gozei “Toma leite no rabo, puta!”, jatos volumosos enchendo, vazando ao sair.
Cheiro persiste na memória, azedo podre, mas excitante. Sons: gemidos, peidos durante anal, merda borbulhando.
Corpo dela: morena clara, cabelo pixie, olhos castanhos safados, boca carnuda que chupa pau como ninguém – hoje não rolou oral pelo nojo. Pernas grossas, bunda enorme com celulite que adoro apertar. Meu corpo: alto, musculoso, pau 19cm grosso que arromba cu com prazer.
Depois da foda, na rua, sol batendo, trânsito, cheiro asfalto quente misturado fedor dela. Ela andava rebolando desconfortável, pernas juntas, mancha crescendo tamanho mão. Cara buzinou rindo “Ei, gata, cagou?”, ela ignorou. Pensei “Sua puta, vai explicar pro corno como?”.
Tem mais contos picantes vindo, diários, corno filmando. Fiquem ligados, comentem o que acham que aconteceu em casa.
Mais detalhes sexo: Antes anal, dedei cu dela, sentindo merda mole, dedo saiu sujo “Tá cheio de bosta”, ela “Fode mesmo assim, amo ser suja”. Penetração dolorida, unhas cravadas minhas costas, arranhando. Gozo meu volumoso, enchendo, vazando.
Diálogos picantes: Enquanto fodia buceta “Imagina o Paulo agora, em casa batendo punheta pensando em mim na consulta, e eu aqui com teu pau na xota”. Respondi “Ele merece ser corno, agora dá cu pra mim, vadia”. Durante anal “Sente a merda no pau? Tá lubrificando, né? Fode mais, seu porco”. Prazer sujo viciante.
Tatuagem peito flor partida, lambi enquanto metia. Costas outra tatuagem vermelha sutiã. Detalhes tornam foda real.
Depois anal, deitados ofegantes, quarto fedendo sexo sujo, merda suor. Sofia riu “Foda mais nojenta da vida, mas gozei pra caralho”. Beijei “Você é puta perfeita, casada”. Vestimos, vi cu vazando, gota porra com merda sujando calcinha. “Cuidado na rua”, avisei, ela “Foda-se, corno que se vire”.
Na caminhada, peido alto, ela parou pânico “Porra, caguei!”, continuou, mancha visível, pessoas olhando. Filmei tudo, corno vai adorar ver depois, ele só filma quando presente, eu registro pras postagens. Mais aventuras em breve, fiquem no engajamento, comentem o que acham que rolou em casa.
Imagine você no meu lugar, fodendo casada com diarreia, nojo e tesão misturados – quem já viveu algo assim? Compartilhem nos comentários. E não esqueçam, pra mais contos, busquem www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo. Tem aventuras novas em breve.
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