#Estupro #Gay #Sado #Teen

Diário de um cativo 4

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Cativo

🔞🔞🔞Uma história de pura dominação, se não aguenta não leia, mas se ler goze, curta e comente! Leia do começo! 🔞🔞🔞

Enfim ele soltou minha cabeça e sem resistir desabei no chão, me encolhi na posição fetal e chorei o choro mais angustiante da minha vida.
•••
Acordei com o corpo dolorido pela surra e por ter dormido no chão, na boca ainda sentia o gosto amargo de seu sêmem misturado com borracha, olhei pra cama e lá estava meu algoz dormindo tranquilo como se não fosse o causador da minha degradação. Como se não me sodomizasse a minha revelia de forma cruel e bestial.

Mas como um cativo que aceitou a subjugação imposta me arrastei, com cuidado para não acordá-lo, para o meio de suas pernas e fui cumprir a primeira sentença do dia, afinal esse era meu café da manhã e a próxima refeição dependerá do seu humor no decorrer das horas.

Seu membro estava relaxado sobre sua barriga até um pouco acima do seu umbigo, como sempre comecei por suas bolas lambendo e chupando aquele monte de pelos sentindo suas bolas se movimentarem dentro de minha boca, a esta altura ele ja estava acordado, mas permancia quieto aguardando alguma desobediência da minha parte.

Subi lambendo até a cabeça que já estava soltando aquela gosma salgada, lambi tudo e já acomodei aquele monstro meio amolecido em minha garganta. Chupei devagar massageando suas bolas molhadas por minha saliva que já escorria por seu pau.

Sua respiração ficou mais pesada, vi que era hora de intensificar os movimentos, passei a sugar com mais força e os movimentos de vai e vem ficaram mais rápidos até que senti seu corpo se retesar, então continuei sugando só o cogumelo e logo senti o primeiro jato. Aguardei até receber o último desci da cama e fiquei de joelhos até ter a autorização para engolir.

- Tá com a boca cheia, bichinha gulosa? Deixa eu ver.

Assenti com a cabeça e sem demora abri a boca, dessa vez ele demorou mais que o costume e eu já não suportava mais aquilo na minha boca, era nojento.

- Muito bem, agora cuspa tudo aí no chão.

Tinha um tom de divertimento em sua voz e mesmo sem entender o que estava acontecendo cuspi aquele líquido grosso e pegajoso sob o olhar dele e permaneci ajoelhado esperando o próximo comando.

Ele se sentou colocou o pé sobre a poça branca no chão espalhando sobre um pouco de terra que soltou de suas botas, tudo isso olhando em meus olhos que já estavam cheios de lágrimas em antecipação ao que viria.

- Tá esperando o quê pra tomar seu café da manhã, bichinha?

Resignado me abaixei e comecei a lamber o chão sentindo o barro em minha língua, lambi seu pé até limpar completamente e voltei a ficar de joelhos.

- Gostou do seu café reforçado?

- Sim, senhor.

- Minha porra foi suficiente ou você ainda quer mais alguma coisa, minha cadelinha?

- É o suficiente, senhor.

Era mentira, eu odeio isso, eu estou morrendo de fome, mas essas perguntas são apenas uma armadilha, eu aprendi da pior forma que nada é sobre mim, tudo é sobre ele e sua dominação sobre mim. Ele riu alisou minha cabeça como se faz a um cachorro e me mandou fazer minha obrigação.

Corri pro banheiro, tomei um banho rápido e desci pra fazer o café dele, ainda era cedo e todos dormiam, fiquei observando ele comer os pães com ovos e bacon que fiz, mas não tinha direito sequer de experimentar. Ele saboreava aquilo como se fosse a melhor coisa do mundo sem deixar de me olhar.

- Se ajoelhe aqui do lado do seu dono, minha cadelinha, que eu vou te alimentar.

Meu coração até errou uma batida e sem demora me ajoelhei ao lado de sua cadeira. Ele continuou comendo e eu achei que ele estava só zoando até que ele cuspiu no chão uma massa mole da mistura do pão com os ovos, o bacon e sua saliva.

- Coma!

Era uma ordem cortante e sem espaço para hesitação, meu estômago revirou, mas mesmo assim me abaixei e quando fui pegar aquela massa nojenta pra colocar na boca recebi um tapa que me fez cair zonzo no chão.

- Cadela tem mão, bicha burra? Coloque as mãos para trás e limpe o chão com a língua, não quero desperdício de comida aqui.

Fiquei de quatro e com a língua levei aquela coisa a minha boca, lambi o chão por medo de sobrar algo, mas quando achei que tinha acabado outro bolo molhado caiu a minha frente e assim outros tantos até que ele terminou de comer.

- Você é uma cadelinha muito gulosa!

Terminando de falar subiu para se arrumar para a escola, lavei os pratos e fui me arrumar também. Quando ele saiu do banheiro eu já estava pronto esperando por ele. A porta do banheiro se abriu e com uma cara de poucos amigos caminhou lentamente até parar na minha frente.

Meu coração estava aos pulos, já tinham se passado os dias que ele disse que eu não iria para a escola. Eu não fiz nada de errado era só não falar e nem olhar para ninguém, ele disse isso. Minha mente estava a mil. Outro tapa atingiu meu rosto branquinho que agora vivia vermelho e até roxo de suas agressões.

- Onde a putinha pensa que vai? Vai atrás de macho na escola?

- Nãaao... O senhor disse...

Fui cortado por outros tapas e pontapés, ele pisava em mim com sua bota sujando toda a minha farda e eu nem podia pensar em me defender, quando ele se deu por satisfeito se abaixou próximo da minha cabeça apertando meu rosto com sua mão enorme.

- Você não precisa mais de escola, eu sou seu professor de agora em diante. Tudo o que você precisa saber é dar esse rabo calado e obedecer seu macho, entendeu vadia?

- Entendi... senhor!

- Minha cadelinha ainda quer ir pra escola?

- Não... senhor!

Eu falava com dificuldade pela surra que me tirou o ar e pela sua mão que esmagava meu rosto. Depois de um tempo me olhando ele cuspiu em minha boca e saiu.

Ainda no chão chorei, pois agora não haveria a menor chance de pedir ajuda a ninguém, agora eu estou completamente sob seu domínio. A minha esperança era conversar com algum professor ou com a diretora, mostrar as marcas dos abusos e conseguir ser tirado desse inferno, mas mais uma vez minha esperança foi ralo abaixo.

Passei um bom tempo no chão olhando pro teto sem pensar em nada, depois tomei outro banho e cuidei de meus ferimentos. Meu bumbum já estava sarado, não era mais o mesmo estava um pouco maior, mas tinha fechado e agora ele estava um rosa mais escuro.

Arrumei e limpei o quarto, aproveitei para guardar meu material já que nunca mais poria meus pés numa escola, deixei apenas meu material de desenho sobre a mesa. Quando estava descendo com o lixo e a roupa suja ouvi os gritos de minha tia, o caçula estava tendo outra crise convulsiva.

Ajudei como sempre até ele recobrar a consciência e desci correndo pra chamar meu tio na oficina, como tia Leah pediu, corri muito, pois mesmo ainda sendo no rancho a oficina era bem afastada da casa. Zangado por ter que deixar o trabalho voltamos em sua caminhonete, mesmo ele reclamando que aquilo era frescura da minha tia que protegia demais aquele menino e mais um monte de ignorâncias.

Permaneci calado na volta pra casa e mancava um pouco pelos chutes que recebi quando entrei em casa, mas ninguém percebeu ou se importou o suficiente para perguntar.

Logo uma briga começou e pela primeira vez vi meu tio bater em minha tia, ela o respondeu. Ele tirou seu cinto e sem se importar com minha presença bateu nela até cansar. Ela no chão, com sua respiração entrecortada e ele em pé diante de seu corpo respirando forte como uma fera que acaba de abater sua presa.

Quando seu olhar encontro o meu estremeci, vi o filho no pai, eles são iguais. Dois animais que usam a violência física para subjugar aqueles que eles julgam inferiores. E assim como eu minha tia também sofria.

Só nesse momento minha ficha caiu, as marcas, o silêncio, o isolamento, a falta de espaço, de direitos tudo isso acontecia diante dos meus olhos e eu nunca percebi. Apesar das suas falas machistas e ofensivas nunca percebi que existia também as agressões físicas.

Eu estava paralisado não sabia se podia ajudar ela ou não, na verdade eu não sabia mais nada, deu um branco em minha mente até ouvir sua voz grave e forte direcionada a mim.

- Vai ficar parado aí olhando, inútil? Não tem mais nada pra fazer? Eu tô no meu direito de homem da casa! E ela teve o que mereceu.

Sem pressa ele começou a colocar o cinto de volta a sua cintura e eu corri pro fundo da casa para lavar as roupas de Esdras antes que ele chegue e eu apanhasse de novo. Meu corpo antes branquinho agora só tem manchas que variam de um roxo quase preto a amareladas.

Estendi suas roupas e os lençóis e quando voltei pra dentro de casa ele já tinha voltado para a oficina e minha tia estava no quarto do caçula observando ele dormir tranquilamente e dessa vez ela não escondeu suas marcas, não precisava mais.

- Tia...

- Não precisa falar nada, querido. Eu liguei pra emergência e eles vão mandar uma ambulância nos buscar, esteja pronto. Vamos começar nossa vida longe desses monstros.

- Então... você... você sabe... - falei em soluços.

- Me perdoe, meu menino, mas não pude fazer nada nem por mim e muito menos por você. Não posso denunciar até porque por aqui não vai dar em nada, mas um amigo vai nos ajudar, essa é a nossa única chance. Só esteja pronto.

A ambulância chegou sem barulho, minha tia entrou com o caçula desacordado nos braços e iamos passar na escola para pegar os outros meninos, mas quando eu ia entrar senti meu braço ser puxado com violência. Meu carcereiro está lá me fuzilando com o olhar.

- Que porra tá acontecendo aqui? - ele bradou.

- O caçula teve outra convulsão forte, precisa ir pro hospital e eu ia levar o Dan pra me ajudar.

- Ele não vai a lugar nenhum.

Dito isto saiu me puxando pelo braço para dentro de casa, olhando para trás só pude ver a ambulância se perder em meio a poeira da estrada. Mais uma vez sou afundado na miséria que se tornou a minha vida. Sou jogado no chão com violência.

- Então você ia sair sem minha autorização?

- Eu não sabia o que fazer, a tia tava nervosa e machucada da surra que levou do tio. Ela precisava de ajuda.

Falei tudo num fôlego só na tentativa de me livrar de mais uma punição. Fui agarrado pelos cabelos e prensado entre seu corpo e a parede.

- E agora cadelas falam assim com seu dono?

- Me perdoe, senhor! Eu fiquei nervoso, achei que o caçula ia morrer dessa vez e o tio bateu muito nela por isso. Fiquei assustado, senhor. Não sabia como agir.

Ele me olhava desconfiado, ainda bem que a única coisa que eu aí levar eram meus documentos que estavam na bolsa de minha tia, ou uma hora dessas eu já estaria morto. Ele rasgou minha roupa colocou a corrente bem apertada em meu pescoço, prendeu no pé da cama e saiu batendo a porta.

Não sabia se eu estava com sorte de não ter apanho ou azar por ele está tramando algo pior. Meus machucados doíam e eu estava com muita sede, eu costumava beber água escondido no banheiro, mas agora eu estava amarrado. Um tempo depois ele voltou, parecia mais calmo.

- O velho confirmou sua história, dessa vez vou aliviar pra você, mas da próxima vez que você sonhar em fazer algo sem o meu consentimento se prepare pra se arrepender pelo resto de sua vida. Agora vá preparar o almoço que eu tô com fome e os meninos já devem estar chegando.

Eu tremia de alívio, ele me soltou e eu fui pra cozinha, avisei que já tinha lavados suas roupas e limpado o quarto como ele gosta. O almoço já estava quase pronto em pouco tempo meu tio subiria e iria desconfiar da demora dos meninos já que eles nunca atrasam, e eu temia por mim e por eles.

Esdras estava sentado me vigiando enquanto mexia no celular. Eu já estava colocando a mesa quando meu tio entrou na cozinha e perguntou pelos meninos. Eu só olhava pro chão por medo deles dois e porque era assim que meu dono queria.

Ao saber que eles ainda não tinham voltado da escola meu tio saiu sem dizer uma palavra só ouvimos o barulho da caminhonete acelerando.

- Tá esperando o quê para me servir, cadelinha?

Pelo menos ele não parecia zangado, me apressei e fiz seu prato com bastante carne como ele gosta, enchi seu copo com suco bem gelado de manga e fiquei em pé de frente para ele, era assim todos os dias. Ele começou a comer sem me olhar até chegar a metade da comida.

- De joelhos aqui, cadelinha!

Meu estômago revirou só em pensar em se repetir o mesmo que aconteceu no café da manhã. Receoso me ajoelhei ao seu lado com a cabeça baixa até que senti sua mão suavemente segurar meu rosto me fazendo encará-lo enquanto mastigava devagar.

Seus dedos em minhas bochechas começaram a apertar até que não pude mais resistir e abri a boca, então uma mistura de arroz, feijão, carne, salada tudo mastigado e misturado com muita saliva parecendo uma lavagem foi cuspida direto na minha boca.

- Mastigue, engula e agradeça o almoço que preparei pra minha cadelinha. E deixe a boca aberta caso eu queira mimar você mais.

O nojo tomava conta de mim, mas eu não podia arriscar aborrecê-lo no suspense que eu estava com a fuga da minha tia. Engoli aquilo o mais rápido que pude, agradeci e voltei a abrir a boca. Aquilo se repetiu várias vezes e vez ou outra ele enchia a boca com o suco chacoalhava e cuspia em minha boca deixando melar meu rosto com aquela mistura nojenta.

Quando ele acabou de comer fui limpar a cozinha sob seu olhar atento. Meu tio ainda não tinha voltado quando terminei e isso me deixava mais apreensivo. Fui guiado pelo braço de volta ao quarto sem violência, assim que entrei tirei logo a minha roupa e coloquei no cesto para lavar.

Queria muito tomar um banho, mas tinha que esperar ele mandar me virei pra sair do banheiro, mas dei de cara com ele e seu semblante sombrio na porta, então fui agarrado pelos cabelos da nuca.

- Você tá se achando porque te alimentei hoje, não é viadinho? Tá pensando que merece, que vale alguma coisa?

Ele me prensava contra a parede e seu punho forçava meu estômago com movimentos repetidos e com força. Se ele não parasse eu iria vomitar em cima dele e aí sim estaria ferrado.

Sem esperar fui virado de frente pro vaso sanitário que estava com a tampa levantada e minha cabeça foi enfiada lá dentro quase meu rosto tocando a água. Eu me segurava nas bordas do vaso com medo de ser afogado ali como via nos filmes.

Mas acho que o que veio a seguir foi pior, senti seus 4 dedos invadirem a minha garganta como se a estivesse fodendo e indo cada vez mais fundo, então não consegui segurar mais e vomitei tudo o que ele cuspiu em minha boca até não ter mais nada pra sair.

Ele passou a mão suja de vômito em meu rosto e cabelo sem soltar o aperto da outra mão. Eu estava mole e suando muito pelo esforço, o cheiro de azedo me fazia querer vomitar mais, mas eu já estava vazio.

- Vê essa comida dentro do vaso sanitário aí ela é mais útil do que dentro dessa sua barriga de viado. Ela vai pro esgoto alimentar os vermes e as bactérias que valem mais do que você.

Ele falava e empurrava meu rosto na direção daquela imundice e só não conseguiu encostar por que eu estava sentado no chão quase caindo de fraqueza até que ele me soltou e desabei no chão ofegante.

- Lave esse rabo direito que hoje vou te rasgar de novo, já te dei muito mole.

Ele se abaixou do meu lado e me encolhi com medo, mas seu semblante era outro, ele assanhou meu cabelo depois alisou minha barriga igual a gente brinca com um filhotinho e saiu.

Levantei com dificuldade, tudo girava. Escovei meus dentes 3 vezes, limpei o banheiro, tomei um banho demorado, bebi bastante água do chuveiro mesmo e fui me preparar para fazer a chuca.

Dessa vez só precisei me lavar por dentro duas vezes, mas por medo fiz a terceira vez pra evitar problemas. Nem tinha muito o que limpar também, pois desse que meu tormento começou eu não tenho uma refeição decente. Quando ele se lembra de me mandar comer é sempre pouco e algo que ele sabe que não gosto e não sei se seu sêmem conta como refeição, isso é o que ele mais me dá.

Tomei outro banho do jeito que sempre gostei com bastante espuma, penteei meu cabelo como costumava fazer antes e fiz um rabo de cavalo, roupas eu não precisava. Então pra aliviar a tensão fui desenhar.

Estava tão entretido com meus desenhos que não percebi a presença dominante dele atrás de mim até ele me segurar pelo rabo de cavalo que dava pra enrolar em sua mão. Em um sobressalto estava aos seus pés, tive medo, mas ele até parecia feliz, ele sorria como a algum tempo eu não via.

- Trouxe uma surpresa pra você, minha cadelinha.

Nesse momento que fui notar uma sacola grande em sua mão, meu corpo logo estremeceu. Eu suava frio só de lembrar do destruidor e pensando no que poderia ter dentro daquela sacola.

Ele me olhava com divertimento, então cai em mim e lembrei da minha obrigação forçada e comecei a tirar suas botas. Já nu ele sentou na cama ao lado da sacola, sem demora fiquei de joelhos entre suas pernas e continuei minha obrigação. Depois que já tinha feito tudo em suas bolas que agora se abrigavam em minha boca faltando apenas seu membro que babava como nunca, fui impedido de continuar.

Eu estava mesmo como uma cadela de quatro entre suas pernas com minha boca cheia por suas bolas enormes e peludas enquanto ele descansava suas pernas em minhas costas.

- Quer ver sua surpresa agora, minha cadelinha.

Gani como uma cadela como única forma de assentir naquela situação.

- Boa menina. Espero que você goste porque são várias surpresas na verdade.

Eu só pedia que não fosse nada doloroso porque coisa boa para mim eu tinha certeza que não era. Ainda mais com a animação que ele estava. Ele mexeu no saco como se procurasse algo, logo seu sorriso se alargou e ele puxou uma corrente curta de dentro da sacola. Essa era diferente da outra os elos eram menores, mas eram mais grossos e com duas voltas que em cada ponta tinha uma argola por onde passava outra única corrente mais grossa fechando com outra argola maior e mais grossa que as outras.

- Essa corrente nova é estranguladora, isso quer dizer que se você tentar fugiiiir... já sabe o que acontece, né. Daqui a pouco você vai ter uma demonstração.

Ele tirou suas pernas de cima de mim o que foi um enorme alívio, enfiou meu rosto até me sufocar na sua virilha e depois me puxou pelos cabelos até suas bolas saírem juntas da minha boca e isso sempre rasgava os cantinhos. Eu sempre tirava uma de cada vez quando podia.

Com dois tapinhas em meu rosto babado fui colocado na coleira que ficava mais folgada do que a outra, não era muito, mas dava pra respirar normal apesar do desconforto do peso. Então ele me mostrou um osso de metal com um enorme E em alto relevo e prendeu na coleira.

- Agora eu quero ver você tentar sair de novo sem minha autorização.

De novo ele mexeu na sacola e tirou 2 cochos de alumínio para cachorro um de ração e outro de água, ele me olhava como se aquele fosse meu presente desejado de Natal. A próxima coisa foi um rolo grosso e preto que parecia algum tipo de fita, depois um saco de ração e por fim muitos sachês de ração úmida pra cachorro.

E eu estava atônito ainda ajoelhado entre suas pernas com a empolgação que ele falava sobre cada item a medida que tirava da sacola, a única coisa que não entendi foi a única que ele não falou nada sobre.

- Agora que você já viu seus presentes eu vou te preparar para arregaçar esse seu cu e matar minha vontade, só depois eu vou alimentar você. Essa amizade com o veterinário da fazenda vizinha veio em boa hora, além dos remédios pra você daquela vez hoje ele me deu esse monte de ração, mas a úmida ele disse que não é pra dar sempre não pra minha cadelinha não ficar mal acostumada e também pra não ter diarreia.

Eu estava horrorizado, ele ia mesmo me dar ração de cachorro? Eu já estava duvidando da sanidade mental dele com tudo o que ele já me fez, por saber o que a mãe sofria e nunca fazer nada pra ajudar, mas isso era demais, eu ia adoecer comendo aquilo, isso se eu conseguisse comer.

- E ainda tem mais um benefício, essa ração é pra cadela que tá amamentando, ela estimula a produção de leite. Quem sabe não saia um leite dessas tetinhas aí?

Sem falar mais nada ele pegou o rolo preto fechou minha mão direita deixando o polegar sobre os outros dedos e começou a enfaixar apertado até meu pulso e em seguida fez o mesmo com a outra mão. Se eu já não tinha chance de defesa agora então estava pior.

Fui erguido do chão e colocado sobre a cama de barriga pra cima e com o mesmo rolo preto ele enfaixou a minha perna direita dobrada prendendo completamente a minha coxa em minha canela deixando meu pé colado em meu bumbum e repetiu o mesmo processo na outra me deixando completamente a sua mercê deitado em sua cama.

Eu já não tenho nada nessa vida e agora nem os movimentos. Não posso me segurar a nada muito menos ficar de pé. Ele apreciou seu feito por um curto tempo e penso que achou pouco, pois logo prendeu as minhas mãos enfaixadas as minhas pernas imobilizadas.

Então ele começou a chupar, morder e beliscar meus peitinhos enquanto esfregava seu pau extremamente duro e babado com muita força no meu pinto flácido. Eu nunca tive uma ereção na vida ou senti desejo por alguém e acho que nunca terei.

- Não vejo a hora de você dar leite como a cadela que você é, o veterinário até falou de uma injeção que é infalível, se ele me der eu mesmo ti aplico.

Ele tá maltratando meus peitinho parece que vai rasgar a pele, minhas bolas já estão doloridas, pois ele juntou minhas pernas deitou por cima de mim e está metendo seu pau entre elas como ele fez naquela mulher só que com uma força absurda.

Se o pau dele não tivesse tão babado já teria arrancado meu couro, meu pinto já está ardendo também e ele não pára. Depois de um tempo de agonia tudo parou. Ajoelhado diante de mim ele abriu minhas pernas e com seu pau duro começou a bater em meu pinto e minhas bolinhas, eu ia no inferno e voltava.

- Essa porcaria aqui é menor do que a cabeça do meu pau, bichinha. Já vi mulheres com grelo maior que isso. Você devia ter vergonha e arrancar logo isso.

Quanto mais ele falava mais forte ele batia, eu já chorava desesperado balançando a cabeça de um lado pro outro com força. Sem perceber os golpes que antes atingiam minhas partes agora estavam direcionados ao meu rosto. Sentado em meu peito hora era golpeado no rosto, hora na garganta.

Ele cuspia na minha boca e ordenava que eu não engolisse cada vez que enfiava seu pau até o fundo. Nessa posição era mais doloroso, mas ele não se importava.

Depois de um tempo fui colocado de quatro e entendi porquê fui imobilizado daquele jeito, agora eu pareço mesmo uma cadela. Meu bumbum exposto estava lá em cima enquanto meu peito estava sobre o colchão junto com meu rosto já vermelho pelas pancadas e pelo choro.

Ele chupava forte meu cuzinho que parecia que ia virar do avesso depois ele batia forte com sua mão grande e calejada, por conta de sua saliva fazia doer mais e na posição que eu estava não podia fazer nada.

Senti seu cuspe quente cai bem no meio do meu cuzinho e sem preparo fui invadido por 2 dedos seu, ardia demais e ele metia todo com força, o que amenizava era que vez ou outra ele cuspia dentro de mim, mas eu já não sabia quantos dedos tinha dentro de mim.

Então tudo parou e por um breve momento foi só silêncio até que um estalo soou no quarto e eu gritei de dor e susto, e logo outros vieram. Ele estava batendo com seu pau no meu cuzinho como ele fazia no meu rosto. Doía, pois parecia que estava mais sensível e aberto.

- Uma surra de pica é o que você merece, cadela! Agora se prepare que seu macho reprodutor vai montar em você.

Senti mais duas cuspidas fartas bem no meinho e ele ficou de pé me deixando quase entre suas pernas, só senti o ferro quente me rasgando, parecia que ele estava sentado em meu bumbum. Quando tentei me jogar pra frente pra me livrar de seu monstro fui puxado pela coleira e entendi o porquê dela ser chamada de estranguladora.

Ele puxou sem dó até meu corpo sair da cama e sem me dar um tempo começou a meter com força, enquanto eu me desesperava sem ar ele metia.

- Você nasceu pra isso! Ainda bem que você caiu em minhas mãos, cadela! Aqueles idiotas da escola não iam saber usar todo seu potencial de puta.

Quando ele sentiu que eu não resistia mais então soltou a coleira me deixando cair ofegante e zonzo no colchão. Certeza que meu pescoço estava marcado e ferido.

Ele deitou sobre meu corpo com seus cotovelos um em cada lado do meu rosto e meteu tanto e tão forte com meu bumbum pro alto que quando ele gozou dentro de mim chegava a espirrar pra fora. Mesmo já tendo gozado ainda ficou em cima de mim e eu podia sentir seu pau martelando forte em minhas entranhas. Até que ele caiu pro lado me levando junto ainda engatado.

Continua..

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Comentários (1)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Nossa nossa nossa: Eu espero mesmo que no final o boy pegue uma faca bem grande e corte o Esdras todinho, abra ele de cima a baixo que ódio

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