#Traições

Enqunto o corno trabalha, trago mahos para me foder aqui em casa e gravo tudo para ele ver a noite.

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Ah, se você soubesse o fogo que arde no meu peito toda vez que penso nas minhas aventuras secretas nesse quartinho apertado da favela Entra a Pulso, aqui na zona sul do Recife, onde eu, Helena, transformei minha vida de dona de casa entediada em uma puta safada que devora machos de todas as idades, deixando meu corno manso só na filmagem e nas fotos escondidas – de garotos de 19 anos cheios de tesão virgem a velhos de 70 com picas duras como pedra, passando por amigos dele da pelada, entregadores suados e motoristas por app que eu seduzo e trago pra cá, fodendo sem dó na cama velha enquanto o cheiro de suor e porra enche o ar, e no final do dia editamos tudo pro site de Selma pra vocês gozarem vendo, com mais histórias picantes vindo todo dia pra te deixar viciado e comentando pedindo mais.

Aqui estou eu, deitada nessa cama dura e velha, o sol filtrando pelas grades da janela como se fosse uma prisão de prazer, sentindo o calor úmido do Recife grudar na minha pele escura e suada. Meu marido, o Paulo, aquele corno filho da puta que trabalha o dia todo como vigilante numa firma no centro, me pediu isso há um ano: "Helena, quero te ver dando pra outros, me deixa ser teu corno manso". Eu ri na cara dele no começo, achando que era loucura. Eu, uma mulher de 32 anos, curvas grossas, bunda empinada e peitos fartos que balançam quando ando pela rua estreita da comunidade, ficar em casa o dia todo só limpando e cozinhando? Mas ele insistiu, mostrou vídeos no celular de putas como eu no site de Selma, fotos de esposas traindo com machos dotados, contos cheios de detalhes sujos que me deixaram molhada só de ler. "Olha como elas gozam, amor, imagina você assim, gemendo alto enquanto eu filmo tudo escondido". Meu cu piscou de excitação, minha buceta latejou, e eu topei. Hoje sou a rainha das putarias aqui no bairro, minha fama de vadia rola solta nas bocas dos vizinhos, e a dele de corno manso também, mas ninguém prova porra nenhuma porque eu sou esperta – seduzo quietinha e fodo nesse quartinho separado, onde o Paulo não dorme, porque ele é ciumento pra caralho com a cama principal dele, vai entender.

O cheiro de mofo misturado com suor masculino me invade agora, enquanto me lembro do primeiro, um amigo dele da pelada, o Marcos, 25 anos, corpo malhado de jogar bola todo domingo. Ele veio aqui pra pegar uma camisa que o Paulo esqueceu, e eu, vestida com esse vestidinho florido apertado que marca minha barriga lisinha e minhas coxas grossas, sorri pra ele da porta. "Entra, Marcos, o Paulo tá no trampo, mas eu te ajudo". Ele hesitou, mas viu meus olhos famintos e entrou. Sentamos na cama, eu me aproximei, roçando minha perna na dele. "Você é tão forte, né? Aposto que as minas piram em você". Ele riu nervoso, mas eu peguei na mão dele e puxei pro meu colo. "Me beija, vai, ninguém vai saber". Nossos lábios se colaram, a língua dele invadiu minha boca com gosto de cigarro e cerveja, e eu gemi baixo, "Ah, caralho, que delícia". Ele me jogou na cama, arrancou meu vestido, expondo meus peitos sem sutiã, mamilos duros como pedras. "Porra, Helena, você é uma safada mesmo", ele grunhiu, chupando um peito enquanto enfiava a mão na minha calcinha, sentindo minha buceta encharcada. Eu abri as pernas, "Me fode, Marcos, mete essa pica grossa em mim". Ele tirou as bermudas, a rola dele pulando dura, veias saltadas, e eu salivei. Ele meteu devagar, esticando minhas paredes, "Uuuuh, que tesão, sua puta", e eu rebolei, cravando as unhas nas costas dele. O som das peles batendo ecoava no quarto, ploc ploc ploc, misturado com meus gemidos altos, "Vai, caralho, me arromba toda!". Ele gozou dentro, jatos quentes enchendo minha buceta, e eu gozei junto, tremendo toda. O Paulo filmou tudo de um buraco na parede, o corno safado, e à noite editamos pro site de Selma, rindo enquanto víamos a porra escorrendo das minhas coxas.

Mas o que me deixa louca mesmo é seduzir esses motoristas por app, aqueles desconhecidos que eu chamo pra "entregar" algo e acabo entregando tudo. Tipo o primeiro, o João, uns 30 anos, magro mas com uma pica enorme que eu vi pelo volume na calça quando ele chegou. Chamei um carro pro shopping, mas cancelei no meio do caminho e disse: "Me leva pra casa, tenho uma surpresa". Ele estranhou, mas viu meu decote e topou. Aqui no quarto, sentei na cama ao lado dele, "Você é casado? Aposto que sua mulher não te chupa como eu". Ele ficou vermelho, mas eu ajoelhei, abri o zíper e engoli aquela rola grossa, chupando com barulho, slurp slurp, saliva escorrendo pelo queixo. "Porra, Helena, que boca quente", ele gemeu, segurando meu cabelo em rabo de cavalo. Eu lambi as bolas, cheirando aquele musk masculino suado do dia todo dirigindo, e ele me virou de quatro, metendo forte, minha bunda quicando contra a barriga dele. "Toma, sua vadia, engole minha porra na boca depois". Ele me fodeu até gozar na minha cara, jatos brancos grudando no meu rosto, e eu lambi tudo, "Delícia, vem mais vezes". Ele nem sonha que o Paulo gravou cada gemido, cada tapa na bunda.

E o segundo motorista, o Carlos, 45 anos, casado pra caralho, mas com olhos de tarado quando me pegou na rua. "Pra onde, gata?" Eu sorri, "Pra um lugar onde eu te mostro o que uma puta de favela sabe fazer". No quarto, ele me beijou voraz, mãos apertando minha bunda, "Você é uma tentação, Helena". Eu tirei a roupa devagar, deitada na cama nua, ele de joelhos lambendo minha buceta, língua rodando no clitóris, "Que cheiro de fêmea no cio, porra". Eu gemi, "Chupa mais, seu safado, me faz gozar na tua cara". Ele meteu dois dedos, curvando pra acertar meu ponto G, e eu esguichei, molhando o lençol. Depois, montei nele, cavalgando aquela pica dura, peitos balançando, "Ah, fode, caralho, me enche de leite!". Ele gozou na minha bunda, escorrendo pelo cu, e eu espalhei com os dedos, provando. Mais um vídeo pro Paulo editar à noite, pros fãs no site de Selma baixarem e baterem punheta imaginando ser eles.

Não para por aí, não. Os entregadores são meus favoritos pros dias quentes. O menino da água, o Pedro, 19 anos, inocente pra cacete, veio entregar o garrafão e eu o puxei pra dentro. "Fica um pouco, tá calor". Sentei na cama, vestido subindo pelas coxas, e ele sentou do lado, suado do esforço. "Você é virgem, né? Deixa eu te ensinar". Ele negou, mas tremia quando eu peguei na pica dele por cima da calça. Tirei tudo, chupei devagar, ensinando: "Relaxa, sente minha boca quente". Ele gemeu, "Ai, Helena, que tesão", e meteu em mim de missionário, inexperiente mas com vigor, batendo forte até gozar na minha boca, eu engolindo cada gota salgada. O cheiro de juventude fresca me enlouquece.

E o entregador de pizza, o Antônio, 35 anos, veio numa noite chuvosa. "Quer uma gorjeta especial?" Eu pisquei, puxando ele pro quarto. Ele me comeu de lado, mão no meu pescoço, "Sua puta, rebola nessa rola". Eu gritei, "Mais forte, caralho, me faz de vadia!". Gozou no meu cu, esticando tudo, dor e prazer misturados.

Até os velhos, como o Seu Manuel, 70 anos, amigo do Paulo da pelada antiga, que veio "conversar" e acabou me fodendo devagar, pica velha mas experiente, lambendo meu cu antes de meter. "Que delícia, menina, você é fogo puro". Eu gozei três vezes, gemendo alto pros vizinhos imaginarem.

Ah, e pros curiosos, pra achar mais sobre essas putarias, basta procurar na internet por www.selmaclub.com e www.fanvue.com/selmarecife – lá tem tudo, vídeos, fotos, contos que vão te deixar louco.

Eu adoro isso, fico em casa o dia todo chamando machos, fodendo sem eles saberem das câmeras escondidas que o Paulo instala. Nenhum imagina que vira estrela no site de Selma, onde editamos à noite, eu chupando o corno enquanto vemos as cenas. Tem mais aventuras em breve, com novas postagens diárias pra te viciar. Comenta aí o que achou, qual macho você quer ver eu devorando próximo, e quem sabe não te chamo pra ser o próximo?

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