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Minha enteada: Uma gordinha curiosa do interior, teve oque merecia!

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Paugrosso_de_minas

Minha enteada procurou com as próprias mãos, eu não fui o culpado, não tive culpa, as atitudes da minha esposa me deram gatilhos.

Minha história começa lá em 2001 quando eu tinha 28 anos e minha esposa 38. Antes vou contar um pouco sobre minha trajetória e da minha esposa.

Eu morava com minha mãe, meu pai já era falecido, minha mãe ficou viúva cedo, eu tinha apenas 14 anos quando meu pai faleceu, e eu sempre estive ao lado dela. Eu filho único, sempre fui estudioso, e sempre gostei de contabilidade, sempre fui um cara inteligente, vamos dizer assim. Aos 18 anos fiz um curso técnico de contabilidade e administração, trabalhei em alguns escritórios e aos 22 anos em meados de 1995, resolvi montar meu escritório em casa mesmo. E comecei a ganhar bastante grana, tanto que em 1998, com 3 anos apenas de empresa, comprei meu primeiro carro, um semi zero, porém um belo carro para a época.
Eu sempre tive problemas com relacionamentos, nunca consegui me afirmar em relacionamento algum. Tive uma namorada/esposa, que morou 4 anos comigo e minha mãe, mas ela era ruim na cama, horrível, super careta, o cu dela jamais toquei, e não via a hora de terminar aquele relacionamento. Sempre gostei de mulheres mais velhas e gordinhas, G, GG, enfim. Foi então que em uma auditoria em um hospital aqui em Minas(interior) 2001 que me contrataram ou na verdade contrataram minha empresa, conheci minha esposa de todo esse conto.

Ela era técnica de enfermagem, gordinha, 1,65 mais ou menos, uns 80 kg. Mas de peitos e bunda fartos. Isso mexeu comigo, aquela branquinha, peituda, bunduda. Eu 1,81 meio cor de cuia, magro, um porte físico normal, definido vamos dizer assim, pois a 3 anos fazia academia 3 x por semana. Desde ali, vi que ela começou a me cuidar, me olhava e eu recíproco. Fui uns 3 dias seguidos no hospital e no último dia criei coragem e pedi o número dela na brincadeira, na zoeira mesmo hehe. Para minha surpresa ZERO KKKKK ela me passou seu contato. Trocamos mensagens no mesmo dia e tudo via SMS, pois ainda não existia whatsapp, tudo começa naquela mesma noite quando a levei a um motel aqui em Minas. Minhas espectativas estavam certas, ela era ótima de cama(como quase todas as gordinhas hehe), chupava igual uma louca, e adorava dar o cu. Meu pau não é muito grande, 16,⁵ cm, mas é bem grosso, grosso mesmo, mal cabia na sua boca. Meu pau é bem reto, algo não muito normal, mas sempre bem duro. Demorou para entrar no cu dela, mas quando entrou fiquei socando por quase 15 minutos até encher aquele cuzão dela de leite, ela gemia muito alto, e minha tesão só aumentou. Naquela noite no motel comi muito sua buceta gorda e seu cuzão. Passou uns dias e fomos novamente pro motel, e isso foi virando rotina. Até que ela me convidou pra ir na sua casa, ela morava com os pais, era filha única também, seus pais com a idade bem avançada já. Foi aí que descobri que ela era mãe solteira de uma filha de 14 anos na época. Uma gordinha, bem gordinha, branquinha de cabelos crespos, uma bunda gorda, de seios bem grandes para essa idade, mas desde os primeiros dias, senti que ela e a filha tinham uma relação diferente, tipo, ela cagava pra filha, nem aí mesmo. A guria quem criava eram os avós praticamente, uma adolescente bem chucra e bem tímida, aquelas gurias do interior mesmo.
Começamos a namorar, e era sexo todos os dias, tanto na casa da minha mãe ou na casa dela. Ela fazia escala de 12 por 36 no hospital durante o dia, eu trabalhava em casa, então as noites eram só sexo. Mas ela gemia muito alto e isso me deixava com vergonha às vezes, ou dos pais dela, na casa deles, ou da minha mãe em casa.

Após alguns meses de namoro, eu me apaixonei por aquele cu gostoso, afinal poucas namoradas me deram o cuzinho, tive a ideia de convidar ela para alugarmos uma casa e ir morarmos juntos, ela ficou meio assim, disse que iria pensar e depois de um tempo, resolvemos morar juntos. Alugamos uma boa casa, até piscina tinha, semi mobiliada. Acreditem, ela não queria levar a filha junto, mas eu disse:
- Como assim? Sua filha! Óbvio que tem que morar contigo.

Eu ainda disse, como meu escritório é em casa e ela estuda a tarde, não tem problema eu levar e buscar. Meio que contrariada ela aceitou. E fomos morar nós 3 juntos. No comecinho não foi fácil, mas as coisas foram se ajeitando com o tempo, minha enteada com 14 anos morando com nós, tínhamos uma vida normal, ela começou a estudar a tarde na 6° série, pois havia repetido dois anos. Eu levava e buscava.
Nas manhãs um dia sim outro não, ficavamos sozinhos. Já que das 7 da manhã às 19h dia sim outro não, minha esposa trabalhava.

O tempo passou e até então nada de novo, uma vida de sexo, as vezes bem depravado, ela era tarada, e eu também. Porém em uma noite, eu estava comendo o cu dela de 4, socando forte, forte mesmo ela gemendo muito alto, meu pau enterrado, quase sempre nossas transas com luz acesa. Ela de 4 virada com a bunda pra porta, do nada a filha abre a porta e entra no quarto. Nós naquele jeito. Tirei o pau que foi murchando quase que instantâneo, fiquei todo sem jeito. Ela viu a mãe dela com o cu aberto de 4, parecia uma boca de um copo, já que ela estava abrindo as nádegas com as mãos. Percebi que a guria olhava para meu pau e para o cu dela. Minha esposa ficou maluca, deu uns tapas, uns puxão de cabelo na guria, eu não gostei nada, nada daquilo. Xingou muito a filha que começou a chorar, e eu tentando acalmar aquela situação constrangedora e desconfortável.
Passou alguns dias e a relação dela e da filha ficou mais tenso, ela só esculhambava a guria, dizia coisas pesadas como:
- Olha só essa porca, olha essa vaca, vai explodir comendo desse jeito, nem as roupas não cabem mais.
- Vai tomar banho leitoa, e lava bem esse cu, do jeito que caga deve tá todo lambuzado.
Aquilo me chamava muito atenção, parecia amor quase ZERO pela filha, chamar a filha de vaca, porca, leitoa, vagabunda(por não fazer nada em casa) isso não era normal.
Alguns dias se passaram, em algumas noites enquanto comia minha esposa no quarto, comecei a perceber uma sombra por trás da porta pelo lado de fora, e foram várias e várias vezes. E isso começou a me deixar mais excitado na hora do sexo.

O verão chegou e caiamos na piscina quase todos os dias e noites, muito quente o verão aqui. Em um domingo caímos nos 3 na piscina, vi minha enteada de biquíni, e como ela era bem gordinha, não tive como não reparar, o biquíni parecia menor que o tamanho ideal, e acabou aparecendo um pouco da sua bucetinha gorda. Me senti um lixo nesse dia. Mas acabei ficando de pau meio duro vamos dizer assim. Os dias se passaram e minha esposa chegou em casa do serviço e disse:
- Tenho duas notícias pra te dar, uma boa e uma não tão boa. Qual quer primeiro?
Eu disse:
- Vixi, fala a boa primeira!
Ela:
- Vou ganhar mais, bem mais, mas a ruim é que vou começar a trabalhar uma noite sim outra não, das 19h às 7 da manhã. Vão me colocar de responsável na triagem de emergência. Não tive como recusar!
Eu disse:
- Paciência amor, faz parte, se tu quer!? Fazer oque né? Tudo é costume.

Uns meses se passaram e eu fiquei responsável para cuidar da enteada nas noites em que minha esposa trabalhava, alimentação, não deixar sair a noite, colocar para dormir, enfim, coisas de pai. Ela me chamava de tio, eu a chamava pelo nome dela Brenda. Porém, em uma noite quando pedi pra ela tomar banho, que já estava tarde. Ela foi pro banho mas estava demorando no chuveiro, bati na porta ela não respondeu, fiquei preocupado e abri a porta devagar, quando abri a porta do boxe, pra minha surpresa ela estava sentada em baixo do chuveiro no chão com uma bombinha que a mãe fazia chuca(higiene anal) que ela inclusive tinha roubado do hospital, que usavam em pacientes que não faziam coco, uma nova claro né. Aquela cena mexeu de vez comigo, ela sentada no chão com aquela bunda bem grande pra idade dela pra cima, bem branquinha, bem gordinha, tentando descobrir pra que servia aquele instrumento(bombinha anal) kkkk.
Depois desse dia, dessa cena, tudo mudou, aquela imagem não saia da minha cabeça. Todos e todos os dias, foi então que me perdi, sei que pode ser errado, mas em uma noite de sexo com minha esposa, imaginei minha enteada no lugar, como se ela estivesse de 4, e foi a melhor gozada da minha vida.
Os dias foram passando, minha esposa em uma tarde deu uma surra nela, pois ela tinha ido mal na escola, uma surra desde tapas na cara a puxão de cabelos. As minhas sensações já eram outras, aquilo me deixou excitado, e não separei as agressões, vendo aquela porquinha apanhar me excitou.

Em uma noite fui tomar banho e já havia planejando tudo, tudo mesmo, já tinha visto ela na sala, fiz que não tinha visto e sai pelado do banho, por gosto mesmo, fiquei punheteando meu pau no banho até ficar bem duro. Quando sai do banheiro pelado, ela estava de pijama sentada na sala assistindo tv. Vi que ela gelou, suou frio, mas não falou nada, comecei a secar meu cabelo com a toalha, pelado quase em frente a ela. Não falei nada, mas vi que ela não tirava os olhos do meu pau. E ele estava muito duro, duro mesmo. Ela olhava pra tv e para meu pau, tv e meu pau, eu fiz uma cara de assustado e disse que não tinha visto ela ali:
- Nossa nem vi que tu tava aí, achei que tava no quarto guria.
- Olha, não fala nada pra sua mãe, sabe como ela é, ela vai te espancar a pau, tu já conhece ela né?
Ela disse:
- Não vou falar nada tio, não diz pra ela tio que eu vi o senhor pelado(com a boca tremando de medo já).
Eu disse:
- Claro que não vou falar, sua mãe é louca né? Arrisca ela não querer mais aqui e te colocar em um orfanato(sorri debochando), casa de adolescentes kkk.
Ela disse:
- Não fale, tio, por favor não fale!
Eu disse:
- Fica calma, isso será sempre um segredo nosso! Só nosso! Entendeu?
Ela:
- Sim, tio! Segredo nosso!
Eu:
- Sim, só nosso!
Nisso comecei a alisar meu pau cada vez mais duro e ela não queria olhar, mas não conseguia disfarçar. Foi então que ela quis ir para o seu quarto e eu meio que segurei levemente pelo braço e disse:
- Vem olhar um filme com o tio! Senta aqui comigo!
Ela:
- Vou dormir, tá tarde!
Eu:
- Capaz, tarde nada, vai ser só mais um segredo nosso, afinal, tu não quer que eu conte pra sua mãe né? Lembra daquele celular que tu quer muito ter um, eu posso te dar se tu se comportar!
Ela:
- Sério tio? O senhor me dá aquele celular?
Eu:
- Claro, Então vamos olhar um filme aqui na sala...Melhor vamos olhar ali no quarto na tv do quarto.
Eu já tinha preparado tudo, havia deixado o ar(aquele ar de janela antigo, ja ligado) e também o DVD pronto, pronto rodado um filme pornô, pausado em uma cena que tinha uma mulher chupando um pau e dando o cu, apenas com a tv desligada.
Ela:
- Tá bom tio!
Fomos para o quarto, eu e aquela leitoa novinha, de pijaminha sem sutiã, peitos enormes igual a mãe e uma bunda grande. E eu pelado só com a toalha mas mãos.

Entramos no quarto e disse pra ela:
- Deita ali, vou ligar a tv.
Ela:
- Melhor não tio!
Eu disse:
- Deita logo, não quer o celular? E se não quer que eu conte pra sua mãe, faz oque estou mandado!

Vi em seus olhos o medo e o temor, mas ela deitou, deitou de barriga pra cima. Eu tirei o DVD do pause e liguei a tv, ela se assustou, quis sair da cama, mas eu a segurei:
- Sério que tu vai sair? E nosso acordo? E o celular? E se eu falar pra tua mãe que tu entrou no banheiro eu pelado tomando banho?
Ela:
- Eu não fiz isso tio!
Eu:
- Ela vai acreditar em mim ou em ti? Em?

Ela em silêncio com os olhos lacrimejando deitou na cama. Eu disse, tá vendo esse filme? Eu e a vaca da sua mãe olhamos todos os dias quase, ela faz igual, olha ali coisa linda. Meu pau nesse momento já estava babando.

Disse pra ela:
- Tem uma coisa errada aqui, eu pelado e tu de pijama? Tira isso! Tira logo!
Ela:
Melhor não tio, para com isso.
Quando ela falou isso, perdi a cabeça! Peguei o telefone e disse:
- Tá bem sua vaca, não é assim que tua mãe te chama, vou ligar agora pra ela, pra ela vir aqui.
Ela:
Por favor tio, não! Não faz isso!
Eu:
- Então tira essa merda de calção logo(pijama short).
Ela foi tirando e eu perdi de vez a cabeça. Fui para frente dela e e puxei com força, calção e calcinha junto, ela já chorando mas aceitando aquela situação.

Quando tirei aquele calção com a calcinha e vi aquela buceta novinha, virgem, aquela racha rosada na minha frente, pura pelinhos já, não aguentei. Ela tentou fechar as pernas, mas abri a força e disse pra ela:
- Fica quieta, tu só tem a ganhar!
Ela:
Para, para tio! Para!
Foi então que disse pra ela:
- Não se preocupe, ainda não vou comer essa rachadinha, tu não merece isso.
Virei ela de bruços com força, afinal ela era gorda. Peguei um potinho de vaselina que tinha deixado embaixo do meu travesseiro, usava sempre com a mãe dela.
Eu disse já em cima das pernas dela de joelho, segurando sua costas com uma mão:
- Tua mãe não diz que tu é uma vaca, uma leitoa, então agora vou meter e abrir esse teu cu gordo pra ti ser a porca de verdade, vadia! É isso que tu quer né, tu não escuta atrás da porta? Então tome cadela imunda!
Ela já estava em silêncio, e eu melando bem aquele enorme rego e o cu dela com vaselina, já enfiando os dedos no cu rosado e devagarinho dela, fui enfiando um, dois, quando comecei a enfiar o terceiro dedo, vi que era a hora, ela tremendo de medo, mas já tinha aceitado aquela situação, eu já a tinha dominado, meu pau latejando de tesão, o momento tinha chegado..então subi pra cima sem dó, sem ser devagar, com raiva mesmo, coloquei na porta do cu, e sem dó.....

Continua........Parte 2.......

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