Parte 5 - A Princesinha Cai: O Harém Completo e o Corno Eterno
Dois dias após arrombar Marina, Bruno mira a filhinha Beatriz. O corno assiste e lambe enquanto o macho deflora a filhinha virgem, enchendo-a de porra
Dois dias após aquela noite infernal na sala de estar, o gosto da porra de Bruno misturada ao mel doce da buceta de Marina ainda pairava na minha boca. Eu dormia no chão do quarto, num colchonete improvisado aos pés da cama king size onde o macho alfa agora reinava absoluto. Marina me negava qualquer toque – "Só pau de verdade me satisfaz agora, corninho" –, e eu aceitava, punhetando escondido enquanto os gemidos deles ecoavam à noite. Beatriz, minha filhinha de 14 anos recém-completos, andava pela casa como uma sombra inquieta: olhares furtivos para Bruno, bochechas coradas quando ele passava sem camisa, o pauzão marcando o short. Ela tinha visto tudo. E aquilo havia despertado algo profundo nela, algo que eu temia e desejava em segredo.
Era uma sexta-feira abafada de janeiro. Marina saiu para "fazer compras" – ou talvez para um motel com outro cara indicado por Bruno, tanto faz. Beatriz estava em casa, usando apenas uma calcinha fina e um vestidinho curto de alças, sem sutiã. Os peitinhos firmes balançavam livres sob o tecido leve, os mamilos endurecidos marcando o pano, a bundinha empinada se destacando a cada passo. Bruno me chamou à cozinha, voz baixa e autoritária: "Hoje é o dia da sua princesinha, viado. Ela tá louca pra sentir o que a mãe sente. E você vai preparar o terreno."
Meu coração acelerou em pavor e excitação doentia. *Não... ela é minha bebê. Mas e se ela gemer como Marina? E se eu provar a porra dele escorrendo daquela bucetinha que eu ajudei a criar?* Meu pauzinho endureceu na calcinha fio dental que ele me obrigava a usar.
Ele me instruiu: "Chama ela pra sala. Diz que vamos ver um filme juntos, relaxar um pouco. Eu cuido do resto." Obedeci, voz trêmula: "Filha, vem pra sala? O tio Bruno quer ver um filme com a gente." Beatriz hesitou na porta, olhos grandes e curiosos, mas veio. Sentou no colo dele no sofá grande, como se fosse natural – a desculpa perfeita. Eu me sentei ao lado, mas Bruno me dispensou com um olhar: "Fica no chão, corno. Assiste de perto."
O filme começou – alguma comédia banal na TV –, mas ninguém prestava atenção. Bruno abraçou Beatriz pela cintura, mãos grandes contrastando com o corpo magro dela. Ela se remexeu no colo dele, sentindo o volume crescendo sob o short, mas não disse nada. Aos poucos, as mãos dele subiram, acariciando a pele nua das coxas, depois infiltrando-se por baixo do vestidinho curto. Beatriz tensionou o corpo, mordendo o lábio inferior: "Tio... o que você tá fazendo?" Voz baixa, quase um sussurro, mas sem se afastar. Internamente, ela lutava – *Isso é errado, ele não é meu pai de verdade... mas é tão forte, tão diferente do papai fraco. E eu vi mamãe gozar tanto...*
Bruno sorriu, dedos roçando a borda da calcinha: "Relaxa, delícia. Só tô te aquecendo pro filme." Ele continuou, mão espalmada na barriga lisa, subindo até rozar os peitinhos livres, pinçando um mamilo com delicadeza. Beatriz arqueou as costas involuntariamente, um gemido escapando: "Ai... não devia..." Mas as pernas se abriram um pouco mais no colo dele. Eu via tudo do chão, ajoelhado como um servo, o pau latejando pateticamente.
Ele prosseguiu, mão descendo agora, contornando o monte de Vênus por cima da calcinha. O tecido fino estava úmido – ela estava encharcada. "Olha isso, Bia... tá molhadinha pra mim?" Ela corou violento, balançando a cabeça: "Não... é o calor..." Mentira óbvia. Bruno riu baixo, dedos pressionando o clitóris inchado por cima do pano, círculos lentos. Beatriz resistia externamente – mãos apertando o braço dele, como se quisesse empurrar –, mas o quadril se movia sozinho, buscando mais atrito. "Pai... me ajuda...", murmurou ela, olhando para mim com olhos marejados de vergonha e tesão.
Eu não me movi. Só assenti, rouco: "Deixa, filha... o tio sabe o que é bom."
Bruno intensificou, dedo médio abrindo os lábios da vagina por sobre a calcinha, enfiando o tecido úmido para dentro da fenda. Ela gemeu mais alto, corpo tremendo: "Tio... para... isso é muito..." Mas não parou ele. Ele arrancou a calcinha para o lado, expondo a bucetinha rosada, depiladinha, brilhando de mel. Cheirou fundo, língua lambendo devagar os lábios externos, depois o clitóris exposto. Beatriz se contorceu, mãos no cabelo dele: "Ai meu Deus... que gostoso... não para..."
Ele comeu a buceta dela de todas as formas: língua fundo, chupando o clitóris como se fosse um docinho, dedos curvados batendo no ponto G, alternando com mordidinhas leves nas coxas internas. Beatriz gozou rápido, esguichando na boca dele: "Tô gozando... tio... nunca senti isso!" Vergonha queimava no rosto dela enquanto descansava no colo, ofegante, processando o que acabara de acontecer. *Eu deixei... eu quis. Sou igual à mamãe agora. Que vergonha... mas que delícia.*
Bruno não deu trégua. Enquanto ela recuperava o fôlego, olhos baixos cheios de culpa, ele cuspiu no cuzinho apertado dela, dedo grosso circulando a entrada virgem. "Agora o outro buraco, putinha." Beatriz arregalou os olhos: "Não... aí não... vai doer muito..." Mas ele já posicionava o pauzão – 22cm latejando, cabeça vermelha brilhando de saliva e gozo dela.
Ele forçou devagar no começo, só a cabeça abrindo o cu apertado. Beatriz gritou de dor: "Ai, tá rasgando... para, tio!" Lágrimas escorrendo, mas o corpo traiçoeiro empurrava para trás. Ele socou com força agora, alternando: pau fundo no cu dela, saindo para esfregar na buceta molhada, depois de volta ao cu, destruindo as resistências. "Isso, delícia... abre o cuzinho pro macho." Ploc ploc ploc brutais, bolas batendo na bundinha. Ela choramingava misturado com gemidos: "Dói... mas é bom... me fode mais..."
Eu lambia o que pingava – coxas, bolas dele, o pau saindo coberto de gosma. Bruno socava brutal agora, destruindo tudo, voltando para bucetinha dela: "Vou encher essa adolescente, corno. Dar uma barriginha pra sua filhinha carregar."
Ela implorou: "Não, tio... eu não posso... não estou na pílula..." começando a chorar. Ele disse "Aguenta, puta! Aguenta dar e não aguenta a barriga depois? hahaha Eu vou meter um filho homem nessa barriga para o seu pai criar!" Eu gemia, excitado além do limite. Bruno urrou, enterrou até o talo, jatos grossos inundando o útero jovem. Porra escorrendo farta quando ele saiu – bocetinha arrombada, vermelha, aberta. Ele me mandou: "Limpa, corno. Lambe a porra do macho da sua princesinha."
Eu mergulhei a cara, língua fundo, sugando tudo. Beatriz, saindo do transe e esquecendo a boceta galada, gozou de novo na minha boca: "Isso, pai... limpa o tio da minha boceta... você é o melhor corninho." Provei o sêmen quente, misturado com o sangue e o gozo dela. Eu criei ela... e agora limpo a porra que vai engravidar ela. Sou o pior pai do mundo.
Mais tarde, Marina chegou e viu a cena: Beatriz nua no colo de Bruno, eu limpando o pau dele. Ela sorriu: "Perfeito. Agora o harém tá completo." Beatriz completou, exausta mas safada: "Todo dia, pai. Você assiste e limpa."
Naquela noite, ouvi Bruno foder mãe e filha na cama, gemidos sincronizados, se beijando enquanto ele alternava os buracos. Punhetei até gozar seco. *Minha família é dele. E eu sou o corno eterno, o limpador, o escravo feliz.*
No dia seguinte, o amigo chegou. Mas isso é outra história...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (3)
Ze: Onde encontro o início dessa história?
Responder↴ • uid:8ef2xrpb0kLonelyOne: LonelyOne
• uid:1dduha2uzyj5PauDeAna: Quais são os anteriores?
Responder↴ • uid:1dg3yz7slc5g