Fodendo a buceta virgem de minha enteada querida.
Imagine só: eu, um pai de família dedicado em Recife, premiando minha enteada Beatriz com uma viagem inesquecível a Porto de Galinhas por ser uma aluna nota dez aos seus dezenove anos, mas aí ela perde o voo de volta e fica sozinha num canto distante, desesperada. Eu corro pro Aeroporto do Recife pra buscá-la, e o que começa como um reencontro inocente vira uma noite louca de carro rumo a Olinda, cheia de toques proibidos, gemidos intensos e um segredo picante que nos une pra sempre, mesmo depois dela casar. Se você curte aventuras quentes que misturam desejo familiar com tesão incontrolável, leia até o fim pra sentir na pele cada detalhe sensorial, e quem sabe, imaginar o que vem pela frente nas minhas próximas histórias – vai te deixar louco pra acompanhar e comentar o que achou!
Eu tava ansioso pra caramba no Aeroporto Internacional do Recife, esperando o avião da Beatriz chegar. Moramos em Olinda, e o voo tava atrasado por causa de uma tempestade daquelas que só Pernambuco sabe dar. Beatriz é minha enteada, filha da minha esposa de um casamento anterior, mas pra mim, ela é como sangue do meu sangue. Aos dezenove anos, ela virou uma mulherão: alta, com curvas que chamam atenção, pele morena do sol das praias, e um jeito desinibido que me deixava orgulhoso – e, confesso, um pouco confuso. Eu tinha prometido essa viagem a Porto de Galinhas como prêmio pelas notas altas na faculdade, mas ela perdeu a conexão de volta e ficou ilhada lá em Fernando de Noronha por um dia extra. Imagina o desespero da menina, sozinha num lugar paradisíaco mas longe de casa. Eu pensei: "Rapaz, preciso trazer ela de volta logo, antes que algo ruim aconteça."
Quando ela finalmente apareceu no saguão, os olhos dela tavam vermelhos de cansaço e medo. "Pai Eduardo, pensei que não ia te achar nunca mais!", ela disse, correndo pros meus braços. O abraço foi apertado, e eu senti aqueles peitos fartos dela pressionando contra o meu peito, macios e quentes como pão saindo do forno. Ela tava vestida com uma saia curta florida, típica de turista, e uma blusinha solta que mostrava um pedacinho da barriga tanquinho. Afastei um pouco pra admirar: as coxas grossas e musculosas de quem malha na academia da Boa Viagem, os seios redondos e empinados que balançavam levemente, as pernas longas e torneadas que pareciam esculpidas, e aquele rosto bonito com lábios carnudos e olhos castanhos que brilhavam como o mar de Recife ao pôr do sol. "Oxente, Beatriz, você tá uma gata! Perdi uma menininha e ganhei uma deusa", pensei, mas guardei pra mim, sentindo um formigamento estranho no estômago.
Eram quase dez da noite quando pegamos a estrada pra Olinda. A viagem ia levar umas sete horas, cortando pelo litoral, passando por praias escuras e o cheiro de mar invadindo o carro. Paramos num posto em Ipojuca pra comer um tapioca recheada e tomar um suco de caju gelado. Beatriz tava exausta, bocejando o tempo todo. "Pai, tô morta de sono. Posso deitar as pernas no teu colo?", ela perguntou com aquela voz manhosa. Eu puxei o banco do passageiro pra trás, e ela se ajeitou, dobrando as pernas sobre as minhas. Adormeceu rapidinho, respirando devagar, o corpo relaxado como uma gata no sol.
Dirigindo pela BR-101, com o rádio tocando um forró baixinho, meus pensamentos começaram a vagar pra lugares errados. Fazia tempo que não rolava nada com a mãe dela, e o tesão acumulado tava me pegando. Comecei a acariciar meu pau por cima da calça, sentindo ele endurecer devagar. "Calma, Eduardo, tua enteada tá bem aqui", pensei, tentando afastar as ideias. Mas com as pernas dela bem em cima do meu colo, roçando no meu pau, era impossível. Pus a mão direita sobre as coxas dela, a pele lisinha e quente como seda aquecida. Olhando pra baixo, vi que a saia tinha subido até a cintura, revelando as nádegas redondas e firmes, cobertas só por um fio dental minúsculo. O cheiro dela, um misto de suor fresco e perfume de coco, invadiu minhas narinas, me deixando louco.
Beatriz era uma mulher completa agora: corpo moldado pela academia, sensualidade natural que atraía olhares por onde passava. Sem tocar nela de verdade, meu pau ficou duro como pedra. Com cuidado, meti a mão entre as pernas dela e abri o zíper da calça. Meu pau pulou pra fora, latejando no ar fresco da noite. Ela tava deitada de costas, joelhos dobrados, o bunda encostada na minha perna direita. Dava pra ver o triângulo da buceta sob o fio dental, inchadinho e convidativo. "Será que ela tá dormindo mesmo?", pensei, o coração acelerado. Passei a mão levemente sobre aquela bucetinha... Ela nem piscou. Insisti, metendo os dedos por baixo da calcinha. Estava quente pra caramba, úmida como uma fruta madura.
Molhei o dedo com saliva e passei entre os lábios vaginais, sentindo a maciez da carne jovem. Aflorei a entrada, e meti o dedo todo pra dentro. "Que delícia, tão apertadinha", pensei, sentindo o calor envolvendo meu dedo. O cheiro forte de fêmea no cio subiu, indescritível, misturado com um toque salgado do mar. Ela continuou imóvel, pernas dobradas sobre mim, bunda quentinha na minha pele. Inclinei-me o máximo que pude, e meu pau encostou na entrada dela. Virei o corpo todo, afastei o fio dental e entalei a cabeça do pau na fenda úmida. Penetrei devagar, primeiro a glande, depois mais um pouquinho, sentindo o aperto delicioso.
De vez em quando, um carro passava na estrada oposta, os faróis iluminando o interior do meu carro, e eu via Beatriz ali, pernas abertas, expressão serena no sono. Fiquei de joelhos no banco, entre as pernas dela, e comecei a meter devagar, rezando pra ela não acordar. "Isso é loucura, mas não consigo parar", pensei, sacando e metendo de novo, o pau escorregando no mel dela. De repente, ela soltou um suspiro longo, e eu parei, gelado. Mas meti mais um pouco, e veio um gemido baixinho – de prazer, com certeza. Meio sonolenta, ela murmurou: "Mete, amor, mete tudo em mim..."
Aquilo me enlouqueceu. "Oh, Beatriz, eu te desejo tanto, toma nessa bucetinha, toma!", gritei mentalmente, deitando todo em cima dela. Perdi o medo, meti as mãos por baixo das costas dela, puxando-a pra mim, sentindo minhas bolas batendo nas nádegas macias. O pau pulsava dentro dela, e de repente, gozei forte, enchendo aquela buceta de porra quente. Mas o pau amoleceu rápido, e tentei meter mais, mas não rolou. "Querida, me perdoa, sou um canalha", sussurrei, olhando pras pernas dela, o sexo ainda brilhando de umidade.
Ela abriu os olhos devagar, sorrindo. "Pai, relaxa, eu tava gostando pra caramba. Se não fossem os tabus da sociedade, a gente já teria feito isso há tempos. Ouço você e mamãe transando no quarto ao lado, e fico molhadinha de tesão, imaginando ser eu ali." Olhei pra ela, chocado, e a beijei suave nos lábios. Meu pau deu sinal de vida de novo. Beatriz pegou nele com carinho, masturbando devagar. "Querida, coloca na boquinha?", pedi, a voz rouca. Ela baixou o rosto, lambendo a cabeça, depois o prepúcio, o cheiro dos cabelos dela me inebriando. Empurrei a nuca dela levemente, e o pau entrou todo na boca gulosa.
Enquanto isso, meti os dedos entre as nádegas dela, sentindo um peidinho escapar – quente e cheiroso, misturado ao aroma de sexo, me deixando mais excitado. "Que safada, soltando gás assim", pensei, rindo por dentro. Besuntei os dedos com saliva e mergulhei no rego do cuzinho, alcançando a buceta molhada. Ela sugava meu pau como uma profissional, lambendo e estalando os lábios. Troquei de posição, deitando no banco dela com pernas encolhidas, e ela sentou no meu rosto, pernas bem abertas. Suguei aquela buceta encharcada, mordiscando o clitóris até ela gritar: "Ah, pai, tô gozando, não para!"
Ela desfalecia no orgasmo, e eu a penetrei de novo, metendo forte. "Fode, fode essa buceta, enche de leitinho, quero sentir tua porra escorrendo!", ela implorava. Gozei jatos fortes dentro dela, enchendo tudo. Mas não paramos aí. "Quero teu cuzinho agora", disse, virando ela de quatro no banco. Lubrifiquei com saliva e porra, e meti devagar. Ela gemeu de dor: "Ai, pai, tá doendo, mas continua, tá gostoso misturado!" O anal foi apertado, dolorido no começo, mas virou prazer puro, com mais peidinhos escapando no vai e vem, o cheiro preenchendo o carro como um afrodisíaco.
Deliciosamente exaustos, continuamos assim por anos. Beatriz casou aos vinte e três, mas duas vezes por mês, a gente se encontra em segredo, em motéis da Avenida Boa Viagem ou na praia de Boa Viagem, dando fodas épicas. É nosso segredo mais gostoso, e penso no futuro: quem sabe um dia a gente viaja juntos de novo, explora mais limites, talvez até com brinquedos ou em lugares públicos. Imagina as aventuras que virão – eu postando elas anonimamente, pra galera curtir.
Ah, e se você quiser achar mais sobre mim e minhas histórias reais, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife. Lá tem tudo, com detalhes que vão te deixar vidrado.
Agora, leitor, me faz um favor emocional: comenta aí embaixo o que achou dessa loucura, se te deu tesão, se quer saber mais sobre o que pode rolar no futuro com Beatriz e eu. Tua opinião me motiva a compartilhar mais aventuras picantes, quem sabe até com você se inspirando nelas. Não resista, interaja agora – vai ser irresistível!
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (4)
Vene: Caro colega vc não conhece nem um pouco, Recife do centro até Porto de galinhas de avião kkkk piada
Responder↴ • uid:1ds6aizsfoygEbannus: Concordo com o João, já vi está estória antes.. É vc como guia de turismo em Pernambuco é uma droga.. 7 horas para ir do aeroporto á porto de galinhas? Nem a pé. Kkkkkkkk
Responder↴ • uid:1dak092cd3João: História clonada
Responder↴ • uid:19fv5z3hxq56Negro: Top né
Responder↴ • uid:1dkl5udllbia