Eu, meu cunhado e meu marido corno!
Era uma sexta-feira quente e o sol acabava de se pôr quando o irmão do meu esposo, um homem de 50 anos que mora em outra cidade, veio nos visitar. Ele é um coroa com jeito de cafajeste, casado com uma mulher bonita e pai de dois filhos. Meu esposo o adora; são melhores amigos. Eu só o conhecia por fotos; o seu nome é Braz.
Assim que fomos apresentados, ele me deu um abraço forte e um beijo no rosto. Disse que era uma viagem rápida e que voltaria para casa no dia seguinte. Estávamos no nosso apartamento, conversando distraidamente entre risadas. Meu esposo, sem qualquer constrangimento, começou a fazer perguntas sobre mulheres. Braz falava abertamente sobre sua vida íntima, chegando a mostrar fotos de algumas amantes no celular para o meu marido ver.
Ficamos surpresos com o quão ativo ele era, mesmo sendo casado há muito tempo. Enquanto ele detalhava cada conquista, meu esposo, todo assanhado, olhava para as fotos e ria, olhando para mim ao seu lado. Eu não estava com ciúmes; pelo contrário, achava os comentários engraçados e sentia uma curiosidade despertando — um desejo adormecido. Ouvir os dois falando de safadezas, de "rola, bunda e buceta" com tanta naturalidade, deixava-me excitada.
Em certo momento, o silêncio caiu sobre a sala. Braz ficou deitado no outro sofá, concentrado no filme e bebendo vinho. Enquanto isso, João começou a me provocar: beijava meu pescoço, minha boca, me puxando para o corpo dele. Eu estava de camiseta e short, e ele apenas de short. Confesso que me senti sem graça pela presença do irmão ali, mas Braz parecia imerso na TV. Ele é um homem maduro, de pernas grossas e voz autoritária. Um homem que, só de olhar, sabe-se que não presta.
Aquele clima de "pegação" diante do cunhado me deixou eletrizada. João me testava para ver até onde eu chegaria. Deixei escapar alguns gemidos baixos enquanto sussurrava:
— Para... chega, seu irmão está aqui, ele pode ver essa sua mão boba...
Mas eu falava querendo rir. João não obedecia. Quando paramos um pouco, olhei para o colo dele e vi o short estufado por uma ereção potente. Salivei de vontade de cair de boca ali mesmo. João, percebendo, colocou uma almofada no colo e guiou minha mão para debaixo dela. Senti o pau dele como uma tora de madeira. Apertei e ele riu, tentando disfarçar. Minha calcinha já estava encharcada.
João foi mais longe: colocou a almofada de lado, criando um "muro" visual para o irmão não ver, e colocou minha mão dentro do short dele. O risco de sermos pegos mexia comigo de uma forma inexplicável. Não aguentei: debrucei-me sobre o colo dele e abocanhei a cabeça da sua rola, mamando protegida pela almofada. Sempre que Braz se mexia no outro sofá, eu parava.
De repente, a almofada caiu.
Braz virou o rosto e me flagrou com a boca no pau do irmão. Tirei a pica da boca, assustada, mas o inusitado aconteceu. João colocou a mão na minha cabeça e disse:
— Continua, amor. Não para, deixa rolar.
Eu obedeci. Voltei a mamar o meu marido sem vergonha nenhuma, sob o olhar fixo e desconfiado do Braz. Então, João o chamou para perto. Braz levantou-se e parou diante de nós. Ele abriu a bermuda, baixou a sunga e revelou um pau grande, duro e grosso. Olhei para o João, pedindo permissão com o olhar. Ele, com os olhos brilhando de desejo, assentiu.
Pela primeira vez, segurei dois paus ao mesmo tempo: o do meu marido e o do meu cunhado. Punhetei os dois, sentindo as veias pulsando. João me beijou e sussurrou:
— Relaxa, amor. Vai ficar só entre nós.
Abocanhei a rola do Braz. João empurrou minha cabeça contra ele, fazendo-me engasgar. Poucos minutos depois, meu cunhado não aguentou e gozou na minha boca. Engoli tudo. João riu:
— Filho da puta, tá gozando na boca da minha mulher!
Levantei-me e tirei a roupa sob os elogios do Braz. Decidi que ele seria o primeiro. Beijamo-nos enquanto ele apalpava meus seios e dedilhava meu cuzinho.
— Como você é abusado, hein? — eu disse.
— Sou tarado pela sua bunda, cunhadinha. Seu marido me mandou fotos suas de biquíni e nunca mais te esqueci.
— Pois eu fiquei louca pelo seu pau. É mais grosso que o do João — respondi, provocando.
Montei no colo do Braz e o agasalhei todo dentro de mim. Comecei a cavalgar enquanto João assistia, masturbando-se e dando tapas na minha bunda, dando ordens:
— Isso, fode o pau do meu mano! Deixa ele te encher de leite!
João estava fascinado. Eu cavalgava freneticamente até explodir num orgasmo intenso que molhou toda a virilha do Braz. Quando desmontei, exausta, João me virou de costas e caiu de boca na minha buceta, querendo sentir o sabor do irmão misturado ao meu mel. Gozei de novo na boca do meu marido.
A partir daí, virou uma loucura. João me possuía por baixo enquanto Braz enfiava a rola na minha boca. Eu estava sendo preenchida pelos dois lados. Decidi então realizar um fetiche antigo:
— Vem, Braz... mete no meu cuzinho. O João gosta de ver.
João se surpreendeu com a minha audácia, mas o clima permitia tudo. Braz começou a empurrar no meu cu enquanto eu ainda estava montada no pau do João. Sentir as duas rolas dentro de mim ao mesmo tempo foi o ápice.
Depois, Braz me pediu para ficar de quatro. João sentou-se noutro sofá, bebendo vinho e batendo punheta enquanto assistia ao irmão me enrabar com força. A pegada do Braz era animal; ele me segurava pelos braços e socava sem dó, enterrando tudo até gozar dentro do meu cu.
Nunca fui fodida dessa forma. Foi uma experiência única e, honestamente, quero mais.
A manhã de sábado nasceu preguiçosa, mas o clima dentro do apartamento ainda vibrava com a energia da noite anterior. Acordei sentindo meu corpo pesado, com aquela dorzinha gostosa de quem foi usada ao limite. João ainda dormia ao meu lado, mas o lugar do Braz na sala estava vazio. Levantei-me apenas de camisola, sentindo o rastro do prazer de ontem entre as pernas, e fui até a cozinha.
Lá estava ele. Braz tomava café, já vestido para partir, mas o olhar que ele me lançou quando entrei na cozinha não era o de um cunhado comum. Era o olhar do homem que, horas antes, tinha me virado do avesso.
— Bom dia, cunhadinha. Pelo seu jeito de andar, parece que a "madeirada" de ontem deixou marcas — disse ele, com aquele sorriso cafajeste que agora me fazia estremecer.
Eu me aproximei, sem qualquer vergonha, e encostei-me no balcão.
— Você é um perigo, Braz. O João ainda está apagado, nem imagina que eu já estou aqui querendo o "bis" antes de você pegar a estrada.
Ele largou a xícara e me puxou pela cintura, colando meu corpo ao dele. Senti o volume por baixo da calça dele despertando instantaneamente.
— Eu tenho pouco tempo, mas para você, eu sempre arranjo um jeito. Onde você quer? Na mesa da cozinha ou vamos acordar o seu marido com uma surpresa?
Nesse momento, ouvimos os passos do João no corredor. Ele apareceu na porta, despenteado e com um sorriso de orelha a orelha.
— Já estão se pegando de novo? Nem esperaram por mim? — perguntou João, aproximando-se e apertando minha bunda por trás enquanto o Braz me segurava pela frente.
— Seu irmão é muito apressado, João. Já quer ir embora sem me dar a despedida que eu mereço — provoquei, jogando a cabeça para trás.
João olhou para o irmão e deu um sinal de cabeça.
— Ele não vai a lugar nenhum sem te deixar bamba de novo. Braz, fode ela aqui mesmo, na mesa onde a gente toma café. Quero ver você marcar o território antes de partir.
Sem esperar um segundo convite, Braz me levantou e me sentou no mármore frio da mesa, afastando minha camisola. João ficou parado à minha frente, me beijando com vontade, enquanto Braz se posicionava atrás de mim, abrindo o zíper com urgência. A sensação de ser possuída novamente, com a luz do dia entrando pela janela e o meu marido assistindo a tudo enquanto comia uma fruta, era o ápice da minha nova libertação.
Braz não foi gentil. Ele entrou de uma vez, me fazendo soltar um grito que certamente os vizinhos ouviram.
— Isso... — gemia o João — Arromba ela, mano! Mostra que o sangue da família é quente.
O café da manhã nunca mais seria o mesmo. Entre gemidos e o som da carne batendo, eu percebi que aquela sexta-feira quente não tinha sido apenas um evento isolado, mas o início de uma vida onde o prazer não tinha mais regras, nem limites.
A tensão na cozinha atingiu o ponto de ebulição. Braz me possuía com uma força bruta sobre a mesa, enquanto o João, totalmente hipnotizado pela cena, começou a se masturbar ali mesmo, encostado na geladeira, sem tirar os olhos do movimento do irmão dentro de mim.
— Vou ter que viajar com o seu cheiro impregnado em mim, cunhada — rosnou Braz no meu ouvido, cravando as unhas nos meus quadris e me puxando com tanta violência que a louça sobre a mesa chacoalhava. — Toda vez que eu fechar os olhos na estrada, vou lembrar do seu rabo empinado aqui.
Eu mal conseguia responder, apenas soltava gemidos curtos e abafados, sentindo cada estocada do Braz ecoar no meu útero. João se aproximou, pegou um pouco do mel que escorria da nossa união e levou à boca, saboreando o irmão e a esposa ao mesmo tempo.
— Você não vai embora assim não, Braz — disse João, com a voz rouca. — Se você quer levar o cheiro dela, vai levar o meu também. Vira ela.
Braz me girou na mesa como se eu fosse um brinquedo. Agora eu estava de quatro, com a cara prensada contra o mármore frio, enquanto via, pelo reflexo do forno, o meu marido se posicionar logo atrás do irmão. Em um movimento sincronizado e coreografado pelo puro tesão, eles se revezaram. Braz saiu da minha buceta e, sem dar tempo para eu respirar, João ocupou o lugar, entrando com tudo, enquanto o Braz vinha por cima, oferecendo-me novamente o seu pau grosso para eu mamar.
Ali, no meio da cozinha, à luz da manhã, eu era o centro de um banquete de prazer. Eu chupava o Braz com fome, sentindo o gosto do café e do desejo, enquanto o João me esfolava por trás, batendo com força na minha bunda já vermelha de tanto tapa.
— Olha isso, Braz! Olha como a buceta dela engole a gente! — gritava João, perdendo o controle.
O clímax veio como uma avalanche. Braz segurou minha cabeça com firmeza e jorrou tudo na minha boca, enquanto o João, num urro de satisfação, descarregou dentro de mim, me preenchendo até transbordar. Ficamos os três ali, ofegantes, o suor misturado ao leite que escorria por mim.
Braz se recompôs, limpou o canto da boca com o polegar e me deu um beijo de tirar o fôlego.
— João, você é um homem de sorte. Mas se cuida, porque agora que eu provei desse mel, vou vir visitar vocês muito mais vezes.
Ele pegou as chaves, deu um soco amigável no ombro do irmão e saiu. João me ajudou a descer da mesa, me abraçando por trás enquanto olhávamos a porta se fechar.
— E agora, amor? — perguntei, ainda trêmula.
— Agora? — João sorriu, me guiando de volta para o quarto. — Agora vamos descansar, porque o Braz deixou o caminho aberto e eu ainda não terminei com você...
Duas semanas haviam se passado, mas o toque bruto do Braz ainda queimava na minha pele. O João achava que eu estava viajando para um congresso de trabalho em uma cidade vizinha à do irmão dele, mas a verdade é que o meu corpo clamava por aquela pegada que só o meu cunhado tinha. Combinei tudo por mensagens apagadas logo em seguida: nos encontraríamos num hotel de beira de estrada, longe dos olhos de conhecidos e da família.
Quando bati na porta do quarto 402, o coração parecia querer saltar pela boca. Braz abriu a porta com uma toalha na cintura, o peito largo ainda úmido do banho e aquele sorriso de quem sabia exatamente o poder que tinha sobre mim.
— Você veio mesmo, cunhadinha... — disse ele, me puxando para dentro pelo braço e chutando a porta para fechar. — Sabe que se o João descobre que estamos fazendo isso sem ele, o sangue vai esquentar, não sabe?
— O perigo é o que me trouxe até aqui, Braz — respondi, jogando minha bolsa de lado e avançando no pescoço dele. — Eu não aguentava mais o João sendo carinhoso demais. Eu queria a sua ignorância.
Braz não perdeu tempo com delicadezas. Ele me jogou contra a parede do quarto, levantando meu vestido e rasgando minha calcinha com uma mão só. Ele não queria beijos românticos; ele queria me marcar. Senti o pau dele, já duro e latejante, batendo contra a minha coxa.
— Aqui não tem o seu marido para te proteger, nem para dar ordens. Aqui você é só a minha puta — rosnou ele, virando-me de costas e me prensando contra o espelho da cômoda.
Eu via meu reflexo, os olhos nublados de desejo, enquanto ele abria as pernas e entrava em mim sem aviso, seco e violento. Soltei um grito que foi abafado pela mão dele, que cobriu minha boca enquanto ele me socava com uma força que eu nunca tinha sentido antes. Era uma foda diferente daquela na minha sala; havia uma urgência de posse, algo primitivo.
— Gosta assim, não gosta? De ser usada escondida, de trair a confiança do seu "Joãozinho" com o próprio irmão dele? — ele provocava, aumentando o ritmo, as bolas batendo com força na minha bunda.
Eu só conseguia balançar a cabeça, entregue ao prazer proibido. Cada estocada do Braz parecia chegar na minha alma. O suor escorria pelas suas costas e ele me pegava pelos cabelos, puxando minha cabeça para trás para me morder o pescoço. Eu sentia que aquele homem me destruiria se eu deixasse, e era exatamente isso que eu queria.
Cavalgamos naquele quarto por horas, explorando cada canto, cada fetiche que o João jamais ousaria realizar. Braz me levou ao limite, me fazendo gozar três vezes seguidas, até que minhas pernas não passavam de gelatina. No final, ele me jogou na cama e descarregou tudo dentro de mim, um jato quente e farto que parecia selar o nosso segredo sujo.
Ficamos ali, no escuro do quarto de hotel, o silêncio sendo quebrado apenas pela nossa respiração ofegante.
— Isso morre aqui, ouviu? — ele disse, vestindo a roupa com a frieza de um mercenário. — Pro João, a gente continua sendo a família perfeita. Mas quando o seu corpo pedir por um homem de verdade, você sabe onde me encontrar.
Saí do hotel com as pernas trêmulas e o coração pesado, mas a alma em chamas. Eu amava o meu marido, mas o veneno do Braz agora corria nas minhas veias.
Voltei da "viagem de trabalho" com o corpo moído e a cabeça a mil. O João me recebeu com o carinho de sempre, mas cada beijo dele parecia queimar na minha consciência. Eu ainda sentia o cheiro do Braz em mim, por mais que tivesse me esfregado no chuveiro do hotel.
Dois dias depois, o interfone tocou. Era a Márcia. Ela entrou no apartamento com aquele olhar de quem sabe ler os meus pensamentos. Estava mais safada do que nunca, usando um vestido justo que não deixava nada à imaginação.
— Amiga, você sumiu! — disse ela, jogando-se no sofá onde tudo tinha começado com o Paulão. — O João me disse que você estava viajando, mas você está com uma cara de quem não dormiu um minuto... e não foi por causa de trabalho.
João apareceu na sala, rindo, e abraçou a Márcia.
— Eu também achei, Márcia. Ela voltou estranha, mais calada... Acho que a viagem foi cansativa demais.
Márcia me encarou, e por um segundo, o pânico me gelou. Ela se aproximou de mim, fingindo que ia me dar um abraço, e sussurrou no meu ouvido, tão baixo que o João não ouviu:
— Você tem cheiro de homem, e não é o cheiro do seu marido. Eu conheço esse perfume, é o do Braz, não é?
Meu sangue gelou. A Márcia tinha um faro de cadela no cio para safadeza. Antes que eu pudesse reagir, ela se afastou e sorriu para o João.
— João, querido, por que você não vai buscar aquela garrafa de vinho que a gente tomou da última vez? Eu e a sua esposa precisamos de uma conversa de mulher.
Assim que o João saiu para a cozinha, ela me encurralou contra a parede da sala, a mesma onde o Braz tinha me prensado semanas antes.
— Não tenta mentir para mim. Eu vi como você olhava para ele naquele dia no sofá. Você deu para ele escondida, não deu? — Ela passou a mão pelo meu pescoço, descendo até o decote. — Que delícia de traição, amiga... E o melhor de tudo é que eu não vou contar. Mas eu quero o meu preço.
— O que você quer, Márcia? — perguntei, a respiração curta.
— Eu quero participar. Eu quero sentir o que esse "negrão" da família tem que te deixou assim, desorientada. E quero ver como o João reage quando souber que a esposa dele é muito mais puta do que ele imagina.
João voltou com as taças, sem suspeitar que o clima de luxúria já tinha tomado conta da sala novamente. Márcia não perdeu tempo. Sentou-se no colo dele e começou a beijá-lo, mas seus olhos estavam fixos em mim, me desafiando.
— João, a sua mulher está precisando relaxar... e eu também. Que tal se a gente fizesse uma chamada de vídeo para o seu irmão? Quero que ele veja o que a gente vai fazer com ela agora.
O jogo tinha ficado muito mais perigoso. Agora, a Márcia era a dona da situação, e o Braz estava a apenas um clique de distância de ver a sua "cunhadinha" ser devorada pela melhor amiga diante do próprio irmão.
A tensão no ar era tão densa que eu conseguia sentir o calor emanando da Márcia. Ela não estava apenas brincando; ela tinha o controle da situação e sabia disso. João, movido por aquele tesão de cumplicidade que o cegava para a traição real, pegou o celular com as mãos trêmulas de excitação.
— Você é louca, Márcia! O Braz vai pirar... — disse João, já buscando o contato do irmão.
— Ele não vai só pirar, João... ele vai gozar junto com a gente — respondeu ela, com um sorriso predatório.
A tela do celular brilhou e, após alguns segundos, a imagem do Braz apareceu. Ele estava num ambiente escuro, parecia um escritório ou um quarto de hotel, com o peito nu e um cigarro entre os dedos. Assim que ele viu o enquadramento — eu encurralada pela Márcia e o João ao lado — os olhos dele escureceram de desejo.
— Mas o que é que está a acontecer aí? — perguntou a voz rouca do Braz pelo altifalante. — Estão com saudades do mano?
— A sua cunhada está muito tensa, Braz — disse a Márcia, puxando-me pelos cabelos para que o meu rosto ficasse bem visível na câmara. — Ela fez uma "viagem" e voltou cheia de segredos. Decidi que ela precisa de uma punição... e quero que você assista a tudo.
Pela tela do celular, vi o Braz se ajeitar na cadeira. Ouvi o som metálico de um fecho a abrir. Ele já estava a colocar o seu pau para fora.
— Então não percam tempo. Mostrem-me como é que se trata uma mulher que gosta de fugir de casa — ordenou Braz, começando a punhetar-se diante da câmara.
A Márcia não hesitou. Ela ajoelhou-se à minha frente e rasgou o meu vestido, deixando-me completamente nua no meio da sala. João segurava o telemóvel para que o Braz tivesse o melhor ângulo possível. Márcia começou a lamber a minha buceta com uma voracidade que me fez perder os sentidos, enquanto o meu marido enfiava os dedos em mim, seguindo as instruções que o irmão gritava pelo telemóvel.
— Isso, Márcia! Chupa ela com vontade! Quero ver o mel dela a escorrer pelos teus dedos! — gritava Braz, o rosto transfigurado pelo prazer. — Cunhada, olha para mim! Olha para o telemóvel! Imagina que é a minha boca aí entre as tuas pernas!
Eu olhava para o celular, vendo o Braz a masturbar-se com força, e depois para o João, que estava em transe. O perigo de o segredo ser revelado ali mesmo era o que mais me excitava. A Márcia parou de me lamber, olhou para a câmara e disse:
— Braz, ela tem um sabor diferente hoje... parece que já foi bem temperada.
O meu coração parou. Braz soltou uma gargalhada do outro lado.
— É o sabor da liberdade, Márcia. Deixa ela gozar. Deixa ela gozar para eu ver!
João entregou o telemóvel à Márcia e posicionou-se atrás de mim. Ele penetrou-me com força, socando como se quisesse marcar o território que o irmão estava a vigiar. Eu gemia o nome do meu marido, mas os meus olhos não saíam do Braz no ecrã. Ver o meu amante a assistir ao meu marido a foder-me, enquanto a minha melhor amiga filmava tudo, era a maior depravação que eu já tinha vivido.
— Eu vou gozar, Braz! Eu vou gozar! — gritei, sentindo o espasmo começar.
— Goza para mim, sua puta! — berrou o Braz, aumentando o ritmo da mão. — Goza na cara do seu marido que eu vou gozar aqui também!
Explodimos todos ao mesmo tempo. João descarregou dentro de mim, a Márcia filmava os meus olhos revirados e, pela tela, vi o leite do Braz a sujar todo o seu telemóvel enquanto ele urrava de prazer.
Ficamos os três no chão da sala, ofegantes, com a imagem do Braz ainda no celular, a limpar-se e a sorrir.
— Até breve, família — disse ele, antes de desligar.
Márcia olhou para mim, limpou o canto da boca e piscou o olho. O segredo estava seguro por agora, mas o preço daquele silêncio ia ser cobrado em muitas outras noites como esta.
A Márcia nunca foi mulher de se contentar apenas com migalhas ou imagens através de um celular. O que ela sentiu naquela chamada de vídeo só serviu para atiçar uma fome que ela não pretendia passar sozinha. Na manhã seguinte, enquanto o João ainda recuperava da noite intensa, ela mandou-me uma mensagem: "Prepara as malas. O Braz já alugou uma casa de campo isolada para este fim de semana. O João acha que é um convite de irmãos, mas tu e eu sabemos que é um convite para o abate. Vamos os quatro."
A viagem foi carregada de um silêncio elétrico. O João conduzia animado, feliz por reunir o seu "mano" e a sua esposa com a nossa melhor amiga. Ele não desconfiava que, para nós as duas, aquela viagem era uma peregrinação ao altar da luxúria que tínhamos construído.
Assim que chegámos à casa de campo, o Braz já nos esperava na varanda. Ele estava encostado ao pilar, com uma cerveja na mão e aquele olhar de predador que me fez sentir um calafrio instantâneo na buceta. Mal o carro parou, a Márcia saltou para fora, exibindo-se.
— Finalmente, Braz! Estava a ver que a estrada não acabava mais — disse ela, abraçando-o de forma ousada, deixando os peitos esmagarem-se contra o peito dele.
— O prazer é todo meu, Márcia. Estás ainda mais perigosa do que no telemóvel — respondeu ele, mas os olhos dele cravaram-se nos meus enquanto eu saía do carro. Havia uma cumplicidade silenciosa ali, o segredo do hotel latejando entre nós.
O João, alheio a tudo, abraçou o irmão.
— Que lugar incrível, mano! Vamos aproveitar muito.
— Vais sim, João. Vais aproveitar como nunca — retorquiu o Braz, com um duplo sentido que só eu e a Márcia captámos.
A casa era isolada, rodeada por árvores densas. Mal as malas foram deixadas nos quartos, a Márcia tomou as rédeas. Ela apareceu na sala apenas de biquíni de fita, servindo doses generosas de tequila. O sol ainda não se tinha posto, mas o pudor já tinha sido enterrado.
— Chega de conversa — decretou a Márcia, sentando-se na mesa de centro e abrindo as pernas para o Braz e para o João. — Eu vim aqui para sentir o sabor da família. Braz, eu vi o que tu fizeste no telemóvel... agora quero sentir essa tua pegada de animal ao vivo. E quero que a tua cunhada me ajude a receber-te.
O Braz largou a cerveja. A atmosfera mudou num segundo. Ele aproximou-se da Márcia, mas agarrou-me a mim pelo pescoço, puxando-me para um beijo violento e cheio de língua, mesmo à frente do João.
— João, espero que não te importes de partilhar a tua mulher com a tua amiga e comigo ao mesmo tempo — disse o Braz, sem tirar os olhos de mim. — Porque hoje, nesta casa, não há marido, nem esposa. Só há carne.
O João, já num estado de excitação febril, começou a despir-se.
— Eu quero é ver, Braz! Fode as duas! Quero ver o que o meu sangue é capaz de fazer com elas!
A Márcia puxou-me para o tapete da sala, começando a despir-me com uma urgência maníaca. Ela lambia o meu corpo enquanto o Braz se despia, revelando aquele mastro preto que me tinha assombrado as noites. O João posicionou-se num cadeirão de couro, de frente para nós, com o telemóvel na mão — desta vez para gravar o que estava prestes a acontecer.
— Cunhada, de quatro! — ordenou o Braz. — Márcia, deita-te debaixo dela. Quero as duas coladas.
Eu obedeci, ficando por cima da Márcia, que gemia só de sentir o meu peso. O Braz posicionou-se atrás de mim, mas antes de entrar, ele olhou para o João e disse:
— Olha bem, mano. Olha como a tua mulher se abre para o teu irmão.
Ele entrou com tudo. Um estocada seca que me fez arquear as costas e gritar o nome dele. Ao mesmo tempo, a Márcia enfiava os dedos na minha buceta por baixo, criando um sanduíche de prazer que me deixou completamente fora de órbita. O João masturbava-se freneticamente, gritando incentivos, enquanto o Braz me usava como um animal, segurando os meus cabelos e batendo com força na minha bunda.
— É isto que querias, Márcia? — rugia o Braz, enquanto saía de mim por um segundo para enfiar o pau na boca da Márcia, voltando logo de seguida para o meu cu.
Era o caos perfeito. Duas mulheres, dois irmãos e um segredo que estava prestes a tornar-se uma realidade permanente naquela casa de campo.
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Comentários (12)
MulherMae SP: Adorei seu conto, cheio de sedução . Me fez sonhar e desejar coisas boas, o proibido tem sempre o lado erótico. Adorei T solbrilhante855
Responder↴ • uid:5v8qos9m0Jb: É sempre melhor quando o marido tem esse desejo de assistir outro homem penetrando sua esposa pela frente e por trás deixando-a louca de prazer. Nós maridos não gostamos quando elas resolvem trepar às escondidas. Mas entendemos que deve ser mais prazeroso ficar sozinha com seu comedor...
Responder↴ • uid:13t1vfc4p8ygAna Paula: Eu curti demais, meus parabéns
Responder↴ • uid:3qbevjl8kMarcos cuckold: Me chama Paula . Curto contos assim sou corno manso. Gostaria de conversar com vc .
• uid:1et6xbc0wm55Ana Moreira: Conto bastante excitante, mas uma pergunta...mistura de português do Brasil e português de Portugal, por algum motivo???
Responder↴ • uid:13qdjh2n6p90Pedro: Eu quero que o Braz faça assim com minha esposa quero vê esse pau grande entrando nela
Responder↴ • uid:7xbywvk9hjRita: Vim-me toda a ler isto, a traição deixa-me doida. Também ando louca por experimentar pau negro.
Responder↴ • uid:8ihimnxmg3aAna Moreira: Rita, é uma fantasia de muitas de nós! Eles não precisam de saber tudo! ;)
• uid:13qdjh2n6p90Rita: Ana, não precisam mesmo, esse prazer para ser real tem mesmo de ser traído, escondido, bem escondido ;) e é verdade, muitas de nós têm essa fantasia da traição e de pau negro. :)
• uid:8ihimnxmg3aAna Moreira: Rita, mesmo em fantasias, podemos fantasiar com entusiasmo e em...GRANDE! kkk
• uid:13qdjh2n6p90Marcos cuckold: Eu já tive 3 relacionamentos sério onde fui corno manso. Posso falar com propriedade sobre este estilo de vida . Estou sozinho sou um corno de verdade. Me chama [email protected]
• uid:1et6xbc0wm55Marcelo: Nossa como é bom transar com branquinha, quando vc soca com força elas ficam toda vermelhinha e uma delicia. Até as bochechas nossa maravilhoso , a bucetinha toda rosadinha melhor coisa isso nao quer dizer que morenas nao são maravilhosas rsrs também são mais branquinha da para deixar toda marcadas T diothap
Responder↴ • uid:1df0k6tl6pxe