#Assédio #Coroa #Gay #Teen

Nova experiência

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paulingayzin

A necessidade por novas descobertas mostrou que eu não pararia tão cedo. Pararia?

Se a iniciação havia ocorrido, cabia a mim decidir se continuaria ou não. A semana passou rápido e com ela duas coisas distintas passavam diante dos meus olhos: os momentos naquele sítio do Sérgio e o resultado final daquelas relações com meu rabo melado, aberto e doendo. Sérgio, negro, alto, gordo, quarenta e dois anos, calvo, rosto comprido, deixou recado para meu cu branco que ele gostava de caralho! Por outro lado, dei margem para que tudo acontecesse devido a minha erotização precoce e extrema curiosidade. Aos dezesseis anos, branco e magro, olhos castanhos e com cabelos pretos, eu mostrava um desejo incomum ao transar com homem e amigo do meu pai. O resultado prático disto foi que entrei virgem no sítio e saí com a certeza que era algo sem volta precisando ficar alimentando esta minha tara própria.

Sérgio estava disposto a continuar e procuraria não dar margem para desconfiança dos meus pais. Havia todo um jogo de taras nestas suas novas investidas e sem opção, não tinha outra pessoa que eu pudesse transar, ele ocupou esta condição naturalmente. Quem dá tem que sustentar sua condição de passivo e Sérgio acabou procurando para mais relações sexuais, sua forte tara ficava evidente e meu cu branco virou a casa do seu caralho preto diversas vezes. As dificuldades impostas em novas posições serviram como um aprendizado importante e também ampliei meu conhecimento em mamada e perdi aquele suposto mal-estar em engolir porra fazendo isto com naturalidade. Dois meses e meio foram suficientes para que eu entendesse que era um caminho sem volta na minha vida e teria que aceitar, havendo um segredinho em minha vida que poucas pessoas poderiam saber e se meus pais soubessem, eu nem saberia quais seriam as consequências. Sérgio, portanto, virou o meu macho e tivemos um caso que acabou dificultado pelas nossas correrias diárias. Ainda assim, eu e ele tivemos muito sexo quente de forma casual.

O destino queria que eu continuasse no mundo dos caralhos que tivessem tara por novinho e acabei conhecendo coroa preto do bairro, cara cinquentão, gordo e baixo, rosto redondo e cabelos em transição para o grisalho. Morando só, quando eu passava pela sua rua para chegar ao colégio, ouvia um bom dia. Aos poucos, fizemos amizade e suas investidas para conhecer sua casa ficaram mais sólidas, eu já sabia que entrasse lá dentro eu sairia com o cu arregaçado. Seu olhar era de tara e não escapei das suas investidas! A amizade ficou tão forte que dei meu telefone e pintei em sua casa no Sábado pela manhã para ver um coroa assediador e que estava disposto até dar dinheiro para que eu cedesse minha bunda! Nesta daí, botei a mão na grana e lógico, a cozinha seria a testemunha real do que viria. Diante dos meus olhos surgiria um pica preta mediana e grossa, algo interessante para meu cu branco conhecer. Não precisei mamar muito para que seu caralho fosse completamente engolido pela minha boca tarada e ganhasse um vai e vem para babar! Interessado em outro alvo, eu fiquei pelado e a mesa da cozinha virou meu ponto de apoio ficando nela curvado e com a bunda empinada.

Medeiros, seu nome, passou a mão na minha bunda e abriu de um lado analisando o alvo. Passou uma saliva e deu uma agachadinha para pincelar e meter seu caralho dentro! A sensação de rasgo e a minha careta de dor ficaram evidentes e ele tirou voltando a melar e penetrar de vez! Pediu e abri a minha bunda com as duas mãos para receber vai e vem sentindo toques fortes da cabeça com sexo pegando velocidade. O desconforto inicial do pau preto deu lugar para meu relaxamento pois estava cheio de tara para ser comido. Este foi seu trunfo! Botando um sexo rápido para que aceitasse a condição de passivo, ele passou para um vai e vem mais tranquilo! Isto não impediu caretas, gemidos baixos e boca aberta com gaguejadas! Mãos na minha bunda e fodendo, Medeiros matava sua tara pelo meu rabinho e colocava sexo mais rápido ou mais calmo de acordo com suas necessidades levando meu corpo já quente e o rosto corado para um tesão delicioso onde eu fechava os olhos, mordia o lábio com caretas e curtia o vai e vem sentindo também a entrada do cu esquentar bastante! A minha tara por pau estava clara e nem a idade precoce serviu de impeditivo para fazer sexo novamente e com outro cara.

Ele cumpria bem o seu papel e eu, inocente, acreditei que seria uma relação rápida e percebi que o jogo não era este, ao contrário, meu cu branco novinho e seu pau preto experiente entraram em total sintonia a ponto de fazer meu pau babar! Apesar dos seus cinquenta e poucos anos, ele mostrava uma potência de cara mais novo e gemi bem com sua pica preta surrando rápido meu cu branquinho e tarado. Olhei e vi um coroa suando com sua correntinha no pescoço e eu, idem. No decorrer da relação eu fui entendendo que estava fazendo sexo e isto era o mais importante. Sua vara preta fazia um encaixe legal dentro do meu cu e arrepiei quando o pau babou! Excitado, meu cu fazia algo bem legal, tipo uma “sucção” para o pau não sair! A foda ficou mais quente e intensa e um gemido foi tudo que ouvi com suas mãos na minha cintura.

Tirou e jorrou muito esperma na entrada do cu violado passando a distribuir na bunda. Um pouco deste leite escorreu pelo meu saco enquanto ele distribuía melando toda minha bunda e penetrou mais um pouco. O caralho foi perdendo potência e por fim, senti batidas na entrada do meu cu aberto e dolorido, piscando, sorri e agradeci. Ele falou que se quisesse mais bastava aparecer por lá. Eu tive o privilégio de tomar um banho rápido para limpar meu cu melado e tirar o suor do corpo e sair dali após beber uma água.

Em casa, percebi que esta relação foi marcante desde a iniciativa dele como a forma para obter sexo comigo ao ofertar dinheiro. Tive a chance de conhecer outro pau, uma pessoa mais experiente e com tara por novinho. Logicamente, eu procuraria o Medeiros em novas oportunidades, ele passara uma boa confiança e pagava pelo silêncio da sua tara por rabo novo, ou seja, ele não abriria a boca. Meu cu estava latejando e mesmo assim fiquei feliz e contente pois voltara a fazer sexo com homem. Não acredito que tudo isto seja fruto de problemas psicológicos e sim tara precoce e incomum para um jovem. Por outro lado, aos dezesseis anos, eu não era um bobinho inocente que caía no xaveco dos machos. Eu estava consciente e fazia pelo tesão e vontade pois o corpo pedia. Resumindo: meu gosto por sexo aflorou cedo e eu estava saciando minhas taras. É isto.

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Comentários (2)

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  • Grisalho: Enfim, virou putinha, já esta faturando

    Responder↴ • uid:1e4pqe657txp
  • Roberto: Ótimo, bem assim e muito mais comum do que todos pensam . Cada dia que passa esses instintos sexuais afloram mais cedo e sempre vai aparecer um primo, um tio legal ou até um coroa estranho pra concretizar esses desejos.

    Responder↴ • uid:1cm5stagk7p6