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Descobri que minha esposa é uma puta, mas gostei e aceitei - I

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casalsub

Fazia uns 3 meses que minha esposa não me deixava tocar nela, mas quando saia pra trabalhar, se arrumava como se fosse pra ser devorada.

Fazia uns 3 meses que minha esposa não me deixava tocar nela, mas quando saia pra trabalhar, se arrumava como se fosse pra ser devorada.

A Isabela é enfermeira e faz plantões noturnos de 19:00 às 07:00 em um hospital público. Desde sempre preferiu calças mais largas, mais confortáveis.

Então, do nada, passou a usar jeans branco colado na pele, tecido fino e elástico esticado sobre as coxas magras e tonificadas, subindo até a cintura fina, marcando cada centímetro do seu bumbum empinado.

Sob a luz clara, o pano revelava o contorno perfeito das nádegas sem uma linha visível de calcinha marcando. Ou ela andava sem nada por baixo ou usava algum fio dental tão minúsculo que sumia todo no bumbum.

Nas folgas, minha esposa ficava grudada no WhatsApp. Olhos vidrados na tela, mordendo o lábio inferior até ficar vermelho, rosto corado, dedos frenéticos digitando. Risos que já não escondia de mim.

Sim eu devia morrer de ciúme dessa situação, mas estranhamente meu pau endurecia a cada desconfiança. Latejava na cueca imaginando um macho aleatório metendo forte na minha mulher. De repente eu me descobri corno manso e talvez bi.

Mas a dúvida da traição me torturava e eu estava disposto a acabar com ela. Eu só precisava desbloquear o telefone da minha esposa, mas ela nunca revelou pra mim o pin de desbloqueio. A única que sabia era minha filha Mariane, que às vezes pegava o telefone da mãe pra brincar.

Então eu tive uma ideia. Enquanto levava minha filha de carro à escola, como faço todas as manhãs, inventei dizendo que a mãe dela tinha esquecido o telefone em casa e pediu que eu pegasse alguma coisa nele, mas precisava da senha.

— Sim papai, a senha é 1994!

Perfeito, eu já tinha a senha. Naquela mesma manhã, Isabela chegou do plantão e como sempre tomou um banho e foi dormir. Fui discretamente na bolsa dela e retirei o seu telefone com o coração a mil.

Desbloqueado o telefone, fui direto no WhatsApp. Além de mim e contatos de amigas, em seus favoritos só havia um homem, nomeado como: "Marco GCM". Foto dele: moreno forte, cabeça raspada, pele escura, camisa preta da Guarda Civil esticada nos peitos largos e nos braços grossos de academia.

Levei um susto, pois era a confirmação que precisava. No chat, várias mensagens de putaria entre os dois, entre fotos da bucetinha lisinha e inchada da minha esposa enviado pra ele. Legenda: "Estou pingando aqui pensando em você" e outras mensagens dela com a foto da boca, dizendo "Tô louca pra engolir sua porra quente!"

E também algumas mensagens dele: foto do pau dele fora da farda enorme e grosso, tão grande quanto de um ator pornô. Veias saltadas, cabeça melada de pré-gozo. "Tá vendo isso sua puta? Estou na viatura, vem me dar essa buceta de novo".

Ler essas mensagens me fez explodir em gozo na cueca sem nem me tocar, corpo tremendo de humilhação e tesão...

Como se não bastasse o que vi, vasculhei a bolsa dela e encontrei uma cartela de anticoncepcional escondida, quase vazia. Pelo jeito a traição era antiga e a intimidade suficiente para minha esposa deixar o cara ficar gozando dentro dela.

Fiquei completamente fora de mim. Com a certeza de que Isabela me traía e tinha dado pro amante no plantão da madrugada, fui no cesto de roupas sujas e peguei a calcinha dela. Um micro fio dental lilás de rendinha minúscula, ainda úmida.

Depois abri o tecido que grudava na virilha: vi uma mancha grossa e amarela no centro, bem viscoso e misturado com uma pitada de sangue vermelho vivo, recente demais.
Cheirei fundo e não tive dúvidas: cheiro forte de esperma salgado, suor de macho suado, almíscar cru de buceta recém fodida e toque metálico de sangue.

Em um ato irracional de tesão, fechei os olhos e lambi a mancha salgada, amarga na língua, senti o gosto da química dos dois, e gozei de novo. Ainda sobrou uma manhã inteira antes que minha esposa acordasse, para eu devorar todas as mensagens que eles trocaram nos últimos meses.

A verdade então veio à tona: eu tinha uma esposa muito vagabunda e sem limites. Isabela estava louca pelo cara e se entregava completamente. Pelo ritmo das mensagens, minha esposa deu pro Marco em todos os plantões que se encontraram: não só na viatura, mas em motéis depois do turno: “vem me buscar no portão dos fundos, tô molhada desde o meio da noite querendo esse pauzão gostoso dentro de mim”.

A intimidade era doentia: áudios dela gemendo o nome dele e um outro dizendo "Seu sacana puto! Cheguei em toda dolorida, com meu c* doendo! Mal consigo sentar, você não tem pena de mim?"

Eu li que eles também debochavam de mim sem pudor: Marco habitualmente perguntava:

— “E o corno?”

Minha esposa ria e respondia sem remorso:

— “Está mansinho na cama, nem desconfia que a minha buceta tá cheia da sua porra rsrs!”.
Lendo aquilo tomado de tesão, foi também um choque com medo de perdê-la. Mas senti que nem tudo estava perdido. Eu amava a Isabela demais pra destruir tudo com um confronto. Por isso, em vez de falar com ela, salvei o número do Marco e mandei uma mensagem bem pacífica:

— “Olá, Marco. Sou o Murilo, marido da Isabela. Descobri o relacionamento de vocês. Não se preocupe, não pretendo brigar nem fazer escândalo, só queria que soubesse que eu sei. Da minha parte, não me importo se tudo for só sexual e discreto. Eu amo a Isabela e não quero perdê-la. Obrigado pela atenção.”
Então meia hora depois, veio a resposta:

— “E aí Murilo? Li sua mensagem aqui Não vou mentir, fiquei surpreso com a coragem de escrever direto pra mim. A maioria dos caras no seu lugar já teria explodido. Você escolheu o caminho certo… e isso diz bastante. Sim, eu e a Isabela temos um lance há um tempo. É intenso, é bom, e ela adora. Mas fiquei surpreso de você dizer que ‘não se importa’ se eu continuar? Sério isso parceiro? Deixa ver se entendi: você não liga se eu continuar metendo na sua mulher? Maravilha então, se está bom pra tu, eu que não vou reclamar. Vou ver o melhor momento de conversar com ela sobre você. Enquanto isso, fica tranquilo aí. Continua cuidando dela como o marido dedicado que você é. Eu cuido do resto. Qualquer coisa me chama aqui de novo, se precisar desabafar. Abraço.”

Ler a resposta de Marco me deu um choque de tesão imediato, deu pra ver que ele era bem sacana, sutilmente perverso e não queria confusão.

As palavras dele, calmas e superiores, me fizeram tremer: cada frase sutil lembrava que eu já era o corno aceito, o marido que cuida da casa enquanto um estranho usa o corpo da minha esposa. Meu pau endureceu forte na cueca, latejando de humilhação e excitação doentia.

Falar com Marco de repente virou minha obsessão secreta e cada notificação era um tapa gostoso. Ele demonstrava boa vontade em me responder, como se gostasse de me ver inferior, de me provocar com educação para se sentir mais macho.

O tesão me obrigou a uma total entrega e submissão, não perdi tempo e respondi a mensagem dele:

— “Sim, Marco. Eu continuo cuidando dela como sempre, e por mim ela está totalmente liberada pra você. Você quem manda agora, eu aceito isso. Não vou interferir, não vou reclamar, só quero que continue acontecendo do jeito que vocês gostarem, se possível ficando só no sexual. Mas me diz uma coisa, por favor: como vocês se conheceram? Ela trabalha em um hospital psiquiátrico, turno da noite, e você é guarda municipal... como se encontraram? Me conta TUDO em detalhes, quero entender como começou"

Marco não demorou a responder minha mensagem, agora com ainda mais provocação:

— “Fala, corno. Vou te chamar assim agora. Gostei disso; ‘Você quem manda agora’… É atitude de quem sabe o seu lugar. Sim, sou guarda municipal. GCM, ronda noturna, e às vezes preciso levar noias de rua pra internação compulsória. Foi quando conheci a Isabela. Branquinha, magrinha, rabudinha, cabelinho liso abaixo dos ombros… Vou negar não, bateu um tesão do caralho só de olhar. Puxei papo ali no corredor, elogiei o sorriso dela, disse que ela salvava vidas enquanto eu salvava as ruas. Ela riu, ficou vermelha, trocamos WhatsApp. Jantamos juntos no refeitório do hospital mesmo, depois do plantão. Olhares, mãos roçando, eu já sentindo que ela queria. Quando dava 3h da manhã o plantão dela ficava tranquilo, aí ela dava uma escapada pra ficar comigo no estacionamento. Beijo na boca, língua fundo, meti a mão na bunda dela. Tentei comer ela na viatura, mas Isabela estava arisca no nosso primeiro encontro quente, com medo de alguém ver. Então tirei o pau pra fora, mandei ela segurar. Ela segurou, punhetou devagar, enquanto me beijava. Gozei forte, leitei a mão e o jaleco dela. Depois ela deu um sorrisinho de safada, e voltou para o plantão como se nada tivesse acontecido. Nos outros plantões foi fácil eu botei mais pressão e ela foi cedendo mais. Comi ela numa madrugada de domingo, plantão tranquilo. Ela desceu pro estacionamento de madrugada e detalhe: veio sem calcinha pra facilitar. Ela entrou na viatura comigo e namoramos. Não demorou e coloquei ele de pernas pra cima, desci a calça dela até nas coxas. Abri as pernas magrinhas, coloquei minha ferramenta na buceta dela e soquei sem dó. Fiquei uns 5 minutos socando o útero dela com força. Ela ficou louca gemendo pra mim. Irmão, nunca senti uma buceta tão molhada. No final tirei a camisinha e leitei a boca dela.”

Puta que pariu, delirei de tesão ao ler essa mensagem, por pouco não gozei. Tomado pela ansiedade, respondi na mesma hora:

— “Putz, Marco… que tesão. Confesso que não sabia que Isabela era tão safada assim. Você vai contar pra ela que eu sei de tudo? Que eu estou aceitando?
Marco então respondeu:

— “Não tenho pressa não parceiro, espera minhas instruções e continua fingindo. Eu e a Isabela estamos numa lua de mel, estamos muito entrosados. Pra que arriscar? Não sei se tu sabe, mas até o cu da sua mulher eu ando comendo, faz um tempo. Apertadinho! Safada demais, se entrega toda pra mim e aguenta um macho como eu sem frescura. Parceiro, tu não faz ideia do quanto sua mulher paga de piranha pra mim. Pede pra me enforcar até deixar ela roxa, dou tapa na cara, cuspo na boca dela e ela engole. Aposto que ela chega bem exausta aí hahahaha"

Meu corpo inteiro tremeu ao ler essa mensagem. A primeira coisa que passou pela cabeça foi uma verdade cruel: eu não conhecia a Isabela de verdade. Todos esses anos de casamento, carinho, noites abraçados, planos de futuro, nossa filha crescendo... e eu nunca tinha visto essa versão dela.

Bela nunca se entregou assim pra mim. Nunca deixou sequer eu tocar no cuzinho dela, sempre reclamava que “não aguentava”, “dói demais”, “não é pra mim”. Eu respeitava, parava, achava que era limite dela. Agora percebia: não era limite, era falta de tesão suficiente.

Voltei à conversa com Marco e reli as últimas linhas. Deu pra ver que ele não tinha pressa de contar pra minha esposa que eu sabia de tudo. Pelo contrário, o plano era continuar usando ela como puta enquanto eu ficava de fora. Ficou claro que tudo estava perfeito pro lado dele, o corpo da minha mulher à disposição todo plantão, sem risco, sem drama, com o marido colaborando.

Como diz o ditado: time que está ganhando não mexe. Ele tinha o controle total: fodia minha mulher como queria, gozava onde queria, deixava marcas que ela escondia de mim, e ainda por cima me provocava por mensagem, sabendo que eu gozava só de ler.

E eu? Eu estava deixando rolar. Porque imaginar ela deitada do meu lado com o cu arrombado pro Amante, fingindo sono, me deixava mais duro que qualquer transa que eu já tive com ela.

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Comentários (5)

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  • Casal maduro: Parabéns pelo conto corninho

    Responder↴ • uid:469c1o7zd9a
  • Jonas: Top

    Responder↴ • uid:5s4lts72v4
  • Wal: Quero ver alguém cumendo o cuzinho da minha mulher e minha filha

    Responder↴ • uid:1ep19hyg5kle
  • Mineiro tarado: Top , ótimo conto

    Responder↴ • uid:jwalslzk7ap
  • Marcelo: Nossa como é bom transar com branquinha, quando vc soca com força elas ficam toda vermelhinha e uma delicia. Até as bochechas nossa maravilhoso , a bucetinha toda rosadinha melhor coisa isso nao quer dizer que morenas nao são maravilhosas rsrs também são mais branquinha da para deixar toda marcadas T diothap

    Responder↴ • uid:1df0k6tl6pxe