#Grupal

Veja como machos de 1,80m ficam baixinhos, comendo meu cu no mato.

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SILVIA RECIFE

Bom dia a todos os amigos, aqui é Silvia Recife, e eu mal posso esperar pra contar pra vocês essa foda insana e selvagem que rolou no meio da caatinga quente perto de Paulo Afonso, onde eu, com meus mais de dois metros de altura, dominei um bando de machos tarados de 19 a 54 anos, todos mentindo pras esposas e namoradas em casa, dizendo que estavam no trampo enquanto metiam sem piedade na minha buceta suada e no meu cu arrombado; foi uma orgia épica com chupadas coletivas em rolas duras, dedadas profundas no rabo, mamadas nos meus peitos enormes, lambidas vorazes na xota molhada, beijos babados cheios de língua, duplas penetrações que me rasgaram ao meio, anal doloroso com pernas abertas em pé apoiada num tronco pra esses putos de alturas variadas alcançarem minha bundona gigante, revezamentos infinitos pra prolongar o tesão sem gozar logo, peidos altos e fedorentos misturados com dor de barriga que deixaram os machos ainda mais loucos pra arrombar mais forte, gozadas fartas dentro do cu que misturaram esperma quente com merda espirrando pra longe em jatos altos, e o corninho só filmando tudo de perto pra vocês se masturbarem nas fotos e vídeos anexos – leiam até o fim pra explodirem de tesão, comentem deixando email pros sorteios diários de conteúdos exclusivos que avisaremos por lá, e saibam que tem mais aventuras quentes vindo em breve com novas postagens diárias, incluindo a viagem com Manu e Selma Recife na próxima sexta!

Eu acordo cedo nesse dia ensolarado, o sol já torrando tudo como um inferno vivo, e sinto o calor grudando na minha pele enquanto dirijo pro interior, rumo a Paulo Afonso. Meu corpo inteiro suado, os peitos balançando pesados no top azul colado, a bunda enorme marcando as shorts brancas e vermelhas que mal tampam minha buceta lisinha e depilada. Eu sou Silvia Recife, a vadia gigante que adora ser usada por machos desconhecidos, e hoje eu vou encontrar esses putos que me acharam pelo site, todos doidos pros meus vídeos onde eu mostro a xota escorrendo e o cu piscando pra câmera. O ar seco da caatinga invade o carro, misturando o cheiro de terra queimada com o meu suor de fêmea no cio, e eu já sinto a calcinha melada, a xota latejando só de pensar nas rolas variadas que vão me encher.

Chego no ponto combinado, uma trilha poeirenta que leva pros cânions, e lá estão eles esperando: cinco machos tesudos de idades misturadas, de 19 a 54 anos, cada um mais safado que o outro. Tem o novinho Pedro, 19 anos, magrinho mas com uma rola grossa que pulsa na calça; o João, 24, musculoso do trabalho na roça; o Carlos, 32, casado e mentiroso, com barba rala e olhos famintos; o Eduardo, 45, experiente e bruto, corpo forte de anos de labuta; e o velho tarado Roberto, 54, grisalho mas com vigor de touro, todos eles de camisetas suadas e mochilas, volumes crescendo nas calças enquanto me encaram de cima a baixo. Eles param boquiabertos com minha altura – eu sou uma torre de carne safada, mais de dois metros, e mesmo os mais altos parecem anões perto de mim. "Porra, Silvia, você é uma giganta delícia, maior que nas fotos, que tesão foder uma mulher assim alta!", grita Pedro, o mais novo, correndo pra me abraçar, as mãos já subindo pras minhas coxas grossas. Eu rio alto, apertando sua bunda dura, "Vem, seus viados safados, vamos pra trilha que eu quero rola agora, nesse calor do caralho que tá me deixando louca pra ser arrombada como uma puta barata."

Caminhamos pela trilha estreita, o sol batendo impiedoso, suor escorrendo pelos meus peitos, pelas costas, grudando o top na pele morena, e eu sinto o cheiro forte de macho no ar – testosterona misturada com poeira e desejo cru. Os putos vão me tocando, mãos safadas roçando minha bunda, apertando as coxas, e eu já gemo baixinho, a xota inchando de tesão. Paramos perto de uma placa verde desgastada que diz "A TRILHA, AOS CÂNIONS", e eu não aguento mais: tiro as shorts devagar, ficando só de top azul e calcinha vermelha fina que entra no rego da bunda. Os machos cercam como animais, olhos vidrados na minha carne exposta. "Caralho, olha essa bundona gigante, parece duas bolas de basquete suadas, eu quero cheirar esse cu agora!", berra João, ajoelhando atrás de mim e enfiando o nariz no meu rego, inspirando fundo o cheiro de suor e excitação, aquele fedor quente de bunda no calor que faz a rola dele endurecer mais. Eu empino mais, abrindo as pernas largas, "Cheira, seu puto, cheira minha bunda suada que tá pegando fogo nesse sol do caralho, lambe se quiser, mas vai devagar que o corninho tá filmando tudo pra postar depois, olha o corninho aí com a câmera, filmando a esposa ser cheirada como uma cadela no cio."

O corninho, meu maridinho submisso e inútil pra foda, fica ali de lado com o celular na mão, filmando cada detalhe sem abrir a boca, só obedecendo como o viadinho manso que é, o pauzinho mole dele nem se mexendo enquanto vê os machos de verdade me usarem. "Olha o corninho aí, filmando quietinho enquanto a gente cheira o cu da sua vadia alta", zomba Pedro, rindo e se juntando a João, os dois narizes enfiados na minha bunda suada, inspirando fundo, o cheiro de suor salgado misturado com o musk da minha xota escorrendo. Eu gemo, "Cheirem mais, seus tarados, corninho adora ver a bunda da esposa sendo farejada como lixo quente." Carlos se aproxima, lambendo minhas nádegas com a língua áspera, "Lambe, seu casado mentiroso, lambe o suor da bundona enquanto sua mulher liga achando que você tá trabalhando, corninho filma o cuspe escorrendo." Eduardo, o de 45, beija as curvas da minha bunda, mordiscando leve, "Beija, seu bruto velho, beija esse rabo gigante, corninho vê os dentes marcando." Roberto, o grisalho de 54, enfia a cara inteira, "Cheira fundo, avô tarado, corninho ouve os sons de sucção."

O dia tá ensolarado pra caralho, quente como um forno, meu corpo todo suado, gotas escorrendo entre as nádegas, dentro da bunda tá um vapor quente que os machos adoram, eles cheiram, lambem e beijam sem parar, o cheiro de suor azedo subindo, misturado com o fedor natural do cu que não foi lavado desde a manhã. "Porra, que cheiro de cu suado delicioso, corninho, sua puta tá fedendo a sexo puro nesse calor", diz João, a língua circulando o anel do meu cu, lambendo o suor acumulado. Eu tremo, "Lambe mais, puto, corninho filma a língua entrando no rego." Pedro morde uma nádega, "Mordo essa carne suada, corninho vê as marcas vermelhas." Carlos chupa o suor das coxas, "Chupa, corninho, o gosto salgado da sua giganta vadia." Eduardo fareja como um cão, "Fareja esse cu quente, corninho ouve os inspirados fundos." Roberto lambe devagar, "Lambe devagar, corninho, sente o tremor da bunda."

Eu puxo eles pros arbustos próximos, o chão arenoso grudando nos pés descalços, poeira subindo com cada passo, e mando todos tirarem as calças e cuecas, revelando as rolas variadas: Pedro com a dele jovem e reta, latejando vermelha de tesão; João com uma grossa e venosa, cabeçuda como um cogumelo; Carlos com a média mas curvada pra cima; Eduardo com a experiente, grossa na base; Roberto com a velha mas dura, veias saltadas de anos de putaria. O cheiro de pica suada enche o ar, misturado com o suor dos sacos peludos, e eu ajoelho na terra quente, sentindo os grãos arranharem meus joelhos, "Vem, seus machos fedorentos, enche minha boca com essas rolas quentes, eu quero chupar todas de uma vez nesse dia do caralho." Eles se aproximam, rolas apontadas pra minha cara, e eu pego quantas consigo, enfiando duas na boca ao mesmo tempo, a de Pedro e João esticando minhas bochechas como uma puta gulosa, o som de sucção alto, glup glup glup, saliva escorrendo pelo queixo, pingando no chão poeirento.

"Caralho, que boqueteira profissional, corninho, filma sua vadia engolindo duas picas suadas de vez", geme Pedro, empurrando os quadris, a rola jovem pulsando na minha garganta. Eu alterno, lambendo as bolas suadas de Carlos, chupando o saco peludo dele, o cheiro de macho azedo forte, "Lambe minhas bolas fedorentas, vadia alta, corninho vê como ela adora o gosto de suor." Engasgo com a de Eduardo, enfiando fundo até o nariz tocar os pentelhos grisalhos, "Engole tudo, sua gigante porca, corninho filma o gargarejo molhado." Roberto enfia a dele velha na minha boca, "Garganta profunda nessa rola experiente, corninho, ouve os engasgos." Enquanto chupo, eles dedam meu cu e buceta, dedos grossos e calejados entrando e saindo, o som squish squish da xota encharcada ecoando na trilha vazia, cheiro de melado subindo misturado com suor.

"Dedada funda no cu suado dessa vadia, corninho, olha como o anel pisca e aperta meu dedo", grita João, enfiando dois dedos no meu rabo quente, girando pra abrir mais, a dorzinha gostosa me fazendo gemer com a boca cheia. "Ai, porra, deda mais fundo, seus putos tarados, corninho adora ver o cu da esposa sendo preparado pra rola." Carlos mama nos meus seios enormes, tirando o top azul com os dentes, os bicos duros e inchados latejando no ar quente, "Mama esses tetões suados, corninho, chupa forte como um bezerro faminto, sente o leite imaginário." Alguém, acho que Pedro, lambe minha buceta vorazmente, a língua jovem e ávida no clitóris sensível, sugando o suco que escorre pelas coxas, "Lambe minha xota molhada e fedida de tesão, corninho, ouve os sons de lambida como um cachorro no osso." Beijos molhados se misturam agora, eu beijo João enquanto chupo Pedro, línguas dançando babadas, cuspe trocado, "Beija minha boca cheia de sabor de rola, corninho vê os machos passando saliva pra sua puta."

O calor tá fudendo tudo, corpos colados suando rios, o cheiro de sexo cru dominando a caatinga, e eu levanto devagar, abrindo as pernas em pé como uma torre vadia, apoiada num tronco velho e torto pra ajustar a altura – esses putos variados precisam subir um pouco pra alcançar minha bunda gigante e alta. "Vem, fode minha buceta em pé agora, seus anões tesudos, corninho filma de baixo pra pegar os ângulos sujos." Pedro entra primeiro na xota, a rola fina escorregando fácil no melado, socando forte pra cima, ploc ploc ploc contra minha carne úmida, o som ecoando como tapas molhados. "Fode, novinho de 19, mete nessa buceta alta e gulosa, corninho ouve os barulhos de foda no mato." João se junta, enfiando a dele grossa na minha boca enquanto Pedro mete, "Dois paus ao mesmo tempo, um na boca babada e um na xota escorrendo, corninho filma a dupla ação."

Eles revezam no sexo vaginal, cada um metendo fundo com estilos diferentes, o suor pingando dos corpos, cheiro de pica e buceta no ar seco e quente. "Mete agora, Carlos de 32, arromba essa xota suada com sua rola curvada, corninho vê o suco branco escorrendo pelas minhas pernas grossas." Eduardo assume, o de 45 socando bruto como um animal, "Fode forte, velho experiente, corninho filma os ovos peludos batendo no meu clitóris." Roberto por último, o grisalho de 54 empurrando devagar mas fundo, "Enfia tudo nessa buceta alta, avô tarado, corninho adora ver a esposa gemendo pra rolas velhas e duras." Os beijos continuam durante as metidas, línguas se enroscando, cuspe escorrendo pelos queixos, "Beija enquanto fode, putos, corninho vê a troca de fluidos."

Agora vem a parte que me deixa louca: dois paus na boca e na buceta ao mesmo tempo, duplas em todos os buracos. Pedro e João enfiam as rolas na minha xota juntos, esticando ao máximo, a dor lancinante misturada com prazer elétrico, eu grito alto, "Ai, caralho, dois paus na buceta de uma vez, rasgando tudo por dentro, corninho filma o alongamento da xota virando um túnel." O som de carne estalando e molhada, squish squish squish, eles bombam alternados, um entra enquanto o outro sai, o cheiro de fricção quente subindo. "Fode, putos jovens, corninho vê a buceta da esposa virar um buraco frouxo." Carlos e Eduardo revezam na boca, duas rolas esticando minhas bochechas, saliva voando, "Duas na boca, corninho, chupa forte vadia." Roberto assiste masturbando sua rola velha, "Olha isso, corninho, sua giganta é um poço sem fundo pra paus."

Passamos pro dp vaginal, dupla penetração na buceta, Pedro e João de novo, as rolas roçando uma na outra dentro de mim, me preenchendo completamente, eu uivo de tesão e dor, "Porra, dp na xota, tá me partindo ao meio, corninho filma os paus desaparecendo no buraco molhado." Eles metem ritmados, o suor pingando nos meus peitos, cheiro de sexo intenso como nunca. "Mais forte, seus machos, corninho ouve os gemidos ecoando na caatinga." Carlos liga pro celular nesse momento, a esposa dele chamando, ele atende enquanto deda meu cu, "Tô no trampo, amor, reunião demorada, beijo", e enfia a rola na buceta junto com Eduardo, outra dp, "Dupla no vaginal de novo, corninho, enquanto as esposas acham que eles tão trabalhando."

O sexo anal vem em seguida, eu com as pernas abertas em pé, bundona empinada pro tronco torto, pra eles subirem e alcançarem o cu alto, o sol queimando a pele exposta. "Vem arrombar meu cu agora, seus machos variados, mas vai doer pra caralho nesse calor", eu aviso, o cu já piscando suado e quente. Pedro entra primeiro, devagar, a rola jovem abrindo o anel apertado, dor lancinante como uma queimadura, "Ai, fode devagar, novinho de 19, corninho filma a entrada lenta no rabo suado." Mas ele acelera, socando forte, o som plap plap plap do cu sendo invadido, cheiro de fricção anal subindo fedorento. "Mete forte, corninho, ouve os gritos da vadia alta." João segue, a grossa dele rasgando mais, "Porra, tá me arrombando, corninho vê o cu virando um anel frouxo." Carlos enfia, mentindo pra outra ligação da esposa, "Tô ocupado no serviço, volta tarde", enquanto soca, "Anal profundo, corninho, ela chora de dor mas pede mais."

Eduardo, o bruto de 45, arromba sem pena, "Arromba esse cu gigante, corninho filma o cu virando uma flor aberta." Roberto, o de 54, enfia devagar mas fundo, "Enfia no rabo suado e quente, grisalho tarado, corninho adora o cheiro de cu velho misturado." Eles revezam sem gozar logo, querendo horas de foda, saindo quando tá perto do clímax, entrando outro, "Não goza ainda, puto, reveza pra arrombar mais, corninho quer vídeo longo e sujo." O cu queimando como fogo, eu começo a peidar alto involuntariamente, prrrrt prrrrt, fedor de gases subindo forte, misturado com o cheiro de pau tirado do cu, "Ai, tô com dor de barriga pra caralho, corninho ouve os peidos fedorentos." Isso enlouquece os machos, "Peida mais, vadia porca, corninho filma o fedor saindo do cu arrombado", e eles metem ainda mais forte, ignorando minhas queixas, "Dor de barriga? Fode mais, corninho vê a barriga revirando."

Eles me fazem cheirar os paus tirados do cu, enfiando na minha cara, o cheiro de cu e suor forte, "Cheira teu cu no meu pau, vadia, corninho filma o nariz enfiado na rola suja." Pedro tira e enfia no nariz, "Cheira, corninho, fedor de anal fresco." João faz o mesmo, "Inspira fundo, corninho ouve o farejo." Carlos, "Cheira enquanto eu atendo outra ligação, tô no trampo sim, amor." Eduardo, "Cheira o pau velho saindo do cu jovem." Roberto, "Cheira, corninho, mistura de idades no fedor."

Finalmente, depois de horas de revezamento, eles enchem o cu de gozo, um após o outro, esperma quente jorrando fundo, misturando com os gases e a dor de barriga. "Goza dentro agora, Pedro, enche o rabo da giganta, corninho filma o creme branco." João goza em seguida, "Leite quente no cu, corninho vê escorrer." Carlos, atendendo mais uma chamada, "Tô terminando o serviço, já já chego", goza forte, "Gozada funda, corninho cheira o esperma." Eduardo, "Enche de porra, corninho." Roberto, "Velho gozando no cu arrombado, corninho filma tudo vazando."

Eu expelindo agora, peidando alto prrrrrt prrrrrt, merda e esperma misturados saindo em jatos, espirrando longe no chão poeirento, jatos brancos e marrons voando alto, o fedor insuportável subindo, "Olha a bagunça suja, corninho, limpa essa porra toda depois, vê o esperma espirrando como fogos." Os machos riem, "Peida mais alto, vadia, corninho filma os jatos de merda e gozo." Eu peido de novo, alto e longo, prrrrrrrrrt, jogando mais esperma longe, espirros fedorentos no ar quente.

Pra achar o autor dessa putaria toda, basta procurar na internet por: www.selmaclub.com e www.bit.ly/selmatudo, lá tem tudo sobre mim e mais contos quentes, vídeos exclusivos e fotos que vão te deixar louco de tesão.

Mas essa foda foi só o começo do fim de semana, o corninho filmou horas de material sujo, e hoje já postamos no site todos os vídeos, contos e fotos de 2024 e 2025 pra vocês baixarem numa única postagem gigante. A viagem do fim de semana vai ser transmitida online desde a saída de Recife, com várias lives de foda ao vivo no interior de Alagoas e Bahia, machos novos se juntando, mentindo pras mulheres enquanto metem em mim e nas amigas. Não percam essa orgia transmitida, galera!

Eu limpo o suor do corpo com as mãos, a bunda latejando como se tivesse sido espancada, o cu frouxo vazando ainda um pouco de mistura fedorenta, mas o tesão não para, eu já quero mais. Os machos se vestem devagar, rindo e suados, "Melhor foda da vida, Silvia, essa bundona alta é inesquecível, corninho deve tá orgulhoso da puta que tem." Eu beijo cada um na boca, língua entrando funda, cuspe trocado pela última vez, "Volto na sexta com Manu e Selma Recife, preparem as rolas duras pros próximos vídeos, seus tarados mentirosos." O corninho guarda a câmera no bolso, o rosto vermelho de humilhação mas os olhos brilhando de excitação submissa, e eu dirijo de volta pra Recife, a xota e o cu doloridos latejando no banco do carro, o cheiro de sexo grudado na pele, me masturbando devagar no caminho, lembrando cada detalhe sujo.

Em casa, o corninho edita os vídeos no computador, cortando os melhores close-ups dos peidos, das gozadas, das mentiras nas ligações, e eu assisto ao lado, dedando minha xota ainda inchada, gemendo com as memórias frescas. "Olha isso, corninho, vê como os machos me arrombaram enquanto você só filmava como um viado inútil." Ele assente, o pauzinho mole nem reagindo, "Sim, amor, você é a rainha das vadias, eu adoro filmar." Eu posto teasers no site, "Vem ver a giganta Silvia Recife sendo arrombada por machos de 19 a 54 no mato quente, corninho filmou cada peido e gozada, baixe tudo agora."

No dia seguinte, o tesão volta forte, eu planejo a próxima aventura, mais machos variados, de novinhos virgens a velhos experientes, todos mentindo pras esposas enquanto me comem em grupo. O cheiro de suor e gozo ainda na minha roupa, os peidos ecoando na memória como música suja, as rolas esticando meus buracos em revezamento infinito. Eu me masturbo pensando nos detalhes: o sol queimando a pele nua, os narizes enfiados na bunda suada, as línguas lambendo suor azedo, as dedadas abrindo o cu quente, as chupadas coletivas com saliva voando, as metidas vaginais ritmadas com sons molhados, as duplas penetrações rasgando tudo, o anal doloroso com pernas tremendo, os revezamentos pra não acabar logo, os peidos altos fedorentos, as gozadas internas misturando esperma e merda, os espirros longe no chão.

Eu imagino mais: na próxima, com Manu e Selma, vamos ter triplas penetrações, machos lambendo o cu sujo depois de gozar, mais mentiras nas ligações durante a foda, "Tô no escritório, amor, demora mais um pouco", enquanto socam forte. O corninho vai filmar tudo, close-ups dos buracos arrombados, dos peidos explosivos, das bagunças fedorentas. Postagens diárias no site, teasers pra deixar vocês loucos, "Não percam a giganta e as amigas sendo usadas no mato, comentem com email pra sorteios de vídeos exclusivos onde mostro até os detalhes mais sujos."

A caatinga ainda chama, o calor insano, a poeira grudando na pele suada, os machos cercando como predadores, rolas variadas prontas pra invadir. Eu sinto o cu piscar só de lembrar, a xota melar de novo, e sei que tem mais aventuras em breve, galera – fiquem ligados nas novas postagens diárias, comentem deixando email pros sorteios diários de fotos e vídeos quentes, avisaremos por lá os sortudos que vão receber conteúdos exclusivos pra se masturbarem sem parar. Essa vida de vadia alta é viciante, e o corninho ama filmar cada segundo de humilhação e tesão.

Eu me deito na cama, pernas abertas, dedando o cu ainda dolorido, imaginando os machos de novo: Pedro o novinho metendo ansioso, João o musculoso arrombando bruto, Carlos o casado mentindo e gozando, Eduardo o experiente revezando, Roberto o velho enchendo de leite velho. Os cheiros voltam: suor salgado, cu fedorento, pica azeda, gozo quente. Os sons: gemidos, peidos prrrrt, socadas plap plap, sucções glup glup. Os toques: mãos calejadas, línguas ásperas, rolas veiosas. Tudo filmado pelo corninho, pra vocês babarem.

E assim continua, dia após dia, foda após foda, postagem após postagem. Vem comigo nessa jornada de putaria sem limites, comentem e deixem email, que os sorteios diários vão te dar mais do que você imagina – vídeos de close no cu peidando esperma, fotos de bundona suada, contos que te deixam duro o dia todo. Tem mais em breve, não percam!
Quer participar dessa viagem, de longe ou pessoalmente? O telegram https://t.me/+0cl06-s3aMY1NzIx é o pessoal de Manu e veja como fazer parte o tempo todo dessa viagem.
Sílvia

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