Meu filhinho virou trans e pediu pra ser minha putinha.
Eu e minha esposa sempre achávamos que ele era gay, mas nunca nos importamos. Sempre fomos bem liberais e não ligávamos tanto pra esse tipo de coisa, até que um dia depois do seu aniversário de quinze anos, ele nos revelou que era trans, e que quando fizesse dezesseis começaria a usar hormônios, e falou que precisaria do nosso consentimento.
Eu e minha esposa conversamos um pouco. Ele parecia nervoso, mas concordamos e o acolhemos. Perguntamos se ele já tinha um novo nome em mente, e ela disse: “Sofia, porque uma vez a mamãe falou que se tivesse uma filha, o nome seria Sofia”. Nos nos abraçamos, ela chorou um pouco, mas fiquei feliz em conseguir dar ao meu filho o apoio e o suporte que nunca recebi dos meus pais.
Ele sempre teve uma aparência feminina, sua pele branca e macia, seu cabelo escuro e fosco que ele sempre deixava longo, até mesmo sua anatomia, com uma cintura larga e curvas. Mesmo depois da puberdade nenhum pelo cresceu em seu corpo, e se realmente não fossem as roupas que ele usava, ele seria facilmente confundido com uma garota.
Desde pequeno ele sempre foi mais próximo de mim, o que causava uma certa inveja da minha esposa, que tinha a impressão de que o filho não gostava dela, e realmente acho que ele não gostava tanto. Sempre que eu estava junto com a minha esposa no sofá ou na cama lendo, ele sempre se enfiava entre nós dois e me abraçava, e isso sempre me excitava, e nunca entendi exatamente o porquê, e quando ele ia embora eu fodia minha esposa pensando nele. Acho que isso começou depois que entrei no quarto dele enquanto ele tava se trocando e vi ele pelado depois de bastante tempo. Sua bunda macia, seu pau fofo e seu rostinho inocente. Ele não se importou e continuou se vestindo e começou a reclamar da professora de biologia e como ele achava engraçado ela ter bigode.
Minha esposa trabalha como vendedora numa livraria, sempre deixei claro que ela poderia não trabalhar se quisesse, já que meu salário já é mais que suficiente, mas ela insiste por gostar do trabalho. Ela trabalha 6x1, sai de manhã e chega em casa às 17:00, eu trabalho Home Office para uma empresa finlandesa como engenheiro de software, o que me permite cuidar do meu filho (agora filha) que estuda de manhã e chega vou busca-lo às 13:00.
Lá estava eu, debruçado no computador tentando entender o porquê do meu código não estar rodando quando meu celular começou a tocar. Vi que era o contato do colégio da minha filha, e atendi.
— Bom dia, falo com o pai do Miguel? — era uma voz feminina, parecia ser da coordenadora.
— Isso mesmo. Aconteceu algo?
— O Miguel está com dor de barriga, você consegue vir busca-lo?
“Claro, já estou a caminho”. Claramente ele estava mentindo, não era a primeira vez que isso acontecia, mas dessa vez não fiquei bravo. Peguei o carro, fui até o colégio e conversei com a coordenadora pelo vidro da portaria. O Miguel estava sentado ao lado dela, com as duas mãos abraçando a barriga, com a cabeça abaixada.
“É só você assinar aqui. Hoje vai ter uma prova de matemática na última aula, mas já conversei com a professora e ela irá aplicar uma prova diferente para ele na quinta.”
Assinei e ela abriu o portão, a Sofia veio até mim e me abraçou. Fomos até o carro, ela se sentou na frente e fomos para casa conversando sobre a transição dela. Ela parecia animada, falando sobre roupas e sobre como estava ansiosa para fazer dezesseis e começar a tomar os hormônios.
Chegamos em casa e ela foi tomar banho, voltei para o computador e voltei a trabalhar. Ouvi ela saindo do banheiro e indo para o quarto, e alguns minutos depois ela me chamou.
— O que aconteceu?! — perguntei em voz alta, focado na tela do computador.
— Vem aqui, quero te mostrar uma coisa.
Falei que estava ocupado mas ela continuou insistindo, então fui até seu quarto.
“Olha, eu tô bonita?”
Ela estava vestindo uma saia curta e um top. Ela havia arrumado o cabelo e passado um pouco de blush no rosto.
— Aonde você conseguiu tudo isso?
— Uma amiga da escola me deu — ela levantou um pouco a saia, mostrando uma calcinha rosa — ela me deu até uma calcinha. Legal né?
Fiquei paralisado por um tempo. Senti meu pau começar a endurecer e falei que ela estava sim muito bonita.
Ela veio correndo na minha direção e me abraçou, o que me assustou um pouco. O corpinho dela me apertando só fez o meu pau endurecer mais ainda. Tentei afastar ela para ela não perceber, mas ela já tinha notado.
“Seu pau ficou duro, papai?”
Fiquei sem reação, ela estava me olhando nos olhos com um olhar diferente, um olhar malicioso, afastei ela mais forte e consegui fazer ela desgrudar.
— Tá tudo bem, o meu também tá — ela levantou a saia e vi a cabecinha do pau dela saindo da calcinha — você me ama né papai?
“S-sim”, respondi gaguejando, eu estava totalmente hipnotizado.
— Mais que a mamãe?
Demorei um pouco para responder, olhando para o corpo dela e me perguntando se aquilo tava acontecendo de verdade, e por fim, falei que sim.
— Também tenho outra coisa pra mostrar! — ela virou de costas, se apoiou na cama e puxou a calcinha de lado, ela estava usando o plug anal em formato de coração, que ela provavelmente achou numa das gavetas da minha esposa. Pensei em perguntar como ela tinha encontrado aquilo, mas eu estava com tanto tesão que mal conseguia controlar meus pensamentos.
Ela se sentou na cama e pediu para eu me aproximar. Fui até ela, e ela perguntou se podia ver meu pau, não respondi, apenas tirei ele pra fora sem pensar direito, o que assustou um pouco ela.
— É bem grande — ela falou, pegando ele com a mão — o que você quer fazer comigo?
Minha consciência pesou quando percebi o que estava acontecendo. Aquilo não tava certo.
— Olha, não acho que a gente deveria…
Antes de eu terminar minha sentença ela colocou a boca e começou a me mamar, ela já tinha feito isso antes. Ela girava a língua em volta da cabeça do meu pau enquanto mamava, indo cada vez mais fundo, nem minha esposa me mamava tão bem. Quando estava prestes a gozar, empurrei a cabeça dela. Meu pau estava latejando, e o tesão tomou conta de mim, eu queria usar o corpo da minha filhinha, e saber que era exatamente o que ela tava buscando tirou qualquer sentimento de culpa que eu estava sentindo alguns minutos atrás.
Sentei na cama e pedi pra ela subir no meu colo, ela obedeceu. Eu conseguia sentir o pau duro dela na minha barriga, e comecei a beijar seus lábios com pequenos selinhos, até evoluir para um beijo de língua. A boquinha dela estava com gosto de hortelã, ela provavelmente tinha mascado algum chiclete, o que explicava o porque do boquete ter sido tão bom. Agarrei a bunda dela e comecei a apertar, o que fez o pauzinho dela começar a tremer.
Tirei ela de cima do meu colo e automaticamente ela ficou de quatro, como se tivesse lido meus pensamentos. “Você quer comer a minha bundinha papai?.”
Tirei a calcinha dela e puxei o plug lentamente, o que fez ela gemer. O cuzinho rosinha dela já estava bem aberto, e comecei a lamber, chupar e soltar bastante saliva, e então, enfiei dois dedos e comecei a estimular a próstata dela, enquanto cuspia na minha outra mão pra lubrificar meu pau. Ela estava gemendo bem baixinho, claramente tentando controlar o volume. Tirei os dedos de dentro dela e peguei no seu pauzinho, que já estava todo melado de pré-gozo. Coloquei a cabeça do meu pau dentro, e ela deu um gritinho.
— Você acha que aguenta?
— S-sim, papai, eu quero ser a sua putinha.
Ouvir isso me fez penetrar com tudo, o que fez ela gritar bem alto. Eu continuei metendo e ela começou a gemer cada vez mais alto. Peguei o pau dela e comecei a punhetar enquanto metia, e em poucos minutos senti o pau dela vibrar e ela cair, se debruçando. Ela tinha gozado, mas eu continuei metendo, e ela continuou gemendo. Não queria gozar dentro dela ainda, então quando percebi que ia gozar, tirei meu pau e pedi pra ela se deitar de barriga pra cima.
“Eu quero que você fique paradinha, que nem uma bonequinha”, ela fez que sim com a cabeça, sem falar nada.
O pau dela já estava duro de novo, e melado. Sou um homem hétero, mas naquele momento eu senti uma vontade incontrolável de chupar aquele pauzinho rosa, e foi o que eu fiz. Ele não era grande o suficiente pra chegar na minha garganta, então estava sendo fácil mamar o pau dela inteiro.
“V-vou” ela falou gemendo, e eu senti o pau dela latejando e o gozo dela preenchendo minha boca. Não engoli, subi em cima dela, abri a boquinha dela com a mão e enfiei minha boca dentro, derramando a porra que eu tinha guardado enquanto eu chupava a sua língua.
Coloquei a mão por dentro do top dela e senti seus mamilos durinhos. Tirei ele com certa dificuldade, ela realmente levou a ideia de “ser uma bonequinha” a sério, ela estava molenga movendo apenas a cabeça.
Comecei a chupar e morder seus mamilos enquanto passava a mão no seu pau. Cada toque fazia ele latejar, ela estava muito sensível. Me sentei de novo e pedi pra ela sentar em cima da minha rola, que entrou sem dificuldades. Segurei a garganta dela e comecei a passar a mão em seus peitinhos, e comecei a descer pelo seu abdômen e quando cheguei perto da pélvis eu consegui sentir o volume do meu pau na barriguinha dela, apertei um pouco, o que fez ela gemer e apertar o cuzinho no meu pau, e então comecei a punhetar ela de novo. Mesmo sem me mover, eu ja tinha gozado fundo no cuzinho dela, e quando ela gozou e tirei ela de cima de mim um monte de porra escorreu nas minhas pernas.
Eu já estava cansado, ela também, então falei pra ela ir tomar outro banho enquanto eu limpava a cama, e depois de limpar o plug e guardar novamente na gaveta da minha esposa, ela apareceu no quarto, agora usando suas roupas antigas de menino.
— Papai, será que a gente pode sair amanhã pra comprar roupas novas?
— Claro querida — respondi, dando um beijinho na testa dela.
Fomos para sala e ficamos jogando Mortal Kombat até minha esposa chegar. Ela comentou que tinha recebido uma mensagem da escola dizendo que a Sofia foi liberada mais cedo e expliquei que ela estava com dor de barriga. Ela não desconfiou e foi direto para o banho.
Depois, minha esposa se juntou a nós e começou a assistir a gente jogar. Ela comentou algo sobre o jogo ser muito violento para uma criança, o que fez a minha filha rir. Ficamos jogando até as oito, que é quando minha esposa toma conta da TV para assistir sua novela. Minha filha falou que já ia dormir e foi para o quarto, e quando a novela acabou eu e minha esposa fomos pra cama. Tinha sido um dia cansativo para ela, ela tomou os comprimidos dela pra dormir e logo pegou no sono, fiquei um tempo pensando no que tinha acontecido até cochilar, e então senti uma cutucada.
— Papai, tá acordado? — a Sofia falou, sussurrando.
— Sim, o que aconteceu?
— Eu quero fazer de novo.
Sem esperar a minha resposta ela subiu por cima de mim e ficou no meio entre eu e a minha esposa, com a bundinha encostada no meu pau.
Continua(?)
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Alguém: Continua
Responder↴ • uid:10woip8t0b6s