#Estupro

A vida do Rei e seu exército – pt 02

947 palavras | 2 | 3.86 | 👁️
Lager_Gold

O cheiro de ferro, suor e porra pairava no ar. O Rei mantinha uma expressão de tédio como se aquela barbárie fosse apenas um trâmite administrativo necessária.

O pátio estava mergulhado em uma penumbra cortada apenas pelas tochas que crepitavam. A jovem, agora um monte de carne trêmula no chão, foi chutada para o lado como um fardo inútil. O Capitão Jhony limpou o sangue da face com as costas da mão e caminhou lentamente até o General de Andréas, cujos olhos estavam fixos na própria esposa, uma mulher de porte nobre que tentava manter a cabeça erguida apesar das mãos rudes que a seguravam pelo pescoço...

O General, um homem de ombros largos e cicatrizes que contavam histórias de batalhas passadas, tremia. Não de frio, mas de uma fúria impotente. O Capitão Jhony parou à sua frente, sorrindo com um escárnio que revelava dentes amarelados.

— General, sua lealdade ao cofre de Andréas é admirável — disse Jhony, inclinando-se até que seu hálito podre atingisse as narinas do prisioneiro. — Mas será que ela é maior do que o amor pela sua senhora?

Sem esperar resposta, o Capitão desferiu um soco brutal no estômago do General, que dobrou-se, perdendo o fôlego. Jhony então agarrou a esposa do oficial pelos cabelos finos, forçando-a a olhar para o marido humilhado.

— Tragam a mesa de mapas! — ordenou o Capitão.

Dois soldados arrastaram um pesado móvel de madeira para o centro do pátio. A mulher foi erguida e arremessada sobre o tampo. Jhony não teve delicadeza; com um movimento ríspido, ele rasgou o vestido de seda da nobre de cima a baixo. O som do tecido se partindo ecoou como um tiro. Em segundos, a Generalíssima estava nua, exposta ao frio e aos olhares famintos de centenas de homens.

— Olhe para ela, General! — gritou Jhony, enquanto abria a própria braguilha, liberando seu pau que já pulsava, rígido e impaciente. — Vou foder cada orifício dessa cadela aristocrata até que você decida abrir o bico ou até que ela se esqueça do próprio nome.

O Capitão agarrou as coxas da mulher e as abriu com força bruta, fazendo as articulações estalarem. A buceta dela, branca e bem cuidada, contrastava com as mãos sujas de terra do Capitão. Ele deu um tapa estalado na vulva, fazendo a carne vibrar.

— Está seca, mas eu não me importo. Vou entrar no rasgo — rosnou Jhony.

Ele cuspiu uma massa de catarro e saliva na entrada da vagina e, sem qualquer preliminar, desferiu uma estocada violenta. O pênis grosso de Jhony entrou de uma só vez, rasgando o hímen tardio e as paredes estreitas da nobre, que soltou um grito agudo, interrompido imediatamente pela mão do Capitão que esmagou sua boca e nariz, asfixiando-a enquanto ele socava o quadril com fúria.

— Olhe, General! — Jhony gemia, os olhos revirados. — Sinta o som da minha pica batendo no útero da sua esposa! Ela aperta bem, essa vagabunda!

O General tentou se levantar, mas foi subjugado por três soldados que o golpearam com as coronhas das lanças, forçando-o a assistir ao espetáculo de depravação. O Capitão não estava satisfeito. Ele retirou o pau lambuzado de sangue e fluidos e virou a mulher de quatro na mesa.

— O rabo dela parece nunca ter visto um caralho — riu um dos soldados ao lado.

Jhony segurou as nádegas da mulher, separando-as para expor o ânus contraído. Sem hesitar, ele posicionou a cabeça do pau no orifício proibido e, com um movimento seco da cintura, enterrou a rola inteira no rabo dela, que soltou um grito, e que foi abafado pela madeira da mesa onde sua face estava prensada. O Capitão fodia com um ritmo animal, as bolas batendo contra a xoxota ensanguentada enquanto o pau expandia as entranhas do rabo dela.

— Alguém traga o sargento — ordenou Jhony entre gemidos. — A boca desta senhora está desperdiçada!

Um sargento robusto aproximou-se, já com o pau de fora, latejando de tesão. Ele agarrou a cabeça da mulher pelos cabelos, puxou para trás com um solavanco que quase deslocou seu pescoço e enfiou o caralho fundo na garganta dela. A mulher engasgava com o pau do sargento enquanto era rasgada por trás pelo Capitão.

A cena era uma sinfonia de estocadas ríspidas, carne batendo contra carne e os soluços sufocados de uma mulher sendo usada como um pedaço de lixo. Sangue e porra começaram a escorrer pelas pernas dela, manchando a madeira da mesa de mapas.

Meu pai, o Rei Carlos, soltou um bocejo longo. — Capitão, não demore — disse ele com voz fria. — A paciência é uma virtude que eu não possuo esta noite.

Jhony deu as últimas cinco estocadas com força total, enterrando o pau no rabo da mulher até o limite, e gozou em jatos quentes dentro dela, enquanto o sargento descarregava sua porra na garganta da nobre, fazendo-a engolir o fluido fétido sob ameaça de um tapa.

O Capitão retirou seu membro, que saiu coberto de merda e sangue, e apontou para o General: — Próxima rodada será com seus filhos, General. Vai falar ou prefere ver o resto da sua linhagem servir de latrina para o meu exército?

O General desabou no chão, chorando lágrimas de sangue e derrota. O inferno daquela noite ainda estava longe de terminar.

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Comentários (2)

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  • PutoRN: Ansioso pela continuação

    Responder↴ • uid:8d5gaphb0d
    • Lager_gold: Que tipo de caminho sugere para este conto?

      • uid:5eserjt1da