#Corno #Grupal #Traições #Voyeur

Noite de núpcias 2

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JB

Noite de núpcias 2

Os dias seguintes foram uma mistura estranha de tensão e excitação. Raquel andava com um ar de culpa, mas seus olhos me encontravam com um brilho cúmplice, quase desafiador. Eu, por outro lado, mal conseguia pensar em outra coisa. A imagem dela, arrombada pelos garçons, tornara-se uma obsessão. O nosso sexo, antes terno, agora era um campo de batalha onde eu a usava para exorcizar os fantasmas deles, e ela, por sua vez, parecia se entregar a essa nova dinâmica com uma volúpia perturbadora.

Meu pau latejava só de pensar. Não bastava que ela tivesse me contado; eu precisava ver. Precisava testemunhar, ou melhor, fazer parte da profanação. Uma noite, enquanto ela tentava um beijo de boa noite, a afastei.

— "Você me disse que eles te levaram para os fundos do bar, certo?" — minha voz saiu mais grave do que eu esperava.

Ela assentiu, receosa.
— "Vamos lá. Quero que você me leve de volta."
Raquel empalideceu. — "Mas, amor... para quê? Não podemos..."
— "Podemos, sim," — a cortei, a possessividade distorcendo cada sílaba. — "Você vai me levar até lá. Vai me mostrar o bar, a entrada, o caminho até os fundos. E se encontrarmos aqueles três... quero que você me mostre como eles te tocaram. Quero ver você se entregar a eles de novo, mas dessa vez, eu vou estar lá."

O terror nos olhos dela era palpável, mas logo se misturou com uma faísca de algo mais: a rendição ao meu desejo doentio, o mesmo desejo que ela parecia ter descoberto em si.

Chegamos ao bar numa noite de quinta-feira, mais calma, mas ainda vibrante. A música era alta, o cheiro de álcool e fumaça pairava no ar. Raquel estava visivelmente nervosa, suas mãos tremiam enquanto ela me guiava. Cada passo era um mergulho mais fundo na memória da sua traição e na minha própria perversão crescente.

— "Foi aqui," — ela sussurrou, apontando para um corredor escuro que dava para os fundos. — "Eles nos puxaram por aqui."

Minha boca secou. A adrenalina corria em minhas veias. Seguimos o corredor estreito até uma porta de serviço. Lá, um pequeno pátio nos esperava, com algumas caixas de bebidas empilhadas e, mais ao fundo, a sombra de um colchão velho coberto por um pano sujo. Exatamente como ela descreveu.
Foi então que os vimos. Três homens robustos, encostados em uma parede, rindo alto. Um loiro com um sorriso cafajeste, um moreno com braços fortes e, um pouco mais afastado, um tatuado com um olhar penetrante. Eram eles. Os profanadores. Os "inauguradores" da minha esposa.

Meu corpo inteiro vibrou. A raiva era real, mas o tesão era avassalador. Olhei para Raquel. Ela estava paralisada, os olhos fixos neles. A cor sumiu do seu rosto.
— "Vai," — sussurrei, a empurrando levemente para a frente. — "Mostre a eles o que você é. Mostre a eles que o marido não se importa."

Raquel me olhou, uma mistura de medo, vergonha e, surpreendentemente, um lampejo de excitação em seu olhar. Ela respirou fundo, como se estivesse se preparando para um mergulho no inferno, e começou a andar na direção deles, a poucos metros de nós.

O ambiente nos fundos daquele bar parecia carregado de uma eletricidade suja. Quando o loiro percebeu a presença de Raquel, um sorriso lento e predatório surgiu no seu rosto. Ele não parecia surpreso, apenas satisfeito, como um lobo vendo a presa retornar voluntariamente.

— "Olha só quem voltou...", ele disse, a voz rouca ecoando no pátio. "E trouxe companhia."
O moreno e o tatuado se aproximaram, cercando-a. Eu estava a poucos metros, encostado na parede fria, sentindo meu pau pulsar tanto que chegava a doer. O tatuado me olhou com desafio, mas eu apenas fiz um sinal com a cabeça, autorizando o que estava por vir.

O loiro não perdeu tempo. Segurou Raquel pelo pescoço com uma mão e, com a outra, levantou o vestido dela, expondo as marcas que eu tinha acabado de ver no hotel.
— "Veio buscar o que faltou, vadia? O seu marido não dá conta desse buraco?"
Raquel soltou um gemido baixo, uma mistura de soluço e desejo. Ela não resistiu. Em segundos, o moreno já estava com a pica para fora, forçando-a a ajoelhar-se, enquanto o tatuado se posicionava atrás dela, baixando a calcinha que eu tinha escolhido para ela naquela manhã.

Eu assisti a tudo. Vi o moreno socar a rola na boca dela até ela engasgar, os olhos lacrimejando enquanto me procuravam. O tatuado, sem aviso, abriu as nádegas dela e, com uma cuspida bruta, penetrou o cuzinho dela de uma vez. O grito de Raquel foi abafado pelo pau do moreno. Eles a usavam com uma selvageria que eu nunca teria coragem de aplicar, mas que eu amava testemunhar. Ela era deles naquele momento, uma boneca de carne sendo revirada por três animais, enquanto o loiro apenas observava, masturbando-se e esperando a sua vez de "reabrir" a buceta dela.

A cena durou horas na minha mente, embora tenham sido minutos de uma foda animal e ruidosa. Eles gozaram nela, um após o outro, deixando-a marcada, suada e completamente entregue no colchão velho.

Quando eles finalmente se afastaram, rindo e limpando-se com desprezo, eu me aproximei. Raquel estava deitada de lado, ofegante, as pernas trêmulas e o rastro do sêmen deles escorrendo pelas suas coxas e pelo canto da boca.
Os garçons se afastaram para fumar, observando-me com curiosidade. Eu me ajoelhei entre as pernas dela. Raquel me olhou, exausta, a alma exposta.

— "Agora é a minha vez de limpar a bagunça deles," — sussurrei.

Afastei as coxas dela, que ainda pulsavam pelo esforço. O cheiro de sexo e de três homens diferentes subiu às minhas narinas, mas em vez de nojo, senti uma fome primitiva. Mergulhei meu rosto no meio das pernas dela. Comecei a lamber a porra que escorria da sua buceta inchada, misturando o sabor deles com o mel dela.
Minha língua percorria cada centímetro agredido. Eu lambia com devoção, sugando o clitóris dela enquanto meus dedos entravam no seu cuzinho ainda entreaberto pela penetração do tatuado. Raquel começou a gemer de um jeito diferente — não era mais o gemido de dor ou de submissão, era um prazer agudo e grato.
Eu lambia o sêmen dos outros como se fosse o elixir mais sagrado, limpando a minha esposa com a minha própria boca, saboreando a prova da sua infidelidade. Ela arqueava as costas, puxando meu cabelo, enquanto eu beijava sua vulva maltratada, sentindo o calor que aqueles homens deixaram dentro dela. Eu a fiz gozar de novo, um orgasmo longo e trêmulo que selou o nosso pacto de perversão ali mesmo, no chão sujo, sob o olhar vitorioso dos garçons.

Alguns dias depois, estávamos num churrasco na casa do Elvis e da Márcia. O clima estava pesado. Eu via o jeito que o Elvis olhava para a Raquel; ele não a via apenas como a esposa do melhor amigo, ele a via com uma fome diferente. E a Márcia, sempre tão próxima da Raquel, trocava sussurros e risinhos que me deixavam em alerta.

No final da noite, enquanto as mulheres estavam na cozinha, Elvis me chamou para um canto, serviu dois uísques puros e me encarou.

— "Eu vi as marcas na Márcia, cara," — ele soltou, direto, sem rodeios. — "E vi como você e a Raquel estão se olhando. Aquela história de 'despedida de solteira' não colou comigo."

Meu coração disparou. Eu poderia ter negado, mas a adrenalina daquela noite no bar ainda corria nas minhas veias. Olhei para ele e vi, não a raiva de um marido traído, mas a inveja de um homem que queria ter estado lá.

— "Elas foram abertas por três, Elvis," — confessei, a voz baixa. — "Três garçons. Na véspera do meu casamento. E eu levei a Raquel de volta lá... eu assisti os três foderem a Raquel novamente. "

Elvis ficou em silêncio por um longo tempo, o copo de uísque tremendo levemente. Então, um sorriso sombrio surgiu no seu rosto. — "Eu sabia. Aquela safada da Márcia não para de gemer o nome de um tal de 'moreno' enquanto dorme. E quer saber? Eu nunca estive tão duro na minha vida."

O pacto foi selado ali mesmo. Não haveria briga, não haveria divórcio. Haveria partilha. Decidimos que não bastava elas serem as "marmitas" dos garçons; elas seriam o nosso espetáculo particular.

Naquela mesma noite, voltamos para dentro. Elvis pegou a Márcia pelo braço e eu chamei a Raquel. Levamos as duas para a sala principal, trancamos as portas e apagamos quase todas as luzes.

— "O Elvis já sabe de tudo," — eu disse para a Raquel, que arregalou os olhos. — "E ele quer ver o que os garçons fizeram com vocês duas. E eu quero ver a Márcia ser tratada como a puta que ela se tornou."

Sob o nosso comando, elas se despiram. Duas mulheres lindas, esposas exemplares aos olhos da sociedade, agora nuas e ajoelhadas no tapete da sala. Elvis não perdeu tempo. Ele empurrou a Márcia na minha direção e puxou a Raquel para ele.

— "Vou te mostrar o que é um marido que sabe o que a esposa gosta," — Elvis rosnou para a Raquel, agarrando-a pelos cabelos e forçando-a a mamar com a mesma brutalidade que o loiro fizera no bar.

Eu estava com a Márcia. A esposa do meu melhor amigo estava de quatro para mim, o cuzinho ainda visivelmente relaxado das incursões dos garçons. Eu a penetrei sem dó, sentindo o aperto de uma carne que já conhecia o sabor da traição. Enquanto eu a possuía, eu olhava para o lado e via o Elvis devorando a minha esposa, explorando cada marca que os outros deixaram nela.

O ápice foi um caos de gemidos e trocas. Estávamos os quatro ali, num emaranhado de corpos onde os títulos de "marido" e "esposa" não significavam mais nada. Éramos apenas donos e suas fêmeas arrombadas. Elvis penetrava o cu de Raquel com tanta força e desejo, fazendo minha esposa dar gritinhos e gemidos demonstrando seu orgasmo alucinante. O Elvis fodeu a boca, bunda e buceta da Raquel a deixando satisfeita de um jeito excitante.

No final, exaustos, Elvis e eu trocamos de lugar novamente para o gran finale. Eu me ajoelhei diante da Raquel, que estava trêmula e suada após ser usada pelo Elvis. Lembrei-me do cheiro do bar, do sabor dos garçons, e mergulhei novamente entre suas pernas. Lamber o sêmen do meu melhor amigo de dentro da minha própria esposa foi a confirmação definitiva: nós tínhamos cruzado uma linha de onde nunca mais quereríamos voltar.

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Comentários (6)

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  • Grafit Cacetudo: Cara eu no Seu lugar abría a Buceta de ate checar no cu levaria essa vagabunda e jogava no lixo junto com os tries que comeron ela cortaria a Lingua dela para munca mais chupa rola, acabaría com a vida dela e da vagabunda da amiga tambem.⚔️⚔️

    Responder↴ • uid:8k40b7yxik
  • Renato massagista: Sempre a mesma coisa, só tem corno manso, não tem um homem que não aceita ser corno

    Responder↴ • uid:81rczer49c
  • Raquel: Não me importaria se meu marido aceitasse de boa outro homem me comer na frente dele. Não tenho coragem de trair meu esposo, já tive algumas oportunidades, mas disse não. Agora, se ele trouxer um amigo grandão e com seu material maior do que o dele. Vou me transformar numa puta bem safada e darei prazer para os dois ao mesmo tempo rsrs

    Responder↴ • uid:13t1vfc4p8yg
  • TugaLx: Essa uma linha sem volta possível, essa a mulher que deixa um corno louco.. a mulher que se diz bem mandada e deixa no ar a possibilidade de arrependimento a seguir, mas que na verdade se alimenta dessa dualidade e jamais consegue voltar a ser só mulher, a mulher daquele marido, ela não consegue mais despir a pele da puta insaciável que aos olhos dos outros é uma dama séria e fiel, mas na verdade é uma puta insaciável.

    Responder↴ • uid:8ihimnxmg3a
    • DomLobo75: Uma mulher que deve ser ter ao seu lado um corno dedicado a servir aos caprichos dela e de seus machos sem questionamento e se for um bom menino vai poder se alimentar da porra dos machos escorrendo pelo corpo dela

      • uid:1v7e0gqk
    • TugaLx: Exato DomLobo, esse corno tem de ser o incentivador dela e a fazer perceber que ela sendo essa puta o deixa ainda mais louco por ela e dessa forma ter toda a liberdade para se dar a todos os seus devaneios sexuais e prazeres sem se limitar em nada. Ela manda, ele se perde no corpo usado e abusado dela e imundo dos homens que a usam e dela se aproveitam para seu prazer. Ela é depósito de esporra de machos comedores, a aliança dela tem de estar sempre no dedo na mão que agarra o caralho deles e com esporra fica coberta..

      • uid:8ihimnxmg3a