Diário de um cativo
Se não aguenta coisas pesadas não leia, mas se aguenta e gosta goze, curta e comente! 🔞🔞❤️🔥
Ele pegou o celular no bolso da calça e tirou várias fotos minhas e nem se eu tivesse forças resistiria e sem nada mais deixei a dor que me dilacerava me guiar pela escuridão.
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Lentamente fui acordando sentindo um peso enorme me esmagando, meu corpo doía inteiro uma dor latejante e generalizada. Aos poucos me dei conta que estava praticamente debaixo do meu primo, agora meu senhor e dono.
Imediatamente flashes do dia anterior encheram minha mente, meu peito ardia pela dor da humilhação de ser subjugado e sodomizado tão brutalmente por uma pessoa que eu confiava tanto. Sem perceber eu já chorava com uma mistura de sentimentos que me jogava da revolta ao conformismo com a mesma crueldade com que fui violado no dia anterior.
Meu corpo quente continuava sob seu domínio, sua perna pesada se enroscava no meu quadril, seu pau se aninhava entre minhas pernas e seu braço forte passava por minha cabeça de forma que meu rosto estava enterrado em seu sovaco cabeludo.
Meu corpo tremia em antecipação pelo que poderia acontecer e mesmo que eu tivesse forças não conseguiria sair daquela prisão de músculos. Minha cabeça girava tentando entender como Esdras aprendeu essas coisas, como ele pode ser tão agressivo e cruel. Mesmo tendo o pai machista do jeito que é como exemplo, não explica. Fui tirado dos meus devaneios por sua voz grossa.
- Pensei que ia dormir o dia todo, bichinha. Você tá com febre.
- Desculpe... senhor.
Minha voz saiu tão baixa e rouca que quase não dava pra entender sem contar com a dor infernal que senti ao falar. Ele saiu de cima de mim me dando um pouco de alívio pegou sua mochila tirando dela um pote, um spray e uma seringa comprida e fina e sentou perto da minha cabeça.
- Nós estamos sozinho, hoje é dia de minha mãe levar o caçula na consulta dele, os outros foram pra escola e meu pai tá na oficina.
Eu só assenti com a cabeça com medo de apanhar por não falar como ele ordenou, mas minha garganta estava destruída.
- Vou deixar passar essa porque sei que estraçalhei sua garganta ontem, mas não se faça de besta. Vou cuidar de você e em dois dias se prepare pra cumprir sua obrigação de minha bichinha.
Sem cuidado algum ele me puxou pro seu colo deixando meu bumbum pra cima com as pernas uma de cada lado do seu corpo e meu rosto no chão entre seus pés. Eu estava desesperado, não aguentava nenhum toque suave quanto mais a sua brutalidade.
- Quando eu ouvi os meninos comentando na escola que você tinha jeito de viado e que iam te levar pro campinho pra tirar a prova eu enlouqueci de raiva, minha vontade era quebrar a cara deles. Mas aí eu pensei, que culpa eles tinham se o viado é você?
Ele falava alisando meu bumbum com uma delicadeza assustadora.
- Então eu agi antes deles! Pesquisei como arrombar um cuzinho de viado, eu já comi muitas meninas, mas nenhuma delas se arriscou me dar o cu por causa do meu cabeção. Eu me contentava em comer o cu dos bichos aqui do rancho. Mas o seu foi diferente, sentir ele rasgando e as pregas estourando me deu o maior tesão. Eu até gozei ligeiro.
Dava pra sentir a satisfação na sua voz, mas meu corpo não relaxava aguardando a próxima dor.
- Nos vídeos eles romantizam muito tratam as bichinhas como se tivessem algum direito, como se não tivessem nascido para serem sodomizadas e dominadas. Por isso preparei logo seu presente e já estreei na sua primeira vez para que você nunca esqueça qual o seu lugar.
O silêncio era pesado e só foi quebrado pelos clics do celular dele, logo deduzir que ele estava tirando fotos do meu bumbum e me lembrei que antes de eu cair no sono ele fez a mesma coisa. Permaneci quieto mesmo ele me abrindo para mais fotos, o que ardia como o inferno.
- Agora vamos cuidar desse cu. Se prepare que o veterinário disse que arde pra caramba isso. Tive que pegar esse mata bicheira e uma pomada anti-inflamatória com ele com a desculpa de que a jumenta daqui tá com a buceta ferida, pra ele não desconfiar. E eu não ia gastar meu dinheiro com um cu arrebentado desse.
Ouvi o barulho metálico da lata sendo agitada, senti o ardor quando ele abriu bem meu bumbum, mas nada me preparou para a sensação quando o jato alcançou meu cuzinho judiado. Parecia que tinha jogado fogo sobre gasolina, aquilo me incendiava e corroia minhas entranhas. As suas pernas estavam cruzadas em minhas costas me imobilizando e ele ria.
O choro era compulsivo, mas nem um som saia da minha boca até isso ele me tirou. Eu era menos que um animal em suas mãos sádicas, agora eu tinha certeza que minha vida acabou, eu fui reduzido a nada, uma coisa sem sentimentos, sem vontades e sem direitos.
- Calma, daqui a pouco vai ficar tudo dormente e vou enfiar a pomada lá dentro pra ajudar a recuperar logo esse cu e eu arrombar ele de novo.
Como ele falou agora eu só sentia um calor e a dormência no meu bumbum, ele encheu a seringa com o creme e foi enfiando devagar em mim, era incômodo, mas logo o friozinho foi aliviando um pouco a dor que eu sentia. Ele me jogou na cama sobre o travesseiro que deixava meu bumbum pra cima e saiu.
Eu estava sonolento e me assustei quando senti algo entrando em meu bumbum que parecia mesmo anestesiado.
- Calma, é só um supositório do caçula pra ajudar com a garganta e a febre.
Com um esforço sobre-humano consegui falar a palavra xixi, eu tava muito apertado, mas não tinha força nenhuma para me mover e muito menos conseguiria sentar no vaso sanitário como ele exigia. Seus olhos estavam fixos sobre mim, depois de um tempo ele levantou, voltou com um copo puxou o travesseiro e me pôs de quatro com o meu pinto dentro do copo.
Nesse momento eu percebi que ele tinha conseguido tirar a mangueira da minha fimose, mas ela estava inchada e inflamada. Logo o xixi saiu e como de costume pelo excesso de pele fez uma bolinha na ponta antes de cair no copo e ardeu como o inferno, mas eu não conseguia parar. Eu lembrava de ter feito xixi quando fiz a chuca ontem de tarde.
Quase enchi o copo e quando terminei ele pegou meu pinto como se pega a teta da vaca, apertou a base com o polegar e o indicador apertou com os outros dedos e puxou levando as últimas gotas em sua mão. Eu desabei na cama tremendo de dor mudo.
Passei 5 dias sem ir pra escola e só 2 dias no quarto como ele falou, minha garganta estava bem melhor e meu bumbum também. Eu só saia do quarto pra colocar a comida pra ele e lavar suas roupas que ele explicou pra minha tia que eu cuidaria de tudo o que era meu e dele para amenizar o trabalho dela.
Minha tia parecia não se incomodar com mais nada, nem mesmo com as agressões e falas machistas do meu tio que pioravam a cada dia. Ela parecia em outro mundo e nem percebia a dominação do seu filho sobre mim.
Pro meu tio eu era um fraco inútil como meu pai, que ele tinha preconceito por ser branco demais e isso se estendia a mim. Meus primos estavam alheios a tudo.
Como minha tia achava que eu estava com virose não me queria muito fora do quarto já que a saúde do caçula era frágil. Com isso eu cumpria minha obrigação imposta por meu dono e voltava pro quarto. Quase nunca falava ou interagia com alguém, aos poucos eu estava me tornando um fantasma que em breve ninguém lembraria.
Mesmo debilitado e comendo muito pouco por conta da garganta era obrigado tirar a sua roupa quando ele chegava e eu era proibido de usar roupas no quarto já que ninguém ia lá. Nós primeiros dias apenas cheirava seus pés, sovaco e bolas pelo tempo que ele queria, no terceiro dia já tinha a obrigação de mamar seu cacete até ele acordar e me dar o único café da manhã que eu merecia segundo ele. A minha sorte era ele não forçar a minha garganta que ainda não estava 100%.
Eu já conseguia sentar para fazer xixi e meu bumbum estava se recuperando bem. Ainda sentava com dificuldade. Não tinha visto meu cuzinho como tinha ficado, primeiro que eu não tinha coragem de ver o estrago e segundo que meu dono me proibiu.
Estava deitado de ladinho na minha cama quando ele entrou no quarto mais cedo que o de costume, no susto logo me pus de joelhos no chão e fui cumprir minha obrigação. Todo nu ele deitou na sua cama com as pernas abertas e eu comecei meu trabalho, cheirei, lambi e chupei seus pés enormes, subi pro seu sovaco que ele gostava de me ver chupando aqueles pelos suados e fedorentos. Depois desci para suas bolas sempre eu começava por uma depois a outra e enfim as duas juntas socadas na minha boca enquanto ele mexia no celular super concentrado.
Parti para aquele mastro ainda meio flácido e lambi bem babado como ele mandava da base até aquela cabeça de cogumelo rosinha. A nossa diferença de cor nunca foi uma questão para mim, mas na posição de submisso que eu me encontrava ver aquela massa preta de músculos e pelos sob minhas pequenas mãos branquinhas como leite dava uma contraste gritante.
Depois de um tempo recebi um tapa na bochecha e sabia que era hora de parar. Dei um beijo no cogumelo e o depositei com cuidado sobre sua coxa grossa. Ele se recostou na cabeceira da cama e me puxou para sentar entre suas pernas, eu estava tenso encostado em seu peito, mas ele parecia feliz.
- Tenho uma surpresa pra você, quer ver?
- Quero sim, senhor! - era mentira, ele nunca fazia nada que não fosse doloroso para mim.
Ele me entregou o celular e apertou o play, era um vídeo com fotos minhas, ou melhor do meu bumbum. Começou com uma foto do momento antes de eu acordar do desmaio, meu cuzinho rosinha intacto, em outra ele tentando o abrir, outra seu polegar o cobrindo, seu mindinho tentando entrar, sua língua forçando, seu cogumelo enorme ao lado do meu cuzinho, seu pau enorme entre minhas bandas, minhas partes roxas amarradas pela mangueira, eram tantas fotos que eu estava atônito.
Mas logo tudo mudou o que vi estremeceu meu corpo, a mancha de sangue no chão, a poça de sangue e sêmem, eu jogado no chão vazando sangue e sêmem, minha bunda destruída, meu cuzinho sangrando inchado e completamente aberto parecendo que estava revirado, meu pinto roxo e inchado com a ponta amarrada, meu pinto solto e esfolado, meu cuzinho limpo, mas ainda esbugalhado e com vários cortes e várias outras do momento que ele colocou o spray e o creme.
Meus olhos estavam arregalados, nunca eu ia imaginar que minha situação era tão deplorável. Já ele estava radiante como uma criança no parque de diversões.
- Ficou ótimo, não foi, minha bichinha?
Eu queria rasgar a cara dele, xingar, bater, mas só podia concordar. Cada vez mais meu coração afundava na angústia e vergonha. Como eu me deixei dominar assim? O que eu iria fazer? Iria viver assim pra sempre? Sou tirado dos meu pensamentos por seu comando.
- Veja isso agora, um melhor que o outro.
Agora eram vídeos onde ele narrava o que tinha feito e o que iria fazer. Sua voz soava animada e orgulhosa pelos seus feito através do celular: "essa é minha bichinha, não aguentou minha tora 30 segundos no fundo da garganta" nesse eu aparecia no chão com uma tarja preta no rosto; "moí minha bichinha no couro e no aço pra ela aprender quem manda aqui" estava de bruços na cama com as costas, bumbum e pernas marcadas pelo cinto e cortadas pela placa de ferro; "vejam só como esse cu é pequeno, e vejam só quem vai arrombar ele" ele abria meu bumbum me exibindo e depois esfregava seu cogumelo na minha portinha.
"Olha o estrago que meu cacete fez nesse cuzinho virgem, arrombei todo, tomara que ainda preste" ele mostrava o sangue e o sêmem no chão e o que saía de mim me levantando por uma perna só segurando meu tornozelo e expondo o grande buraco sangrando que substituiu o cuzinho do início fechado e cheio de pregas.
Na minha cabeça não tinha mais como piorar até ver esses vídeos, a realidade me bateu como um soco de agulhas, e num ímpeto me virei entre seus braços que ainda seguravam o celular olhando em seus olhos.
- Porque você fez isso? O que você quer com isso?
Minha voz ainda rouca carregava uma raiva que eu nunca pensei sentir por ninguém muito menos por ele. E antes que eu pudesse me preparar ele já me tinha embaixo de si com sua mão enorme apertando meu pescoço, mas agora ele não se importava em deixar marcas.
- Você enlouqueceu pra falar comigo desse jeito, sua puta?
Sua voz não era mais contida, era grave e forte machucava meu ouvido e o tapa forte logo me alcançou. Nunca tinha visto ele assim, temi por minha vida.
- Você não é nada e nem ninguém! O que eu faço ou deixo de fazer não é da sua conta, eu mando e você obedece porque você me pertence. Você não merece nada porque você traiu a sua natureza, abriu mão de ser homem pra ser nada. Nem homem nem mulher, um nada sem valor, por isso que eu governo sobre sua vida porque você é um inútil.
Recebi outro tapa e ele saiu de cima de mim, me virei no chão tossindo em busca de ar, minha mente estava em branco e minha garganta resistia em deixar o ar passar.
Quando eu vi ele estava sentado nu como um rei na cadeira, suas pernas abertas exibindo suas enormes bolas peludas com aquele monstro babando e repousando sobre elas. Mas o que ele falou me quebrou, sua voz era fria como uma serpente venenosa.
- Pegue o destruidor coloque na minha cama e se ajoelhe aqui.
Ele apontava pro chão entre suas pernas. O desespero em mim era fora do normal, eu queria fugir, mas estava nu e nossa casa era no meio do nada, sem contar que talvez eu nem chegasse até a porta do quarto.
Chorando como uma criança me levantei peguei o cinto tremendo tanto que tive medo de deixar cair, coloquei em cima da cama dele como ordenou. De joelhos me atirei entre seus pés suplicando perdão, eu já não me importava se alguém me ouviria.
Com uma calma que eu desconhecia ele passou a corrente apertada por meu pescoço sem dizer uma palavra, enquanto eu implorava por seu perdão me agarrando as suas pernas. Ele levantou, me puxou pela corrente como um cachorro e a prendeu no pé de sua cama de madeira que eu nunca conseguiria mover.
A corrente era curta e apertada me deixando com a cabeça próxima do chão e quase embaixo da cama com isso meu bumbum estava bem empinado, ele posicionou a câmera para gravar enrolou a ponta do cinto na mão direita e deixou a ponta com o ferro deslizar das minhas costas até minhas coxas passando pelo meu bumbum.
O silêncio só era quebrado pelos meus soluços, aquela batalha eu já havia perdido. Me agarrei ao pé da cama esperando o primeiro açoite que não vinha, só aquele ferro frio ameaçando minha pele ainda marcada por ele.
Meu coração parecia que ia explodir quando senti o primeiro golpe, o cinto se enrolou na minha cintura e ele puxou fazendo o ferro me ferir, eu gritei e ele não se importou. Depois disso nem pude contar quantas vezes fui atingido.
Tentei me encolher sob a cama mas foi pior, fui levantado do chão pelo tornozelo deixando meu corpo fraco e machucado exposto de tal forma que até as minhas bolas foram atingidas pelo ferro e pelo couro grosso.
Devo ter desmaiado, pois não vi a hora que meu martírio acabou. Acordei dentro do box do banheiro, meu corpo tinha marcas variadas, vergões roxos do couro, arranhões dos arrebites e cortes do ferro. Ao me virar percebi ele em pé com os braços cruzados me olhando como uma fera pronta pra atacar.
Não me mexi, acho até que nem respirava pra não aborrecê-lo. Ele se abaixou e pegou um balde que só agora percebi e pelo barulho parecia que tinha gelo dentro e sem avisar jogou devagar sobre meu corpo. Não era apenas gelo e água naquela mistura tinha muito sal, eu me debatia no chão frio como se minha carne estivesse sendo rasgada por milhões de ferrões de marimbondos.
Ele me olhava com uma satisfação macabra, quando tentou me pegar me encolhi ligeiro no canto da parede com medo, mas fui agarrado pelos cabelos e tirado do box. Jogado aos seus pés fui enxugado com um desleixo calculado para aumentar meu sofrimento.
Ainda puxado pela corrente fui levado para o quarto, ele sentou em sua cama me deixando entre as suas pernas. Seu olhar parecia furar a minha pele. Então, tomado por uma vergonha e desapontamento comecei a implorar por seu perdão pela minha desobediência como se eu fosse o errado de toda essa confusão.
Cada beijo, lambida ou chupada em seus dedos dos pés era uma súplica por seu perdão, ele pisava em meu rosto me esmagando com satisfação e eu me submetia. Ele chutou e pisou em minhas bolas com força, mas a diversão brilhava em seus olhos escuros enquanto seu monstro invadia minha garganta comigo preso entre suas pernas como se ali fosse seu lugar de direito.
A corrente apertada machucava meu pescoço, ele fazia questão de puxar forte para apertar ainda mais seu pau dentro da minha garganta. Ele me chutou pro chão e sem demora com minha cabeça entre seus joelhos fui invadido novamente por seu cogumelo gigante que logo se alojou bem no fundo da minha garganta.
Sua demora era calculada, mal me dando tempo para respirar, ele mexia seu pau em minha garganta me alargando e quando ia sair dava tapas em minhas bolas e voltava novamente.
Perdi as contas de quantas vezes isso se repetiu até sentir que aquele mastro endurecia é se tornava mais grosso em meu interior. Seus movimentos se tornaram mais fortes e rápidos, estava chegando o momento, sua respiração estava ofegante.
Urrando como um animal no cio ele puxou de uma só vez aquele pau da minha garganta e gozou no chão ao lado do meu rosto. Eu olhava aquela cena sem entender nada, cada jato grosso e branco que era derramado no chão, um desperdício que ele não admitia.
Gemendo grosso ele espremeu seu membro ainda duro até sair a última gota de sêmem limpou seu dedo no chão e me olhou com uma superioridade gritante.
- Isso é pra você aprender de uma vez por todas que você não é nada e não merece nada além de lamber a minha porra do chao sujo.
Como um trapo velho e rasgado, era assim que eu me sentia, humilhado e rebaixado no mais profundo do meu ser, me arrastei sem forças pelo chão e lambi cada gota do seu sêmem.
- Você é mais obediente como minha cadela. A partir de hoje você só late.
Sem mais a corrente voltou ao pé da cama e com toda resignação me encolhi no chão frio. Quando estava quase dormindo sua mão enorme agarrou minhas bolinhas e me puxou para ficar de quatro novamente.
- Cadelinha, vou arrumar uma boceta pra foder por aí, se comporte.
Sem pensar me vi latindo em concordância. Ele Rio alisou minha cabeça e minhas costas, mas antes de sair apertou minhas bolas até eu me urinar. E sem jeito tive que deitar sobre a minha própria urina e dormir.
Não sei quanto tempo dormi, só lembro que acordei assustado quando ele acendeu a luz. Brincou comigo como se eu fosse mesmo uma cadela e me soltou mandando limpar o chão e ir tomar banho que estava fedendo. Eu lati e fiz como ordenado, aproveitei para lavar meu cabelo que a dias não via um shampoo, mas fui rápido pra ele não se aborrecer.
Voltei pro quarto e ele já estava nu, sem saber o que fazer permaneci de quatro ao lado da cama olhando enquanto ele ria de algo no celular. Meus joelhos já doíam quando ele fez sinal pra eu me deitar entre suas pernas.
Como uma boa cadelinha subi na cama coloquei aquele cogumelo na boca me deitei em sua coxa com o rosto em sua virilha peluda, úmida ainda do sexo que ele foi buscar.
Com calma aquele cogumelo fazia um vai e vem tranquilo dentro da minha boca enquanto eu sugava despreocupado, até que ele aumentou o volume do celular e virou a tela pra mim. Eu congelei com o que eu vi.
- Não pare de chupar seu brinquedinho, minha cadelinha.
Seu aperto em meu nariz me fez sair do transe, meu gritos encheram o quarto e a imagem reacendia minha memória da surra que boa parte se perdeu na minha mente.
Cada açoite me atingia com uma precisão absurda não havia hesitação nem pressa, só prazer e orgulho em me subjugar, em me punir. Ele falava com sua voz grave e controlada sobre o direito dele de me punir daquela forma, como eu deveria ser ensinado a obedecer sem pensar, sem questionar.
Sua fala me assustava mais do que a cena, mas eu permaneci chupando seu pau no automático. Quando o momento em que fui tirado do chão chegou e logo depois eu desmaiei, pude ver seu pau duro como nunca enquanto o cinto alcançava lugares antes protegidos. E a frase que ele mais repetia era que puta merecia ser tratada assim. Foram 23 minutos de tortura e eu não sei como sobrevivi a isso, mas no final ele gozou fartamente sobre meu corpo desacordado no chão.
- Agora lamba minhas bolas e meu pau, chupe bem meus pentelhos até limpar o suco da boceta da puta que eu acabei de comer. Vai ser o mais próximo de uma boceta que você vai chegar, viadinho.
Eu paralisei, já tinha sentido o cheiro estranho nele, mas ouvir ele falar assim foi mais uma humilhação cravada em minha pele. Sem alternativa fiz o que ele ordenou na obediência cega que ele tanto quer.
Lambi toda sua virilha, chupei seus pelos longos e grudados pelos fluidos deles. O nojo me invadia, o gosto era estranho demais e logo parti para seu membro que tinha seu gosto misturado com borracha, pelo menos ele se protegeu.
Ele me deitou entre suas pernas de bruços enfiou suas bolas em minha boca e colocou suas pernas pesadas sobre meu corpo. Era difícil de respirar por causa do peso e a boca cheia, então outro vídeo apareceu na tela e o som de gemidos preencheram o quarto.
Pelo local parecia o puteiro que meu tio tanto falava com o amigos, logo uma mulher morena apareceu e beijou ele na boca, coisa que nunca fiz. Ele desceu lambendo e chupando o pescoço dela até os seios fartos que logo foram expostos e chupados como se tivessem néctar. Ele desceu pra sua boceta, abriu com seus dedos para exibir suas partes e começou a chupar e lamber como se fosse a coisa mais deliciosa.
Depois foi a vez dela, beijou seu peitoral cabeludo e desceu a trilha de pelos até o cós de sua calça que logo estava no chão. Aquele monstro veiudo saltou e sem demora foi abocanhado, ela não engolia tudo e ele não forçava, pelo contrário dizia para ela ir até seu limite.
Meus olhos estavam cheios de lágrimas, como ele podia ser tão cruel comigo que sou seu sangue e tão compassivo com uma estranha, uma puta. Eu divagava ouvindo seus gemidos roucos no áudio misturados aos pequenos engasgos daquela mulher quando sentir suas bolas serem substituídas por seu pau.
Incapacitado de me mover ele rebolava levando seu membro até o fundo da minha garganta e tirava para que eu pudesse respirar um pouco.
Enquanto isso no vídeo ele coloca o preservativo e penetra a mulher de frango assado bem devagar rebolando como ele está fazendo agora na minha garganta. Eles gemem, ele aperta os seios dela sem machucar depois de um tempo avisa que vai gozar aumentando seus movimentos e os gemidos dos dois, até que só se ouve suas respirações aceleradas e o vídeo acaba.
Seus dedos se entranham em meus cabelos e seus movimentos antes cadenciados se tornam brutais não tem mais espaço para minha respiração. Meu maxilar parece que vai quebrar, a garganta arde em brasa e eu já vejo pontos luminosos sinalizando que a inconsciência está chegando quando ele para e me joga no chão sem nenhum aviso. Eu só tusso muito.
- Você entendeu agora que você vale menos que uma puta de beira de estrada? Que apesar de te chamar de puta você tá muito abaixo delas? Você não é nada! Você não vale nada!
Meu rosto estava banhado em lágrimas. Como ele pode me odiar tanto?
- Seja grato por poder servir a um macho como eu, pois se mulher nenhuma merece nada você merece menos ainda.
Ele me puxou pro meio de suas pernas prendendo minha cabeça entre seus joelhos e tirou um pacotinho do bolso mandou eu abri a boca e colocou ele dentro esfregando em minha língua. Nessa hora eu reconheci o sabor, era o preservativo que ele usou com aquela mulher. O nojo tomou conta de mim.
- Se vomitar vai ser bem pior.
Respirei fundo enquanto ele socava aquilo com os dedos em minha garganta e puxava de volta incontáveis vezes.
- Essa camisinha foi lá no fundo daquela boceta e agora está no fundo da sua garganta, no lixo. Pena que ela tem medo de me dá o cu, mas o seu eu rasguei todo.
Enquanto ele falava ia derramando o líquido agora frio em minha boca.
- Não engula ainda. Você é meu depósito pra tudo o que eu quiser.
Seu dedos mexiam seu sêmem com gosto de borracha em minha boca como se fodessem minha garganta, depois de um tempo ele mandou eu engolir, obedeci imediatamente, por medo e por querer me livrar daquilo. Chupei seus dedos sujos e depois a camisinha, pois como ele dizia não posso desperdiçar sua virilidade.
Enfim ele soltou minha cabeça e sem resistir desabei no chão, me encolhi na posição fetal e chorei o choro mais angustiante da minha vida.
Continua...
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Comentários (4)
Johnny: Pq ele não mata logo esse Garoto??
Responder↴ • uid:477hqka549jCativo: Essa é a parte 3, esqueci de colocar. Já já sai a 4. Espero que curtam e gozem muito!
Responder↴ • uid:1czzgzjvcc59Johnny: Foste tão categórico nos detalhes no quesito violência psicológica e física, que a pessoa que sentir tesão nesse conto eu a classificaria como uma pessoa totalmente insana.
• uid:477hqka549jJohnny: Mas quero ver qual será o desfecho desse conto, deixo claro que não tenho o menor tesão nesse tipo de gênero
• uid:477hqka549j