#Assédio #Gay #Traições #Virgem

Ele Estourou Meu Cu, Sem Compaixão, O FDP II.

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Edson

Ver o cara comendo o cu da minha namorada, não foi só desmoralizante. Isso me chacoalhou a ponto de me deixar sem chão e sem alma. E então...

O vídeo do bom moço metendo no cu da Kelly tinha três minutos. Terminava com ele retirando do cu dela o pau duro todo melado de porra, e ainda pingando. No vídeo a imagem era aproximada, mostrando bem todo o detalhe. E como doía ver o cu dela aberto e vermelho por dentro, com porra escorrendo. O vídeo terminava justamente com a imagem do cu dela daquele jeito. E eu, por masoquista que pareça, não conseguia parar de assistir o vídeo.

Eu e Kelly nunca mais nos falamos. Ela resolveu se mudar pra lá. Virou puta do bom moço. Bem, já possui dizer o nome dele. Se chama Amarildo. Fazia uma semana desde aquele dia, quando o FDP me enviou outro vídeo. Dessa vez era mais perturbador ainda, já que a própria Kelly estava segurando o aparelho. Um vídeo bem curto, com ela parecendo estar olhando para mim, como se quisesse me provocar. Depois vi que não. Era pra ter ficado só entre eles. Mas, como ele é um FDP... Ver ela segurando o pau do cara latejando na boca dela, com ela sorrindo com os olhos, e depois do cara retirar o pau de sua boca, ela fazer questão de focar nela engolindo, mostrando até o pescoço, isso resultou numa explosão de fúria que levou ao chão o meu smartphone. Eu queria matar os dois. Cheguei a alugar um revólver de um conhecido que sempre foi da pá virada. Mas na semana seguinte devolvi a arma.

Passou mais uma semana. Eu já estava de celular novo. Eu estava obcecado. Estava transtornado. Então fui na rua onde o Amarildo mora. Eu levantei o endereço através do meu ex cunhado com quem sempre me dei bem. Ele sentia pena de mim. E nesse mesmo dia, eu estava comendo uma coxinha de frango que havia comprado, quando fui surpreendido com o Amarildo passando de moto e me reconhecendo. Ele voltou e parou do lado, rindo com ar debochado e perguntando o que eu estava fazendo lá. Eu não esperava ficar daquele jeito, totalmente sem ação. O salgado caiu da minha mão e eu estava morrendo de medo sei lá do quê. Ele percebeu a minha reação e, como se quisesse me desmoralizar ainda mais, me perguntou se eu estava atrás da Kelly ou se na verdade eu estava era com inveja dela e estava atrás dele. Até aquele momento, por anos eu não sentia mais nenhuma atração homossexual. Mas quando ele levou a mão dele no pau, sentado em sua moto, me fazendo aquela pergunta, eu fui invadido por um desejo que não parecia fazer nenhum sentido. Eu devia era ter ódio mortal dele. Mas aquele momento mudou tudo e eu só via em minha mente o pau dele saindo do cu cheio de porra da Kelly, pingando ainda porra. Eu virei a chave do carro e só pensei em sair dali o quanto antes. Então deixei o motor morrer. Ele parecia ser divertir com o meu nervosismo, me olhando com cara de quem pede cu. E eu novamente deixei o carro morrer. Então ele desceu tranquilamente da moto, a colocando em descanso, e veio calmamente abrindo a minha porta.

Eu não sabia que era possível alguém tremer tanto e ficar tão sem ação diante de uma situação de desfecho inevitável.

— Vamos, cara! Sai desse carro, sai! Já sei porque você está assim. Tô acostumado. Então, para de fugir e vem pra pika, vem?

Ao ver ele ali apoiado na porta e me encarando com aquele ar de superioridade, apertando o pau, como que o exibindo para mim, e ainda dizendo aquilo, eu tentei fechar a porta, mas ele colocou a mão no meu braço, sem fazer força. Eu olhei para a mão dele, já completamente sem estar de verdade ali. Então ele disse:

— Vem, cara! Já tô até com tesão de soltar uma carga tem você. É só você dizer sobre vai ser.

De repente ele foi me puxando pelo braço. Eu poderia tentar resistir ou puxar de volta meu braço. Mas eu apenas fui saindo do carro. Eu não entendia direito mais nada. Ele mesmo retirou a chave da ignição, fechou a porta e me entregou a chave. E eu não conseguia parar de tremer.
Quando ele montou na moto e deu uma batidinha na garupa me convidando a montar, eu olhei em volta, olhei para a chave do carro nas minhas mão, para um senhor que estava sentado em sua calçada, do outro lado do canal, e então olhei para a garupa e para a cara dele, que me olhava como se já soubesse que eu ia montar. Então eu balancei a cabeça, dizendo não. Então ele me puxou pelo pescoço, sem muita força e sem eu resistir, e disse ao meu ouvido:

— Vou meter no teu cu, igualzinho fiz com a Kelly. Sei que tu quer. Então, monta logo nessa garupa, vai! Pode deixar teu carro aí mesmo. Ninguém mexe.

Eu senti a língua dele batendo na minha orelha, enquanto ele falava. Deu arrepio. E deu vontade de arreganhar meu cu pra ele ali mesmo. Então eu montei e ele me levou para a casa dele. Uma casa bem simples e toda bagunçada. A bolsa da Kelly e algumas coisas dela estavam do lado do sofá.

— Ela vai voltar para a mãe. Eu disse que enviei os vídeos pra você. Ela foi no centro. Então, eu vou poder judiar bonito do teu cu. Você quer?

Nesse momento ele me agarrou por trás e me dominou totalmente. Em pouco tempo eu estava debruçado no sofá, totalmente pelado, e ele estava inaugurando meu cu. E sem piedade alguma o pau dele ganhou meu cu na marra. E ele me fudeu com estocadas rápidas e em diferentes ritmos, com uma fúria e ímpeto que seu sabia que estava sendo desmoralizado por ele, que me apertava o pescoço, me puxava para trás a cabeça pelo meu topete, me mandando arreganhar para ele a minha bund... De repente, com os dedos ele arregalou meus lábios, forçando a minha cabeça para trás, enquanto dizia que ia encher meu cu de porra. E então, lá estava eu recebendo a primeira gozada nesse meu cu. O Amarildo me forçou a dizer que queria porra no cu, um pouco antes de me estocar como se o pau dele fosse uma britadeira. E eu perdi uns cinco quilos ali.

Quando ele removeu o pau, meu cu estava estufado e eu estava apaixonado pelo FDP. Depois eu ainda chupei o pau dele e, pela primeira vez, meu estômago ganhou leitinho de pika.

O Amarildo me come até hoje. Me come? Não. Me desmoraliza gostoso, me fazendo de sua bonequinha.

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Comentários (2)

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  • Domenico: Doe mais é gostoso ser dominado assim,aceitar um machao dominado,já apanhei pra servi como femea de um homen, mandava eu gemer e falar fino,como putinha,isso e humilhante,mais vc acaba gostando e volta.

    Responder↴ • uid:gsv3mkizl
  • Marcelo: Gostoso

    Responder↴ • uid:1e8i2icns3su