Cuidando da Cunhada - Pt 1
Essa história tem um pouco mais de 2 anos. Tive que mudar de cidade nesse período. Sou casado, tenho 1 filha. Minha cunhada adoeceu, ninguém sabia a doença mas ela estava muito mal. Sempre foi magra, mas estava mais ainda e também com problemas graves de depressão. Mudamos para casa que ela, seu filho de 10 anos e meu sogro já de idade moravam. Minha relação com ela nunca foi boa e quando ficava com raiva, sempre me imaginava fodendo ela para colocar ela no lugar dela, enfim... Sou um cara grande e nessa época estava malhando a uns 2 anos, meu casamento não estava num momento bom, muita briga, pouco sexo, etc. Mas mudamos por um motivo maior.
A adaptação não foi fácil, mudar com tudo para outro lugar, ficar na casa dos outros, filhos pequenos se adaptando... Muito atritos. Mas a questão da saúde da minha cunhada realmente estava delicada. Naquele momento deixei o rancor de lado e o foco era ajudar. Enquanto os médicos não descobriam o que era, tentei colocar ela na minha rotina de exercícios, caminhar, fazer alongamentos, algo para movimentá-la, mas ela não tinha disposição para nada. Para piorar, ela começou a ter alguns episódios de crise de pânico ou muita depressão. Só passavam com medicação forte e percebi que precisava de algo mais “extremo” para tirar ela daquele quadro.
Como estávamos sempre cuidando dela, era normal num momento ou outro vê-la com roupas mais de casa e um dia, quando fui ver se estava tudo bem, ela estava só de calcinha e uma blusa de pijama. Ela era bem branca, estava com uma calcinha rosa claro, e a regata do pijama era bem velha e estava meio solta fazendo com que parte do seio ficasse para fora revelando um mamilo pontudo e rosado. Eu nem entrei no quarto, fiquei olhando pela fresta da porta, seu quadril marcado por estar magra, seu púbis saltada naquela calcinha rosa me deixaram com água na boca. Algo naquela fragilidade e sensualidade me reacendeu o tesão. Mas como toda situação era crítica não via uma brecha de fazer algo.
Alguns dias depois, eu estava dormindo e ela entrou no quarto bruscamente dizendo que estava com uma crise de pânico, já havia tomado remédio e não passava e pensava que ia morrer. Pedi para ela se deitar na cama, respirar fundo e ela começou a falar que estava sentindo o corpo todo formigando. Peguei um creme da minha esposa e comecei a massagear os pés dela para estimular a circulação. Sonolento percebi algo que não se encaixava e perguntei onde estavam todos? Ela disse que o pai saiu para trabalhar e a irmã saiu com as crianças. Algo acendeu dentro de mim...
Massageei suas mãos, também para estimular sua circulação e comecei a reparar no seu corpo. Suas pernas magras, brancas, seus braços longos, seu peito movia rápido com a respiração. Ela tinha silicone, naquele cenário de magreza seus seios saltavam de forma muito sexy. Quando percebi já estava com o pau super duro, ela nem conseguia notar obviamente por que estava em pânico. Foi quando a cabeça de baixo começou a agir e tomar o controle da situação. Percebi ela estava com efeito do remédio, meio sonolenta, mas que não iria dormir naquele ritmo.
Tive uma ideia...
Falei: Vou tentar uma coisa que dá certo com sua irmã ok?
- Tá bom, pode fazer, qualquer coisa para melhor, isso tá horrível...
Deitei ao lado dela, eu de lado e ela de barriga para cima. Abracei carinhosamente, colei meu rosto na lateral do rosto dela e falei: - Respira comigo. A ideia era sincronizar nossas respirações. No começo deu certo. Eu ali colado, sentia o cheiro dela, uma mistura de perfume com suor pelo estado que estava. Aquilo me deixava ainda mais excitado... Falei no ouvido dela: - Eu vou enganar seu cérebro e isso vai passar. Ela assentiu desesperada. Deslizei minha mão sobre seu seio, passando por sua barriga e enfiei dentro de sua calcinha. Num ímpeto ela tentou se mover e segurou minha mão, mas segurei ela firme pela boceta sentindo seus poucos pelos. Seus olhos se arregalaram e ela me olhava de canto de olho. Eu falei: -Confia em mim, seu cérebro precisa tomar um susto e de dopamina. Ela atônica aguardava. Continuei: -Feche os olhos. Se concentra na minha mão que está te tocando...
Comecei a dedilhar ela com carinho, entendendo o desenho daquela boceta, seus pelinhos, seus lábios, os abri com cuidado, acariciei seu grelinho de modo circular e senti que seu corpo todos estremecia. Escuto um leve gemido e falo: - Isso mesmo, foca nessa sensação boa... Seus olhos reviravam, em partes de prazer, em partes pela medicação. Com a boca entreaberta alguns gemidos vinham em meio a respiração ainda ofegante. Aos pontos sua boceta ficava mais e mais quente e não demorou para umedecer aos toques dos meus dedos. Ela foi soltando minha mão à medida que ficava molhada, então peguei sua mão, coloquei meu pau para fora e falei para segurar meu pau firme com toda força. Fui fazendo um movimento de vai e vem e aos poucos nós 2 gemíamos de prazer. Nesse momento sua respiração era pesada, de prazer intenso e não mais de crise de ansiedade. Com os dedos acariciava seus lábios e os abria, ela começou a movimento sua pélvis claramente dominada pelo prazer. Com cuidado introduzi um dos meus dedos, abri um pouco suas pernas e depois introduzi outro dedo. Ela estava encharcada. Comecei a falar que estava com tesão demais e que era para ela se entregar mais ainda. Aumentei o ritmo das carícias e ela começou a dar sinais que ia gozar. Quando o gozo veio, foi muito intenso, ela se mijou, se contorcia, fala coisas desconexas e aquilo foi tão excitante que também gozei em sua mão que não soltava meu pau em momento algum. Eu gemia em seu ouvido, mordia seus lóbulos e por alguns segundos fiquei naquela estase pós gozada. Uns minutos depois despertei e ela dormia profundamente com sua boca semiaberta, suas pernas também semiabertas.
Sua mão ainda segurava meu pau, com menos força, mas ainda firme. Retomei a consciência plenamente e me dei conta do que havia feito e que não tinha noção nenhuma o quanto ainda ficaria sozinho com ela. De onde estava via sua boceta por entra seus seios, queria ter aproveitado eles mais, mas percebi que se quer pensei nisso durante aquela masturbação mútua. Foquei em arrumar tudo. Retirei sua mão com cuidado do meu pau. Fui até seu quarto e procurei uma troca de roupa, outra calcinha, um pijama. Voltei ao quarto, tirei sua roupa vi melhor aqueles seios lindos, aquela boceta toda melada e a mão gozada. A limpei com cuidado com um lenço umedecido das crianças. A levei no colo até sua cama, vestia todas as peças de roupa e não resisti, levantei a blusa do pijama e chupei seus seios com carinho mas com tesão, tive a impressão de ouvir alguns gemidos, mas acreditava que ela dormia profundamente. Por fim fui até sua bochecha e sei um selinho quando escuto um fraco: - Obrigado cunhado...arrastado claramente sob efeito da medicação. Voltei para meu quarto e troquei os lençóis lavando os que estavam com a “prova do crime”.
Algum tempo depois todos chegaram. Perguntaram se estava tudo bem, eu falei que sim e que tinha acordado a não muito tempo. Minha cunhada dormiu tarde adentro. Nesse período sentia muito medo de como seria sua reação ao acordar. Aparentemente ela acordou normal, parecendo não lembrar de nada. Aquilo parecia efeito do remédio o que me tranquilizou. Eu agi por impulso, mas não era um monstro que fazia isso, foi a primeira vez. Mas não posso negar que a técnica deu certo. Ela acordou num aparente bom humor, o que animou a todos. Ela falou para minha esposa que tinha dormido e conseguido descansar pela primeira vez em muito tempo e que era grata por todos cuidarem dela assim. Disse que se sentia bem para começar os exercícios no dia seguinte e perguntou se eu ainda poderia ajudá-la. Confirmei imediatamente.
No outro dia, acordei e fui fazer meus exercícios, não levei a sério que ela iria junto, ela falava aqui quase sempre. Quando estava saindo da casa rumo à praça no qual me exercitava escuto: -Hey, não vai me esperar não? Minha cunhada, de banho tomado, roupa de academia e um semblante feliz me surpreendeu. Me desculpei e falei para irmos para praça. Ela fez os alongamentos reclamando de dor no corpo, o que era normal e enquanto eu corria ela fez uma caminhada leve. Mal conversamos porque ela não tinha energia sobrando. Ao final ela perguntou se eu queria tomar um café com ela e eu aceitei prontamente. Na cafeteria conversamos sobre amenidades, pois eu ainda fingia nada ter acontecido. Até que ela me pergunta:
- E aí, fiquei surpresa, sua técnica é boa mesmo. Não sentia essa disposição a muito tempo.
Eu ri um pouco sem graça e me desculpei, expliquei que não sabia mais o que fazer e decidi improvisar. No que ela respondeu:
- Não parecia estar improvisando, parecia saber muito bem o que estava fazendo.
Fiquei com medo da reação dela...
- Não precisa ter medo, eu adorei, nem lembro a última vez que gozei e duvido muito que alguma vez na vida gozei tão intensamente assim.
Isso era verdade, ela só namorava uns caras zuados que claramente não sabiam como fazer uma mulher ter prazer. E ela continuou...
- Só senti falta de uma coisa... Você chupou meus peitos, me fez gozar e não deu um beijo na minha boca?
Ela riu, eu também, automaticamente fui até ela e a beijei carinhosamente, sentia o gosto do café em sua boca e a beijei mais um pouco acariciando seus braços delicadamente.
Fui até a sua orelha e falei: - Cuidado para não se molhar inteira aqui no banco igual fez na cama.
No que ela respondeu: - E você não se gozar todo dentro da cueca.
Respondi no instinto da safadeza: A próxima gozada só vai ser fora se for para melar seus peitos deliciosos...
Ela riu com cara de safada e mordeu o lábio. Voltamos para casa de mãos dadas e no caminho ainda demos alguns amassos, mas com cautela para nenhum vizinho ver. Chegando em casa todos ficaram felizes com a disposição dela, alguma melhora em meses. Naquele dia ela teve alguns médicos e foi quando chegaram numa conclusão da doença, ela estava com uma doença autoimune causada possivelmente pela depressão intensa nos últimos anos. Isso aliviou a todos porque agora sabíamos como agir para um tratamento. O médico passou os remédios e eu fui comprar. Quando cheguei de noite entreguei a medicação e falei e ela me abraçou agradecendo. Aproveitei e disse no ouvido dela: - E o remédio principal assim que tivermos uma oportunidade te aplico com gosto... Ela fez cara de safada e disse que estava ansiosa para a primeira dose.
Mais tarde, todos dormiam e eu estava acordado na sala sem sono processando tudo que tinha acontecido naquele dia quando recebo um mensagem no celular: “tá acordado?”, minha cunhada, “sim”, respondi, “será que pode aplicar a primeira dose do seu remédio ainda hoje?...”, “tá maluca? estão todos em casa” fiquei surpreso. “Uma dose oral para me fortalecer igual o médico disse que os outros remédios vão fazer, o que acha? estou indo no banheiro, me encontra lá”.
Não pensei duas vezes, fui para o banheiro, cheguei primeiro que ela, deixei a luz a acesa e a porta encostada. Ela entrou na sequência, trancou a porta, apagou a luz e veio direto me beijar. Tomamos cuidado com o barulho, pois todos dormiam. Ela me beijava esfregando seu corpo no meu, seus seios me enlouqueciam. Tiramos nossa roupa entre os amassos. Fui até seu ouvido e falei: -Me chupa. Ela abaixou sem responder e começou esfregar seu rosto no meu pau, nas minhas bolas, começou a lambe-las, foi subindo e abocanhou meu pau e começou a chupar com muita intensidade como alguém que não vê um pau a muito tempo. Percebi que ia gozar, segurei ela pelos cabelos na altura da nuca com delicadeza e firmeza, afastei ela do meu corpo, encaixei meu pau entre aquelas tetas deliciosas e comecei uma espanhola, colei no corpo dela, nossa respiração estava sincronizada, mantive as estocadas com intensidade, senti novamente que ia gozar e falei: “-Hora do remédio”. Ela voltou a abocanhar meu pau e mamou todo leite, que delícia, eu me sentia arrepiado inteiro, ela sugou até a última gota.
Dei a mão para ela ficar de pé, colei o corpo dela no meu e falei no seu ouvido: “-Deixa eu te relaxar também”. Sentei no chão, me encaixei entre suas pernas e comecei a chupar, ela tremia, lambia seus lábios, seu grelo, enfiava a língua, lambia a entrada do seu cuzinho e ela não parava de tremer. Foquei no seu grelo, sustentei seu quadril com meus braços, o orgasmo veio e a força dela se foi. Ela foi baixando até ficar no meu colo desfalecida. Senti sua respiração, seu suor, seu corpo mole e brinquei: “-Mais uma noite de sono reparador a caminho”. Ela riu e deu um tapinha no meu rosto me chamando de cachorro. Nos vestimos e foi cada um para seu quarto dormir.
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Comentários (7)
Binho: Maravilhoso seu conto! Aguardo uma continuação bem tesuda.
Responder↴ • uid:7xbyt7wp8kPedro: Excelente conto. Se for verdade, espero que tenha feito um anal nela. Aguardando a continuação
Responder↴ • uid:1dlhr3zvlcr2DomLobo75: O mal da cunhada era falta um macho de verdade.
Responder↴ • uid:1v7e0gqkRita: Infidelidade excita-me horrores.
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3akaka: Vc é infiel Rita?
• uid:1dp53i274gfnMilico4343: Realmente é muito exitante
• uid:1wm310qjNegroeamor: Engravida essa gostosa
Responder↴ • uid:2qmflxmuc2s