#Outros

Parte 1 – A Descoberta na Tela (com Ana)

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b_diogo69@out

Bruno, um homem marcado pela culpa religiosa, descobre com Ana prazer no grinding e na tela, envolvendo fantasias e a filha em tensão proibida.

Eu sou Bruno, carregando desde moleque o peso pesado da igreja evangélica que me criava. A culpa sempre esteve ali, grudada na pele, mesmo quando o tesão explodia em punheta atrás de punheta escondida no quarto, lençóis manchados de porra seca com aquele cheiro forte, inconfundível, de sexo proibido que me deixava louco até hoje. Desde os 10 anos, quando pus as mãos num livro erótico roubado, coração disparado sem entender porra nenhuma, só sentindo o corpo quente, o pau endurecendo pela primeira vez, sabendo que aquilo era bom demais pra ser pecado.
Conheci Ana em São Paulo. Ela era madura, experiente, com uma voz rouca que comandava sem esforço, sem precisar gritar. Marcamos no apartamento dela — um lugar simples, mas com uma tela grande na sala que ela chamava de "nosso cinema particular". Começou inocente: vinho tinto, conversa leve, mas logo os vídeos safados surgiram na tela, gemidos baixos enchendo o ar. Ana leu meu tesão na hora, viu o volume na calça e sorriu devagar: "Relaxa, Bruno. Aqui ninguém julga, ninguém condena."
Ela se sentou no sofá, pernas entreabertas, saia subindo devagar pelas coxas grossas. Eu fiquei de pé, encostado na parede fria, mão dentro da calça me tocando devagar, olhos fixos nela. Mas Ana queria mais controle. "Vem aqui, senta do meu lado." Obedeci, e ela guiou minha mão pro colo quente dela, por cima da saia. Começamos a nos esfregar — dry humping puro, roupa no corpo, fricção lenta e torturante. Meu pau latejando forte contra a coxa macia dela, o tecido áspero da calça roçando, o calor subindo como fogo lento. Lembrei das encoxadas escondidas na casa em construção com os moleques da rua, coração batendo de medo de ser pego, mas o prazer sempre vencendo a culpa.
Ana apertou as coxas na minha perna, tremendo devagar, gozando primeiro com um gemido baixo, corpo se contorcendo. Eu não aguentei mais: gozei dentro da calça, jatos quentes e grossos manchando tudo, sensação de alívio misturada com vergonha imediata. Ela riu baixo, voz safada: "Olha só... igual menino safado descobrindo o mundo." Me beijou devagar, língua invadindo, e eu senti o gosto amargo da culpa e o doce do tesão que conheço tão bem desde sempre.

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