Minha experiência
Minha primeira vez com outro homem meu marido nunca descobriu
Segredo sob a Pele
Aos 50 anos, o espelho ainda era meu maior cúmplice. Eu observava meu reflexo com uma vaidade silenciosa: os cabelos loiros bem cuidados, a pele branquinha e sedosa, e os olhos verdes que brilhavam com uma vivacidade que o tempo não ousou apagar. Com 1,63m e 60kg, eu me sentia em meu auge; uma elegância madura que carregava o peso de uma vida inteira de retidão. No meu rosto, a expressão de uma mulher "composta"; no meu corpo, seios médios e curvas que eu mantinha com disciplina.
Meu casamento com Silvio, de 55 anos, era o meu porto seguro. Éramos felizes, parceiros de uma vida inteira. Eu sempre fui a esposa fiel, aquela que nunca deu motivos para dúvidas. Mas a estabilidade, às vezes, cria um silêncio que a alma anseia preencher. E foi nesse silêncio que Gustavo entrou.
Ele era o novo rapaz do serviço. Aos 29 anos, moreno, alto, magro mas com uma musculatura forte e definida, ele exalava um vigor que hipnotizava. Guto, como pediu para ser chamado, sempre foi respeitoso, mas nunca deixou de lançar suas cantadas. Suas palavras eram brasas: "Moro sozinho", ele dizia com um sorriso de canto, "o dia que você decidir, minha porta está aberta. No seu tempo".
A fronteira caiu quando passamos para o WhatsApp. O que era flerte de escritório virou uma obsessão proibida. Guto enviava vídeos explícitos, batendo punheta para mim, falando meu nome com a voz rouca e dizendo que sonhava em gozar na minha buceta, em me ver perdida no seu pau enorme, preto e grosso. Eu assistia escondida, sentindo um frio na barriga que misturava o medo de ser descoberta com um desejo que me consumia.
A tensão explodiu em uma terça-feira, no primeiro encontro em seu apartamento. A realidade superou qualquer vídeo. Naquela noite, Guto me proporcionou algo avassalador. Foram três gozadas intensas. Na última, o ápice foi absoluto: ele descarregou tudo dentro de mim, um jorro quente e farto. Quando ele parou, eu estava trêmula, sentindo minha bucetinha greluda escorrendo a porra dele, marcando minhas pernas claras com a prova daquela entrega.
Aquele foi apenas o começo. Durante um ano, repetimos esse ritual duas vezes por semana. Eu vivia para aquelas tardes. Com o tempo, a confiança e o desejo me levaram a um lugar onde eu nunca tinha ido com meu marido: decidi dar meu cuzinho para o Guto. Eu era virgem de cu; Silvio nunca tinha tocado ali. Mas com Guto era diferente. Ele me possuiu com uma força e um prazer que me transformaram. Ele me fez gozar como louca, despertando em mim uma puta que eu nunca soube que existia, uma mulher sedenta que se entregava sem reservas àquele vigor moreno.
Vivemos essa vida dupla intensamente. Eu era a esposa perfeita de dia e a amante insaciável de Guto nas tardes em que ele me explorava por completo. Ele foi o meu vício, o contraste perfeito para a minha vida composta.
Tudo terminou quando ele voltou para São Paulo. Não houve despedidas dramáticas, apenas o silêncio de um ciclo que se fechou. Guto partiu e perdemos o contato, mas ele deixou em mim uma marca invisível. Hoje, olho para Silvio e continuo sendo sua companheira fiel; ele nunca desconfiou de nada. Mas, por trás dos meus olhos verdes e do meu sorriso recatado, guardo o segredo daquele ano. Silvio tem o meu carinho, mas a memória daquele prazer proibido, da dor e do delírio de ser dele, pertence apenas ao meu passado secreto.
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Comentários (1)
Um Cara RJ: Deliciosamente perfeito esses encontros escondidos que ninguém desconfia, ninguém atrapalha. Sorte de quem tem a oportunidade de viver e vive, aproveita. Parabéns pelo conto e qualquer novidade, não deixe de nos contar. Abraços 😘
Responder↴ • uid:w71qy2d1