#Corno #Incesto

Cornolandia em Casa: Botou o comedor dentro de casa

1.2k palavras | 4 | 4.18 | 👁️
LonelyOne

Imagine voltar para casa com o macho que acabou de te arrombar... e entregá-lo de bandeja para sua esposa gostosa. Agora imagine sua filhinha espiando

### Parte 4 - A Traição Consumada: Cornolandia em Casa

**Autor: LonelyOne**

Meu nome ainda é Ricardo, mas depois daquela noite no Motel Lido com Bruno, eu não sei mais quem sou. Aos 45 anos, advogado respeitado, pai de família, marido fiel – ou pelo menos era o que eu repetia pra mim mesmo no espelho toda manhã. Mas agora, dirigindo pra casa com aquele macho ao meu lado, o cu ainda ardendo do arrombamento brutal, a calcinha rasgada colada na pele suada de porra seca, eu sentia uma excitação doente me consumindo. *Ele vai foder a Marina. Vai esticar aquela boceta que eu mal consigo satisfazer. E eu vou assistir, punhetando meu pauzinho mole, como o corno patético que sou.*

Bruno estava no banco do passageiro, pernas abertas, o volume do pauzão ainda semi-duro marcando a calça jeans. Ele ria baixo, olhando pro celular com a foto da Beatriz que tinha visto no meu telefone. "Essa sua filhinha é uma delícia, hein, viado? Olhos azuis, corpinho de putinha em formação. Aposto que ela já dá uns beijinhos escondido na escola." Eu engoli seco, o coração disparado. "Não fala dela assim, porra. Isso é só entre nós." Mas minha voz saiu fraca, tremida, como a de uma vadia implorando. Ele virou pra mim, mão pesada no meu ombro: "Cala a boca, corno. Você me trouxe pra casa pra eu comer sua esposa. E se eu quiser a filhinha também... você vai abrir as pernas dela pra mim." Meu pau deu um pulo traiçoeiro na calcinha destruída. *Não... não pensa nisso. Mas e se...? Ela gritando no pau dele, me chamando de pai corno...*

Chegamos em casa tarde da noite. Marina tinha voltado da viagem mais cedo, surpresa boa, pensei eu. A casa estava iluminada, cheiro de jantar no ar. Beatriz já dormia no quarto dela, graças a Deus – ou não? Marina veio me receber na porta, vestindo um baby-doll curto que eu amava, os peitos fartos quase escapando, as coxas grossas à mostra. "Amor, que saudade! Quem é esse?" Ela sorriu educada pra Bruno, mas eu vi o brilho nos olhos dela ao reparar no corpo dele – alto, musculoso, barba rala, ar de macho alfa.

Apresentei como "um cliente do escritório", mentira ridícula, mas Bruno entrou no jogo com um sorriso predatório. "Prazer, Marina. Seu marido me convidou pra um... jantar tardio." Sentamos na sala, bebemos uísque. Eu suava frio, o cu latejando a cada movimento na cadeira. Marina ria das piadas dele, cruzando e descruzando as pernas, o baby-doll subindo. Bruno não disfarçava: olhava pros peitos dela, pra boceta mal coberta. "Você é mais gostosa pessoalmente do que nas fotos, hein?" Ele disse, direto. Marina corou, mas riu: "Que fotos?" Eu congelei. Ele mostrou o celular – as nudes que eu tinha no meu telefone, que ele roubou pra olhar no carro.

"Ricardo, que porra é essa?" Marina me olhou, mas não brava – excitada? Bruno se levantou, aproximou-se dela no sofá. "Seu marido é um corno, Marina. Ele me pagou pra vir aqui te foder. Me mostrou tudo: como você goza nos dedos dele porque o pauzinho não aguenta." Marina piscou, olhando pra mim. Eu baixei a cabeça, envergonhado, mas duro como pedra. "É verdade, amor?" Ela perguntou, voz rouca. Eu assenti, murmurando: "Sim... eu quero ver você com um pau de verdade."

Ela hesitou um segundo, mas Bruno não: agarrou-a pela nuca, beijou forte, língua invadindo. Marina gemeu na boca dele, mãos subindo pro peito largo. Eu assistia, punhetando devagar por cima da calça, o cu piscando de lembrança. *Ela tá se entregando. Minha esposa, mãe da minha filha, virando puta na minha frente.* Bruno arrancou o baby-doll dela, expondo os peitos grandes, mamilos duros. Chupou um, mordendo, enquanto enfiava a mão entre as coxas dela. "Tá encharcada já, sua vadia. Seu corno te deixa com fome, né?"

Marina olhou pra mim por cima do ombro dele: "Ricardo... você quer mesmo isso?" Eu gemi: "Quero... me mostra como é gozar de verdade." Bruno riu, tirou a calça, o pauzão saltando – 22cm de carne grossa, veias pulsando, maior que tudo que eu sonhava. Marina arregalou os olhos, ajoelhou instintivamente. "Caralho... que pau enorme." Lambeu a cabeça, salivando, engolindo o quanto podia, engasgando nos metade. Bruno fodia a garganta dela: "Isso, chupa, puta casada. Seu marido tá olhando, ó." Eu tirei o pau pra fora, punhetando frenético, gozando rápido num jato fraco no chão. *Sou patético. Gozo só de ver.*

Ele a levantou, jogou no sofá de quatro, boceta exposta – inchada, molhada, lábios abertos implorando. Rasgou a calcinha dela, cuspiu na entrada e socou de uma vez. Marina gritou: "Ai, porra! Tá rasgando... mas não para... fode forte!" O som molhado ecoava – ploc ploc ploc – bolas batendo na bunda dela, pau esticando tudo. Ela gozava rápido, esguichando no sofá: "Isso... me arromba... seu pau é tão melhor... Ricardo nunca me faz assim!" Eu rastejei pro chão, lambendo o chão sujo de porra minha, olhando de perto o pau dele entrando e saindo, coberto de creme dela.

Bruno acelerou: "Vou encher essa boceta, vadia. Dar um filho de verdade pro corno criar." Marina implorou: "Goza dentro... enche... me faz sua!" Ele urrou, enterrando fundo, jatos quentes inundando ela. Porra escorrendo pelas coxas quando tirou. Marina tremia, destruída de prazer.

Mas não acabou. Bruno me olhou: "Agora limpa, viado. Lambe a porra do macho da boceta da sua esposa." Eu obedeci, língua enfiada na boceta arrombada, sugando o gosto salgado misturado com ela. Marina gemeu de novo, gozando na minha boca: "Isso, amor... limpa tudo... você é meu corninho bom."

Acordei no dia seguinte com eles na cama, Bruno fodendo ela de novo, devagar, enquanto eu dormia no chão como cachorro. Beatriz desceu pra tomar café, viu a porta entreaberta, espiou... olhos arregalados no pau dele entrando na mãe. Marina viu, sorriu: "Vem cá, filhinhaa... mamãe te explica depois." Meu coração parou. *Agora vem ela também? Minha princesinha virando puta como a mãe?*

Bruno piscou pra Beatriz: "Bom dia, delícia. Quer ver de perto?" Ela corou, mas não saiu. Eu, no chão, punhetei de novo, sabendo que a queda era total. Não tinha mais volta. Eu era o corno da casa agora. E adorava.

Fim da história? Ou o começo do harém familiar?

❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️
👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (4)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Marcelo: Tem mamães safadas aqui ou casadas

    Responder↴ • uid:10wwt3vjzzci
  • Marcelo: 11..9 chupar uma branquinha e deixar elas vermelhinha não tem preco

    Responder↴ • uid:10wwt3vjzzci
  • Marcelo: 54 48 alguma, branquinha que gosta de ser chupada

    Responder↴ • uid:10wwt3vjzzci
  • Marcelo: 50 50 quem já fudeu branquinha não tem coisa melhor

    Responder↴ • uid:10wwt3vjzzci