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Como foi bom dar o cu no pé de caju

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Ramon

“Vai pro pé do caju” era uma gíria que queria dizer “vai dar a bunda”. Literalmente resolvi ir conhecer esse cajueiro e adorei.

Fui passar um final de semana na casa de praia de uma amiga que me convidou e depois passei uma semana lá, dessa vez sozinho.

Nesse primeiro final de semana, estávamos passando por uma rua lá perto e o namorado de minha amiga comenta que “olha ali o pé de caju, ah ah ah”. Confesso que não vi o cajueiro e nem entendi a graça, até ele me explicar:

- Naquelas árvores ali (era ainda um local meio abandonado, com árvores, um pouco de lixo, uma ruína do que tinha sido uma casinha simples, diziam que era terreno com briga na justiça) o local é conhecido como “pé de caju, quem vai quer dar o cu”. Dizem que antes tinha um cajueiro no local cuja copa permitia que os meninos fossem fazer troca-troca por lá ou quem quisesse safadeza...

- Nem o cajueiro existe mais? Ficou apenas a fama?, perguntei rindo

- Só a fama, tem mil versões sobre isso, um tio meu disse que nunca teve pé de caju ali, enfim, o que soube é que só os pirralhas vivem por ali, tem uma mística de putaria

A conversa mudou o rumo e morreu o assunto. Porém, quando depois fui sozinho ficar na casa, estava andando de bicicleta pela região, conhecendo tudo, passo pelo “pé de caju” e vi dois meninos saindo de lá. Eles riram para mim e foram embora andando. Imaginei o ocorrido e dei uma olhada no local: realmente era bem "tapado" para uma putaria, o problema era entrar ou sair dali. Continuei o passeio de bicicleta, tomei umas cervejas num boteco e poderia voltar para a casa por um caminho mais perto, mas decidi voltar pelo “pé de caju”, a vontade de olhar o local me levou para lá de novo.

Passei bem devagar e olhando para o terreno do “pé de caju” e qual não é minha surpresa, dessa vez vejo três meninos saindo de lá e pelo menos um deles era um dos dois que tinha visto na ida, conheci pela camisa do time que usava. A curiosidade e o clima de safadeza me fizeram parar os três e perguntar:

- Ei, boys, que é que tem aí dentro que é tanta gente saindo toda vez que passo?
- Nada não, é só para brincar
- E a gente foi mijar, disse outro
- Que coisa estranha, completei com cara de que já sabia de tudo

O com a camisa de time, cara de escroto mesmo novo, riu e nada falou. Notei que ele se prendeu para não revelar o segredo. Agradeci e voltei a andar de bicicleta, tinha andado uns 15 metros no máximo e alguém me chama. “Moço!”. Era MILTON, o da camisa de time, que vem correndo em minha direção enquanto os dois coleguinhas seguem bem ligeiro para o lado oposto.

- Diz, maloqueiro. Como é seu nome?, perguntei
- MILTON. Quer saber a verdade do “pé de caju”?
- Ali não tem nem pé de caju, pirralha, insultei para tirar tudo dele
- Eu sei, é só o nome do lugar.
- Ah, tá certo, conta aí
- Dez reais
- O quê?
- Dez reais para eu dizer a verdade
- E o que eu ganho com isso?
- Fica sabendo de tudo

Eu, curioso todo e vendo sagacidade em MILTON, concordei em pagar e ele me diz o que eu já sabia, que era lugar que principalmente os meninos iam lá para “saliência”. Contou com algumas situações e me disse que ele ia ali comer os meninos.

- MILTON (todo mundo o chamava de TONY), eu vi você hoje duas vezes. Você já comeu dois hoje?
- Só o de mais cedo, mas nem gozei, ele estava com pressa. E agora foi só porque o de camisa vermelha estava querendo safadeza mas não teve coragem ainda de dar a bunda, só ficou lambendo nós dois (ele se referia a ele próprio e ao terceiro menino)
- Então você é o garanhão daqui? (expliquei a ele o que era garanhão)
- Mais ou menos, nem tanto
- Só que você já deu esse rabo, não minta para mim. Confesse
- Nunca!
- Deixa de mentira, TONY
- Juro, eu gosto é de meter e às vezes eu até cobro
- O quê? Isso é coisa de prostituto profissional
- Nem é dinheiro na maioria das vezes, é um refrigerante, um sorvete
- PQP, virou meio de vida mesmo, comentei rindo
- Para você, eu cobro 30 reais
- Como é?
- Me dá trinta e eu te levo para o pé do caju
- Tá me estranhando, pirralha?
- Não, calma, moço. Só ofereci o serviço

TONY ficou meio sem jeito e já estava se saindo quando eu, já fascinado com a conversa, começo a entregar os pontos:

- Além de tudo, esse local é visado demais, quem entra aí já fica marcado

- Pela rua detrás do pé de caju, sim; por aqui, nessa época, não tem ninguém, só quem passa. Ainda mais dia de semana, que tem menos gente ainda (e mostra que as poucas casas de veraneio estavam todas fechadas)

- E a bicicleta?, perguntei me entregando

- Bota ela ali no canto, ninguém ver pela rua

Olhei para um lado, para o outro e fui conhecer o “pé de caju”. Meu coração disparou, adrenalina total, com medo de ser flagrado entrando ou saindo de lá. Eu estava indo dar o rabo para um pirralha que eu nem conhecia. TONY entrou rindo, confiante e me cobrou adiantado, ainda me fez um abatimento, pois os dez reais das informações ficaram incluídos no “cachê” da trepada. Entrei por entre árvores, troncos e tralhas e realmente de fora ninguém via nada. Um prédio perto de 2 ou 3 andares talvez visse, só que não havia nada disso por perto. Chegamos no local específico do abate.

TONY sem cerimônia baixa o calção, sem cueca, e mostra um cacete de bom tamanho para a idade, os pentelhos ainda eram poucos e baixos. Ele ri como se fosse experiente e pede para eu fazer um boquete logo, para não demorar muito por ali. Caio de boca e, cacete suado, não estava cheiroso, mas TONY já começou a comer minha boca e dar tapa na minha cara. Quando o pau estava bem duro e molhado, ele me manda ficar de quatro encostado num tronco ali (tinha lixo ao redor). Meu pau estava duro e boto o calção e a cueca nas canelas e me preparo para ser comido. TONY, no alto da sua experiência, dar uma cuspida bem no meu cu, passa saliva no pau, diz que meu cu é um “cuzão gostoso” e começa a enfiar o pau em mim. “Devagar”, salientei por precaução. Foi a cabecinha entrar, TONY começar a meter e, sem avisar, enfiou tudo de uma vez. Mesmo não sendo um pau grande, eu não estava relaxado e chiei, doeu. “Devagar, porra, assim dói”. “Cala a boca, viado”. Ele me ignorou e ficou metendo até gozar sem me avisar. Gozou, puxou o pau, limpou o pau com a mão, passou a mão numa árvore e disse que eu tinha uma bunda quente. Eu subi a cueca e o calção, senti que a porra dele ia me melar, porém minha prioridade era sair dali, não ser visto por lá.

TONY já ia embora quando me disse que iria passar na casa onde eu estava de manhã, para levar umas mangas e saber quando (e não “se”) ele ia me comer de novo.

- E você sabe onde eu estou?, indaguei
- Aqui todo mundo sabe onde todo mundo está

De manhã no outro dia, TONY me leva umas mangas para eu comprar e, na conversa, a gente marca no pé de caju de novo, desta vez mais no final da tarde, quando o local fica ainda mais tranquilo. Ele me perguntou se não queria que ele me comesse na casa; recusei porque tive medo de algo sumir, ter algum problema na casa ou alguém saber disso, seria uma sacanagem com minha amiga, respeitei a casa que me foi confiada. Se eu tivesse levado uma namorada, aí tudo bem, pessoa que estaria na casa também. Fora disso, jamais.

Pois bem, umas 17h fui de bicicleta de novo, mesmo esquema e levei bimbada de TONY, que me deu muitas tapas na bunda enquanto me enrabava. Ele estava tomado banho e o boquete fui bem melhor. Essa segunda vez foi muito melhor. Eu ia ficar só mais dois dias e disse a TONY isso, que me ofereceu um serviço a mais: um bacanal.

- Como é?, perguntei enquanto limpava o rabo e a rola, pois tinha gozado também (levei papel dessa vez) e me vestia

- Se quiser, trago dois amigos de rocha para meter na sua bunda. Cem reais

- Peraí, 3 x 30 é 90 reais.

- Mas eu vou querer mais dez para trazer os meus chapas

- Todos de confiança?

- Sim

Na mesma hora no outro dia, lá eu estava chupando três meninos, levando tapas e roladas na cara. Fui comido pelos três. Era chupando um, pegando no pau de outro e sendo enrabado pelo terceiro. Fizeram suruba mesmo, tipo um enfia, mete um pouco e tira; vem o segundo e depois o terceiro e fazem o mesmo; depois, tudo de novo. Um gozou dentro do meu rabo, mas TONY e o outro preferiram gozar na minha cara e me fizeram engolir a porra deles. Enquanto eu até ria da situação, sinto um líquido quente: era o terceiro mijando em cima de mim, na minha bunda, me molhando todo. Nem tive tempo de reclamar, pois os outros dois riram e logo em seguida fizeram o mesmo, inclusive na minha boca. Todo urinado, molhado e ainda levei uns tapas na cara dos moleques. Pedi para sair primeiro e fui para casa rapidamente, tomar um banho e bater mais uma, pensando no que tinha feito.

Na tarde seguinte, o roteiro se repetiu, com a diferença que um deles mijou dentro do meu cu, uma tara que ele tinha visto num filme pornô. E os três bateram muito na minha bunda, deixaram marcas mesmo, um estilo bem sádico dos pivetes.

TONY e seus amigos eram tarados mesmo, eles me impressionaram e, claro, me garantiram muito gozo e prazer no “pé de caju”.

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Comentários (6)

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  • Neco: A primeira vez que dei o cu foi embaixo de um pé de ingá na beira do corredor. Um vizinho me convenceu a dar para ele e em pé segurando no tronco do ingazeiro fui penetrado pelo pau comprido e fino.

    Responder↴ • uid:3kfd37wq6id
  • Cu gostoso: Hummmm ki delícia 😋 eu tbm quero pica

    Responder↴ • uid:46kpiywn20i
  • Beto: Victor eu já dei o cu a três amigos vizinho meu eles comeram meu cu e ainda gosaran dentro. Cada um deles quando o terceiro acabou o primeiro queria dinovo mais já era tarde não dava mais tempo mais foi uma tarde inesquecível a noite teve biz

    Responder↴ • uid:muiqg94x8
  • Mato Grosso 7: Nossa dlç , muito bom

    Responder↴ • uid:1cnhd7izdg0y
  • Victor: Já transei com três carinhas no mesmo dia também e foi massa demais. Me fez lembrar dessa foda

    Responder↴ • uid:y2n66n0lcaa
  • Kaike: Puxa, fiquei com inveja, que legal.

    Responder↴ • uid:46kq0orsd9k