Eu e meu corno damos nossas bundas assim, lado a lado.
**Meu Conto Picante: Como Fiz Meu Marido Virar Viadinho e Adorar Dar o Cuzinho – Narrado por Ela (Larissa, 24 anos)**
Oi, galera safada! Meu nome é Larissa, tenho 24 aninhos, sou loira, peitos durinhos, bundona empinada e uma bucetinha rosada que deixa qualquer macho louco. Sou casada com o Thiago, 28 anos, um empresário gato pra caralho, filho de um empresário famoso aqui no Recife – daqueles que todo mundo conhece pelos negócios de importação. Ele é moreno claro, corpo malhado de academia, pauzão de 20cm que me fode gostoso todo dia, e uma bundinha branquinha, lisinha e perfeita que eu sempre quis ver sendo arrombada. A gente é casado de verdade, com aliança no dedo e tudo, mas nossa vida sexual é uma putaria sem limites. Tudo começou porque o Thiago adora comer minha bundinha – ele me põe de quatro, lambe meu cuzinho piscando, cospe e soca devagarinho até eu gemer como uma vadia. "Sua putinha safada, ama dar o cu pro maridão, né?", ele diz enquanto me arregaça. Mas ele também é daqueles cornos mansos que ama me ver sendo fodida por outros machos, especialmente no cuzinho. "Quero ver um pauzudo te arrombar, amor, enquanto eu bato punheta", ele fala, todo excitado.
A gente tem perfil no SelmaClub.com – melhor site de swing e putaria adulta que existe, galera! Lá, os anúncios são quentes: "Casal real de Recife, ela 24 bi, ele 28 corno. Procuramos machos dotados que amem comer cuzinho – o dela e o dele também. Ele tem bundinha virgem branquinha, pronto pra ser inaugurado. Motel pago, sigilo total. Fotos no perfil: www.selmaclub.com/casalrecifehot". Os comentários bombam: "Quero arrombar esse cuzinho rosado do corno enquanto a puta geme ao lado", "Vou encher os dois de porra quente". Engajamento louco, milhares de views, porque todo mundo ama um casal assim: lindos, ricos e safados.
Mas eu queria mais. Um dia, depois de uma foda onde ele me viu levando rola de um negão no cu, eu disse: "Amor, você adora ver eu dando o cuzinho, mas quero que você sinta como é. Sua bundinha é tão linda, branquinha, lisinha... Deixa um macho te comer pra eu ver você chorando de dor e tesão". Ele riu no começo, mas eu insisti: "Vai, corno! Quero te ver virando viadinho, gemendo como eu gemo". Ele topou, o safado! Marcamos pelo SelmaClub.com com um mulato super dotado, daqueles que postam fotos de pau preto, grosso como um braço, veias pulsando. Nome dele era Robson, 30 anos, pau de 23cm, corpo de academia. Encontro no motel aqui no Recife, daqueles baratos mas limpos, com espelho no teto pra ver tudo.
Chegamos, eu de vestidinho curto sem calcinha, Thiago de camisa social e calça jeans apertada na bundinha. Robson já tava lá, pelado, pau duro balançando. "Vem cá, putinha e corno. Hoje vou arrombar os dois cuzinhos". Começamos eu e Thiago nos pegando, ele chupando meus peitos, eu masturbando seu pau. Robson se aproximou, me pôs de quatro na cama e começou a lamber meu cu. "Que cuzinho gostoso, vadia. Aperta pra mim". Ele cuspiu, enfiou a língua, depois o dedo. Thiago assistia, pau duro. "Agora é a vez do corno", Robson disse. Thiago ficou nervoso, mas eu incentivei: "Deita de bruços, amor. Abre essa bundinha branquinha pro negão".
Thiago obedeceu, de bruços, bundinha empinada. Robson passou gel, massageou o cuzinho rosado e virgem dele. "Relaxa, viadinho. Vai doer no começo, mas depois você vai pedir mais". Eu ao lado, acariciando as costas do Thiago. Robson posicionou a cabeçona preta no buraco rosado. Thiago fez força, rosto vermelho, contorcendo o corpo. "Ai, caralho! Tá doendo pra porra!", ele gritou, mordendo o travesseiro. Robson empurrou devagar, o pau escuro e grosso abrindo o cuzinho apertado. "Calma, amor", eu disse, beijando sua nuca. "Sente o pau abrindo você, como você abre o meu". Thiago chorava, lágrimas escorrendo, "Porra, tá rasgando! Sai, sai!". Mas Robson não parou, socou mais, entrou metade. Thiago se contorcia, pernas tremendo, rosto vermelho como tomate. "Aguenta, corno! Sua bundinha tá piscando no meu pau", Robson ria.
Finalmente, entrou tudo – 23cm de pau preto no cu branquinho do meu marido. Thiago quase desmaiou, ofegante, tentando sair, mas eu segurei: "Calma, amor. Respira. Agora deixa ele socar". Robson começou devagar, depois forte, socando com força. "Toma, viadinho! Seu cu tá quentinho, apertado pra caralho". Thiago chorava de dor, mas o pau dele endureceu embaixo. Eu masturbava ele enquanto via o negão arrombar. "Você é uma putinha agora, amor. Ama dar o cu, né?". Depois, Robson me comeu ao lado, eu de quatro, bundas lado a lado. Ele tirava do cu do Thiago, enfiava no meu, alternando. "Olha, corno, cheira meu pau que saiu do seu cu". Thiago cheirava, gemendo. Robson dava tapas na bundinha branca: "Toma tapa, vadia! Vocês dois são vagabundos que amam dar o cu".
Aquela noite foi insana. Depois do Robson, chamamos mais dois pelo SelmaClub.com – um branco pauzudo e um moreno magro. Fila de três machos. Eu e Thiago de quatro na cama, cuzinhos abertos. Eles revezavam: um socava no meu cu, "Toma, puta casada!", tirava e enfiava no Thiago, "Agora o corno! Abre esse cu rosado". Thiago chorava, mas aguentava, eu ao lado gemendo. "Somos um casal de putos, amor. Adoro ver você sendo fodido". Frases dos machos: "Vocês são uns cornos vagabundos, casados mas dando o cu pra estranhos. Puta e viadinho!". Gozamos todos, porra escorrendo dos cuzinhos.
Depois disso, viramos viciados. Outro encontro: numa trilha aqui perto de Recife, na mata fechada. Marcamos com quatro machos do SelmaClub.com – todos dotados, amam cuzinho bi. Eu de shortinho jeans, Thiago de bermuda. Chegamos na trilha deserta, tiramos a roupa. De quatro no chão, folhas no joelho. Os machos formaram fila: primeiro um negão me arrombou, "Que cu guloso, vadia!", depois no Thiago, que gritava "Caralho, tá doendo de novo!". Revezavam, tirando do meu cu melado e enfiando no dele, "Cheira, corno! Sente o cheiro da puta no pau". Eu ria, "Aguenta, amor! Você pediu pra sentir como é dar bundinha". Tapas, palavrões: "Vocês são uns safados, casal de Recife dando cu na natureza como animais". Gozei squirting no chão, Thiago gozou sem tocar no pau.
Teve na cachoeira também! Água gelada caindo, a gente nu, com dois machos – um mulato e um loiro. Eu encostada na pedra, cuzinho exposto, eles socando alternado. "Toma no cu, puta! Agora o viadinho do marido". Thiago escorregava na água, chorando mas pedindo mais: "Fode forte, porra!". Frases: "Casal rico mas vagabundo, adoram cu arrombado". Porra misturada com água.
E na praia deserta, à noite? Marcamos com três do site. Areia fofa, eu e Thiago de quatro, ondas ao fundo. Machos revezando, "Abre esse cu, corno! Sua esposa é uma puta, mas você é pior, viadinho branquinho". Tiravam do meu cu, colocavam no dele, fazendo cheirar: "Sente o gosto da vadia no pau". Thiago agora adora, geme "Me fode, caralho!". Milhares de putarias assim, galera. Se inscrevam no SelmaClub.com – é o paraíso da putaria real, casais como nós esperando machos pra arrombar cuzinhos. Meu marido virou putinho total, e eu amo!
**Fim da Parte Dela – Agora a Parte Dele (Thiago, 28 anos)**
Fala, galera tarada! Sou o Thiago, 28 anos, empresário aqui no Recife, filho de um cara famoso nos negócios – daqueles que fecham contratos milionários. Sou casado com a Larissa, 24 aninhos, uma loira gata pra caralho, bundona que me deixa louco. A gente é casado de papel passado, mas na cama somos uns putos sem vergonha. Eu sempre amei comer o cuzinho dela – ponho ela de quatro, lambo aquele buraco rosado piscando, cuspo e meto devagar: "Toma no cu, sua vadia safada! Ama ser arrombada pelo maridão". Mas eu sou corno assumido: adoro ver machos fodendo o cu dela, pauzudos arrombando enquanto eu bato uma. "Fode minha puta, enche de porra!", eu digo, tesão louco.
Tudo mudou quando a Larissa disse: "Amor, você ama me ver dando cu, mas quero que você dê também. Sua bundinha branquinha é tão linda, lisinha... Deixa um macho te arrombar pra eu ver você sofrendo como eu sofro no começo". No começo pensei "Que porra é essa?", mas ela insistiu: "Vai, corno! Quero te ver virando viadinho, chorando com pau no cu". Eu topei, o tesão venceu. Criamos perfil no SelmaClub.com – site foda pra putaria adulta, o melhor que tem! Anúncio: "Casal Recife, ela 24 puta bi, ele 28 corno com cu virgem. Procuramos machos que amem arrombar cuzinhos – dela e dele. Bundinha branquinha esperando. www.selmaclub.com/casalrecifehot". Comentários explodem: "Vou rasgar esse cu rosado do empresário viadinho", "Casal lindo mas safado, quero encher os dois". Engajamento insano, porque todo mundo fantasia com isso.
Primeiro encontro: motel no Recife, com Robson, mulato dotado, pau preto de 23cm grosso como lata. Cheguei nervoso pra caralho, pau meia-bomba. Larissa me acalmou: "Relaxa, amor. Vai ser gostoso depois da dor". Começamos nos pegando, eu chupando a buceta dela. Robson chegou, "Vem, corno. Hoje seu cu virgem vira putaria". Me puseram de bruços, bundinha empinada. Ele passou gel no meu cuzinho rosado, apertado. "Abre, viadinho". Posicionou a cabeçona preta. Eu fiz força, rosto vermelho, contorcendo: "Porra, não vai caber! Sai!". Mordi o travesseiro, chorando de dor. Larissa ao lado: "Calma, amor. Respira, sente abrindo".
Robson empurrou, o pau escuro abrindo meu cu virgem. "Ai, caralho! Tá rasgando tudo!", eu gritei, lágrimas escorrendo, pernas tremendo. Face vermelha, me contorcia como louco. Ele socou mais, entrou metade: "Aguenta, corno! Seu cu tá quentinho". Quase desmaiei, tentei sair rastejando, mas Larissa me segurou, acariciando: "Calma, Thiago. Deixa ele socar forte agora". Entrou tudo – 23cm me arrombando. Dor insuportável, chorei alto: "Porra, para! Tá me matando!". Mas ele começou a bombar, devagar depois forte: "Toma, viadinho! Seu cu piscando no meu pau preto". Larissa masturbava meu pau, que endureceu apesar da dor.
Depois, ele me fodeu ao lado dela, bundas juntas. Tirava do meu cu, enfiava no dela: "Cheira meu pau, corno! Sente o cheiro do seu próprio cu". Eu cheirava, gemendo. Tapas na minha bundinha branca: "Toma tapa, vadia! Vocês são um casal de vagabundos". Chorei de dor, mas o tesão veio – gozei sem tocar.
Daí pra frente, viciamos. Chamamos mais machos do SelmaClub.com – fila de 3 ou 4 às vezes. De quatro lado a lado, cuzinhos abertos. Eles revezavam: "Toma no cu, puta!", tiravam melado e enfiavam em mim: "Agora o corno viadinho! Abre esse cu rosado". Frases: "Vocês são uns cornos putos, casados mas dando cu pra todo mundo. Vagabundos safados!". Eu chorava no começo, mas depois pedia: "Fode forte, caralho!".
Encontro na trilha: mata fechada, quatro machos dotados. Nu na terra, de quatro. Um negão me arrombou primeiro: "Toma, empresário viadinho! Seu cu branquinho tá guloso". Dor louca, chorei, mas Larissa ao lado: "Aguenta, amor!". Revezavam, tirando do cu dela e enfiando no meu: "Cheira, corno! Sente a porra da puta". Tapas, palavrões: "Casal rico mas puta e corno, adoram cu na natureza". Gozei na terra.
Na cachoeira: água gelada, dois machos. Encostado na pedra, cu exposto. Eles socavam alternado: "Toma no cu, viadinho!", "Agora a puta da esposa". Escorreguei, chorei de dor fria, mas tesão: "Me arromba, porra!". Frases: "Vocês são uns safados, dando cu em público como animais".
Praia deserta à noite: areia, três machos. De quatro nas ondas, cuzinhos abertos. Revezavam forte: "Abre, corno! Sua bundinha branca ama pau". Tiravam do cu da Larissa, enfiavam no meu: "Cheira esse pau melado da vadia". Chorei no começo, mas gozei gritando: "Sou viadinho agora, fode!". Milhares de putarias assim.
Galera, se inscrevam no SelmaClub.com – é o top da putaria, casais reais como nós, machos dotados prontos pra arrombar cuzinhos. Viramos putos totais, e vale cada dor!
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