Dom com sua primeira vítima
Ela voltava de casa todos os dias às 18:45. Descia no ponto 15 minutos antes e anda até a casa sozinha. Sempre com calça moletom e blusa grande, mochila nas costas e headphone encostado no pescoço. Dias de segunda, quarta, sexta e sábado são mais agitados, mas domingo era perfeito.
Comecei a ir atrás dela tranquilamente, seguindo de longe. Virava as esquinas sempre o mais próximo possível dela, mas deixava ela andar mais pra frente. Queria que ela percebesse minha presença, mas sem realmente saber se estava estava seguida.
Ela foi aumentando a velocidade dos passos, olhando sempre pra trás, e eu ia mais rápido. Até que em uma esquina eu a perdi, mas já sabia para onde estava indo. Foi ainda mais rápido em direção da casa dela, pulei o muro baixo e esperei em um corredor.
Vi quando ela entrou às pressas, sempre olhando para rua e, tomada pelo medo, não reparou em mim aguardando na penumbra. Ela entrou em casa e trancou a porta. Fui até o pé da janela e fiquei observando. Ela estava assustada trocando mensagens no celular, preparando algo no microondas pra comer. Em determinado momento, foi tomar banho, e a cada instante que passava, sentia a adrenalina aumentar.
Aproveitei esse momento pra pegar a chave pela janela, abrindo a porta lentamente. Entrei e tranquei a porta, mantendo a chave comigo em meu bolso. Olhando a casa, sempre atento no som do chuveiro, procurei o quarto dela e me enfiei de baixo da cama. Agora só precisava de paciência.
Aguardei ela sair do banho, aguardei ela vestir um pijama, aguardei ela mexer em seu celular e aguardei até o momento que, com as luzes apagadas, janelas fechadas e tudo lacrado, o som dela dormindo fosse seguro.
Me arrastei lentamente saindo de baixo da cama e a observei. Era um pijama fino, devido o calor, a pele ainda úmida em algumas partes. Dormia toda aberta e com os braços jogados.
Toquei sua perna suavemente, sentindo a pele fina em meus dedos, subindo até alcançar a coxa. Apertei firme, não consegui me segurar, e isso a despertou um pouco. Antes que pudesse gritar, enfiei muito edredom em sua boca, finalmente a acordando. O desespero e medo estavam estampados ma cara dela, o que era delicioso.
Já estava excitado o suficiente, então coloquei meu pau pra fora, me masturbando um pouco. Puxei o shortinho, batendo nela para que ela parasse de lutar. Mas era fingimento, eu queria que ela lutasse contra.
Sussurrei várias vezes mandando ela parar de lutar e só aceitar, que assim seria mais rápido. Mas aparentemente ela queria que eu gozasse mesmo rápido, já que chorava lindamente e se debatia.
Apertei o pescoço dela forte, a fazendo quase desmaiar, mas sem apagar ela. Abri as pernas e me enfiei, forçando dentro dela com um pouco de dificuldade.
De resto foi assim alguns poucos minutos, apertando ela toca, apertando coxa e os peitos pequenos e perfeitos. Empurrando com força naquela buceta apertada e gostosa. Dei tapas da cara, no peito, apertei os mamilos e segurei com força a vontade de morder ela toda.
Gozei dentro, apertando ela em um abraço. Mas não estava satisfeito.
Na cômoda dela peguei uma escova e comecei a fuder ela com o cabo, adotando a sensação na palma da minha mão, sentindo por tabela o interior dela, até realmente cansar.
Lavei direito a escova e a limpei por dentro.
Tranquei ela dentro de casa e parti o celular do lado de fora. Pulei o muro e fui atrás de outra obsessão.
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Comentários (1)
Ricardo estuprador: Bom se fosse uma delícia 8,9 pega a força ouvi chora , grita nada melhor será que tem alguém pegando,filha , enteada, judiando gostoso tbm Ale192803
Responder↴ • uid:1djs6z41mh9v