#Incesto #Traições

Meu padrasto se aproveitou de mim - parte 3

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a_renegada_rj

Faz um tempinho desde a última vez que vim aqui. Aconteceram algumas coisas desde então...

Após meu padrasto me encontrar no Instagram, conversamos um pouco e ele quis marcar um encontro comigo, mesmo sabendo que eu era casada.

Confesso que, de imediato, fiquei com muita vontade de revê-lo pessoalmente. Mas depois fui afastando essa ideia da minha cabeça porque eu sabia que, se o encontrasse, eu poderia cair em tentação. Meu casamento já estava complicado o suficiente, e eu não queria complicá-lo ainda mais.

Depois de duas recusas minhas, Gerson ficou um tempo sem falar comigo pelo direct. E as coisas iam seguindo seu rumo habitual.

Alguns meses se passaram e a minha vida pessoal entrou num turbilhão: fui demitida da escola onde eu dava aula por causa da reclamação de uma mãe (só porque defendi outra aluna da filha dela); uma das minhas filhas estava com notas muito baixas no boletim; o dono da casa onde a gente mora de aluguel pediu a casa de volta e tivemos que ir atrás de um outro canto para morar. E, para completar, meu marido estava reclamando que eu estava gastando demais no cartão de crédito.

No meio disso tudo, Gerson novamente puxou assunto comigo no Instagram, me convidando para sair para tomar uns drinks, espairecer um pouco e jogar um pouco de conversa fora. Eu pensei: "Quer saber? Dane-se! Vou aceitar."

Combinamos de nos encontrar numa quinta pela tarde, num barzinho na Barra da Tijuca.

Conversei com as minhas filhas e expliquei que ia passar a tarde fora. Quando saio e deixo elas sozinhas, a mais velha fica tomando conta da mais nova; as duas são bem comportadas e não preciso me preocupar com bagunça ou tranquinagem. Não falei nada para o meu marido, já que ele sai de manhã para trabalhar e só volta no começo da noite. Mas se por acaso ele perguntasse alguma coisa, falaria que tinha saído para uma entrevista de emprego.

Vesti uma saia azul e um cropped vermelho. Não exagerei na maquiagem. Coloquei um perfume bem suave e fui ao encontro de meu padrasto. Dá até vontade de chamar ele de ex padrasto, mas uma amiga minha advogada me disse que a ligação de enteada e padrasto não se desfaz com o fim do relacionamento da mãe, então ele continua sendo meu padrasto mesmo. Que estranho...

Saí de casa e peguei o metrô. Desci na estação Jardim Oceânico e de lá peguei um uber até o local que havíamos marcado. Tava muito calor nesse dia, o céu estava limpinho, sem nenhuma nuvem quase; o sol estava troando.

Cheguei uns vinte minutos atrasada e meu padrasto já estava me aguardando, sentando em uma mesa tomando o que parecia ser uma dose de uísque.

Assim que me viu, levantou-se e veio ao meu encontro.

Foi uma sensação estranha revê-lo depois de todo esse tempo. Senti um frio na barriga, fiquei nervosa no início. Ele não havia mudado muito, só os cabelos que estavam mais grisalhos. Continuava com o corpo em forma e sua barba habitual. Fiquei feliz ao perceber que ele não estava tão diferente fisicamente das lembranças que eu tinha dele.

Sentei à mesa e pedi uma água de coco. Conversamos um pouco sobre o que fizemos ao longo desses anos e ele me disse que havia se casado em 2015 e sua esposa infelizmente havia falecido em 2020 durante a pandemia. Estava solteiro desde então. Estava falando um pouco sobre a minha vida e em certo momento ele perguntou:

— Você tá com quantos anos hoje?

— Trinta.

— Trinta já? Como o tempo voa...

— E o senhor?

— Senhor? Não precisa mais me chamar de senhor, Lis. Pode falar só "você".

— Desculpa!

— Tô com cinquenta. Faço cinquenta e um agora em dezembro.

— Verdade. Lembro uma vez que a gente comemorou seu aniversário na praia, um pouco antes do Natal. Mas você não tá parecendo que tá com cinquenta, tipo tá com cara de um quarentão bem enxuto.

Ele sorriu e perguntou:

— E seu casamento, como tá?

— Já esteve melhor. O que me segura mais nele são as meninas.

— Suas filhas?

— Sim, tenho duas: Sofia de doze e Maria Cecília de dez. E você, teve filhos também?

— Não, não. Acho que a paternidade não é pra mim. E a sua mãe, como tá?

— Casou de novo e tá morando agora em Goiás.

Ele ficou em silêncio por alguns segundos, contemplando o mar, então comentou:

— Conhecer sua mãe foi a melhor coisa que já me aconteceu na vida, Lis. Não por ter encontrado ela, mas por você ter aparecido em minha vida.

Eu fiquei arrepiada quando escutei isso. Ele continuou:

— Você lembra do que aconteceu entre a gente?

— Impossível esquecer.

Um silêncio tomou conta da mesa e aproveitei para perguntar algo que sempre tive curiosidade de saber:

— Assim que você me conheceu, você já ficou com vontade de me pegar?

— Claro que não, né, Lis? Você era bem novinha, magrinha. Você despertou desejos em mim com o tempo, depois que você ganhou corpo de mulher.

Eu acreditei em Gerson, ele parecia estar sendo sincero. Então confessei algo a ele:

— Eu gostava quando a gente fazia, sabe? Mas no começo eu sentia um pouco de raiva. Fiquei meio perdida, sem saber o que fazer, com medo da minha mãe descobrir.

— Eu sei, Lis, e não me orgulho nem um pouco do que eu fiz no passado. Mais uma vez peço desculpas a você.

Ele disse essas palavras com uma voz mais embargada. Gerson estava com um semblante mais sereno desde o início da nossa conversa, diferente do homem severo e fechado que conheci no passado. Pode ser que as dificuldades pelas quais passou o tenham mudado um pouco. Para mim, ele me parecia um homem melhor.

Toquei em sua mão sobre a mesa e frisei:

— O que passou, passou.

Mudamos de assunto e conversamos por mais algum tempo. Falei para ele que tinha que estar em casa antes de meu marido chegar. Meu padrasto pediu a conta e me ofereci para dividir, mas ele não quis.

Na saída do barzinho, Gerson se ofereceu para me dar uma carona, eu aceitei, mas disse que ele não poderia me deixar na porta de casa, para evitar comentários de vizinhos.

Entrei no carro dele e fomos em direção à Penha. Pedi para ele me deixar no estacionamento de um supermercado que ficava a duas quadras de casa.

Ele parou o carro mas não desligou. Houve um momento de silêncio e hesitação entre nós, até ele perguntar:

— Posso te dar um abraço?

— Claro.

Ele aproximou-se e pude sentir com mais intensidade o perfume que ele estava usando. Quando ele me abraçou, parece que o tempo parou, um monte de coisas passou por minha cabeça. Passamos um bom tempo abraçados, ele cheirando meu pescoço. De repente sinto sua barba roçar meu rosto, sua boca se aproximando da minha. Eu hesito por um momento e digo:

— Não posso.

Mas ele continua, fazendo seus lábios tocarem os meus. A respiração aumenta, o frio na barriga retorna. Eu respiro fundo e entro em um beco sem saída. Quando dou por mim, nossas línguas já estão se entrelaçando. A mão dele vai de encontro a minha e ele me faz sentir seu pau duro. Não percebi em qual momento ele colocou ele pra fora da calça, só ouço ele perguntar:

— Tá vendo como você ainda me deixa?

Sinto seu pau duro e grosso em minha mão. O beijo quente continuando. Um arrepio percorrendo meu corpo. Minha buceta pulsando...

Retorno para a realidade e a imagem do meu marido me vem à cabeça. As meninas. Sinto a culpa pousar em minhas costas.

Interrompo o beijo e digo que preciso ir. Abro a porta do carro e olho ao redor; de imediato, não vejo nenhum rosto conhecido. Desço do carro sem olhar para trás.

É final de tarde e não vai demorar a escurecer. Chego em casa e as meninas estão assistindo tevê. Ainda falta um pouco mais de uma hora até meu marido chegar. Sinto um alívio, troco de roupa e começo a fazer o jantar.

Quando meu marido chega em casa, tento agir com se nada tivesse acontecido. E ele nem desconfia de nada.

À noite, meu marido foi para cama e dormiu primeiro que eu. Antes de eu ir dormir, vejo o celular e nenhuma mensagem de Gerson. Deve ter ficado chateado pela minha saída abrupta.

Já tinha ficado com outros homens antes, estando casada, mas dessa vez foi diferente. Não sei explicar direito, mas o sentimento de culpa foi mais forte. Ainda assim, a vontade de ter continuado aquela brincadeira foi grande. Tocar em seu pau, mesmo que por pouco tempo, me fez reviver muitos momentos de prazer. Não foi fácil resistir...

Relembrei o beijo dentro do carro e me dei prazer em silêncio com dois dedos. Adormeci pensando em meu padrasto...

No dia seguinte, novamente nenhuma mensagem de Gerson. Imaginava que ele fosse enviar alguma mensagem, áudio, talvez até uma foto de seu pau duro, mas nada!

Uma semana se passou sem que ele falasse comigo. Eu também não falei; já que ele queria assim, então pronto! Também não falaria. Talvez fosse melhor não nos falarmos novamente, afinal.

No oitavo dia após nosso encontro, por volta de umas três da tarde, recebo uma mensagem de Gerson no direct do Instagram. Não li de imediato. Esperei uns quinze minutos e fui ler. Ele dizia que estava no mesmo estacionamento do supermercado que tinha me deixado na semana passada. Perguntava se eu tinha coragem de ir com ele na casa dele, terminar o que havíamos começado semana passada.

Eu gelei na hora. Minhas mãos começaram a tremer. Era uma sexta-feira, as meninas estavam fazendo a lição da escola. Meu marido costumava chegar do trabalho mais cedo nas sextas, mas se eu resolvesse ir, acho que daria tempo de chegar em casa antes dele.

Eu não tinha muito tempo para pensar, já que o relógio corria contra mim.

Eu pensei em tudo o que tinha acontecido nos últimos dias, nos problemas de casa, no meu marido, imaginei vários cenários em minha cabeça, e em todos eles o desejo falava mais alto.

Perguntei ao Gerson se ele podia aguardar uns trinta minutos, que era o tempo para eu me arrumar minimamente, e ele respondeu que esperaria o tempo que eu quisesse.

Avisei as meninas que iria sair mas que não iria demorar. Fui ao banheiro, me depilei com lâmina, tomei um banho. Coloquei uma calcinha e sutiã vermelhos, um vestido de alça florido em tom laranja, nem sequei meu cabelo.

Saí de casa a passos rápidos, tentando manter a calma e não parecer nervosa e apressada; já eram quase quatro da tarde.

Assim que entrei no estacionamento do supermercado, avistei o carro preto de meu padrasto. Fui até ele, abri a porta e senti o cheiro forte de perfume exalando. Meu padrasto estava com seu semblante mais familiar, um meio sorriso no rosto que eu já tinha visto muitas outras vezes. Ele me comprimentou rapidamente, ligou o carro e avisei que não poderia demorar, que meu marido chegaria entre cinco e meia e seis da tarde. Ele pesquisou algo no GPS e, dali a alguns minutos, estávamos entrando em um motel.

Ao chegarmos à porta do quarto que ele escolheu, murumorou para mim:

— Se você estivesse com mais tempo, te levaria até à minha casa.

— Não tem problema.

Assim que entramos, dei de cara com uma grande cama redonda no centro do quarto. Só tive tempo de colocar minha bolsa num móvel próximo e meu padrasto imediatamente me impressou contra uma parede, me beijando logo em seguida.

Suas mãos começaram a percorrer todo meu corpo, por cima da roupa, depois por baixo. Um calor intenso tomou conto de mim. Meu coração acelerou. Fazia muito tempo que não me sentia assim, tão desejada, tão viva!

Parei o amasso um instante e indaguei meu padrasto:

— Por que você não falou comigo depois que a gente se viu?

— Eu achei que você não ia querer falar depois daquele jeito que você saiu do carro...

— E por que resolveu falar hoje?

— Resolvi tentar uma segunda vez.

— Ainda bem...

Voltamos a nos pegar e não demorou para que ele tirasse toda a minha roupa. Ele ficou admirando meu corpo nu e então comentou:

— Você ficou mais bonita e mais gostosa com o tempo, sabia?

Mesmo já sendo uma mulher vivida, ainda consegui ficar encabulada com as palavras dele.

Gerson me colocou na cama e já foi mamando em meus seios. Logo depois, sua língua passou a trabalhar entre as minhas pernas. Sentir novamente a sua língua deslizando nos lábios da minha buceta fez eu viajar no tempo e lembrar da primeira vez que cheguei ao orgasmo assim com ele. Parecia um flashback: a respiração acelerada, minha pele suando, a ansiedade tomando conta de mim, as contrações da minha buceta ao me aproximar do clímax.

Quando eu estava prestes a gozar ele parou, se posicionou na cama em posição de "frango assado" e foi enfiando seu pau duro e grosso dentro de mim.

Ele não colocou, eu também não fiz questão, e foi sem camisinha mesmo.

O jeito que ele me olhava e penetrava era tão intenso... Fez eu querer que ele tivesse me encontrado bem antes.

Eu comecei a gemer, mas ele olhou bravo pra mim e falou:

— Fica quietinha!

Parecia até que a gente tava fazendo escondido da minha mãe; ele sempre agia assim de forma ríspida e seca. Mas o que eu fico mais impressionada é que esse jeito bravo e possessivo dele na hora me deixou com mais tesão. Sinto mais prazer ao ser submissa. Gozei sendo penetrada com força por meu padrasto. Fazia meses que eu não tinha um orgasmo.

Após ele gozar, ficamos deitados na cama, e ele não parava de tecer elogios a mim, estava muito feliz por ter tido aquele momento comigo.

Depois dos instantes de euforia e prazer, a realidade foi se apresentando novamente à minha frente: os problemas, as meninas, meu marido. Relembrei ele que não podia demorar e nos arrumamos rápido para sair do motel.

Ele me deixou novamente no estacionamento do supermercado e ele falou que iria manter contato.

Saí do estacionamento caminhando rápido, o sol já estava se pondo. Ao chegar perto de casa, alguns olhares dos vizinhos me fitavam, e fiquei me perguntando: "Será que estão desconfiando de algo?", "Tô muito diferente pra ficarem me encarando?". Mas, provavelmente, eram só coisas da minha cabeça.

Chegando em casa, notei que o carro do meu marido ainda não estava na garagem, o que foi um alívio. As meninas estavam mexendo em seus celulares. Parecia tudo tranquilo, mas na minha cabeça, um vendaval de pensamentos me tomava.

Depois venho aqui e conto mais.

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Comentários (4)

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  • Marcelo: 11,,,9 uma branquinha bem fudida fica toda vermelhinha quanto mais bate mais vermelha fica de cair de boca e chupar até ela gozar na sua boca não tem coisa melhor

    Responder↴ • uid:1cs2bh4gfqfw
  • Marcelo: 54 48 fuder uma loirinha ou uma branquinha não tem coisa melhor

    Responder↴ • uid:1cs2bh4gfqfw
  • Marcelo: : 50 50 adoro fuder loirinhas ou branquinhas

    Responder↴ • uid:1cs2bh4gfqfw
  • Ótimo: Muito Bom.

    Responder↴ • uid:y3h849z7tir