Ano novo com o senhor exibicionista 2
Sara e Lia desceram a escada da casa de praia com a agilidade e leveza que só a juventude e a antecipação de um dia ensolarado proporcionam. Vestidas em seus biquínis novos, a pele bronzeada contrastava com os tecidos vibrantes. O cheiro de protetor solar e a água salgada que ainda pairava no ar da manhã prometiam algo mais excitante que os preparativos da ceia.
Elas correram em direção à mãe de Lia, que estava na cozinha, já envolta na fumaça perfumada de temperos de fim de ano.
— MÃE! — Lia a abraçou por trás, a voz carregada de súplica. — A senhora prometeu que ia levar a gente na praia depois do almoço.
A mãe suspirou, virando-se com as mãos cobertas de farinha.
— Eu sei, minhas queridas, mas olhem para isto. Tenho que preparar toda a ceia de Réveillon. É impossível. Vão brincar na piscina com os meninos, — Ela indicou a área da piscina, onde os primos mais novos berravam com a energia de crianças.
Sara fez uma careta que não conseguiu disfarçar, cruzando os braços, fazendo com que seus seios recém-desenvolvidos ficassem ainda mais em evidência. Lia tentou esconder a frustração, mas seus olhos reviraram.
— Ah, mas a piscina é tão sem graça comparada com o mar… E esses pirralhos são insuportavelmente barulhentos — Sara reclamou, a voz já com uma ponta de charme manipulador.
— Eu sei, meu amor. Mas prometo que depois da ceia a gente dá um jeito — respondeu a mãe, carinhosa, mas firme.
As primas trocaram um olhar de cumplicidade frustrada, aceitando a derrota. Foi neste instante que a voz grave e aveludada, que já havia invadido a mente de ambas.
— Se quiserem companhia para a praia, eu topo.
Ismael estava parado no arco da sala de estar. Tinha um copo de whisky na mão, o gelo estalando no silêncio que se seguiu. O sorriso tranquilo nos seus lábios era algo mais predatório do que amigável — o sorriso de um pervertido experimente que estava formulando um plano para capturar suas próximas vítimas.
Sara e Lia se entreolharam, um choque elétrico percorrendo a espinha de ambas. Elas se lembraram, de forma vívida e urgente, dos acontecimentos proibidos envolvendo aquele homem.
— Ah, Ismael! Que bom que você chegou — a mãe de Lia respondeu, aliviada, vendo a solução. —Se não for muito incômodo para você. — Mal sabia ela que, sob sua própria benção, estava entregando as duas jovens ao lobo mau.
— Então está combinado. Eu levo as meninas para a praia — Ismael declarou, piscando lentamente para as duas.
O clima na sala mudou de familiar para eletrizante. A expectativa excitante é quase visível, flutuando entre a pele nua das primas e o olhar intenso e experiente de Ismael.
Os três seguiram em direção ao carro de Ismael. Sara e Lia esticaram a mão para abrir as portas do banco de trás, o lugar que lhes era familiar e seguro.
Mas a voz de Ismael as parou, baixa e carregada de malícia:
— Por que ir no banco de trás? Vamos comigo na frente. Vai ser mais divertido.
Ele não estava pedindo. Ele estava ordenando com um sorriso que prometia que a diversão seria apenas o começo da desobediência.
—Aah… claro— disse Lia, a prima mais tímida, mas animada com as expectativas dessa viagem de carro.— Mas como nós duas vamos, se só tem um banco na frente?
O olhar de Ismael percorreu as duas garotas, demorando-se na pele exposta das adolescentes. O calor do sol na praia não era nada comparado à temperatura que ele conseguia acender com um simples olhar. Lia sentia seus mamilos se acender apenas com o olhar de Ismael em seu corpo.
— Simples. Uma vai no banco do passageiro e a outra... — Ele fez uma pausa dramática, aproximando-se, e o cheiro de whisky e água de colônia amadeirada envolveu as primas. — ...pode vir no meu colo. Bom que pode treinar para quando for tirar a carteira.
Ismael sorriu, sem um pingo de vergonha ao demonstrar sua intenção perversa.
— Ótimo, quem quer vir no meu colo?
O ar estagnou. Lia hesitou, a timidez lutando contra o desejo. Mas Sara, a mais ousada e a que menos se importava com as regras, não deu tempo para a prima pensar.
— Eu! — Sara rapidamente levantou a mão.
Ela se virou para Lia com um brilho vitorioso nos olhos. Lia, por sua vez, apenas assentiu, um misto de decepção e alívio por não ter sido a escolhida para a proximidade tão descarada.
Sara não esperou. Ela contornou a lateral da caminhonete, o corpo esguio e bronzeado movendo-se com confiança. Ismael abriu a porta do motorista, e ela se aproximou dele, sentindo o calor exalado pelo corpo másculo antes mesmo de tocá-lo.
Ele sentou-se primeiro, com a perna direita esticada e o braço apoiado no console, criando um espaço convidativo.
Sara, sem pudor, deslizou para o colo dele.
O impacto foi imediato e avassalador. Não havia tecido suficiente no biquíni para amortecer o contato. Sara sentiu a textura fina do tecido da bermuda de praia Ismael contra a pele macia de suas coxas. Seus quadris repousavam diretamente sobre o membro grande do adulto.
Ismael soltou um suspiro baixo e rouco que só ela pôde ouvir. Ele moveu levemente a perna esquerda, forçando-a a se aninhar ainda mais perto.
— Muito bem, princesa — ele sussurrou perto do ouvido dela, e Sara estremeceu.
Ele a segurou pela cintura com uma mão firme, mas sem apertar, apenas o suficiente para que ela não pudesse se afastar, criando um cinto de segurança humano e terrivelmente íntimo.
Lia observava a cena, parada por um segundo antes de abrir a porta do passageiro.
O motor da caminhonete rugiu, e o trio seguiu para a praia.
—Então percebi que vocês duas são bem unidas. —Ismael puxou conversa, a voz grave e relaxada, mas seus olhos focados no retrovisor, observando a reação de ambas.
Sua palma, grande e firme, começou a se mover lentamente, deslizando pela pele sedosa e exposta da coxa de Sara, uma carícia proibida. A mão estava sobre a parte interna da coxa direita, fazendo movimentos de vai e vem chegando a encostar na sua bucetinha apenas coberta pelo biquíni.
— Sim, a gente se considera quase como irmãs — Lia respondeu, do banco do passageiro. Ela observava o movimento da mão de Ismael na coxa da prima com um sorriso próprio. Ela não estava com ciúmes, mas sim animada pela ousadia de Sara e desejo com a situação.
A mão de Ismael parou de deslizar. Agora, ele a apertava levemente, o toque se tornando um sinal de domínio silencioso.
— Muito lindo a relação de vocês duas, tão unidas — Ismael sorriu de canto, com uma astúcia perigosa. — Aposto que vocês contam tudo uma para a outra.
Ele estava lançando a isca, tentando descobrir se os encontros secretos que ele tivera com cada uma delas haviam sido compartilhadas entre ambas.
Sara apertou as pernas sutilmente, reagindo ao movimento da mão dele.
— Claro! Somos inseparáveis — Sara respondeu, com a voz firme. Ela lançou um olhar cúmplice para Lia.— Não existe segredos entre nós.
Com a confirmação, Ismael deslizou a mãe para de encontro com o grelhinho de Sara. A menina suspirou sentindo o polegar do homem esfregando contra seu botãozinho.
Lia, observava o dedo do adulto brincando o o clítoris de sua prima, ela apertou suas pernas se sentindo excitada.
— É muito importante ter alguém com quem você possa compartilhar segredos, principalmente nessa idade tão linda de vocês.— Ismael fala enquanto afasta o tecido do biquíni da menina expondo a bucetinha dela. Ele continua a dirigir enquanto belisca o grelinho de Sara, fazendo a menina gemer e deitar a cabeça em seu peito.
— Segredos são sempre mais excitantes quando são compartilhados com uma irmã, não é mesmo? — ele sussurrou para Sara. Ele então lançou um rápido olhar para Lia.
A caminhonete parou à beira da faixa de areia dourada. O ar vibrava com o calor e o som ritmado das ondas quebrando. Assim que Ismael desligou o motor, Sara e Lia não perderam tempo. Elas abriram as portas e correram, rindo, em direção à água salgada.
O mar estava cristalino e convidativo. As primas se jogaram nas ondas rasas, deixando que a água fresca lavasse a tensão da viagem.
Ismael ficou para trás, na areia, observando-as por um momento. Com movimentos lentos e deliberados, ele despiu a bermuda de praia, revelando uma sunga branca que pouco deixava à imaginação. Seu corpo musculoso e maduro era um contraste forte com as formas mais jovens e esguias das adolescentes de apenas 14 anos. Ele era a personificação do desejo adulto e proibido.
Então, ele seguiu para o mar, caminhando com a confiança de quem sabe o que quer e como conseguir. Ele não se juntou a Sara, que estava mais afastada; em vez disso, ele foi diretamente para Lia.
Lia estava brincando, pulando as ondas que batiam em sua cintura, quando sentiu duas mãos grandes e firmes apertando sua cintura por trás. O toque a fez ofegar, e ela se enrijeceu no abraço inesperado.
— Cuidado, menina linda. Você é muito baixinha, pode se afogar — Ismael sussurrou contra o ouvido dela, a voz grave abafada pelo som do mar.
O hálito quente dele arrepiou a pele de seu pescoço, e o corpo nu e úmido dele estava pressionado contra o biquíni molhado dela. O contraste entre a água fria e o calor repentino do corpo dele a deixou tonta. Ele a segurava firmemente, o que não era apenas um aviso, mas uma posse.
As ondas continuavam a bater, mas o som do mar parecia distante para Lia. Ela sentia o corpo quente e forte de Ismael pressionado contra suas costas, e não havia como ignorar a dureza proeminente de seu membro contra a pele úmida. O choque daquela proximidade proibida era eletrizante.
A mão esquerda de Ismael, antes na sua cintura, agora subia lentamente, deslizando pela lateral de seu corpo até encontrar seu pequeno mamilo. Ele a acariciou por cima dos pequenos triângulos de tecido molhado do biquíni. O contato direto era sutil, mas profundamente íntimo.
Lia soltou um suspiro involuntário, uma mistura de surpresa e deleite. Em vez de se afastar, ela se aninhou ainda mais perto do corpo dele, sentindo-se segura e vulnerável ao mesmo tempo naquelas mãos grandes.
— Sabe, eu não consigo esquecer nosso encontro de hoje de manhã — a voz sedutora de Ismael vibrou contra o ouvido dela, a proximidade era uma confissão. — Eu fiquei pensando no seu corpo, querendo tocá-lo, você fugindo de mim e eu querendo te seguir...
Ele a virou sutilmente, mantendo-a presa entre seu corpo e a forçando a olhar em seus olhos.
— Quando vi você e sua prima nesses biquínis minúsculos, não consegui pensar direito. Vocês duas estão me deixando louco.
O último sussurro foi uma admissão de derrota e desejo. O olhar de Ismael carregava a promessa de que ele não pararia até tê-las.
Lia sentiu o rosto esquentar e abaixou o olhar, seus olhos inevitavelmente caíram sobre a sunga dele. A água do mar tornava o tecido quase transparente, e ela viu claramente o membro enrijecido, notando a silhueta da glande pressionando a costura.
Era a segunda vez naquele dia que ela via o pau grande dele, e dessa vez, a timidez deu lugar a uma coragem impulsionada pelo desejo. Ela ia realizar sua vontade.
Com uma audácia que pegou até a si mesma de surpresa, os dedos de Lia tatearam a sunga molhada e tocaram a cabeça sensível do pênis dele.
— Porra... Sim. Hhm. — Ismael gemeu, o som rouco e quase inaudível, sentindo o choque elétrico dos dedos de Lia contra sua pele exposta. Ele fechou os olhos por um segundo, a surpresa rapidamente se transformando em intenso prazer.
A reação do homem deu a Lia a coragem que faltava. Ela segurou a borda da sunga e a puxou para baixo, liberando o membro completamente ereto. A água fria do mar não parecia esfriar o calor que irradiava dele. Ela o pegou na mão e, lembrando-se das instruções sussurradas de sua prima, começou movimentos firmes e rítmicos de cima para baixo.
O movimento da mão de Lia era cada vez mais rápido, e Ismael já estava completamente focado nela, quando, como se fosse invocada pelo pensamento, Sara surgiu.
—Priminha está brincando sem mim— Sara comentou com um sorriso malicioso.
Ismael abriu os olhos e sorriu para Sara, como uma raposa sagaz.
— Quer participar também, princesa? — Ismael perguntou, ofegante.
Sara sorriu, e o olhar entre as primas era de uma cumplicidade inquebrável, um acordo silencioso para explorar o limite máximo do proibido.
Os três saíram da água, deixando Ismael liderar o caminho até a porção de areia onde havia deixado uma canga.
Ele ficou em pé, imponente e nu diante delas, o membro ainda duro e pulsando. Sara e Lia, como se seguissem uma coreografia ensaiada, se ajoelharam diante dele na canga.
Sara, a mais ousada, não hesitou. Ela pegou o membro de Ismael e, com a ponta da língua, chupou a cabeça do pênis, fazendo-o suspirar.
Lia, seguindo o plano não verbal, concentrou sua atenção na base. Ela segurou as bolas dele com a mão e as levou à boca, chupando e lambendo seus testículos com uma devoção surpreendente, determinada a não ser ofuscada pela prima. Era delicioso sentir o pau salgado com a água do mar.
O calor da areia sob seus joelhos, o cheiro de sal e desejo, e o som ofegante de Ismael preenchiam a praia deserta.
Ismael, de pé sobre a canga macia, sentia o sol quente em seus ombros e o vento salgado em sua pele. Mas nada disso era páreo para a onda de satisfação que o inundava. O homem mais velho, acostumado a jogos de poder e controle, via seus mais íntimos e perversos sonhos se materializarem. Duas adolescentes e belas primas, sob o biquíni molhado, estavam ajoelhadas diante dele, dedicadas à sua satisfação.
A visão era a maior prova de sua grandeza e domínio.
Sara, com sua boca ousada e experiente, sugava a glande, o contato quente e úmido fazendo o sangue pulsar em suas veias. Ao mesmo tempo, Lia, a mais quieta, mostrava uma dedicação feroz, chupando suas bolas, uma carícia inesperada e profundamente excitante. Ismael puxou o laço que amarrava os biquínis das duas soltando os biquínis liberando os seios das duas jovens. As duas primas ao ar livre da praia com os seios de fora com apenas a calcinha do biquíni chupando e adorando o penis do homem.
Ismael soltou um gemido profundo, sentindo o prazer bruto daquela dupla. Ele não precisava se mover; bastava existir.
Com as duas mãos, ele alcançou as cabeças delas. Seus dedos grossos se enroscaram nos cabelos molhados de Sara, e a outra mão acariciou a nuca de Lia, forçando-as suavemente a um ritmo que o agradava.
— Ah, isso... Sim — ele ofegou, a voz grave e autoritária, mas embargada pelo prazer. — Vocês são incríveis, as duas. Juntas, trabalhando para agradar um homem mais velho.
Ele puxou a cabeça de Sara para trás momentaneamente, forçando-a a olhar para cima, para ele, com a boca ainda brilhante de saliva.
— Você, Sara, sempre tomando a iniciativa. Tão corajosa, tão dominante — ele elogiou, o tom de voz insinuando que, embora ela fosse dominante com a prima, ele era o dominador final. — Você nasceu para isso.
Em seguida, ele dedicou sua atenção a Lia, que continuava a concentrar-se nas bolas dele, provando sua dedicação silenciosa. Ele apertou a nuca dela com carinho possessivo.
— E você, Lia — ele murmurou, sentindo o calor e a umidade do beijo dela. — Tão tímida, tão doce. Parece que sua prima te ensinou bem, não é? Ou será que você só queria muito me agradar?
A pergunta era retórica e cheia de intenção. Ele estava regozijando-se com o fato de que, por mais unidas que fossem, o desejo dele as havia colocado naquela posição submissa e deliciosamente competitiva. Ele estava no centro, e elas eram devotas a ele.
Ismael sentiu o clímax se aproximar rapidamente, a pressão de duas bocas era demais. Ele afastou ligeiramente os quadris, gemendo alto.
— Não parem! Continuem, minhas meninas. Me mostrem o quão boas vocês são.
Ele fechou os olhos novamente, permitindo que a dupla dinâmica o levasse ao limite, sentindo o poder de ter suas fantasias pervertidas realizadas pelas duas novinhas lindas ajoelhadas na areia.
A sensação de ter duas bocas trabalhando em uníssono, dedicadas apenas à sua satisfação, levou Ismael ao limite em questão de segundos. Os elogios e as ordens mal conseguiam sair de sua garganta.
— Isso! Sim! Rápido, mais! — Ismael arfou, as mãos apertando as nucas delas com uma intensidade possessiva, garantindo que não se movessem.
Ele sentiu o tremor começar no fundo de sua barriga, subindo em uma onda incontrolável. Ele gemeu alto, um som gutural que se perdeu sobre o barulho do oceano.
— Eu vou… Aaa SIM — ele gritou, e com um espasmo violento dos quadris, jorrou.
Ismael fez questão de marcar seu território, direcionando o jato espesso e quente diretamente para os rostos das adolescentes ajoelhadas.
Sara, com sua boca ainda úmida e o rosto respingado, não se encolheu. Ela soltou uma risada baixa, maliciosa, olhando para Lia. Lia, por sua vez, sentiu o líquido quente escorrer pela sua testa e bochecha. Longe de sentir nojo, ela e Sara trocaram um sorriso brincalhão e sapeca, cheias de alegria pela experiência e pela sujeira deliciosa. Elas lamberam os lábios, como se o sabor fosse a melhor sobremesa que as duas poderiam experimentar.
Ismael relaxou, ofegante, sentindo a fraqueza momentânea pós-orgasmo. Ele esticou a mão, pegando a canga para limpar-se, mas antes de cobrir sua nudez, ele olhou para as duas primas, sorrindo com um prazer vitorioso.
— Uau — ele conseguiu dizer, sua voz ainda rouca. Ele alcançou a cabeça de Lia e virou seu rosto, limpando-a com a ponta do polegar. — Vocês duas são fogo. Absolutamente selvagens.
Ele observou os rostos delas, ainda com um brilho úmido, os olhos brilhando com a adrenalina.
Ismael cruzou os braços e as fitou com um olhar que misturava divertimento e uma curiosidade perigosa. A dinâmica de poder precisava de uma última provocação.
— Deixe-me perguntar uma coisa, minhas lindas e sapecas. Depois de um desempenho desses... — Ele fez uma pausa, o sorriso dele se alargando. — Vocês ainda são virgens?
•••
Ismael segurava os braços de Sara,puxando Sara contra seu corpo. Seus braços envolveram-na firmemente, segurando-a pelos cotovelos, enquanto seu peito suado e tonificado se pressionava contra as costas nuas dela. O membro dele, embora não estivesse mais em sua plenitude máxima, ainda era uma presença dura e pulsante, e ele o posicionou entre as coxas de Sara.
As coxas da adolescente se apertaram instintivamente em volta do pau dele, esfregando deliciosamente contra a abertura de sua vagina úmida. Sara gemeu, um som agudo e prazeroso, sentindo a fricção e a dureza do homem mais velho contra sua pele sensível e excitada.
— Está gostoso, princesa? — Ismael perguntou contra o ouvido dela, a voz grave com um timbre de absoluta satisfação.
— Aah, sim! É muito, muito bom — Sara ofegou, inclinando a cabeça para trás no ombro dele, entregue ao prazer.
Enquanto isso, Lia, estava de frente para a prima, a vista de Ismael atrás de Sara aumentando sua excitação. Lia estava chupando os mamilos de Sara, alternando entre morder suavemente e lambê-los, enquanto apertava e massageava os seios pequenos, mas macios, da prima.
Ismael se deleitava na tortura das preliminares, querendo aproveitar o máximo possível daquele paraíso sexual. Ele se esfregou mais algumas vezes contra a abertura de Sara, até que sentiu suas bolas doerem com a intensidade do desejo represado. Era hora de concretizar a fantasia que tivera desde que vira a menina de 14 anos pela primeira vez.
Com um rugido baixo, ele segurou Sara firmemente pela cintura e a moveu. Usando a umidade do atrito anterior, ele posicionou a cabeça de seu membro, dura como aço, bem na entrada da bucetinha de Sara.
— Está pronta, princesa, para me receber? — Ismael perguntou, lambendo e sugando o lóbulo da orelha dela, o hálito quente e o cheiro salgado do mar misturados.
— Sim! Por favor. Me come. —Sua voz era um sussurro de pura súplica.
Ismael não avançou com pressa. Ele empurrou vagarosamente, sentindo a resistência da entrada de Sara e, em seguida, a recepção incrivelmente apertada. O controle que ele exercia sobre o momento era uma forma de tortura para os três.
— Porra, princesa, você é muito apertada — Ismael gemeu, sua voz embargada pela sensação intensa. Ele parou, a cabeça de seu membro completamente dentro, sentindo-se envolvido pela juventude dela.
Ele puxou o quadril lentamente.
— Hhhm... uma buceta deliciosa, molhadinha. Aaaah, isso é muito bom.
Sara gemeu de novo, sentindo sua abertura ceder e se alargar ao redor do comprimento volumoso e quente do homem. Ele entrava com uma lentidão que era uma deliciosa tortura. O choque da dor momentânea se misturava instantaneamente com uma onda de prazer profundo e avassalador que se irradiava de seu centro. Mesmo não sendo mais virgem, Ismael era um homem grande e Sara não estava acostumada.
Lia, que estava ajoelhada de frente para a prima, mantinha-se totalmente envolvida. Ela continuava a massagear os seios macios de Sara, os dedos apertando o mamilo sensível, observando cada centímetro do pau de Ismael deslizar para dentro de sua prima. Lia estava admirada, excitada e animada, sentindo-se parte daquele momento íntimo.
— Como você está se sentindo? — Lia perguntou à prima, sua voz um sussurro urgente.
Sara cerrou os dentes.
— É… aaah. Tão bom, Lia. O pau grande dele entrando é incrível — ela respondeu com dificuldade, ofegando.
Ismael, ao ouvir a excitação das duas, empurrou mais um pouco, ainda devagar, até sentir que estava quase na totalidade. O corpo de Sara estremeceu. Se Ismael não a estivesse segurando firmemente pela cintura e pelos braços, ela teria caído, incapaz de suportar a intensidade do prazer combinado com a penetração completa.
Ismael esperou que ela se acostumasse, os corpos colados, ele no controle absoluto, pronto para iniciar o ritmo.
Ismael não aguentou mais a pausa. Com um gemido gutural, ele começou a se mover. Mesmo sabendo que Sara não era virgem, a recepção incrivelmente apertada de sua juventude o fazia sentir como se estivesse penetrando-a pela primeira vez. Ele começou com estocadas lentas e profundas, fazendo os quadris de Sara balançarem contra ele.
— Ah, caralho! — Ismael grunhiu, o prazer tão intenso que era quase dor. — Você é a menina mais apertada que já senti, princesa. Mais que uma virgem!
Sara agarrou-se aos braços dele com mais força, a dor da penetração profunda se transformando em um prazer esmagador.
Lia, que observava a penetração com o rosto corado pela excitação, não podia mais se contentar em apenas massagear. Ela desceu o olhar dos seios de Sara para o centro da ação.
Lia se inclinou para a frente, e, num gesto de intensa cumplicidade e desejo, ofereceu sua boca para Sara. As duas primas se beijaram profundamente, trocando respirações ofegantes e sussurros úmidos de prazer, enquanto Ismael estocava Sara por trás. A estimulação tripla elevou o prazer de Sara a um nível vertiginoso.
Mas Lia tinha um plano mais direto. Ela quebrou o beijo e, deslizando para baixo, posicionou-se na frente de Sara. Sua boca, agora aquecida e úmida, desceu. Os olhos de Lia se fecharam em concentração enquanto ela começou a chupar o clitóris da prima, ritmada pelas estocadas profundas de Ismael.
A mente de Lia estava em um turbilhão: a visão, o sabor, a excitação de Sara gemendo alto sob o toque duplo. A cada estocada de Ismael dentro da prima, a ansiedade de Lia aumentava, fervendo na expectativa de que ela seria a próxima.
Sara estava no ápice da sensação, dividida entre o prazer bruto de Ismael preenchendo-a e a língua de Lia excitando seu clitóris. Foi nesse momento que ela sentiu uma mudança no ritmo de Ismael, seus movimentos se tornando mais urgentes e poderosos.
Sara atingiu seu limite. O estímulo duplo — Ismael estocando-a fundo por trás, enquanto Lia a levava ao delírio com a boca em seu clitóris — era uma sobrecarga sensorial. Seu corpo se arqueou violentamente, e ela soltou um grito longo e agudo, um som que não era de dor, mas de um prazer extático e incontrolável que se propagava pelo escritório.
Seu corpo reagiu ao pico do prazer. Os músculos internos de sua vagina se contraíram em espasmos poderosos, e ela ficou subitamente mais úmida.
Ismael sentiu a explosão dela imediatamente. Seu pênis, preso nas profundezas da jovem, foi esmagado e massageado pelas contrações rítmicas do orgasmo de Sara. Ele soltou um gemido selvagem.
— Porra, princesa! Você está esmagando meu pau! — ele rosnou, a voz grave e quase desesperada, mas cheia de satisfação.
O orgasmo dela o apertava de tal forma que ele parecia afundar ainda mais dentro dela. Ele segurou Sara pela cintura com mais força, cravando os quadris para não perder um segundo daquela sensação.
Lia, que tinha a boca no clitóris da prima, sentiu o corpo de Sara tremer e a umidade aumentar. Ela não parou; ao contrário, a reação da prima a excitou ainda mais, e ela sugou com mais vigor, garantindo que Sara fosse levada por múltiplas ondas de prazer.
Ismael, sentindo o prazer da jovem e o aperto intenso, começou a aumentar o ritmo, as estocadas se tornaram mais rápidas, selvagens e profundas. Ele estava pronto para o próprio clímax, impulsionado pelo êxtase de Sara.
Lia parou de chupar a prima e recuou, ofegante. Ela se sentou na areia, hipnotizada pela cena sexual intensa à sua frente. Sara, os olhos semicerrados em puro prazer, e Ismael, um homem de força e desejo, movendo-se em um ritmo frenético. O sorriso de Lia era de admiração e excitação pura.
Foi nesse instante que um som estranho perfurou a bolha de luxúria. O toque estridente de seu celular.
Todo o corpo de Lia gelou, a adrenalina substituindo o êxtase. Ela se apressou para pegar o telefone na toalha, vendo o nome da mãe na tela.
— Droga, é a minha mãe — ela sussurrou, a voz tensa.
Ismael, no entanto, sequer piscou. Ele estava em uma missão e não seria a ligação de uma mãe preocupada com sua filhinha de 14 anos que iria atrapalhá-lo a atingir seu êxtase. Ele continuou metendo em Sara com a mesma ferocidade.
Lia atendeu, tentando controlar a respiração.
— Oi, mãe. Eu estava na água, por isso não te atendi antes.
— Vocês já estão voltando? Está ficando tarde — a mãe perguntou, a voz inocente, ignorante a tempestade sexual que acontecia.
— Nossa, a gente nem percebeu que já estava tarde. É... já estamos terminando, eu acho — Lia respondeu, seus olhos fixos em Ismael e Sara.
A adrenalina de ser pego parecia excitar Ismael ainda mais. Ele olhou por cima do ombro de Sara para Lia, um sorriso predatório no rosto, e aumentou o ritmo das estocadas com uma força impressionante.
Sara sentiu a mudança no homem e o perigo iminente. Ela levou a mão à boca, tentando abafar seus gemidos para que não escapassem e a mãe de Lia pudesse escutar pela ligação.
— Pois se apressem para voltar. Eu sei que brincar na praia é muito gostoso, mas preciso de você aqui.
— Eu sei, mãe. Estamos indo — Lia respondeu, nervosa.
— Ah, antes de desligar, onde você colocou aquelas joias que pedi para você guardar? — A mãe mudou de assunto, mantendo a ligação e elevando o pânico de Lia.
Lia olhou para Ismael em pânico, procurando ajuda, mas ele apenas sorriu, os olhos fechados em concentração. Ele estava no seu limite, o aperto de Sara em seu pênis era insuportável.
Com um último e poderoso empurrão, Ismael enterrou-se totalmente dentro de Sara, segurou sua cintura e finalmente liberou seu gozo. Ele jogou a cabeça para trás e soltou um gemido grosso e rouco que ressoou no ar da noite.
— Mãe, eu acho que está na minha bolsa, dentro da mala. Quando eu chegar, eu te mostro. Tchau! — Lia falou rapidamente, quase gritando, com medo de que o gemido final do homem tivesse sido ouvido.
— Ok… — A mãe não teve tempo de se despedir e a ligação foi encerrada abruptamente.
Lia respirou fundo, fechando os olhos em alívio.
Sara, agora livre para vocalizar, soltou um "Aaaaah" longo e alto, sentindo a plenitude do clímax do homem dentro dela e o calor do esperma preenchendo-a. A adrenalina de quase ser pega, combinada com a ejaculação de Ismael em seu interior, fez com que ela sentisse a possibilidade de ter outro orgasmo imediato.
— Você está bem, prima? — Lia foi até Sara, que estava deitada na areia, o corpo exausto, mas a pele brilhando.
— Estou maravilhosamente bem — disse Sara, sorrindo. — Foi o melhor sexo que eu já tive na minha curta vida.
Sara estava em êxtase pós-sexo. Enquanto ela se revirava na areia macia, o gozo quente de Ismael escorria de suas pernas, caindo na areia, uma prova da posse.
Lia riu da resposta da prima e a ajudou a se levantar. Os três precisavam voltar rapidamente para casa. Elas arrumaram suas coisas na bolsa apressadamente, sequer vestindo os biquínis molhados, apenas os segurando nas mãos enquanto iam para a caminhonete.
— Vocês duas me deixam louco. Nem percebi que já estava tão tarde — Ismael disse, olhando para o sol no horizonte, que já estava quase desaparecido. — Se não fosse minhas obrigações de adulto, eu ficaria até o outro dia aqui com as duas.
Ele acariciou o rosto de ambas as jovens com ternura possessiva.
— Lia, eu queria muito minha vez com você, mas forças maiores nos impediram. Mas nessa volta para casa, quero você no meu colo.
Lia sorriu. Embora decepcionada com a interrupção, ela ficou animada com a promessa de Ismael.
As portas do carro bateram. Ismael ligou o motor com Lia ainda nua em seu colo. Ele dirigiu devagar no caminho de volta. Os dedos de Ismael, começaram a massagear seu clitóris. Lia estava com a cabeça aninhada em seu peito suado, gemendo suavemente com a sensação gostosa da masturbação do homem mais velho.
Para aumentar a intensidade, Ismael enfiou um dedo dentro dela. Ele sentiu o quão apertadinha ela era e gemeu de frustração por ter perdido a oportunidade de fode-la na praia.
Infelizmente a viagem acabou quando o carro estacionou na garagem escura. Sara vestiu rapidamente seu biquíni e tentou se arrumar, alisando o cabelo e tentando não parecer que tinha acabado de ser fodida na praia pelo amigo de seu pai.
Ismael, no banco ao lado, ajudou Lia a se vestir, que ainda estava em seu colo. O corpo magro e pequeno da adolescente parecia ter sido feito para se encaixar perfeitamente no seu. Quando Sara terminou de se arrumar, ela abriu a porta do carro e saiu, deixando Lia e Ismael a sós.
Ismael cheirou o pescoço de Lia, banhado pelo sal do mar e pelo sol.
— Eu não paro de pensar em como quero ter você — ele confessou contra a pele dela, abraçando-a.
— Eu também — Lia respondeu, sua voz quase inaudível.
— Na virada do ano, passa comigo. Quero ficar sozinho com você — ele pediu, a voz cheia de promessa e luxúria.
— Sim, também quero ficar só com você — Lia respondeu, emocionada e apaixonada. A garota nunca pensou que teria um homem como Ismael a desejando e fazendo tal pedido. Lia estava caindo completamente na fantasia do desejo e luxúria que a relação perigosa com Ismael trazia.
Ismael trouxe o rosto de Lia para perto do seu e a beijou. Foi um beijo lento, molhado e cheio de desejo e promessas do que o futuro traria.
— Agora vá, antes que sua mãe apareça e tire minha linda menina das garras do lobo mau. Ah e não use calcinha essa noite. — Ismael brincou, liberando a jovem que escapou de seus braços, correndo para dentro da casa, o coração acelerado pela aventura e pela antecipação.
•••
Já era noite e a casa estava agitada. O aroma de comida festiva e música preenchiam o ar. Lia estava em seu quarto, que dividia com Sara e as duas tias-avós, se preparando para a festa de Réveillon da família.
Ela se olhava no espelho, admirando-se. Tinha acabado de sair do banho, e sua pele estava sedosa e hidratada. Ela vestia um vestido que parecia feito para ela. A peça era de um branco puro, com um brilho acetinado que sugeria seda, conferindo um caimento suave.
O vestido possuía um decote em V profundo. As alças finas e longas se uniam na nuca em um delicado laço de fita, deixando suas costas à mostra. A área do busto era delicadamente franzida e estruturada com um leve drapeado, com um detalhe sutil na borda do decote. Com corte império ou babydoll, o tecido caía solto em uma saia rodada e fluida, de comprimento mini (acima do joelho). Era um vestido que exalava sensualidade delicada e inocente.
Seu cabelo estava preso em um coque alto e usava brincos de pérola. Seu rosto era puro e inocente, sem excesso de maquiagem, usando apenas um rímel discreto, blush e um gloss vermelho sabor morango que realçava seus lábios.
— Você parece um anjo — Sara falou, surgindo atrás dela.
Sara colocou um colar dourado no pescoço de Lia, completando o visual. Ela sorriu para a prima, a cumplicidade da tarde na praia vibrando entre elas.
— O Ismael não vai tirar os olhos de você.
Sara beijou o pescoço de Lia. O olhar entre elas era de um entendimento profundo: Lia era a atração da noite, o próximo prêmio, e Sara era a arquiteta por trás da sedução.
O burburinho da festa de Réveillon preenchia a sala principal da casa, mas o foco de Lia estava em apenas uma pessoa. Ela terminou de se aprontar e desceu a ampla escadaria, sentindo o cetim sedoso do vestido deslizar por sua pele e a sensação travessa de não esta de calcinha como mandou Ismael.
Como se fosse chamado pelo seu pensamento, Lia avistou Ismael sentado em um dos sofás, perto da televisão conversando animadamente com os homens da família, incluindo seu pai. Ele segurava um copo com bebida, a postura relaxada e masculina.
No instante em que Lia começou a descida, Ismael levantou o olhar.
Ele a viu, e o copo parou a meio caminho dos lábios. O desejo bruto que ele sentiu por ela na praia, a sensação de seu corpo em seu colo, colidiu violentamente com a visão de agora: Lia estava deslumbrante, parecendo uma jovem inocente dama, pronta para ser capturada pelo "lobo mau".
O vestido branco, etéreo e puro, contrastava com a chama luxuriosa em seus olhos. O coque alto e o rosto limpo, realçado apenas pelo toque vibrante do gloss,formavam um contraste impressionante com a memória vívida do que ele havia sentido em seu colo no carro. Lia eram a personificação de que ela era um sonho de todo homem. Ismael prometeu a si mesmo que ela seria dele naquela noite.
A tensão era palpável, mas apenas para eles. Ismael bebeu um gole longo, usando o copo para disfarçar a intensidade de seu olhar.
— Filha! — O pai de Lia, Benjamin, interrompeu a conversa, levantando-se para ir abraçar a filha. — Você está encantadora.
— Obrigada, pai.
— Mas como ela está crescida, Benjamin! Já está até usando maquiagem — comentou um dos tios-avôs de Lia, examinando-a.
— É só blush e gloss, Tio — Lia respondeu, com um rubor que a deixava ainda mais adorável.
Seus olhos, no entanto, não estavam nos tios. Eles foram direto para Ismael, que ainda a observava com uma intensidade que a fazia tremer. Quando ela mencionou o gloss, Lia olhou diretamente para os lábios dele. Ela escolheu aquele gloss de morango pensando exatamente em Ismael, na esperança de que ele sentisse o gosto em seus lábios mais tarde. Era uma sedução juvenil, inocente na aparência, mas calculada no desejo.
Ismael sorriu, um leve erguer de canto dos lábios que só Lia entendeu. Ele havia captado a mensagem.
Lia já estava quente de desejo. Sem calcinha sob o vestido de cetim, ela sentia sua excitação escorrer pelas pernas, uma umidade sutil que a urgia a agir.
Ela pediu licença aos homens da casa e foi atrás de sua mãe, encontrando-a perto da piscina, onde as luzes coloridas refletiam na água.
— Mãe! — Exclamou Lia, aproximando-se.
— Lia, finalmente você chegou. Pensei que teriam dormido de novo — A mãe de Sara brincou, referindo-se ao "cansaço" da viagem à praia.
Sara, que estava sentada perto de sua mãe, riu da inocência, mal sabendo que esse cansaço era, na verdade, resultado de uma tarde completa de luxúria e muito sexo.
— Mãe, posso falar com você rapidinho?
Lia puxou a mãe para falar a sós.
— Mãe, eu não quero ir assistir à queima de fogos — Era tradição da família assistir ao show de fogos na passagem de ano que acontecia perto da casa. — Você sabe que eu tenho sensibilidade auditiva, e esses eventos sempre me deixam com dor de cabeça e doente depois... Eu queria ficar aqui.
Lia pedia à mãe, na esperança desesperada de que seu plano funcionasse.
— Meu amor, eu entendo, mas não quero te deixar sozinha aqui. Todo mundo vai, e você aqui sozinha pode ser perigoso.
— Mas, mãe... — Lia já estava tentando fazer outra súplica quando uma voz familiar a interrompeu, vinda da porta de vidro que dava para a área da piscina.
— Eu posso ficar aqui com ela — Ismael disse, entrando na conversa.
A mãe de Lia virou-se, surpresa.
— Ah, Ismael, você é um anjo! Mas não quero te atrapalhar.
— Não será problema nenhum — Ismael respondeu, aproximando-se com aquele sorriso sedutor. — Eu também não gosto desse momento dos fogos, e vai ser melhor ficar aqui na casa.
— Você já se disponibilizou para levar as meninas para a praia, agora isso... vou me sentir mal.
— Não precisa. Na verdade, eu que estou me aproveitando dessas situações para benefício próprio — ele confessou, piscando levemente.
A mãe de Lia riu, achando que era apenas uma piada educada do homem, sem perceber a verdade nua e crua por trás da confissão.
— Ótimo, se não for um problema para você.
A aprovação estava dada. Sara sorriu maliciosamente, Lia suspirou aliviada, e Ismael lançou um olhar para a jovem que dizia: você já é minha
A família começou a se despedir para ir ao ponto de observação da queima de fogos. O pai de Lia deu as últimas instruções.
— Lia, querida, não abra a porta para ninguém, certo? A chave de segurança está na estante. Ismael, amigo, se precisar de alguma coisa, não hesite em me ligar. Não demoraremos muito.
— Fique tranquilo, Benjamin. Cuidarei de sua linda filha.— Ismael respondeu com um sorriso perigosamente genuíno, sua mão repousando casualmente nas costas de Lia.
Sara foi a última a sair. Ela parou ao lado da prima e, disfarçando com um abraço de despedida, sussurrou em seu ouvido.
— Seja boa, anjo. E divirta-se. Muito.
Lia apertou a mão de Sara, um olhar de gratidão e nervosismo. Sara sorriu, cúmplice, e saiu.
O ranger do portão eletrônico da garagem fechando-se ecoou pela casa, e, de repente, um silêncio opressor caiu sobre o grande ambiente. O som da música ambiente e das luzes piscantes do Réveillon eram as únicas testemunhas do que estava por vir.
Lia ficou parada, os olhos fixos na porta. Seu coração estava martelando no peito, e a urgência em seu ventre a fazia tremer.
Ismael fechou a porta com um clique decisivo. Ele se virou para Lia, e o sorriso sumiu de seu rosto, substituído por uma expressão de desejo puro e não filtrado. Não havia mais a necessidade de fingir.
— Boa menina, hein? — Ismael disse, dando um passo lento em direção a ela. — Seu pai acha que sou um anjo por cuidar de sua filha, mas nós dois sabemos que o lobo finalmente conseguiu afastar o rebanho.
Ele a alcançou, e Lia não hesitou. Ela se lançou nos braços dele, sentindo o perfume familiar de colônia masculina e desejo. Ismael a segurou pela cintura, trazendo-a para perto.
— Você estava me torturando naquela escada — ele sussurrou, a voz rouca, antes de seus lábios encontrarem os dela.
O beijo era urgente, intenso e faminto, nada como a promessa suave do carro. Ismael sugou o lábio inferior de Lia, sentindo o sabor doce de morango do gloss que ela escolhera para ele.
Ele se afastou apenas para fitá-la, seus olhos ardendo.
— Você veio preparada para mim, não é? Sem calcinha.
—Sim
— Onde vamos começar a nossa virada? — Ismael pergunto.
— Eu sei de um lugar perfeito — Lia respondeu, enterrando o rosto em seu pescoço.
Lia o orientou, levá-lo pela mão. Ela o as escadas em seguida, subiu a escada até o último andar, o terraço que abrigava o jardim planejado de seu avô.
Ao chegarem ao topo, Ismael admirou rapidamente o jardim bem cuidado sob o céu estrelado, mas logo se voltou para a garota. A vista da cidade iluminada e do oceano era secundária ao seu desejo por ela.
Ele estava no comando. Sem avisar, Ismael a virou para ele, pegando-a pela cintura e levantando-a. Lia, já esperando, envolveu as pernas ao redor de sua cintura, agarrando-se a ele enquanto o beijava apaixonadamente.
Ismael dominou sua boca com luxúria e desejo reprimido. Sua língua era voraz, explorando cada canto da boca de Lia, provando o sabor do morango e da sua própria urgência. Ele pressionou Lia contra o muro baixo do terraço, sentindo o tecido do vestido escorregar e o contato direto de sua pele nua.
— Aqui, onde todos podem nos ver? — Lia sussurrou, tímida mas excitada com exibicionismo.
— Não podem nos ver — Ismael ofegou — Mas se pudessem, eu não me importaria.
O vento frio da noite no topo do prédio era um contraste delicioso com o calor que irradiava dos corpos deles.
Ismael não perdeu mais tempo. Ele a manteve suspensa, o corpo de Lia pressionado contra o dele.
Ismael a tirou do muro e a levou até o centro do jardim. Ele a sentou na longa mesa de mármore. Lia estava em êxtase. Suas pernas esguias o abraçavam, puxando-o para mais perto dela. Ela sentia seu membro duro, pulsando e quente, ainda preso dentro da calça dele, pressionado firmemente contra sua buceta desnuda.
— Aaah, Ismael — ela gemeu, esfregando-se na dureza do homem, a umidade dela penetrando o tecido da calça dele.
Ismael precisava de controle, mesmo não sendo mais virgem ela ainda era só uma menina de 14 anos. Ele se separou dos lábios da jovem, descendo o olhar para a própria cintura.
— Olha como você está encharcada — Ismael sussurrou, a voz cheia de admiração e desejo.
Ele olhou para a mancha escura e úmida que a buceta molhada de Lia havia deixado no tecido cinza de sua calça. A visão da prova do desejo dela só serviu para atiçá-lo ainda mais.
Ismael não aguentou mais. Com um movimento rápido e decidido, ele abriu o zíper da calça e puxou-a para baixo. Seu pênis ereto e volumoso saltou para fora, uma presença poderosa sob as luzes fracas do jardim.
Lia não desviou o olhar; em vez disso, tornou-o um desafio. Sua mão desceu com ousadia e envolveu o membro dele, sentindo a veia pulsar sob a ponta dos dedos, uma força bruta contida sob a pele lisa e quente.
— Eu quero você dentro de mim — ela sussurrou. A brancura virginal do seu vestido de cetim era uma contradição absoluta à súplica faminta em seus olhos.
— E você terá cada centímetro — prometeu Ismael, a voz vibrando como um trovão baixo.
Ele se posicionou entre as pernas dela, que se abriram sobre o mármore frio da mesa, criando um convite úmido e irresistível. Ismael não a possuiu de imediato; ele apenas roçou a cabeça de seu membro contra a entrada dela, espalhando a própria umidade de Lia por seu centro sensível. Ela soltou um gemido sôfrego, o corpo arqueando-se em busca de preenchimento.
Ismael mergulhou o rosto no pescoço dela, seus dedos encontrando o laço de fita que sustentava o vestido. Com um puxão firme, ele desamarrou o nó, deixando as alças caírem. O busto de cetim deslizou, libertando os pequenos seios de Lia sob a luz prateada do luar. Ismael soltou um grunhido de pura apreciação.
— Estou obcecado por eles desde manhã — ele confessou, a respiração quente queimando a pele dela enquanto continuava a tortura rítmica de esfregar-se nela sem entrar. — Vê-los sob aquele sutiã branco, os mamilos rosados pressionados contra o tecido... foi uma tortura deliciosa.
— Mas eles são tão pequenos… — Lia murmurou, a insegurança juvenil aflorando diante do olhar predatório do homem.
— Shhh… — Ismael calou-a, pressionando um dedo contra os lábios manchados de gloss de morango. — Você não sente o quanto estou excitado? Eles são perfeitos, Lia. Pequenos, firmes e juvenis. Homens como eu perdem a cabeça por isso.
Para provar seu ponto, ele abocanhou um dos mamilos, sugando e provocando com a língua enquanto os dedos da outra mão apertavam o outro mamilo arrebitado. Lia cravou as unhas nos ombros dele, a voz perdendo-se em um "Aaah" agudo.
— Perfeita — ele gemeu contra a carne dela, soprando o mamilo úmido para fazê-la estremecer de frio e prazer.
Ismael olhou para o relógio no pulso. O tempo havia acabado. O mundo lá embaixo estava prestes a explodir, e ele faria o mesmo dentro dela. Ele segurou a cintura de Lia com firmeza e posicionou-se para o golpe final, começando o sussurro da contagem regressiva:
— Cinco… quatro… três… dois… um.
No instante em que o primeiro flash de luz rasgou o céu noturno, Ismael empurrou o quadril com força total. O preenchimento foi absoluto. Lia jogou a cabeça para trás, a garganta expondo um grito que foi engolido pelo estrondo dos fogos de artifício. Pela primeira vez, ela sentia o que era ser possuída por um homem de verdade.
— Aaah, meu Deus! — ela ofegou, as unhas cavando nas costas dele.
— Porra, menina… você é muito apertada — Ismael gemeu, os olhos fechados em uma careta de prazer quase doloroso. Suas paredes internas o esmagavam com tanta força que ele sentia cada batida do próprio coração dentro dela. — Você é um vício, Lia.
Ismael não conseguiu manter a lentidão por muito tempo. O aperto de Lia era um convite ao caos, e ele cedeu. Ele começou as estocadas rápidas, o som da carne se encontrando ritmado pelo estouro dos fogos de artifício que agora atingiam o ápice, colorindo o céu de todas as cores possíveis.
Ele inclinou o rosto, encostando os lábios no ouvido de Lia, sua voz saindo como um rosnado sujo:
— Você me fez perder o controle, sua putinha. Você foi feita para ser fodida assim, sabia? Para ser preenchida por um homem que sabe o que fazer com você.
Ele detalhava cada sensação, descrevendo como o corpo dele entrava e saía dela, perdidos naquela relação proibida. Ismael sempre fora viciado na emoção do limite, no perigo de ser pego, e estar ali, no jardim ao ar livre com uma menina tão jovem e inexperiente, o levava ao delírio. Ele sentia uma luxúria sombria ao lembrar que o pai dela havia saído de casa dando sua "bênção" para que ele cuidasse da filha.
— O seu pai confia em mim... e olha o que eu estou fazendo com a garotinha dele. Eu estou te comendo no topo da casa dele.
Lia gemia alto, a cabeça balançando de um lado para o outro. Ismael a puxou pelo queixo, forçando um beijo profundo e voraz. Ele queria sentir novamente o gosto do gloss de morango. Enquanto a fodia com selvageria, ele percebeu que aquele sabor seria sua ruína; agora, toda vez que sentisse o cheiro ou o gosto de morango, sua mente seria inundada por imagens obscenas de Lia nua sob o luar, entregando-se a ele.
Lia envolvia as pernas com ainda mais força na cintura dele, as unhas cravadas em suas costas, sentindo que estava prestes a explodir.
O céu tornou-se um borrão de luzes brancas e estrondos finais. Ismael sentiu o canal de Lia pulsar freneticamente ao redor de seu membro, um sinal claro de que ela havia chegado ao limite.
— Agora, Lia! — ele rugiu.
Ambos atingiram o orgasmo juntos, um choque de prazer que pareceu paralisar o tempo sob as luzes coloridas do céu de Ano Novo. Lia gritou o nome dele, perdendo os sentidos por alguns segundos enquanto sentia o jato quente de Ismael preenchê-la por dentro. Ismael se enterrou nela uma última vez, o corpo tremendo, liberando tudo o que havia contido durante o dia inteiro.
Eles ficaram ali, ofegantes, enquanto a fumaça dos fogos se dissipava lentamente, deixando apenas o silêncio cúmplice da noite e a promessa de que aquele era apenas o começo de um ano muito perigoso.
•••
Ismael acomodou-se no sofá de madeira, com almofadas estampadas vibrandetes de flores coloridas. Ele sentou-se com as pernas bem abertas, uma postura de domínio absoluto, enquanto Lia se ajoelhava entre suas coxas. Com uma entrega total, a jovem segurou o membro dele, dedicando-se a limpá-lo com a boca. O sabor dele em sua língua a incendiava; ela sentia sua própria excitação escorrer, sua buceta encharcada pressionada contra o chão frio do terraço.
Ismael mantinha a mão firme no pescoço dela, não com força, mas com a autoridade de um professor orientando sua aluna mais aplicada. Ele ditava o ritmo, ensinando-a como melhor agradar, como satisfazer cada desejo de seu mestre. Lia buscava sua adoração; ela queria ser a melhor para ele.
— Muito bem! Sim, menina, sim — Ismael elogiou, a voz grave vibrando no peito. — Boa menina. Muito bom.
Sob o toque e o empenho de Lia, o pênis de Ismael não demorou a ganhar vida, endurecendo novamente como aço.
Satisfeito com o progresso dela, Ismael a levantou com facilidade e a puxou para seu colo. Lia ficou de costas para ele, sentindo o peito largo do homem pressionado contra sua espinha. Com as mãos trêmulas de antecipação, ela guiou o membro volumoso de Ismael até sua entrada, descendo devagar, sentindo cada centímetro penetrar seu buraco apertado.
— Sim... hmmm... você é uma menina perfeita — Ismael sussurrou ao pé do seu ouvido, sua mão grande e quente espalmada contra a barriga plana e jovem de Lia. — Maravilhosa. Você me deixa muito satisfeito.
Ismael percebia como as palavras agiam sobre ela. Lia se arqueava a cada elogio; a dinâmica de dominação era o combustível que a fazia queimar. O prazer dela vinha da confirmação de que estava agradando ao homem que agora a possuía por trás. Ela era a pequena pupila, e ele, o mestre que a moldava segundo sua própria luxúria.
Lia começou a se movimentar no colo dele, subindo e descendo com uma urgência renovada, enquanto Ismael a segurava firmemente, controlando a profundidade de cada estocada e celebrando a perfeição daquela união proibida no silêncio da noite.
A atmosfera no jardim atingiu um nível de depravação psicológica que superava o prazer físico. Ismael, sentindo o poder que exercia sobre a mente da jovem, não poupava as palavras enquanto ela cavalgava sobre ele sob o luar.
— Pequena maravilhosa, tão boa para mim, mas uma menina tão malvada para seus pais... — Ismael sussurrou, as mãos grandes apertando e brincando com os mamilos de Lia, que estavam rígidos como pedras. — Como eles iam reagir vendo a filhinha tímida deles aqui, cavalgando no meu pau e gemendo como uma putinha?
— Aaaaah! — Lia soltou um gemido agudo, a provocação dele agindo como um chicote em seus sentidos.
— Olha como você está me apertando... isso te excita, não é? Ser uma menina malvada que só quer saber de agradar o seu homem. — Ele segurou o quadril dela com força e aumentou o ritmo das penetrações, fazendo o corpo de Lia sacudir no colo dele. — Acho que, no fundo, você quer se exibir. Mas isso é só para mim, não é?
— Sim! Eu quero ser vista... aaaah... sendo possuída por você! — Lia confessou entre suspiros, perdendo-se completamente na personagem que Ismael criara para ela.
Ismael inclinou-se e abocanhou a orelha dela, a voz saindo gutural:
— Quando te vi pela primeira vez, sabia que você era uma putinha de verdade. Só uma garota assim passaria o dia todo nesse ritmo. Sexo o dia inteiro e, mesmo depois da meia-noite, você ainda está aqui, cavalgando no meu pau grande sem querer parar.
— Eu quero seu pau... só você... aaaaah! — Lia atingiu seu clímax final, o corpo travando em espasmos violentos enquanto as paredes de sua buceta ordenhavam Ismael com uma força desesperada.
Não muito depois, Ismael soltou um rosnado longo e profundo, gozando novamente dentro dela, sentindo o calor de seu sêmen no fundo do ventre da jovem.
Ele recostou a cabeça nas almofadas do sofá, completamente esgotado. Passar o dia inteiro satisfazendo sexualmente duas primas insaciáveis havia drenado suas energias, mas Ismael nunca se sentira tão satisfeito em toda a sua vida. Ele olhou para Lia, que ainda tremia em seu colo, o vestido branco arruinado e o rosto transfigurado pelo prazer.
Lia, completamente exausta, desmaiou no colo dele. Ismael, com uma calma perturbadora, acariciava a barriguinha lisa da jovem, mantendo-a confortável. Ela parecia segura, como uma criança no colo de uma figura protetora, entregando-se ao sono profundo sem saber que o homem que a vigiava era o mesmo que a havia corrompido minutos antes.
O silêncio foi quebrado pelo toque do celular. Ismael olhou o visor: Benjamin.
— Alô — ele atendeu, a voz estável, enquanto sentia o peso de Lia sobre si.
— Oi, Ismael. Só conferindo se tudo está bem — o pai perguntou, gritando para ser ouvido por cima do barulho da festa pública ao fundo.
— Tudo ótimo. Na verdade, Lia acabou de adormecer — Ismael disse, um sorriso cínico brincando em seus lábios. Ele se deliciava em dizer a verdade técnica ao pai dela: ela estava exausta e dormindo, mas o motivo era a luxúria proibida e os hormônios da adolescência, não o cansaço do dia. — Já estava indo levar ela para o quarto. A coitadinha estava exausta depois de um dia de tantas atividades.
— Eu imagino. Bem, acho que em meia hora chegamos aí. Só liguei para saber se Lia estava bem, se não queria alguma coisa.
— Ela está satisfeita, isso eu garanto — Ismael finalizou, desligando o aparelho.
Ele sentiu uma descarga de adrenalina. Nada superava a sensação de falar com o amigo logo após ter despejado tudo dentro da filha dele.
Ismael levantou-se, pegando Lia no colo. Ao olhar para o sofá, viu a mancha úmida e escura nas almofadas estampadas — a mistura do seu sêmen com a excitação dela. Ele a levou até o quarto e, com uma eficiência silenciosa, despiu o que restava do vestido branco e a vestiu com uma calcinha e uma regata pequena rosa claro.
Ao terminar, ele parou por um instante. Lia dormia pacificamente, parecendo novamente a adolescente inocente que Benjamin acreditava que ela fosse. Vê-la assim, tão vulnerável e "pura" na aparência, fez Ismael gemer baixo. A obsessão estava enraizada; cada detalhe dela o excitava.
Ele voltou para a sala, se sentou no sofá e serviu-se de uma dose generosa de uísque. Aumentou o som de sua música favorita, recostando-se como o convidado perfeito.
Quando o som da chave na fechadura ecoou e a porta se abriu, revelando a família animada e barulhenta, Ismael apenas levantou o copo em um brinde silencioso.
— Feliz Ano Novo — ele disse, com o olhar mais neutro do mundo de um predador que consumiu sua presa.
Nota: quero agradecer a Max sério você foi de grande ajuda nesse processo. Agradeço a todos que comentarem é de grande incentivo. Espero que tenham gostado do presente de ano novo.
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