Diário de uma noite inesquecível
Memórias de um noite incrível do início de uma jornada de prazer e entrega no mundo liberal
Diário de uma noite.
Chegamos no bar. Eu estava vestida para matar. Saia preta curta, blusa preta fina sem sutiã, deixava os bicos dos meus seios salientes. Se a pessoa encarasse bem, perceberia no ato que eu estava sem sutiã. A idéia era essa mesmo. E sandália preta, salto altíssimo, cheio de tachinhas prateadas, dando um ar hard core no look.
Chegamos antes deles. Liguei, avisando que já estávamos lá. Ele disse que chegava em cinco minutos.
Entramos e sentamos em uma mesa perto do forno à lenha. Zuca, meu marido, pediu um chopp e eu resolvi ficar na coca cola, já que não gosto de cerveja. E mais, eu sabia que beberia vodka na boate, e misturar não seria uma boa idéia no momento, ainda mais pelo fato de eu ter comido pouco no jantar. Estava ansiosa demais e sem apetite.
Quando eles chegaram, sentaram na nossa mesa, claro. Ele tem um jeito tímido de olhar. Não conseguimos nos encarar por muito tempo. Amelie é bonita, exatamente como eu esperava...
Ela fala mais que eu! Caralho! Pedem chopp, ela conta casos, como entrou para essa vida, para onde vão... No meio do falatório, faz algumas perguntas: “vcs estão juntos há quanto tempo? Já conversaram sobre “as regras”?”...
Eu estava completamente travada... Não conseguia pensar direito. Estava completamente tímida... E o Zuca conversava solto, rindo, achando tudo normal...
Quando deu meia noite, eu já não agüentava mais o constrangimento, perguntei: “vamos?”
Queria sair dali, muito claro, muita luz, muita gente olhando... Eu não estava vestida de uma forma adequada para uma pizzaria de bairro, era ambiente mega familiar e tals...
Entramos na boate. Lá, um espaço grande, pista de dança, com um palco no meio, um poste e uma argola... Em volta, mesas com sofás em estampa de zebra...
O DJ toca animado uma música baladinha light... Os casais nos olham como se estivessem selecionando uma peça de carne na prateleira do supermercado. E cochicham entre si. Ai meu Deus...
Eu evito cruzar os olhares. E penso: tenho que beber alguma coisa, sóbria isso não vai rolar!
Peço uma caipivodka de morango. Está mais forte do que eu gostaria. Conhecemos a casa toda. Eles nos ciceroniam pela casa. No segundo andar, que ainda estava vazio, dois quartos, com cama e um chuveiro. Sem portas. Eu pergunto: e aí? Transam mesmo? E ela: é aqui que a coisa acontece... transam meeeeesmo... Ai meu Deus....
O terceiro quarto tem uma cama maior e quase sem luz... Ou seja, para vc ver o que está acontecendo, vc tem que chegar muito perto, a uma distância nada segura... Ai meu Deus... o que é que eu estou fazendo aqui???
Depois mais dois quartos com portas de vidro. Os famosos Aquários. As portas trancam, ou seja, dá para ter um pouco de “privacidade”... se é que se pode chamar isso de privacidade... Enquanto vc transa lá dentro, as pessoas te assistem de fora. E outras portas fechadas, que ela explica que são quartos, alugáveis, como um motel... Ai meu Deus o que é que eu estou fazendo aqui....
O tempo todo seguro o Zuca pela mão. Ele é meu porto seguro. Com ele estou bem. E ele está com a cara mais tranquila do mundo... acho que estou mais assustada do que ele...
O terceiro andar é o mais tranquilo: Do lado de fora, música mais calma, mais lenta, mesas como em um bar, varadinha gostosa...parece um lugar normal... Piscina (???) e uma salinha com sofás (e ela avisa: aqui o bicho pega também....). Eles encontram um casal conhecido, parecem muito interessados na Amelie.
Acabou o tour, vamos descer, vamos dançar, que a festa só está começando...
Voltamos para a pista de dança. Eles nos deixam super à vontade. Encontraram alguém conhecido. Cumprimentos efusivos! Abraço coletivo dos três, selinho em todo mundo. A loira aperta a bunda dela! Socorro! Ele aperta a bunda da loira. Uma alegria contagiante enebriada de sensualidade e safadeza no ar...
Eles voltam para perto da gente. E ela avisa: tá tudo bem? Vcs não precisam ficar com a gente, tá? Se quiserem circular... Tudo bem. Eu aviso: a recíproca é verdadeira. Não se prendam pela gente. Eu vi que vcs encontraram gente conhecida... E ela: não, relaxa... Ela é ótima, figura, safadaaaaa...
O casal que eles encontraram no terceiro andar está rondando... Ela nitidamente quer investir na Amelie. Olho para o Zuca e disparo: tá tudo bem? E ele: tudo. Quer ir embora? Vc está se divertindo? E ele: não quero não, estou me divertindo...
E segura de que estávamos bem, quando eles voltam começo a dançar pertinho dela... Pertinho mesmo... E ela na mm hora embarca na minha. Cola a coxa na minha, trocamos olhares, entrelaçando as pernas e ela agarra minha bunda.. E solta e pergunta: “tá tudo bem? É que eu fico meio soltinha... E eu respondo: “tá tudo ótimo”, e passo a mão na bunda dela.
Bingo! Foi o sinal que ela precisava. Continuamos a dançar e ela aproxima o rosto do meu, e nos beijamos! Caraca, o que é que eu estou fazendo?
O beijo é gostoso, suave... Exatamente como eu imaginava. Ela passa a mão de leve pelos meus seios, aperta um pouco e continua descendo a mão. Zuca está grudado nas minhas costas e o Beto nas costas dela.
Dançamos os quatro agarradinhos assim. Quando o beijo termina, ela está com um sorrisinho safado na cara. E eu olho para o Beto que pela primeira vez consegue me encarar de verdade. Acho que eu estava tão calada até agora que ele não acreditava que ia rolar...
Nos beijamos mais, as pessoas em volta olham meio que admiradas, meio que com inveja... Eu rio por dentro...
Aí ela pergunta: “posso beijar ele?” E eu: “ pode!” Ela então fala baixinho no ouvido dele: “ela autorizou...” e ele responde daquele jeito que até agora só eu conhecia: “quem sou eu para contrariar...” e eles se beijam. Eu achava que aquilo ia acabar comigo, mas surpreendentemente não acaba. Eu quero muito que ele viva isso tudo. Ele merece.
Eu me volto para o Beto, que me agarra com vontade e me beija. Parece que quer me devorar... Ele beija gostoso tb. Me viro de costas para ele. Colo a minha bunda em seu quadril. Ele está duro. Mega excitado. Continuo dançando, me esfregando nele, bem provocativa... Ela dança com o Zuca do mesmo jeito...
Nos aproximamos e ela me beija de novo... “Tá tudo bem?” “Tudo óoootimo...”
Destrocamos, e eu volto para os braços do Zuca. As pessoas nos encaram com um misto de naturalidade e desejo. Nossa, isso tudo é muito louco. Isso tudo é muito bom. Isso vai fazer parte da minha vida... Quero mais!
Beijo ele para saber como ele está. Ele está bem. Tem o olhar de sempre. Azul profundo, que me magnetiza há anos... Mas está com um sorrisinho nos lábios. Não sofreu de me ver com outro homem. Isso é bom. Muito bom. Quero mais!
Ela dispara: “para de beijar ele, vc faz isso sempre...” E me distroca de novo. O Beto me segura de costas para ele, levanta meu cabelo em um rabo de cavalo imaginário e expõe o meu pescoço à sua boca. Seus lábios roçam de leve e ele dá umas mordidinhas gostosas em vários pontos... Estou muito molhada... A outra mão que segurava minha cintura, desce por baixo da minha saia e ele aperta minha bunda, e desce minha saia, para não me expor demais. Um gesto delicado de cuidado, de posse... Eu gosto.
Me viro de frente para ele. Dançamos colados, lábios colados, abraço ele com força e levanto uma perna entre as suas pernas. Minha coxa cola na sua ereção. Meu Deus como ele está duro! Passo a mão por cima da calça jeans e esfrego com vontade...
Ele enfia a mão na minha calcinha e me procura. Eu lambo o seu dedo molhado de mim, e ele ri e me diz sussurrando no meu ouvido: “gostei!” E me devora em um beijo invasivo quando descobre o quanto eu estou excitada.
Nos afastamos um pouco. E ela me chama para dançar. No palco. Será? Eu subo tímida atrás dela que fala no meu ouvido: “Vem se exibir para o seu maridinho, vem... Eles gostam.”
Ela dança com desenvoltura em cima do salto, consegue abaixar até o chão sem expor demais sua calcinha, segurando com uma mão a saia dentre as pernas... Bonito isso. Bonita ela. Ela me agarra em cima do palco. Rebola colando a bunda no meu quadril, virada de costas para mim... Eu agarro a cintura dela e dançamos coladas. Todo mundo olha. Ela ri. Eu rio timidamente e vejo o Beto e o Zuca bobos, olhando para nós duas.
O loirão sobe o palco, dançamos as três...
Descemos do palco.
Mais ou menos à uma da manhã, começou o show de striper.
Primeiro sobe uma morena no palco. Está de sutiã, calcinha com uma saia que só cobre a parte da frente, preta com risca de giz... A bunda dela é linda. Ela é magra, definida sem ser musculosa... Muito diferente das mulheres que estão lá.
Dança de um jeito sexy, e puxa uma mulher para cima do palco. Se esfrega nela, abaixa seu sutiã e beija seus seios...
Me distraio um momento, dançando e beijando os três. Ela pergunta; já deu beijo triplo? E eu: não! Então ela passa uma mão em volta do meu pescoço e outra em volta do pescoço do Zuca e aproxima nossos rostos. As línguas se misturam de um jeito tão gostoso... Delícia isso...
Mais tarde beijamos assim o Beto também. Bom demais!
Chegou a hora do striper homem. Falo para ela que quero ver de perto. Ela pergunta: tem certeza? Eu aviso para o Zuca; “ Vamos lá, ta bom?” Ele ri e balança a cabeça que sim.
Ele é um homem forte, está sem camisa, calça semi aberta, um pau duro e absurdamente grande. Dá para notar de dentro da calça...
Ele puxa uma mulher para cima do palco, a segura pela cintura e dança com ela. Depois num gesto rápido joga ela para cima, que dobra as pernas enroscando os joelhos em volta da cintura dele, com as pernas dobradas. Bacana isso! Ela fica meio que apoiada sobre quadril dele, e deve estar sentindo aquela ereção toda....
A dança dura alguns segundos e ele a devolve com delicadeza para o chão. Sobe outra mulher no palco... Uma senhora com idade para ser minha mãe, quase minha avó, se bobear... Ele dança com ela e dps ela desce do palco.
Ele roda no palco, procura alguém. Tenta puxar a Amelie que recusa o convite. Então me pega pela mão. Eu vacilo, mas vou.
Fico gelada em um segundo. Não enxergo mais ninguém fora do palco. Ele está suado. Me segura pela cintura. Eu já sei o que ele vai fazer. E ele me suspende. Dobro as pernas em um movimento automático e enrosco em volta da sua cintura. Mas surpreendentemente ele agarra meus quadris e me impulsiona mais alto!
Socorro, eu vou cair! Mas ele me coloca com as pernas em volta dos ombros dele, ou seja, sinto a respiração dele entre as minhas pernas! Ai meu Deus, o que é que eu estou fazendo aqui?!!!
E ele, com uma desenvoltura de dar gosto, me coloca suave no chão, me passando de leve por todo o seu corpo suado...
Eu estou com as pernas bambas... De quem foi a idéia de vir aqui, hein?!!!
Desço do placo meio desnorteada. Amelie ri para mim, e pergunta: “gostou??”
E eu meio sem graça: “gostei!” E não é que eu gostei mesmo?!
Continuamos dançando por sei lá quanto tempo... Em muitas das vezes, eu puxava a mão do Zuca e levava até ela. Fazia com que ele a tocasse. Sentisse ela por dentro da calcinha. Delícia...
Subimos e ficamos um pouco na tal varandinha. Amelie senta do meu lado e os homens na nossa frente... Conversamos como se estivéssemos em um bar qualquer. Ela pergunta se estamos gostando... Falamos amenidades, como o ambiente das outras casas como aquela...
O casal que está do nosso lado está a todo vapor. Ele sentado com a calça semi aberta e ela com a boca nele. Chupando. Ele parece nem notar... Não deve estar bom, então...
Pergunto: o que acontece naqueles sofás, mesmo? E ela: quer ir lá ver? E eu: sim! Lá os casais estão mandando ver. Uma mulher completamente nua está sentada em cima de um homem nu. Eles transam com cadência... No outro sofá duas mulheres se beijam e gemem... E muita gente assiste...
Passamos nos quartos. Agora estão cheios. Gente transando e gente olhando. A ação rola solta. Ela tinha razão: eles transam meeeesmo.
Aviso logo: isso é too much for me. Ela entende e manda: eu tb. não gosto disso. Me intimida...
E então sentamos em umas poltroninhas, tipo sofá. O Zuca, eu do lado dele, Amelie do meu lado e Beto do lado dela. Eu passo a mão nas suas pernas, ela fica impassível. Zuca começa a me tocar. Pega os meus seios, aperta, passa a mão entre as minhas pernas. Eu abro as pernas... E ela começa a se aproximar... Me beija, beija o Zuca. Então troco de lugar com ela.
Começamos a nos pegar para valer. Amelie pergunta: Vamos para um quarto? Vacilo de novo, mas concordo. Levantamos, eu com um frio na barriga... Vou ficar nua? Ai meu Deus, será??
O Beto vai ao banheiro. Amelie se dispõe a descer para pegar um quarto. Eu sugiro: vai com ela Zuca... E ele a segue. Ouço os dois conversando enquanto se afastam...
O Beto sai do banheiro nos procurando e eu aviso que eles desceram... Então ele diz: “vamos aproveitar esse tempo?” E eu: “Vamos...” Ele me agarra e me beija com vontade. Quanto desejo! É bom me sentir tão desejada... Ele passa a mão em mim, beija meu pescoço e volta a beijar minha boca... Ele tem um cheiro gostoso... Passo a mão nele para conferir, e ele continua incrivelmente duro...
Escuto as vozes dela subindo. Nos afastamos um pouco. Não há mais quartos. Vamos para um motel? Vamos!
Vamos?! Eu disse isso em voz alta?
Descemos e pagamos a conta. O casal de amigos deles está lá. Eles se despedem, e eu tb deles. Ela olha com uma certa tristeza para a gente... tadinha...
Cada casal entra em seu carro. Seguimos. Entramos. No caminho dou a mão para o Zuca. Tá tudo bem? Tá. Tá gostando? Tô, e vc? Tô tb.
Não vi as horas passarem...
No quarto tudo aconteceu de uma forma tão gostosa. Foi intenso e ao mesmo tempo tão natural.
Ficamos os quatro deitados, nos alternando em uma seqüência de carícias e sexo de dar gosto.
Nós duas nos beijamos, nos tocamos, amparadas por eles ao nosso lado. Eles nos vigiam, nos desejam...
Ela toma a iniciativa de trocar de homem comigo, e eu, que até então estava insegura, relaxo de vez.
Ele tem cuidado ao me tocar. Parece que eu vou quebrar. Me sinto frágil e dormente quando suas mãos percorrem meu corpo, seus dedos me penetram e me fazem gemer... Ele me acaricia e me beija ao mesmo tempo e eu afundo a cabeça no seu pescoço querendo me misturar com ele. Isso é muito bom...
A cada intervalo, nos alternamos indo ao banheiro. E quando um se ausenta os outros três se encaixam misturando luxúria e cumplicidade...
Ora estou nos braços dela, ora estou com o Zuca, ora estou com o Beto. Os três me dão prazer de uma forma diferente. Gosto muito das três formas...
Sentir o gosto dela na minha boca, fazer nela tudo o que eu gosto de sentir, parece fácil e natural. Ela é linda, doce, e tem um jeito de conduzir nós três sem ser impositiva. Entre nós, há uma cumplicidade feminina, e ela consegue me deixar excitada com isso.
Me recordo de sentir o Beto a penetrando enquanto eu passava a língua nela e o Zuca me segurava pela cintura, me penetrando com força... Ele sabe exatamente como me excitar, afinal faz isso há anos...
Os cheiros, os gostos vão se misturando... Beijo o Beto e desço percorrendo seu corpo, colocando ele todo na minha boca. Ele é muito gostoso de chupar... Ouço ele gemendo de prazer e não tenho vontade de parar. Eu gosto muito disso. Eu quero mais.
Combinamos de não haver penetração, mas no meio dessa história toda isso parece muito sem sentido. Eu quero sentir ele dentro de mim... Mas tudo bem, vamos com calma, o mundo não acaba amanhã...
Depois de algum tempo, adormecemos um cochilo leve. Eu seguro os dois, cada um em uma mão e faço com os dois braços o mesmo movimento... Ela está deitada atrás do Beto. Silêncio, só a música toca baixo no fundo...
Abro os olhos. Acho que passei por um cochilo. Todos passamos. Os dois continuam nas minhas mãos e não quero soltá-los.
Toda essa ação me deixou com vontade de ser comida de verdade. Sento no Zuca e ele me preenche como eu adoro que o faça. O Beto nos olha com desejo. Eu quero ele também... Amelie adormece e a sua silhueta é tão linda...
Fecho os olhos e as imagens parecem um filme na minha cabeça... Ops! Me lembro que estamos sem camisinha e não posso continuar aqui... Levanto e saio...
O cansaço vai tomando conta do meu corpo... Apesar de toda vontade de continuar com eles, estou dolorida e sonolenta. Preciso dormir.
Eles se levantam, se vestem, e eu fico com uma vontade de impedi-los...
Nos despedimos. Me levanto e a abraço. Parece que já a conheço há anos... Ela me dá um beijo no rosto e um selinho. Adorei ela toda e cada segundo que passamos juntas.
Ela se despede do Zuca enquanto o Beto se aproxima de mim. Ele me agarra e me beija na boca, adoro esse jeito que ele faz. Ela interrompe de um jeito engraçado: “vamos Beto, larga ela...” Eu não quero que ele me largue. Eu não quero que ela vá também.
E os dois se despedem como cavalheiros após um jantar de negócios. Peraí cada um praticamente comeu a mulher do outro e estão aí, se cumprimentando... Engraçado isso.
Deito ao lado do Zuca, nos beijamos, ele fala delícias no meu ouvido... e o telefone toca.
Do outro lado da linha, a recepcionista pergunta: posso liberar o casal?
A voz sai fraca e reticente da minha garganta: sim...
Desligo o telefone com um arrependimento cortante: acabou, e foi uma das melhores noites da minha vida...
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Comentários (5)
TugaLx: Mazda, gostei muito sim, demais! Aquela mulher menina que nunca se esquece. ;)
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aTarado: Mbamm gostaria de saber mais no particular
Responder↴ • uid:1ebnccc22863Mazda: Essa história foi o início de tudo!! Muita coisa boa aconteceu, te garanto
Responder↴ • uid:7xbz1xsfzlTugaLx: Essa Amélie essa mulher que me deixa louco desde que a vi.. esse sexo, essa libertinagem.. essa puta, essa mulher.. com ela teria feito tudo e tudo a queria ver fazer, tudo. Seria minha corna, seria o corno dela.
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aMazda: Que bom que gostou...
• uid:7xbz1xsfzl