Ordenhando o paciente na coleta de sêmen
Eu estagiário em uma clínica de fertilidade vejo minha rotina mudar ao atender Roger, um homem imponente que exige um "atendimento completo" em sua coleta.
Era o meu segundo dia de estágio naquela clínica de fertilização. O nervosismo ainda me consumia por inteiro; as luvas de látex já estavam suadas nas minhas mãos e o coração batia tão forte contra as costelas que eu tinha certeza de que qualquer um no corredor podia ouvir. Eu finalmente tinha conseguido a vaga que tanto queria ali e, no final da tarde, tudo parecia ocorrer bem, até que ele entrou.
O corredor da clínica tinha aquele tom de azul pálido que deveria acalmar, mas só parecia frio sob as luzes de LED que zuniam baixinho. Eu ajeitei meu jaleco de estagiário, sentindo o tecido pinicar no pescoço, e respirei fundo o cheiro de álcool gel que já parecia impregnado na minha pele. Meu nome é Victor, 17 anos, 5° semestre de enfermagem, e naquele dia, a rotina de preencher formulários e organizar frascos parecia a mesma de sempre, até que vi o casal sentado na recepção.
O marido era o tipo de homem que não precisava dizer nada para mostrar que mandava no lugar. Ele carregava aquela maturidade de quem sabe exatamente o espaço que ocupa no mundo, com uma postura firme e decidida. Era um homem alto e forte, com ombros largos que pareciam esticar as costuras da sua camisa polo. O tecido da roupa, de um corte muito bem feito, ficava apertado contra o seu peitoral enorme, mas também revelava uma barriguinha de chope sólida, que estufava levemente a parte da frente da camisa. Longe de parecer fora de forma, aquela curva no abdômen apenas acentuava o seu porte de homem feito, dando a ele um ar de um macho alfa pesado, imponente, deixando claro que ali embaixo havia um corpo robusto e muito bem cuidado.
Seus braços eram grossos, com músculos bem desenhados que passavam uma imagem de força bruta. O que mais chamava a atenção, porém, eram as tatuagens que subiam pelos seus antebraços e desapareciam por baixo das mangas apertadas da camisa; desenhos em tinta preta e sombreada que davam a ele um ar ainda mais imponente e perigoso. O rosto tinha um semblante sério, com uma barba por fazer bem aparada que trazia um estilo rústico, mas ainda assim muito elegante, como se ele tivesse acabado de sair de uma reunião de negócios importante.
Eu desviei o olhar por um segundo, tentando recuperar o fôlego, para conferir o papel que segurava entre os dedos trêmulos. No formulário de entrada, as letras pretas confirmavam quem ele era: Roger Monteiro, 37 anos. Olhar para aquele homem, com aquele tamanho todo e aquelas marcas na pele, me fazia sentir minúsculo dentro do meu próprio jaleco. Eu, no fundo, já sabia que, a partir do momento em que fechasse aquela porta da sala de coleta, as regras da clínica seriam ditadas por ele, e não por mim.
A idade parecia ter feito muito bem a ele, trazendo uma confiança que me deixava intimidado. Olhando para ele ali, parado na minha frente, eu sentia que cada detalhe daquele homem — desde o perfume amadeirado até o jeito como ele me encarava — exalava uma virilidade que eu nunca tinha visto de perto. Ele era a definição de um macho alfa no auge da sua forma, e saber que eu seria o responsável por colher a sua amostra fazia minhas mãos suarem e meu coração bater descontrolado contra o peito.
Ele estava ali com a esposa, mas ela parecia apenas um borrão; a beleza e a presença dele ofuscavam tudo ao redor. Enquanto eu estava na recepção pegando sua ficha, o mundo pareceu entrar em câmera lenta. Nossos olhos não paravam de se encontrar em uma troca de olhares carregada, um verdadeiro choque elétrico. Não era um olhar de paciente para profissional; eram olhos profundos e escuros que pareciam ler meu nervosismo de estagiário ansioso e se divertir com isso. Eu sentia um tesão crescente, mas tentava me convencer de que tudo aquilo era apenas coisa da minha cabeça enquanto caminhava na direção deles para chamá-lo.
Caminhei até ele com as pernas um pouco trêmulas.
— Roger Monteiro, né? — minha voz saiu um pouco rouca.
— É sim — ele respondeu, com uma voz grave que vibrou no meu peito.
— Você pode me acompanhar, por favor?
Ele se levantou, deu um beijo rápido e protocolar na esposa, mas sua atenção nunca saiu de mim. No caminho pelo corredor estreito, eu sentia o calor que emanava dele, o perfume amadeirado que vencia o cheiro de antisséptico da clínica. Quando entramos na sala de coleta — um quartinho pequeno com paredes azuis, com uma poltrona de couro sintético preto, uma mesinha com revistas, uma TV no canto da parede, um bebedouro e uma bancada de inox —, o ar pareceu acabar. Eu tentei me focar no protocolo para não enlouquecer.
— Este é o frasco — comecei, a voz falhando. — Ele é estéril e não pode ser tocado por dentro, para não contaminar a amostra. Preciso que você colete a amostra total, sem perdas. É fundamental para o resultado.
— Você quer a carga completa? — ele perguntou, com um sorriso de canto que me fez perder o fôlego.
— Sim... toda a carga — respondi, tentando manter o tom profissional.
— Então é melhor trazer um potinho maior. Meu saco tá pesadão, sete dias guardando leite pra esse exame... Vai transbordar o potinho — ele disse, com uma voz grave que vibrou no meu peito.
— Tudo bem... eu providencio um frasco maior — murmurei, sentindo meu rosto queimar.
Entreguei o material e apontei para a mesinha.
— Aqui estão as revistas e tem canais pornôs na televisão, é só ligar.
— TV? Revista? — ele questionou, com desdém.
— É... — respondi, sem saber o que dizer.
De repente, o som metálico do zíper descendo cortou o silêncio da sala e interrompeu minhas palavras no meio. Roger não esperou nenhum sinal; ele simplesmente retirou o membro para fora da calça com uma naturalidade tão grande que me deixou sem ar. Mesmo ainda mole, aquilo parecia enorme, pesado. O tamanho e a urgência daquela visão me fizeram congelar no lugar, como se eu tivesse esquecido como se caminha. Eu sabia, lá no fundo, que deveria dar as costas e sair dali imediatamente, pois cada segundo a mais naquele quarto era um risco enorme para o meu estágio e para a minha futura carreira, mas meus pés pareciam colados no chão frio, desobedecendo qualquer comando do meu cérebro.
Ele não pareceu se importar com a minha presença imóvel. Sentou-se na poltrona e começou os movimentos com a mão, folheando a revista com um desinteresse evidente, sem nem olhar para mim no começo. O corpo dele parecia não corresponder ao estímulo daquelas fotos; o pau continuava mole entre seus dedos fortes. O clima na sala foi ficando tenso, abafado pelo som da respiração dele que começava a mudar, enquanto eu assistia a tudo sem conseguir desviar os olhos daquela cena proibida.
— Eu não vou conseguir gozar com isso. Não tem outros estímulos não? — disse ele, lançando a revista no chão com irritação.
— Infelizmente não — murmurei.
— Eu pago caro no plano e só tenho direito a revista e pornôs sem graça?
— Infelizmente é o padrão da clínica...
Ele me encarou fixamente.
— O plano não cobre uma mãozinha amiga, não? — ele perguntou, rindo baixo, com uma malícia que me deixou sem chão.
Eu ri também, soltando uma risada curta e nervosa, tentando me convencer de que aquilo era apenas uma piadinha pesada para quebrar o gelo. Mas o sorriso de Roger não aumentou; pelo contrário, o olhar dele ficou ainda mais profundo e fixo, deixando claro que ele não estava brincando. Ele se levantou da poltrona de couro com um movimento decidido e começou a vir na minha direção. A cada passo que ele dava naquele espaço pequeno, aquela coisa grande, ainda para fora da calça, balançava pesadamente entre as pernas dele, acompanhando o movimento firme do seu corpo.
O pânico e o desejo lutavam dentro de mim enquanto ele encurtava a distância, até que eu não tive mais para onde fugir. Ele me prensou contra a porta de madeira da sala, e o calor que emanava dele parecia atravessar o meu jaleco. Roger parou tão perto que o seu peito largo, que quase estourava os botões da camisa, ficou praticamente colado ao meu rosto, bloqueando qualquer visão do resto do quarto. Eu estava encurralado entre a madeira dura da porta e aquela parede de músculos, sentindo o cheiro amadeirado do seu perfume misturado ao cheiro cru do seu desejo e a um cheiro de suor de macho, enquanto aquela virilidade balançava perigosamente perto de mim.
Sentindo o meu coração martelar contra as costelas, eu não conseguia desviar o olhar daquela visão. Roger percebeu o meu transe e, com um movimento lento e carregado de intenção, ele estendeu a mão grande e áspera, envolvendo o meu pulso com firmeza. Antes que eu pudesse reagir, ele usou a outra mão para puxar a ponta da minha luva de látex; o som do elástico estalando contra a minha pele foi seco e rápido. Ele arrancou a luva com um movimento brusco, jogando-a em qualquer canto, e guiou a minha mão nua diretamente para aquele membro que balançava diante de mim.
No momento em que meus dedos tocaram a pele dele, sem a barreira da borracha, senti um calor que pareceu queimar. A pele era macia, mas a carne por baixo era densa. O membro, que antes estava mole, reagiu instantaneamente ao toque direto dos meus dedos. Era como se ele tivesse vida própria, pulsando e ganhando volume com uma rapidez assustadora. Eu sentia as veias saltarem, tornando-se salientes sob a minha palma, enquanto o pau crescia e endurecia até que a minha mão não conseguisse mais fechar em volta de toda aquela espessura.
Enquanto eu estava ali, hipnotizado pelo toque, Roger levou a mão até o meu peito. Ele segurou o crachá de plástico que estava pendurado no meu jaleco, aproximando-o dos olhos para ler o que estava escrito.
— Então o seu nome é Victor... Parece tão novinho para ser enfermeiro... — ele murmurou. A voz dele era tão grossa e profunda que o som pareceu vibrar dentro do meu peito, fazendo meu corpo inteiro estremecer da nuca até os pés.
Eu engoli em seco, sentindo o peso do olhar dele sobre mim, e respondi com a voz quase sumindo:
— Eu sou estagiário.
Ele deu um sorriso de lado, um jeito de quem já tinha percebido o quanto eu estava nervoso na presença dele. Roger se inclinou um pouco para a frente, diminuindo a distância entre nós, e o cheiro do perfume dele se misturou ao calor que saía do seu corpo.
— Então, Victor, estagiário de enfermagem... — ele repetiu o meu nome devagar, como se estivesse experimentando o sabor de cada letra. — Tem certeza que o plano não cobre, menino? Olha a minha ficha aí de novo. Dá uma olhada com atenção.
Ele falava com uma calma de quem sabia que eu não conseguiria dizer não. Contra seu peito, eu olhei para a prancheta novamente, mas as letras pareciam dançar na frente dos meus olhos, mas eu fingi ler, sentindo o suor escorrer pelas minhas têmporas. Eu sentia o calor do rosto dele perto do meu e a pressão daquela situação crescendo a cada segundo. Ele não estava apenas pedindo; ele estava testando até onde eu iria para cumprir o meu papel e deixá-lo satisfeito. Naquele momento, o hospital lá fora parecia ter sumido, e só existia aquele homem enorme esperando uma resposta minha.
O medo de alguém girar a maçaneta da porta de madeira atrás de mim era imenso, o pânico de ser pego no meu segundo dia de estágio me sufocava, mas o prazer de sentir aquela virilidade triplicar de tamanho sob os meus dedos era muito maior.
— Cobre sim... — eu respondi em um fio de voz, balançando a cabeça em uma concordância muda. — O plano cobre mesmo, me perdoa, devo ter confundido.
Ele soltou um riso vitorioso, um som baixo e rouco que pareceu vibrar no ar denso da sala. Com um movimento firme e possessivo, ele me puxou pela gola do jaleco, obrigando-me a dar um passo à frente enquanto se acomodava novamente na poltrona. Roger se sentou como um rei em seu trono, de pernas bem abertas, expondo toda aquela picona que parecia dominar o ambiente e me reduzir a nada. Eu me vi caindo de joelhos no chão frio, ficando exatamente na altura daquele mastro que pulsava. Naquele momento, eu não era mais o técnico ou o estagiário; eu me sentia como um servo, um súdito inteiramente rendido à vontade daquele homem.
O protocolo dizia que eu deveria apenas entregar o frasco, dar algumas instruções técnicas e sair imediatamente para o corredor. Mas o silêncio entre nós dois estava carregado de algo pesado, um tesão cru e proibido que fazia o pau dele pulsar exatamente no ritmo do meu coração acelerado. Antes de começar, eu me estiquei e, com as mãos trêmulas, tranquei a porta de madeira. Aquele estalo seco da fechadura selou o destino de nós dois; parecia não ter mais volta. Dali eu só sairia quando terminasse meu serviço de colher sua porra grossa e farta de macho alfa viril.
Estando ali, tão perto, o cheiro do membro dele parecia incendiar aquela sala pequena. Era um odor forte, masculino e quente, uma mistura de pele e desejo. O perfume amadeirado dele agora se misturava a esse cheiro cru da sua pica, preenchendo meus pulmões e nublando minha razão.
Minha mão nua, que parecia pequena demais diante daquela magnitude, envolveu a base quente e começou a subir e descer. O saco dele estava visivelmente inchado, as bolas grandes e pesadas de tanta espera, parecendo guardar uma carga monumental que desafiava a anatomia. Lá na cabeçona, uma gota de baba transparente e grudenta começou a aparecer, brilhando intensamente debaixo da luz branca e fria do teto da clínica.
Roger não parava de me encarar, com um olhar pesado que parecia mandar em cada movimento meu. Ele passou o dedão com força naquela cabeça do pau, que estava bem rosada e sensível, molhando o dedo naquele líquido viscoso. Sem tirar os olhos dos meus, ele trouxe o dedo molhado até a minha boca, apertando-o contra os meus lábios com uma pressão que me obrigou a abrir a boca para ele, sem resistência.
Quando senti o dedo dele na minha língua, o gosto me deu um choque. Era um sabor salgado e muito forte, o gosto puro de um homem que estava com todo aquele desejo guardado. Aquela coisa escorregadia e quente na minha língua me fez tremer o corpo todo, da nuca até os pés.
Ele soltou um barulho grosso com a garganta, um rosnado de satisfação ao ver que eu aceitava tudo o que ele fazia. Aquele som vibrou dentro de mim e me deixou ainda mais perdido no tesão. Enquanto minha mão continuava o trabalho, um medo paralisante tentava subir pelo meu peito. Eu pensava no meu supervisor, no risco de ele perceber minha demora ou de alguém estar acompanhando o tempo de coleta pelas câmeras do corredor e resolver bater à porta para conferir o que estava acontecendo.
No entanto, a curiosidade de ver o que aquele homem era capaz de produzir era muito maior que qualquer medo de ser pego. Eu estava hipnotizado pelo contraste entre a minha pele clara e a pele dele, que estava tensa, escura e latejando de tanto sangue. Eu não conseguia sair dali; estava preso pelo desejo doentio de presenciar de perto o transbordar daquela carga pesada que ele prometeu. A cada movimento da minha mão, que agora apertava com mais vontade, Roger jogava a cabeça para trás, fechava os olhos e soltava rosnados baixos.
Roger se abaixou com um movimento bruto e pegou a minha prancheta que estava esquecida no chão. Ele começou a passar os olhos pelo papel, fingindo uma seriedade que me deixava ainda mais acuado.
— Tô vendo aqui na minha ficha que o meu plano cobre também uma mamada — ele disse, com a voz carregada de malícia.
— Cobre? — balbuciei, sentindo minha garganta secar.
— Sim, tá falando bem aqui... — ele apontou para o papel sem tirar os olhos de mim. — Diz que o senhor Roger Monteiro é paciente Premium e tem direito a uma putinha ordenhadeira para dar a ele tudo o que ele precisa para gozar. Uma mamadinha e, se não for o necessário, até um cuzinho. É verdade isso mesmo, Victor?
Eu olhei para ele, sentindo o peso daquela presença. A ética tinha ficado lá fora, trancada do outro lado da porta de madeira.
— Bom... se está escrito aí, você tem direito a tudo isso mesmo — respondi, aceitando o meu papel naquela encenação.
— Até que enfim vou fazer o preço caro que eu pago nesse plano de saúde valer a pena — ele rosnou, jogando a prancheta de lado.
Sem aviso, ele enterrou os dedos grossos no meu cabelo e empurrou minha cabeça com força na direção daquela carne pulsante. Eu abri a boca o máximo que conseguia, sentindo o maxilar estalar, e comecei a engolir centímetro por centímetro. Aquele pau me dava água na boca; o cheiro de macho e a quentura dele me deixavam tonto. Minha saliva começou a escorrer pelos cantos, pingando na poltrona de couro escuro enquanto eu me esforçava para acomodar tudo.
Roger rosnava de prazer, mordendo as dobras dos próprios dedos, com os olhos vidrados e revirando. Ver aquele homem enorme se derretendo com a minha boca me dava um tesão absurdo. Ele parecia estar em outro mundo, como se nunca tivesse recebido um boquete daquele jeito na vida.
— Se minha mulher me mamasse gostoso assim, eu só ia querer gozar na garganta dela... e o nosso filho não ia vir nunca — ele soltou entre dentes, ofegante.
Era uma loucura pensar que a mulher dele estava a poucos metros dali, na sala de espera, sem nem imaginar que o marido estava sendo ordenhado pelo técnico de enfermagem em uma sala trancada. Às vezes, ele perdia o controle e empurrava minha cabeça com tudo, fazendo o pau quase sumir na minha garganta. Eu me engasgava, meus olhos lacrimejavam, mas eu continuava mamando como se a minha vida dependesse daquilo, querendo mostrar o quanto eu era eficiente em servi-lo.
Uma parte de mim queria que ele avisasse logo que ia gozar para eu colocar o frasco na altura da sua cabeça, recolhendo e terminando o serviço, evitando que ele seguisse com a ideia de usar o meu cu ali mesmo. Mas a outra parte, a mais sombria e faminta, estava doida para saber qual era a sensação de sentir aquelas veias grossas rasgarem as paredes do meu cuzinho. Eu queria sentir aquela coisa enorme esticando a minha carne macia, chegando onde nenhum outro tinha chegado.
Pensando nisso, comecei a diminuir o ritmo. Mamava devagar, com calma, provocando. Ele não podia gozar ali com minha boca, não ainda. A curiosidade de sentir o calor daquilo lá atrás me consumia como uma coceira que não parava, um incômodo no fundo do meu rabo que só aquele pau grande seria capaz de alcançar e aliviar. Eu estava pronto para ser aberto por ele, queria ser preenchido por todo aquele pau enquanto ele me usava como bem entendesse naquela sala fria.
Roger me puxou pela mão, me obrigando a ficar em pé diante dele. Eu ainda mantinha minha mão envolvida naquele membro quente, sentindo cada pulsação de sangue enquanto ele, com uma pressa possessiva, usou a mão livre para descer minha calça azul claro e minha cueca. O ar frio da sala bateu na minha pele, mas durou pouco. Com a palma da mão direita, ele deu um tapa forte e estalado na minha bunda. O som ecoou nas paredes da sala e a dor veio logo em seguida, um ardor que fez minha pele ficar vermelha instantaneamente. Antes que eu pudesse respirar, veio outro tapa, ainda mais forte, me fazendo soltar um gemido baixo e arrastado.
— É esse rabo que vai tirar meu leite — ele rosnou, com a voz carregada de uma autoridade que me fazia tremer.
Ele bateu com a mão no próprio colo, na poltrona de couro, e deu a ordem:
— Vem no colinho do papai.
Ele me puxou e me colocou de costas para ele. Eu sentia o peitoral dele encostado nas minhas costas e a respiração quente no meu pescoço. Roger guiou o membro dele até a minha entrada. Como eu tinha passado muito tempo mamando e deixando tudo coberto de baba, a cabeça dele escorregou para dentro com uma facilidade que me assustou. No momento em que entrou, senti um ardor terrível. Minha entrada parecia pequena demais para algo tão grande; parecia que eu estava sendo rasgado ao meio. Mas ali, naquele momento, não havia espaço para a dor me parar. O que realmente importava era o prazer dele. Eu precisava ser rápido, precisava fazer aquele macho soltar os "filhotes" que ainda teimavam em ficar guardados dentro daquele sacão pesado.
Comecei a descer devagar, sentindo meu corpo se abrindo para dar lugar àquela invasão. Eu engolia centímetro por centímetro daquele pau enorme dentro do meu rabo. A dor era quase insuportável, uma sensação de que meus órgãos estavam sendo empurrados para o lado para dar espaço para ele. Quando finalmente desci tudo, senti o calor das bolas dele encostarem na minha bunda, esquentando a minha pele. A cabeça do membro dele chegou ao meu fundo, e a sensação era de que ele estava atravessando tudo dentro de mim, me preenchendo de um jeito que eu nunca tinha sentido antes.
Roger travou as mãos grandes e pesadas na minha cintura, apertando a carne com força e assumindo o controle total. Ele guiava os meus movimentos de subir e descer, me usando como se eu fosse apenas um brinquedo sexual, um buraco de prazer feito exclusivamente para o alívio dele. Eu me sentia completamente dominado, um objeto nas mãos daquele homem viril, enquanto o prazer dele aumentava a cada estocada que ele me obrigava a dar. Eu sentia as veias dele raspando dentro de mim, e cada rosnado que ele soltava no meu ouvido me lembrava de que eu estava ali para uma única missão: colher aquela carga monumental.
Roger se levantou com um movimento bruto, mas nem por um segundo ele tirou o membro de dentro de mim. O peso dele se movendo enquanto ainda estava enterrado no meu corpo me fez soltar um suspiro alto. Ele me virou com as mãos pesadas e me colocou de quatro na poltrona de couro. Ali, com ele em pé e eu curvado, o pau entrava em um ângulo que parecia tocar a minha alma. A cada estocada, as bolas grandes e pesadas dele batiam com força contra a minha bunda, fazendo um som úmido que ecoava na sala.
De repente, ele levantou a perna direita, apoiando o pé no braço da poltrona. Essa mudança de posição fez com que ele conseguisse enfiar ainda mais fundo; a sensação era de que aquela cabeça ia sair pelo outro lado da minha barriga. Roger me comia com uma vontade que parecia ódio, uma virilidade bruta que não pedia licença. Para que ninguém no corredor ouvisse a minha entrega, ele enfiou a mão na minha boca, abafando meus gemidos com força. Eu sentia o gosto do suor da palma da mão dele, um sabor salgado de pele de homem que se misturava com o meu próprio desejo, enquanto eu tentava gritar e só saía um som sufocado contra os seus dedos. Depois, ele me virou novamente, me deixando na posição de frango assado, com as pernas para o alto, me obrigando a assistir ao rosto dele enquanto ele me possuía. O olhar dele era fixo, devorador. Meus gemidos, que antes eram de uma dor contida, foram se transformando em sons doces de puro prazer. Ao me ver entregue daquele jeito, ele levantou o pé e encostou a sola do sapato no meu rosto, me humilhando e me excitando ao mesmo tempo.
As estocadas ficaram cada vez mais rápidas e violentas, e o prazer que aquilo me dava se tornou algo que eu não conseguia mais controlar. Era uma sensação tão absurda que meu corpo entrou em curto-circuito. Sem que eu nem encostasse no meu próprio pau, apenas com a força e o impacto daquela coisa enorme dentro do meu rabo, eu senti uma onda de choque me atravessar. Eu gozei ali mesmo, sujando todo o meu uniforme, enquanto meu cuzinho se contraía com toda a força em volta do membro dele, apertando-o como se quisesse prendê-lo ali para sempre. Eu sentia o pau dele se dilatar ainda mais com esse aperto, ganhando uma espessura que parecia impossível. O calor ali dentro triplicou, como se o membro dele fosse explodir de tanta pressão acumulada.
— Vou gozar! — ele rosnou, a voz saindo do fundo do peito.
Em um movimento brusco, ele tirou o pau de dentro de mim. Senti um vácuo gelado e imediato. Ele me jogou no chão com pressa, e enquanto ele já começava a se punhetar com força para expelir aquela carga monumental, eu fui mais rápido. Enfiei a mão no bolso do meu jaleco, peguei o gel antisséptico e joguei direto no membro dele enquanto ele trabalhava.
— Passa isso! — eu disse, ofegante.
Eu precisava garantir que qualquer vestígio meu fosse apagado daquele pau. Não podia sobrar saliva nem qualquer rastro da minha carne ali; tudo precisava parecer limpo para o laboratório. Peguei o frasco de coleta, levei à boca e o travei entre os dentes, ficando de joelhos diante dele como um servo fiel. Roger mirou a cabeça do pau na boca do potinho. As bolas dele pulsavam de um jeito assustador, subindo e descendo conforme o sêmen subia pelos canais.
Ele deu um urro alto e o primeiro jato voou para dentro do pote. O impacto foi tão forte que eu senti a vibração nos meus dentes. A porra era quente, muito quente, e eu sentia o calor atravessar o plástico do frasco enquanto pressionava minha língua contra o fundo dele. Logo veio o segundo jato, ainda mais grosso e farto. O potinho foi se enchendo rapidamente; com apenas três jatos, ele já estava quase no limite.
A pressão era tanta que o quarto jato desviou, voando alto e atingindo em cheio o meu olho esquerdo. Minha visão ficou embaçada na hora, um borrão branco e quente que me cegou. Senti o líquido viscoso escorrer pela minha bochecha, descendo quente até o queixo. Alguns fios escorreram do pote para o cantinho da minha boca, e o gosto salgado e forte me deixou louco. Eu estava ali, marcado e sujo, apenas esperando ele terminar de esvaziar toda aquela vida acumulada para que eu pudesse, finalmente, passar a língua e não deixar sobrar nada daquele macho.
Quando o último jato finalmente atingiu o pote, Roger soltou um suspiro profundo, o corpo todo relaxando, mas ele continuou ali, parado em pé na minha frente como um gigante. Eu continuava de joelhos no chão frio, com o rosto marcado e a visão embaçada, olhando para cima para aquele homem que parecia ainda maior daquele ângulo. Sem perder tempo, comecei a me limpar ali mesmo, aos pés dele. Com as pontas dos dedos, fui recolhendo o excesso de porra que tinha espirrado nas minhas bochechas e no meu queixo.
Cada gota daquela carga farta e quente eu levava direto para a boca. O gosto era muito intenso, um sabor forte de cloro misturado com um salgado que parecia queimar a ponta da língua, com aquele toque amargo de quem guardou tudo por uma semana. A textura era espessa, quase como um creme morno que grudava no céu da boca, me forçando a engolir várias vezes para sentir aquele rastro de virilidade descendo pela garganta.
Limpei o rastro viscoso que tinha atingido em cheio o meu olho esquerdo. A ardência era forte, me fazendo lacrimejar enquanto eu tentava enxergar através do borrão branco que embaçava minha vista. O potinho estava pesado, morno e lotado até a boca com o gozo do Roger; era uma amostra monumental, muito acima do que costumavam ver na clínica. Levantei-me com dificuldade, sentindo o meu gozo gelado contra a minha coxa, manchando o tecido azul claro do meu uniforme por baixo do jaleco.
— Acho que já peguei o que eu precisava — murmurei, com a voz ainda um pouco rouca, segurando o frasco com cuidado.
Roger, ainda em pé, me olhou de cima a baixo com um olhar de quem sabia exatamente o que tinha acabado de fazer comigo. Ele deu um sorriso de canto enquanto subia o zíper da calça com aquela naturalidade de quem manda na situação. Eu ajeitei meu jaleco às pressas, tentando esconder as manchas e a tremedeira que ainda sacudia meus joelhos.
Caminhei em direção à porta, destranquei a fechadura de madeira e saí para o corredor. O ar-condicionado da clínica bateu no meu rosto quente, me trazendo de volta à realidade. Cada passo em direção ao laboratório era um desafio; minhas pernas tremiam tanto que eu temia desabar a qualquer momento. Tentei manter a postura mais profissional possível, segurando o frasco lotado com firmeza, como se fosse apenas mais uma coleta de rotina e nada tivesse acontecido ali dentro.
Ao cruzar a recepção para levar o frasco ao laboratório, meus olhos encontraram os da esposa dele. Ela sorriu para mim, um sorriso doce e esperançoso de quem não fazia ideia de que o segredo do sucesso daquele exame estava agora morno entre meus dedos e descendo pelo meu estômago. Eu desviei o olhar, sentindo o rosto queimar, e segui em frente com o peso daquela farta colheita nas mãos, sabendo que eu tinha feito muito mais do que o meu plano de estágio exigia.
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Comentários (4)
Kaike: Belo conto, faz coleta a domicílio?
Responder↴ • uid:46kq0orsd9kkristana: meu deus ordenhador de clinica de reprodução parece agro negocio rsrs
Responder↴ • uid:5h7a9hrjLuiz: Sera que tem vaga para outro estagiario nessa clinica? se fosse comigo eu marcava outro dia dizia que a amostra nao prestou
Responder↴ • uid:3v6otnnr6icMato Grosso 7: Uau adorei ficou muito bom conta mais
Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y