As sobrinhas da minha esposa estão me tentando. Parte 2
Mais um conto qualquer de qualquer um que qualquer um fez.
As sobrinhas da minha esposa estão me tentando.
Capítulo 2
Aquilo estava ficando cada vez mais perigoso.
Eu respirei fundo e tentei recuperar o foco. Thais ainda estava atrás da minha cadeira, com os seios encostando nas minhas costas, e Thamiris sentada na beirada da mesa com as pernas abertas, exibindo tudo sem a menor vergonha.
— Meninas, por favor... — falei, tentando manter a voz firme. — Eu tenho um monte de trabalho para fazer e preciso terminar isso squi. Então vão fazer outra coisa.
Thamiris fez biquinho, mas se levantou devagar, rebolando de propósito ao passar por mim.
— Tá bom, titio... não queremos atrapalhar o seu trabalho importante — disse ela com voz manhosa, piscando.
Thais abaixou ate a minha orelha e disse:
- Qualquer coisa você sabe onde nos estamos.
Senti o toque de seus labios na minha orelha nesse momento e passou a mão no meu peito antes de sair.
Consegui me concentrar um pouco e avancei bastante no que estava fazendo nas horas seguintes.
Lá pelas 4 horas, levantei para pegar um copo de água e ao passar pela sala e não as ver, olhei pela janela que dava para a piscina e imagem me acertou como um soco.
Thamiris estava de quatro na borda da piscina, empinando a bunda grande e redonda enquanto Thais despejava na boca dela o conteudo de uma latinha de cerveja.
A posição deixava tudo à mostra, a buceta depilada e o cuzinho mimoso levemente aberto parecia olhar para mim.
Thais estava rindo enquanto jogava cerveja na cara da irmã.
Elas tinham roubado minha cerveja da geladeira e riam alto, já visivelmente alteradas.
Depois Thais me viu de frente, os seios balançando melados de cerveja, ela deu um gole longo na cerveja, enquanto olhava direto para onde eu estava, parecia me desafiar.
Eu desviei o olhar e segui para a cozinha para tomar minha água e acabei tomando um calmante também.
Foi quando meu celular vibrou com uma mensagem de Karla:
“Amor, cheguei. Só avisando que não vim sozinha. Encontrei o Mauricio e o Jardel no shopping. Eles me deram carona e quiseram te visitar. Estou entrando primeiro pra ver se as meninas estão comportadas (vestidas).”
Karla entrou sozinha em casa olhou para a piscina e viu as sobrinhas completamente peladas, bebendo cerveja e rindo, ela ficou vermelha.
— Meninas! — chamou ela, com tom firme mas ainda carinhoso. — Pelo amor de Deus, tem visita lá fora! Vistam alguma coisa agora, rápido!
Thamiris e Thais se olharam, riram, mas não saíram da piscina cambaleantes e se cubriram com as toalhas que levei, elas seguiram para o seu quarto para se vestir e eu dei um trato na sala recolhendo suas calcinhas do chão e arrumando o ambiente enquanto Karla varreu as latinhas do gramado para o espaço de lixo do corredor que da nos fundos.
— Essas meninas...
Murmurou Karla, balançando a cabeça, depois abriu a porta e chamou os nossos amigos.
— Podem entrar, meninos!
Mauricio e Jardel entraram, dois negros fortes, altos e músculos, por volta dos 30 anos.
Me cumprimentaram animados, falando sobre um projeto que estavam montando com moda praia e assuntos la da financeira.
Pouco depois, Thamiris e Thais desceram vestidas com aquelas roupinhas curtas que mostram mais do que escondem, ainda estavam com os cabelos molhados e um sorriso enigmático no rosto.
Karla, com aquela falta de noção que só ela tem, foi logo entregando os lanches que trouxe para as meninas e ofereceu oque sobrou da cerveja gelada para Mauricio e Jardel e os apresentando:
— Meninas, estes são Mauricio e Jardel, eles são otimos rapazes e trabalham com o Roberto.
— Mauricio, Jardel estas são minhas sobrinhas/filhas Thais e Thamiris.
Eu senti uma química estranha quando eles trocaram beijinhos no rosto com elas e novamente minha esposa nos brindou com outra pérola.
- Já que vocês são novas na cidade, oque acham de fazer amizade?
- E vocês Rapazes não gostariam de levar minhas meninas para passear e mostrar os lugares badalados da cidade para elas?
Mauricio e Jardel trocaram um olhar rápido, sorriram com interesse evidente e disseram:
— Claro que sim! Podemos marcar uma praia amanhã, a gente pega vocês por volta das... 9h?
Thais sorrindo enquanto Thamiris devorava seu sanduíche confirmou com eles e Karla continuou enaltecendo tanto as meninas quanto eles, mesmo eu sabendo o quanto os dois eram mulherengos.
Eles ainda conversaram um pouco comigo, falando do pais deles meu amigo Jair, mas estavam visivelmente encantados com as meninas e como elas estavam altas deram muita brecha para eles.
A noite seguiu e Karla cansada disse que ja ia subir e que elas tivessem juízo e o rapazes também, eles ficaram conversando mais um pouco e me deram a entender que ja estavam indo, assim eu pedi as meninas que fechassem tudo quando eles fossem e subi para o quarto.
Acordei de madrugada com a garganta seca. Karla dormia profundamente ao meu lado. Levantei sem fazer barulho e desci as escadas devagar, no escuro, para pegar um copo de água na cozinha.
Quando cheguei no meio da escada, parei. A sala estava com as luzes bem baixas, quase só o reflexo azulado da piscina entrando pelas janelas e então eu vi.
No sofá grande, Jardel estava sentado com as pernas abertas. Thamiris, completamente pelada, estava no colo dele, de frente, cavalgando devagar aos beijos com ele. A pica grossa e negra dele entrava e saia vagarosamente da buceta dela, esticando os lábios rosados a cada descida. Thamiris rebolava devagar, controlada para não gemer alto. Seus seios pesados eram mamados com força por Jardel que apertava sua bunda com gana e tesão.
— Isso safada... que bucetinha gostosa...
— Come Jardel! vai fode essa bucetinha...
— Que gatinha gostosa e apertada... hum...
Thamiris ofegante, rebolava no colo dele, sentindo cada centímetro daquela pica preta abrindo as carninhas dela.
Do outro lado, na poltrona grande, as coisas tinham um ritmo diferente, Mauricio estava sentado enquanto Thais, também pelada em cima dele, mas com os pés sobre os braços da poltrona quicava com a buceta branca dela engolindo toda a pica negra de Mauricio num ritmo de bate-estaca. Ela subia quase até a cabeça e descia comendo tudo de uma vez. Mauricio tinha uma calcinha na boca e fazia uma expressão facil de prazer enorme enquanto apertava a carne alva das tetas de Thais.
— Isso filho da putaaa... Come minha xerequinha come!
— Num tava querendo me foder? Então fode seu merda!
Thais aumentou o ritmo, subindo e descendo com mais velocidade, a carne molhada de sua buceta fazia um barulho obsceno a cada movimento.
Eu fiquei ali, escondido na sombra da escada, pau latejando dolorosamente dentro da cueca. Assistia Thamiris rebolando devagar no pau grosso de Jardel, a buceta dela brilhando de tesão, esticada ao máximo. Depois olhava para Thais, que quicava em Mauricio com mais intensidade agora, os seios pulando enquanto ela tentava abafar os gemidos dele tapando a boca dele com sua mão.
Jardel segurou Thamiris mais firme pela cintura e deu uma estocada para cima, enterrando tudo. Ela tremeu e soltou um gemidinho safado:
— Ai... Que pica grossa...
Ao lado, Thais acelerou um pouco o movimento, subindo e descendo mais rápido no pau de Mauricio, a bunda branca batendo contra as coxas dele com furia.
Eu não conseguia me mexer. Só conseguia ficar ali assistindo enquanto as sobrinhas branquinhas da minha mulher estavam sendo fodidas por dois paus negros bem grossos, enquanto tentavam não fazer barulho para não acordar a gente.
Thais acelerou o ritmo, quicando mais rápido e fundo no pau de Mauricio, a bunda branca batendo contra as coxas dele com estalos abafados. A buceta dela estava completamente encharcada, escorrendo pelo pau negro grosso.
De repente, Thais parou, levantou o quadril devagar e deixou aquele pau grosso e comprido sair vagarosamente de dentro da sua xota. A buceta inchada ficou aberta por um segundo, piscando, melada brilhando na penumbra e voltada para onde eu estava enquanto ela parecia olhar para trás, parecia que ela sabia que eu estava ali.
Ela foi até a irmã, tocou no ombro de Thamiris. Esta entendeu imediatamente e se levantou também, deixando o pau de Jardel escapar da sua buceta com um som molhado.
Eu não podia acreditar no que estava vendo.
As duas simplesmente trocaram de parceiro.
Thais foi até Jardel, subiu no sofá e ficou de cócoras em cima dele, então simplesmente pegou aquele pau ainda molhado da buceta da irmã e encaixando na sua própria xota de uma vez. Ela desceu com vontade, engolindo tudo até o fundo num só movimento, soltando um suspiro rouco de satisfação.
— Hmm... essa é mais grossa...
Murmurou já começando a quicar com fome, rebolando forte até o talo.
Ao olhar para o lado, vi Thamiris, estava chupando o pau de Mauricio, que gozava desde que Thais saiu dele, em seguida ela o beijou e guiou o pau ainda melado de porra para dentro da sua própria xota. Ela desceu devagar, sentindo ele abrir caminho novamente, e começou a cavalgar com movimentos mais ritmados e profundos, os seios grandes pressionados contra o peito dele.
Thais, agora com Jardel, estava bem mais ordinária. Segurava os ombros dele e quicava com força, a bunda branca subindo e descendo rápido, fazendo o pau desaparecer completamente dentro dela a cada descida.
— Isso... me fode com essa pica preta... — sussurrou ela, voz baixa e safada. — Tá me arrombando gostoso... bem fundo assim...
Jardel apertou a bunda dela com as mãos grandes, ajudando ela a descer mais forte. Thamiris, ao lado, rebolava mais devagar e sensual no pau de Mauricio, gemendo baixinho enquanto ele chupava seus mamilos.
De repente, Mauricio segurou Thamiris pela cintura, levantou ela do colo e colocou a garota de bruços no tapete felpudo do chão da sala. Thamiris apoiou os antebraços e empinou a bunda branca alto, oferecendo a buceta inchada e molhada. Mauricio segurou o cabelo longo dela com uma mão firme, puxando a cabeça dela para trás, arqueando suas costas e começou a comer com força e rapidez.
Ele metia com certa fúria, estocadas rápidas e profundas, o som molhado da buceta dela ecoando baixo na sala. Thamiris gemia abafado, boca aberta, olhos semicerrados de prazer enquanto ele puxava seu cabelo e arrombava ela por trás.
Ao mesmo tempo, Thais acelerou violentamente no colo de Jardel. Ela quicava com tanta rapidez que a rola grossa dele parecia um borrão aos meus olhos. O rosto dela mostrava uma careta quase raivosa, testa franzida, dentes trincados com força enquanto subia e descia como uma louca, batendo a bunda branca com violência contra as coxas dele.
Ela parecia que estava gozando. Thais trincava os dentes com toda a força, o corpo tremendo, a buceta apertando e piscando forte ao redor do pau de Jardel enquanto o orgasmo tomava conta dela.
Mauricio deu as últimas estocadas fortes e profundas, enterrando o pau até o fim dentro de Thamiris. Seu corpo travou e ele gozou, jorrando porra quente bem fundo na buceta dela. Thamiris sentiu o jato quente enchendo ela e imediatamente tremeu forte, gozando também com a buceta apertando o pau dele, soltando um gemido longo e abafado contra o tapete.
Quase no mesmo instante, Jardel segurou a cintura de Thais com força e gozou dentro dela, pulsando enquanto enchia sua buceta branca de porra quente. Thais sentiu o calor invadindo ela e gozou logo em seguida, o corpo inteiro tremendo enquanto a buceta apertava e piscava ao redor do pau grosso.
Assim que terminou de gozar, Thais simplesmente levantou do colo de Jardel de uma vez, sem apego nenhum. O pau dele saiu de dentro dela com um som molhado, e um fio de porra escorreu pela coxa branca dela. Sem dizer nada, ela foi direto para a cozinha, completamente pelada, e pegou uma lata de cerveja na geladeira.
Thamiris, por sua vez, ficou jogada de bruços no tapete felpudo, toda mole e ofegante, as pernas ligeiramente abertas enquanto a porra do Mauricio escorria devagar da sua buceta inchada.
Mauricio se levantou, sentou no sofá e acendeu um cigarro, Jardel fez o mesmo, acendendo o dele e dando uma tragada longa e satisfeita, os dois riam e trocavam amenidades no pós-foda.
Thais voltou da cozinha bebendo a cerveja, ainda pelada, e falou baixo, mas firme:
— Vocês têm que ir agora!
Os dois caras assentiram, procuraram as roupas espalhadas pela sala, se vestiram e deram um tchau rápido para as meninas. Saíram pela porta da frente em silêncio.
Assim que eles foram embora, Thais e Thamiris cataram suas próprias roupas do chão. Thamiris ainda estava com as pernas bambas. Elas deram uma geral rápida na sala, recolheram as latas de cerveja, ajeitaram o sofá e da poltrona, verificaram se não tinham esquecido nada e seguiram em silêncio para o quarto delas.
Voltei para o quarto ainda atordoado, o coração disparado e o pau latejando. Nem lembrei mais da água que tinha descido para beber. Subi as escadas em silêncio, entrei no quarto e fechei a porta.
Karla dormia de lado, de costas para mim. Não pensei duas vezes. Rasguei a calcinha dela e enfiei a rola dura com tudo no xinim flacido dela. Meti com força, sem piedade, várias vezes seguidas. Gozei uma, duas, três vezes dentro dela, Karla gemeu sonolenta e aguentou tudo, até que eu finalmente desabei exausto e montado nela com o pau ainda cuspindo leite dentro.
- Que gozada!
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Comentários (1)
Solteiro: Conto bom mas quando vai comer as 2 meter gostoso na xota e no cuzinho delas , tenho a impressão que é isso que elas querem e sua mulher também
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