#Assédio #Gay #Sado #Traições

Arrumando uma putinha consagrada pro Pastor

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Fábio

Confessei um pecado para o pastor, e a profanação que sucede a isso surpreende, assim como a bíblia esse conto você precisa ler pra crer

Era culto dos homens, um daqueles encontros reservados apenas aos varões da igreja. O templo ainda carregava o eco dos louvores quando tudo terminou; o cheiro de madeira encerada, suor e perfume barato misturava-se ao silêncio que vinha depois do “amém” final. O culto tinha sido uma bênção. Eu era levita, o obreiro responsável pelos louvores naquela noite, e sentia aquele cansaço bom que só quem serve no altar conhece.
Avisei ao pastor Léo que precisava conversar com ele. Despedi-me de alguns irmãos, trocando apertos de mão e palavras rápidas, e subi as escadas que levavam ao segundo andar da igreja, onde ficava seu escritório.
Bati três vezes na porta de madeira maciça.
— Pode entrar! — respondeu uma voz grave, firme, do outro lado.
O escritório do pastor era acolhedor e transmitia autoridade. Uma grande estante repleta de livros cristãos ocupava quase toda a parede; havia um sofá simples, uma planta num canto e a mesa de trabalho organizada com cuidado. Ele estava sentado atrás da mesa. Sentei-me em uma das poltronas à sua frente.
— Levita Fábio, o culto foi uma bênção, não foi? — disse o pastor Leonardo. — Mas você comentou que queria falar comigo. O que houve?
Ele usava um terno vinho escuro, pesado demais para uma noite quente, mas que reforçava sua imagem de liderança. Tinha cerca de 37 anos, era alto, com seus 1,83, corpo forte, robusto, de quem carregava presença sem precisar se impor demais, ele preenchia o ambiente. Era um homem comum, parrudo, com uma autoridade que vinha mais do jeito de falar do que da aparência.
— Pastor Léo… eu precisava conversar uma coisa com o senhor — respondi, sentindo a voz sair mais baixa do que eu gostaria.
— Pode falar, Fabinho. Sou todo ouvido.
— Na verdade… é uma confissão.
Ele respirou fundo antes de responder.
— Você sabe que eu não sou padre para ouvir confissão. Sou um homem falho como você. Se quiser, confesse a Deus.
— Eu sei, pastor — disse, engolindo seco —, mas estou me sentindo muito envergonhada. Eu só precisava desabafar com alguém.
Ele apoiou os cotovelos na mesa, o semblante suavizando um pouco.
— Tudo bem. Você sabe que, para mim, você é como um irmão.
— Sei, sim.
E não era exagero. O pastor Léo era mais que um líder espiritual; era quase um irmão de outra mãe, alguém com quem eu dividia risadas, partidas de futebol e conversas sinceras.
— Então desembucha logo — disse ele, já impaciente, como sempre fora.
— Pastor, você lembra que semana retrasada a gente estava conversando sobre desejos carnais?
— Sim, lembro sim.
— Até te contei que minha esposa, depois que engravidou, parou de ter libido, e eu ficava com tanto tesão que quase comia os buracos da parede — disse eu.
— Lembro e eu te falei que é normal que eu, como pastor, também sentia isso. Minha esposa missionária passa dias fora de casa e eu também fico com o saco pesadão, é a necessidade de todo homem.
— Sim, pastor, mas eu caí em tentação duas vezes e acabei pecando.
Ele franziu a testa.
— O que você fez? Foi atrás de outra?
— Não. Na verdade… ela veio até mim. Ou melhor… ele.
— Ele? — Soltou um riso incrédulo, que logo se transformou em uma expressão de desprezo.— Está me dizendo que comeu um viado?
— Não era minha intenção, pastor, mas não me contive.
— Não se conteve?
— Um irmão da igreja me chamou até a casa dele...
Ele me interrompeu de imediato.
— Perai, esse viadinho é um irmão da igreja?
— Sim, casado e com filho e ainda é um obreiro, está sempre no altar; ninguém desconfia da “fêmea” que ele esconde por baixo da pose de machão.
O semblante dele endureceu.
— Porra, Fábio, se eu pego esse baitola, eu expulso ele da igreja no chute. Quem é?
— Não posso falar quem é.
— Por que não?
— Eu não quero prejudicar ninguém, ele também me fez jurar a Deus que nunca revelaria seu segredo. Se quer descobrir, faça isso por conta própria.
O silêncio que se seguiu foi pesado. O pastor respirou fundo, visivelmente contrariado.
— Então tem uma puta na minha igreja, uma bichona fazendo putaria bem embaixo do meu nariz, e você não vai me contar quem é?
— Sim, sinto muito.
— Aposto que é aquele Pedro; na nossa pelada de sábado, percebi que ele é meio afeminado.
— Não é juro por Deus, essa puta não é nada afeminada na frente dos outros, é machão, mas vira femeazinha na presença de outros machos quando está a sós.
— Já que não vai me contar quem é, continue sua confissão.
A partir dali, a conversa deixou de ser apenas confissão e passou a ser algo mais denso, mais perigoso. Cada palavra parecia puxar outra, como se algo que deveria permanecer enterrado estivesse encontrando espaço para respirar.
O ambiente, antes pastoral e sereno, tornava-se pesado, carregado de tensão e contradição. A fé, o desejo, a culpa e o poder se misturavam de uma forma que nenhum dos dois parecia pronto para conter.
— Bom, ele me chamou até sua casa pra fazer um orçamento do vidro do box, você sabe, eu sou vidraceiro..
— Sim, continue.
— Eu tinha lhe perguntado se a mulher dele, quando engravidou, também ficou sem libido, e depois contei minha situação, terminando de fazer o orçamento, e peço para usar o banheiro, assim que eu sai eu fui até a sala...
Parei por um instante, sentindo o peso das palavras antes de soltá-las.
- E estava lá o filho da puta de quatro, todo arreganhado, todo empinado, balançando a bunda como uma cadelinha no cio, usando apenas uma lingerie preta. Aquele cara parecia uma mulher de costas, pastor, tinha o buraquinho rosadinho. Eu não resisti e pulei nele como um predador ataca uma presa; seu cuzinho tinha gosto de buceta, ele tinha bundinha branquinha, qualquer tapinha deixava ela vermelha.
O pastor permaneceu em silêncio, o olhar fixo em mim, atento.
O silêncio que se seguiu foi denso, elétrico. Léo levantou-se, andando de um lado para o outro. O som de seus sapatos no piso parecia marcar o ritmo de uma tensão que migrava do julgamento para a curiosidade obscura.
— Caralho, Fábio, você está tão louco de tesão que comeu urubu achando que era frango. Nem eu, que estou na mesma situação, estou assim.
— Você fala isso porque você não viu ele com aquela bunda apontada pra você implorando por pica. Eu até tirei uma foto dele de quatro escondido.
— Tirou foi? E excluiu a foto depois, né?
— Não, deve estar salvo ainda.
— Tem que excluir pra não cair em tentação de novo — disse ele.
Pego meu celular e procuro a foto do rabo da vadia em minha galeria.
— Achei, pastor, vou excluir.
— Não, espera, deixa eu ver a foto primeiro — disse ele rapidamente.
Entreguei o celular. Vi os olhos do Léo se dilatarem. O silêncio durou segundos longos enquanto ele analisava cada detalhe da imagem. Percebi o volume em sua calça social crescer, denunciando que a barreira da moralidade estava ruindo.
— Se fosse você no meu lugar, pastor, você judiaria desse rabo ou não?
— Eu... — disse ele.
— Meteria também, né? Não minta, mentira não é de Deus — disse eu.
O pastor soltou o ar pesadamente, os olhos fixos na tela. — Fábio, que rabo gostoso é esse? É claro que eu iria maltratar esse buraco.
— Qualquer macho meteria nessa puta, tô te falando — disse eu, aliviado por o pastor dizer o que eu queria escutar.
— Olha o que o diabo faz com a gente, meu pau ficou durão — disse ele, apertando o volume grande dentro da calça.
A conversa degenerou rapidamente. O verniz pastoral descascou, revelando dois homens dominados por instintos reprimidos. Léo confessou sua própria fome, sua necessidade de dominar e ser servido. A descrição do ato — a submissão do outro, o uso do corpo alheio como um receptáculo para o “leite” acumulado — serviu como um gatilho para ambos.
— E esse cuzinho parece uma buceta, que porra é essa? – perguntou ele.
—Ele me contou que, quando macho usa o cuzinho de viado com constância pra se aliviar, a longo prazo o buraco vai ficando cada vez mais parecido com uma vagina, as preguinhas flácidas e larguinhas parecendo lábio de uma buceta. Era a meta dele ter uma cuceta aberta pra diversão dos machos – respondi.
— Esse cara é uma verdadeira puta, e uma das mais sujas que já vi.
— Ele ainda tinha o pauzinho trancadinho — disse eu.
— Trancadinho?
— Sim, era tipo um cinto de castidade no pau, ele falava que era inútil, e que, para não afrontar um macho superior, ele trancava ele; o único prazer dele viria apenas do rabo mesmo.
— Essa puta falava cada coisa, né? – disse ele
— Você ainda não ouviu nada, pastor.
— Me conta mais.
—Falou que tinha nascido pra ordenhar macho, que não aguentou eu falando que estava sem sexo, que a única função dele era servir macho e era inaceitável um macho com saco pesadão de porra, que eu não era vaca pra guardar leite, que era pra depositar tudo na buceta dela.
— E você depositou, né, seu puto?
— Sim, deixei escorrendo meu leite, gozei litros, nunca gozei tanto. Aquela buceta era mais apertada e macia que a da minha mulher, pastor.
— Coisa de louco, né? E a mamada? Mama melhor que mulher, né?
— Mama viu, a puta tinha fome da minha pica, até pentelhos ela engoliu, e se quiser soltar mijão na boca dela, você pode; engole tudo e depois agradece.
— Por isso, você comeu e ainda repetiu o prato, né? — disse ele.
— Sim, Pastor, ele me disse que Deus estava usando ele para me ajudar e ajudar os outros irmãos com o mesmo problema. Ele disse que Deus não se agrada em ver um filho dele passar por nenhuma necessidade, nem mesmo as sexuais, por isso Deus fez ele ser um buraco de prazer consagrado para os varões. Será que é verdade?
— Se fosse verdade mesmo, essa puta me procuraria, não é?
— Não sei, talvez ele ficasse com receio.
— Receio de quê?
— É porque você é um pastor tão bonzinho, ajuda os necessitados, faz caridade, quem vê acha que não faz mal nem pra uma mosca. Talvez ela achou que você não trataria ela do jeito certo.
— Tá insinuando que eu não sei como abusar de puta?
— Não é isso.
— Eu sou macho alfa, porra, mas macho que você ainda. Sei o que puta gosta: é pezão na cara, cuspe na boca, tapão na bunda. Puta gosta de ser mandada, vontade de comer ela na sua frente só pra você ver o jeito que um macho de verdade come.
— Me desculpa, mas é isso mesmo que puta gosta, pastor. Ela também gosta de beber suor de macho e também de chulézão; tudo que vem de macho ela gosta.
— Por que você não me diz logo quem é? Vou ter que abrir o rabo de todos os 40 irmãos da igreja para poder descobrir quem tem uma buceta no lugar do cu?
— Não posso, fiz um juramento.
— Quer essa puta só pra você, né? Por isso não fala logo.
— Não é isso, pastor.
— Então me conta quem é — disse ele com tom de voz um pouco nervoso.
— Não posso, pastor, tenho medo de essa puta fazer você pecar também.
Eu me levantei e tentei fugir daquela situação, nunca deveria ter revelado esse segredo logo para o pastor; talvez ele nunca descansaria até descobrir quem era. Quando tento me afastar dele, ele me agarra pelo braço, um aperto forte e dolorido, ele era bem mais alto e forte que eu.
— Você só vai embora quando me falar o nome dessa putinha. Quem está falando não é o Léo, seu amigo, mas sim o seu pastor, o cara que você deveria ter respeito e obedecer — me disse isso batendo seu dedo indicador no meu peito.
Nunca tinha visto Léo assim, parecia irado. O tesão realmente muda as pessoas. Finalmente consegui ver aquele cara que me disse que maltratava puta que nem eu. De repente, escutou passos vindo do corredor, alguém bate na porta. Ele levanta seu pau pra cima pra despistar a ereção. Seu pau sai pela camisa social branca dele, mas ele fecha um pouco o blazer pra esconder. Ele abre a porta e é seu filho mais velho, Guilherme. A família do pastor Léo morava quase do lado da igreja.
— Pai.
— O que foi, Guilherme?
— A vizinha aqui da frente da igreja está enchendo o saco falando que você colocou o carro na frente da garagem dela.
— Mas nem está na frente, essa mulher está querendo encrenca.
— Ela quer que você mude o carro de lugar pai.
— Tá bom, eu já vou descer lá.
Seu filho sai, ele olha pra mim, eu me levanto da poltrona.
— Eu vou lá rapidinho, Fabinho, mas você não vai sair daqui, entendeu? Ainda não terminei nossa conversa.
Ele saiu e bateu a porta fazendo um barulho alto, depois escuto barulho de chave na fechadura, estava me trancando. Ele não demorou muito, uns 5 minutos no máximo, quando escuto seus passos de novo, logo me animo. Ele abre a porta e se surpreende e fica em silêncio, agora o cenário tinha mudado completamente, depois diz:
— Que porra é essa, Fabinho?
— Você não queria saber quem é a puta, pastor? Agora você sabe que a putinha sou eu!
Eu tinha me despido por completo, estava usando uma lingerie preta por debaixo daquelas roupas sociais; na frente da calcinha, o pauzinho trancado. Agora meu rosto estava no tapete, e minha bunda estava virada, empinada, apontada para ele. Eu piscava meu cuzinho mordendo a calcinha fio dental.
— Caralho, você é fêmeazinha mesmo, ou é só conversa fiada?
— Eu sou fêmeazinha de machão.
— Então lamba meus sapatos.
Ele colocou o sapato social preto perto do meu rosto e eu lambia tudo, deixando brilhoso com minha baba, e depois me deu um tapa forte na bunda que fez um barulho alto; eu gemi.
— Vou colocar meus filhos tudo nesse rabo.
— Vai engravidar, sua puta?
— Vou parar só quando sentir meu sacão leve de novo, Fabinho.
— Fabinho não, esquece o Fábio, eu sou só um aquecedor de rola agora.
Ele pegou minha calcinha e arredou pro lado e passou os dedos no meu cuzinho, piscava pedindo pra ele me dedar, me dedava como se estivesse dedando uma buceta, dava tapas fortes na minha buceta, do jeitinho que eu gosto, sem carinho nenhum.
— Tá com pauzinho trancadinho, né? E esse saquinho pequeno parecendo de criança?
— Esse saquinho são meus ovários, pastor — respondi.
Ele me deu um tapa forte no meu saquinho, apertou-o, deixando-o vermelho. Depois se sentou na minha frente e me pediu para tirar seus sapatos; as meias pareciam surradas de dias sendo usadas.
— Sente o cheirão do pé do seu macho.
Tirei sua meia e comecei a passar minha língua por entre seus dedos, enfiava meu nariz no meio do seu dedão, mandava eu colocar minha língua pra fora e ele passava a sola do pé nela, mandava eu fazer o mesmo com outro pé, para o outro não ficar com ciúmes.
— Olha o tamanho do pezão, maior que sua cara. Tu curte pezão quente de macho?
— Muito.
— Então coloca todos os dedos na boca, bora ver se cabe tudo.
Colocava seus cinco dedos na minha boca e passava a linguinha, ele me dava chutes no rosto, como se me desse tapas fortes; depois ele colocou sua meia fedorenta em minha boca e tampou meu nariz, me forçando a respirar aquele fedor quente de macho pela boca, que tesão.
Depois me puxou pelos cabelos e esfregava meu rostinho no seu membro duro, que esticava ao máximo aquela calça.
— Tira meu pau pra fora, putinha.
Obedeci, Eu já tinha manjado a piroca do pastor uma vez no banheiro, já sabia que o negócio era grande já mole, mas vê aquilo duro feito pedra ainda me surpreendeu pelo tamanho, era um pau gordo, grosso e veiúdo tinha um leve curvatura pra baixo e tinha cabecinha redondinha, a circunferência era mais grossa que a cabeça dando a sensação que seu pauzão tinha ombros, a cabecinha estava coberta com pele fina do pau, coloquei meu nariz bem na cabeça e cheirei, depois dei mordidinhas na pele puxando e esticando ele com os dentes, depois abocanhei o pau por completo, mamava aquilo feito um bezerro faminto, descendo mais e mais, como era gostoso sentir a curvatura dele bem no fundinho da garganta, ele me apertava o pescoço só pra sentir também, me lambuzava em suas bolas grandes de macho alfa reprodutor.
Depois fiquei de quatro pra ele me meter, ele já ia cuspindo no pau, quando eu disse:
— Não precisa lubrificar o pau não, minha xota tem lubrificação própria — disse eu, forçando a bucetinha pra poder sair resto de gozo; a gala de outros machos no meu rabo fazia a lubrificação perfeita pro seu pau.
— A xoxota tá molhadinha de porra de outro, né? Pois eu vou deixar essa buceta bem molhadinha para o próximo poder usar também.
Seu pau escorregava dentro de mim, me rasgando; aquele era imenso, queimava. Eu gemia como ninfetinha; quando ele entrou por completo, ele forçou bem fundo sua cabecinha em mim.
— Porra, assim você fura meu útero, pastor.
— E você não gosta quando fura?
— Sim!
— Essa buceta tá muito apertada pro meu gosto, parece que não tá treinada pra pau grosso, vou deixar ela no meu número rapidinho.
Ele metia forte, sem nem ligar pra minha dor, o jeito que deveria ser, seu prazer sempre tem que vir em primeiro lugar. Eu comecei a gemer alto, ele tapava minha boca, depois se esticou até a mesa e pegou um controle da caixinha de som da sala e colocou um louvor gospel bem no último volume pra abafar os gemidos. Não eram meus gemidos altos que iriam impedir aquele homem de me judiar, colocava o pezão em meu rosto e pisava em cima da minha cabeça. Quando ele via que meu rabo já estava acostumando com seu pauzão e meus gemidos não eram mais de dor, mais puto ele ficava e mais forte fudia, e mais alto era o barulho do seu sacão me dando tabefes na bunda.
Era um ritual de dominação e entrega absoluta, a hierarquia da igreja foi substituída pela hierarquia da carne. Havia humilhação, suor e uma entrega visceral, onde a amizade entre eu e o Léo permanecia intacta em uma gaveta, enquanto o “animal” e a “fêmea” se devoravam no tapete do escritório.
Me pegou no colo como se eu não fosse nada. Ele tinha braços fortes e me tacou no sofá com brutalidade e me pediu pra ficar de frango assado. Ele colocou seu pau de volta no meu rabo sem nem precisar colocar a mão no membro, fazia aquilo como um verdadeiro macho faz, me comia de frango assado, cuspindo em meu rosto e enfiando seu pezão na minha boca.
Me colocava de cabeça pra baixo no chão, eu escorava minha bunda no sofá, segurava minhas pernas e depois ele vinha por cima me comendo em pé, depois se sentou e me pediu pra rebolar pra ele, me jogou no tapete da sala e se deitou com seu corpo todo em cima de mim, me amassando e me molhando com todo seu suor, eu como puta sedenta, procurava seu suvaco suado pra enxugar ele com minha língua, não demorou muito, seu pau parecia inchar dentro de mim e ele me fudia mas rápido até chegar o momento que seu pau vibrou e ele despejou seu litrão de leite no meu rabo.
— Isso, suga meu leite com a buceta pra ver se engravida, vadia.
— Com um tempo meu cuzinho virou vagininha, agora minha próxima meta é tomar tanto leite pela xota que um dia eu vou engravidar e me transformar em uma fêmea completa.
Ele saiu de dentro de mim, já mole, meu rabo vazava um pouco de leite, ele passou a mão na gala que tinha vazado e levou a mão suja de porra pra mim limpar, suco grosso de macho, nunca me ousaria desperdiçar aquilo.
— Deixei sua buceta bem molhadinha pro próximo, e quem é o próximo irmão da igreja que essa puta vai satisfazer?
— Não posso contar nunca, é sigilo absoluto.
Mal sabia ele que minha próxima vítima seria da sua linhagem de macho alfa, seu filho mais velho, Guilherme, que está noivo. O moleque tinha 17 anos e já ia se casar, por conta da namoradinha que só ia liberar a xota depois do casamento. Com o casamento longe e alguns adiamentos, eu conseguia sentir o tesão à flor da pele dele. Será que ele saberia tratar uma puta que nem o pai trata?
— Fábio, e agora? Não vou conseguir enxergar você como amigo, mas não, você era um irmão pra mim, agora eu só te vejo como puta mesmo.
— Léo, eu continuo o mesmo Fábio de antes, nada mudou. Depois que eu sair dessa sala, a puta morre e o Fábio aparece, o macho casado, bom pai, maridão, obreiro da casa de Deus e temente a ele, e seu parça que adora te dar canetada no fut.
— Esse cara é parceiro pra toda vida, vou sempre tratar com amor e respeito, mas a puta não, essa aí não merece nada vindo de mim, só porra mesmo, trato que nem lixo.
— Esse é o certo a se fazer, tratar puta do jeito que ela nasceu pra ser tratada. Nossa amizade não atrapalha seu tratamento com a puta, e nem a puta atrapalha nossa amizade, certo?
— Certo.
Eu cheguei perto dele e tentei lhe roubar um beijo; queria sentir aquela barba dele arranhar meu queixo. Ele me deu um tapão no rosto, me afastando.
— Que porra é essa? Puta querendo beijo, tem que sempre lembrar, vadia, o seu lugar. Espero que essa tentativa de beijo tenha vindo da puta e não do meu brother Fábio.
— É claro que foi da putinha.
No fundo eu sabia que na verdade tinha vindo do Fábio, que odiou não sentir sua língua, mas a puta amou ser tratada com desprezo por aquele macho superior.
O silêncio que se seguiu era pesado demais para ser ignorado. Não havia mais palavras possíveis naquele espaço. Tudo o que precisava ser dito já havia sido, mesmo aquilo que nenhum dos dois ousaria admitir em voz alta.
Levantei-me devagar. Ajustei as roupas, respirei fundo e evitei olhar diretamente para ele. O escritório já não parecia o mesmo. A estante de livros, a mesa, a planta no canto — tudo agora carregava um peso estranho, como se o lugar tivesse sido profanado por algo que não deixava marcas visíveis, mas jamais poderia ser desfeito.
Caminhei até a porta. Antes de girar a maçaneta, parei por um instante. Pensei em dizer algo — qualquer coisa que desse sentido àquela noite —, mas percebi que não havia sentido algum a ser encontrado. Apenas consequências.
Desci as escadas da igreja com o coração acelerado. O templo estava vazio. As luzes ainda acesas lançavam sombras longas pelos bancos. Passei pelo altar, pelo púlpito, pelos instrumentos que eu mesmo havia tocado horas antes. Tudo permanecia no lugar, intacto, como se nada tivesse acontecido.
O Fábio, o homem de Deus, atravessou o portão, dei um pulo para poder desviar de um buraco na calçada e senti uma fincada funda no rabo, a putinha tinha dado a buceta, mas o Fábio ainda sentia o cuzinho todo esfolado é claro. A “fêmea” também levava consigo, no ventre e na alma, o troféu do pecado que sustentava sua existência.
Lá fora, a noite estava abafada. Respirei o ar pesado da rua e caminhei sem olhar para trás.

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Comentários (2)

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  • Tiago: Tesão da porra esse conto

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  • Daniel: Delicia, ja quero a continuação....

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