#Gay #Incesto #Teen

Lucas e Levi - parte 5

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MenteCriativa

Lucas depois de flagrar seu filho adolescente de 14 anos se fodendo com um dildo, o confronta, e de alguma forma isso acaba com eles nus.

Me levantei da cama, Levi tinha o rosto virado de lado, enterrado no travesseiro que ele agarrava como se sua vida dependesse disso, seu peito subia e descia rapidamente, ofegante, seu corpo ainda tremendo sob efeito do orgasmo que havia tido, olhei pra minha mão suja da sua porrinha rala, e não hesitei em lamber, ele me olhou fazer isso com os olhos semi abertos e o rosto quase completamente coberto pelo travesseiro.

-- papai -- ele resmungou, manhoso como um gatinho cansando, sorri pra ele e deitei sobre seu corpinho indefeso.

-- que foi meu bebê -- perguntei, com o rosto a sentimentos do dele, meu peito nu grudado no dele, nossas pernas entrelaçadas e meu pau duro cutucando seu pauzinho gasto.

-- Eu quero você -- ele sussurrou, e eu senti uma fisgada de excitação na boca do estômago.

-- ah bebê -- eu sussurrei, nossa lábios se encostavam levemente -- você é tudo o que eu quero -- e então o beijei mais uma vez , faminto, deixei que meu quadril rebolasse sobre seu, esfregando meu pau contra o dele, sentindo o pau dele ficando duro mais uma vez, desci beijos sobre sua mandíbula, seu pescoço, um chupão que seria impossível de explicar pra qualquer um.

-- eu quero... -- ele suspirou, e gemeu, tentando se esfregar contra meu corpo -- o... o se...nhor agora... papai... dentro de mim.

Não aguentava mais esperar, me ajoelhei entre suas pernas, puxei o travesseiro que ele agarrava antes e coloquei debaixo do seu quadril, suas coxas em cima das minhas. Segurei seu quadril com uma mão, e outra segurei a base do meu pau, esfreguei a ponta no seu buraquinho, e vi seu pauzinho tremer em respostas.

Olhei para Levi, ele estava ofegante, os olhos esbugalhados na minha direção, o rosto sardento da cor de um morango, me debrucei sobre ele mais uma vez, selei nossas bocas em um beijinho, e perguntei.

-- você tem certeza? Tudo bem se a gente parar, não quero que você fique com medo, eu quero que você se sinta bem, meu bebê -- beijei sua bochecha.

-- eu quero papai, se fosse outro homem, eu acho que não, mas eu confio em você -- ele falou a voz baixa, essas palavras me aqueceram por dentro, e ao mesmo tempo perturbaram minha mente, porque porra meu filho confiava em mim, e eu estava prestes a foder o cuzinho dele, tirar sua virgindade, mudar toda a nossa relação pra sempre, irreparavelmente. Mas antes que eu pudesse parar tudo, sair correndo do quarto dele como um covarde, senti sua mão sobre meu pau -- o senhor não vai entrar dentro de mim? -- ele perguntou. Sem que eu percebesse, enquanto eu entrava em pânico, ele havia deslizado sua mão entre os nossos corpos e a usava pra me tirar da minha própria cabeça, e me levar de volta para aquele momento.

-- bebê huuung -- gemi, percebi que já era tarde demais -- eu vou entrar amor, vou foder seu cuzinho carente -- beijei sua bochecha e me afastei, apoiei meu braço ao lado de sua cabeça e usei minha outra mão pra guiar a mão dele pro próprio pau -- eu preciso que você brinque com o seu pauzinho bebê, assim vai ficar mais fácil pra você -- ele assentiu.

Levantei o tronco, e agarrei o lubrificante que ainda estava jogado sobre a cama, esguichei um pouco sobre a mão dele, que ainda descia e subia sobre seu pauzinho, e mais um pouco sobre minha mão, masturbei rapidamente meu pau, pra espalhar o lubrificante, e então com uma mão segurei seu quadril para que ficasse parado , e com outra encaixei a cabeça do meu pau no seu cuzinho, pressionei, tentando entrar naquele lugar absurdamente apertado, ele gemeu, um gemido doloroso, e colocou a mão livre na minha pelvis, sem empurrar, só pra se sentir seguro, empurrei até que a cabeça do meu pau finalmente entrasse. Ele deu um gritinho quando entrou e sua mão parou de brincar com seu pau. A sensação era tão boa, e eu queria tanto me enfiar inteiro dentro dele, mas me segurei.

Deitei sobre seu corpo delicado, apoiei meus cotovelos ao lado de sua cabeça e beijei sua boca.

-- tudo bem? -- perguntei, ele demorou pra responder, mas confirmou, me olhou com os olhos lacrimejando -- eu paro se você quiser Levi, e só dizer.

-- Não... Não... -- ele disse enquanto negava com a cabeça -- eu quero papai.

Confirmei, encostei nossa testas, e olhando no fundo dos seus olhos voltei a pressionar meu pau dentro dele, ele gemeu, fechou os olhos, e virou a cabeça de lado, choramingando como um filhotinho ferido, beijei seus pescoço e continuei, as vezes retirando quase completamente e voltando pra dentro bem devagar, quando tinha conseguido colocar uns 12 centímetros dentro dele, ele agarrou minhas costas, como se sua vida dependesse disso.

-- cheio papai -- ele me olhou no fundo dos olhos -- huuuum meu deus -- e então fechou os olhos com muita força, seu rosto estava vermelho, sua testa suada e suas bochechas completamente molhadas de lágrimas, ele também tinha os cílios molhados e os olhos levemente vermelhos, me olhava como se eu fosse o mundo todo, e como se estivesse prestes a morrer, ele estava destruído, é tão, tão lindo.

-- shiiiii -- sussurrei, beijei sua testa -- o papai entendeu.

Achei que o que havia entrado era o suficiente, mesmo que tivesse entrado só um pouco mais que a metade, não valia pena correr o risco de o machucar, respirei fundo, e comecei a foder seu cuzinho, lentamente eu tirava e colocava, ele gemia, o corpo de contorcia debaixo de mim, eu sentia suas unhas curtas arranhado minhas costas e ironicamente suas pernas se abrindo mais pra mim. Era tão bom, e ele parecia sentir o mesmo.

-- oh deus... Nhgs... Papai... Papaiiii -- seu corpo se contorceu mais forte, quando a cabeça do meu pau raspou sobre sua próstata, girei os quadros tentado acertar aquele lugarzinho, e senti que tive sucesso quando senti ele se sacudir, fodi ele com um pouco mais de força, enquanto ele gemia e vibrava debaixo de mim.

-- um bebê tão sensível -- eu disse com a voz rouca em seu ouvido, ele abriu os olhos levemente, os olhos cor de mel quase completamente consumidos por suas pupilas dilatadas, imaginei que os meus, da mesma cor, não haviam de estar muito diferente dos dele -- porra.

Levantei meu tronco, e segurei sua perna debaixo do joelho, levantei até que seu joelho quase ficasse sobre seu peito e observei com atenção o meu pau sair e entrar dele, puta perfeição era aquilo, era tão quente por dentro, macio, e eu sentia o seu interior me apertar no ritmo dos seus batimentos.

Ele rebolou contra mim, me olhou com um sorrisinho, e levou uma das mãos até seu próprio pau.

-- mais forte -- ele disse, entre os dentes.

Eu gruni como um animal, tirei meu pau quase completamente de dentro dele e então voltei rapidamente, e continuei assim sem dar desconto, ele havia pedido afinal.

Era tão bom, nunca havia sido tão bom, muito melhor que sexo com minha esposa, uma parte da minha mente me xingava por pensar aquilo, mas o resto, a parte maior, não queria parar, nunca. Queria foder Levi, todos os dias, nunca sair de dentro dele. Levi gemia e me chamava, seu punho como um borrão sobre seu pauzinho, e sem demorar muito, senti seu interior me apertar, olhei pra ele, não queria perder aquela visão, do meu filho gozando pela primeira vez ao ser fodido, foi vendo ele gozar que eu não aguentei, tirei meu pau de dentro dele e me masturbei, até sentir minha bolas se contrairem, e meu pau esporrar sobre seu pauzinho, e sobre a mão dele.

Cai sobre ele, tomando cuidado pra não o esmagar, e ficamos assim um pouco, ambos nos recuperando, nossas respiração ofegantes voltando ao normal lentamente. O observei por uns minutos, até que ele abriu os olhos, eu rolei pro lado, saindo de cima dele, e ele olhou pra baixo, ele ainda segurava o próprio pau, agora flácido, ele soltou, e olhou pra sua mão suja dos nossos fluídos, me olhou de canto de olho. Confesso que eu tive medo que ele estivesse pensando melhor naquilo, no grande erro que nos cometemos. Mas ele só disse.

-- eu queria que tivesse sido dentro de mim -- e sorriu sapeca, um pouco cansando ainda, eu não resisti, puxei ele pra cima de mim, e beijei sua boca.

-- meu Deus você é tão perfeito -- disse entre os beijos, ele me abraçou e deitou no meu peito, ficamos assim por tempo.

-- papai -- ele me chamou, ainda deitado no meu peito.

-- huum -- murmurei, completamente exausto, com os olhos fechados, minha mãos fazendo carinho nas suas costas.

-- nós estamos nojentos -- ele disse, abri os olhos e ele tinha uma expressão de nojo no rosto, soltei uma risada sincera, e ele bufou.

-- vamos -- eu disse já levantando, ele se esticou, todos membros esguios e longos, sobre a cama e me olhou.

-- nãooooo -- ele murmurou manhoso.

-- vamos, foi você que disse estar nojento.

Ele ficou de bruços na cama e agarrou um travesseiro, e me olhou de canto de olho, e eu tinha certeza, que mesmo tendo acabado de ter tido um orgasmo, o olhava com olhos famintos.

-- ou -- ele disse, baixinho, enquanto empinava seu bumbum pra mim, e rebolava discretamente -- a gente pode de novo...

Suas palavras ficaram no ar, provocações que não nos levariam a lugar nenhum, sorri pra ele, o sorriso se tornando uma risada.

-- daqui a algumas horas bebê, eu não tenho mais 20 anos -- puxei ele pelo tornozelo, até conseguir agarrar ele pela cintura, e o coloquei no colo, ele enrolou suas pernas no meu quadril quando o levantei e deu um gritinho -- Levi shiiiii -- eu disse com um sorriso no rosto, você vai acordar seu irmão -- ele sorriu, os olhos apertados, felizes -- vamos vou colocar você no banho, e então volto pra trocar os lençóis da sua cama.

-- não, você vai tomar banho comigo -- ele disse com um biquinho nos lábios.

-- não seja um moleque teimoso.

-- ah por favor paizinhoooo -- seus olhos brilhavam em espectativa.

Naquele momento eu tinha certeza de que não me arrependeria do que tinha feito, não se agora eu me sentia mais feliz que nunca, e ele parecia também tão feliz e satisfeito.

Queria continuar esse, desesperadamente, e acho que ele dos meus é o mais passível de ser adaptado as novas regras, então Levi tem 14 anos. Espero que esteja bom!

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Comentários (3)

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  • Novinho: MenteCriativa, você poderia escrever o pai iniciando o Lucas tbm, depois fazia um momento com os 3, pai Levi e o Lucas. Ia ser gostoso, você escreve bem.

    Responder↴ • uid:1d8ywr39nkx2
  • @ScaniaG420: Que delicia todo pai deveria poder comer sua cria é direito! Agora quero saber se vai brincar com o pequeno tbm juntos de preferência! 😈 chama tg experiências e conteúdo

    Responder↴ • uid:8cipmr1a41
    • MenteCriativa: Eram os meus planos, mas não vou poder colocar aqui, tava pensando em fazer Lucas ser o irmão mais velho de Levi, pra poder escrever, mas acho que não tem o mesmo brilho

      • uid:81ritu2oib