#Gay #Teen #Virgem

S.D.O. Cap. 3 A pica quente do Rhonan lateja na minha boca.

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OSELVAGEMSEXUALt1y9

Eu estava em tremendo choque com aquilo, o pau dele pulava na minha boca, quente, enquanto ele empurrava minha cabeça.

Eu não tenho reação nenhuma quando Rhonan abre a folha de papel, que era na verdade, um retrato ligeiro dele e do Sargento André Leviath no banho de riacho, em que estavam completamente nús.
Já fazia mais de vinte e quatro horas que eu já estava perdido da missão com os dois, que por perto, me faziam parecer pirralho sensível sequestrado por integrantes de alguma facção, em uma região remota da selva amazônica, e agora, sob um impasse em que eu não tinha pra onde fugir.
—O que tem aí?—André repete.
—Ah, não é nada—Rhonan responde com um sorriso sem graça.
—Um desenho?
—Não é nada André, eu já disse!
—Deixa eu ver vai, não deve estar tão ruim.
—Melhor não—Respondeu Rhonan com firmeza e ao mesmo tempo, num tom de "Vamos continuar andando", enquanto esticava a mão atrás das costas, fingindo estar arrumando algo na mochila mas olhando pra mim de um jeito muito curioso, dando um sorrisinho. A minha visão ficou turva, eu acreditei seriamente que iria desmaiar, até olhei em volta, procurando um lugar não tão pedregoso e enrraizado pra cair.
—Mas por que eu não posso ver? Não sou o Sargento?
—Mas não tem nada!—Rhonan respondeu, rindo fraco.
—Se não tem nada, não tem problema eu ver então.—Disse André com impaciência. Eu não me atrevi a responder nada; mas por muito desagrado ele se tornou a perguntar a mim:
—O que tem no papel?
Eu não disse nada, olhando pra baixo com puro desespero. Rhonan chegou perto de André, como se quisesse me defender da intimidação.
—A gente tá perdendo tempo André—Disse ele.
—Eu não gosto que esconda nada de mim! Me deixe ver!
—TÁ BOM!—Rhonan gritou impacientemente, e com um pouco de receio, passou o papel para André, que ao abrir e analisar com cuidado, fez uma expressão de forte confusão.
—O que?—Ele diz pra si mesmo.
Eu estava começando a chorar quando ele diz:
—Não tem nada aqui!—Logo antes de jogar um papel em branco no chão.
—Foi o que eu disse!—Rhonan respondeu friamente, mas André continuou desconfiado, apesar de não ligar e seguir caminho.
Nesse momento Rhonan me passa um papel dobrado discretamente na mão, dando dois tapinhas nas costas com um sorriso cínico e um pouco envergonhado, apesar de dessa vez, parecer sincero, e então eu entendi, foi quando estava mexendo na mochila que trocou o meu desenho por um papel em branco qualquer, para esconder de André o que havia visto. Quando abro, vejo que o papel realmente era o desenho dos dois, e agora eu tinha certeza que Rhonan tinha visto.
Seguimos andando por um tempo que me pareceu maior do que realmente foi. O som da mata parecia mais alto agora. Passei a sentir um sentimento que era como a mistura de vergonha e vulnerabilidade, já que Rhonan ao meu lado, tragava o cigarro de cabeça alta, com uma certa animação que não era a animação desajeitada de costume. De canto de olho, eu notava que a cada passo ele me olhava e ria de um jeito muito malandro, deixando no processo, uma nuvem de fumaça que me fazia sentir até mesmo o hálito com aroma de salsichas em conserva que ele havia comido mais cedo, mas estranhamente bom. "Não vou cair no jogo dele" pensei, já que é muito possível que ele esteja me testando para que possa usar isso contra mim depois.
Seguimos um bom tempo procurando a missão, procurando a margem próxima de um rio chamado Rio Iniuap, mas André, parecendo confiante, tentava "corrigir" o caminho quando achava que estávamos indo em uma direção errada, o que eu acredito que realmente fez nós ficarmos perdidos.
Eu usava muita força de vontade para ignorar Rhonan, seria mais fácil ignorar uma lagosta usando calcinha, mas mesmo assim, eu não virava o rosto, mesmo quando ele se aproximava o suficiente para tocar o ombro no meu.
Eu comecei a ter um devaneio, "Será que ele realmente gostou?". Meu corpo amoleceu só de pensar, "O que será que ele está intencionado a fazer?" Essas risadas e aproximação exagerada me fazia pensar que talvez ele quisesse me dizer algo. Eu olho pra ele, e ele olha também, uma expressão diferente daquele rosto me deixou com uma dúvida, o sorriso era debochado, mas os olhos, transparecia um sentimento de orgulho, ou talvez triunfo. Ele vai se aproximando, se aproxima tanto que penso que ele talvez queira ficar ao meu outro lado, mas ele não vai, seu corpo pesa diante o meu, meu peito acelera quando eu sinto a mão dele pegar cuidadosamente minha bunda e puxar, meu corpo pulsa e ele sussurra em provação:
—É disso que você gosta então?
—O que?
—Relaxa, só tô brincando.—Ele tranquilizou com uma risada, soltando minha bunda.
Até depois que ele soltou, o sentimento do toque na memória preencheu minha mente por todo o tempo "O que ele está fazendo?" Será que ele também gosta de... Eu tinha que parar de ser bobo, era obvio que ele estava interessado em algo, mas de qualquer forma, a suposição dele é muito arriscada, eu poderia ter desenhado eles pra registrar o momento, não porque eu gosto, não é desenhar paus que faz alguém ser gay, mas ele parecia convencido demais com o seu próprio pensamento, talvez com a ajuda meu jeito sensível, sendo um garoto loiro, jovem, muito branco e magro, essa ideia tenha tido mais força. Eu olho de novo pra ele, mas ele parece estranhamente irritado.
—Estamos andando em círculos André! Já passamos por essa árvore duas vezes.
—Não seja ridículo, aqui é cheio de árvores.
Rhonan bufa e resmunga:
—Ridículo é fingir que sabe o que faz depois de perder o celular, o rifle e o helicóptero.
André para de andar. Não vira o corpo de imediato.
—Cuidado com o tom, Cabo.
—Cuidado com as decisões, Sargento.—Disse Rhonan, esmagando a bituca de cigarro numa árvore.
O silêncio cobre o espaço entre os dois, de um jeito quase teatral.
Quando a noite chega fazemos o mesmo esquema da noite anterior, no dois ou um, mas dessa vez, André e Rhonan, totalmente sérios e silenciosos. Quem perdeu foi André, e depois, no joquempô, Rhonan perdeu.
André ficou inquieto e distante, enquanto Rhonan ao meu lado, nós dois sentados no chão, cruzava os braços e suspirava fundo.
—Tá quieto demais, recruta — Rhonan murmurou, sem me olhar, cutucando o chão com um galho. — Vai ficar fingindo que nada aconteceu?
—E o que aconteceu?
Ele ri.
—Relaxa Noan, eu não vou falar pro André ou coisa assim.
Com um pouco da coragem que reuni disse:
—Então você tá assim porque quer me comer não é?
Ele dá um sorriso logo antes de morder a lábio, ele se aproxima mais, quase em cima de mim, e se apoia no meu pau, que já estava duro.
—O que é isso aqui?—Ele disse olhando pra minha rola. Ele agora parecia mais serio, sua respiração estava eufórica. Eu enlouqueci, ele realmente estava bem ali, fazendo isso. Eu olho por cima do ombro dele e consigo ver a sombra do André à uns dez metros, se ele se virasse, com certeza veria a cena, eu tento impedir mais nada me faz querer tirar aquela mão do meu pau.
—Eu já estou um bom tempo sem gozar—Rhonan disse pra mim, com uma expressãotão séria, que era como se tivesse falado que estava um mês sem comer.
—Que caralhos você pensa que tá fazendo? Eu sou seu colega de missão!—Eu disse sem muita força, mas ele não respondeu.
Ouvimos André se mexer e eu empurrei a mão dele, me afastando um pouco. Passei muito tempo refletindo sobre isso, "Não pode ser, isso é minha imaginação!" Eu pensei com firmeza, sem abrir os olhos.
Depois de um tempo que pareceu uma eternidade, André voltou, e Rhonan partiu para a vigia, eu pude me sentir mais seguro ao lado de André, não que Rhonan significasse perigo, mas naquele momento, estava me fazendo explodir de ansiedade e me deixar em conflito comigo mesmo.
Meus pensamentos foram se esvaindo e eu comecei a pegar no sono quando eu acordo no susto.
Rhonan me puxa pelo braço até ele e me leva com força para longe de André que dormia agradavelmente, fazendo-nos aproximar de uma clareira, à uns seis a sete metros dali.
—O que você quer?—Eu perguntei
—Você.
—Você só pode estar louco né?
Ele se aproxima do meu pescoço muito sério, me segura pela cintura e sussurra.
—Estou louco por você! E eu ia gostar se você parasse de ficar fingindo.
Eu ouço o som do cinto dele sendo retirado depressa.
—Eu nunca transei com outro cara—Ele diz serio e baforando. Eu me assustei e disse:
—Que porra? Você vai mesmo transar comigo?
Eu já tinha visto o pau dele de longe no riacho, mas nunca imaginei que ele quisesse transar comigo, pelo o que eu saiba, ele não era gay, mas era verdade que eu desejava muito, ouvindo aquelas palavras, de que ele quer fazer sexo comigo enquanto tira o pau pra fora me deixou mentalmente dopado. Não tive tempo nem pra raciocinar quando ele me abaixou com força pra baixo, e encaixou minha boca em algo macio. O saco dele, que comparado com o que tinha na minha boca, estava gelado, era precionado no meu queixo com muita violência, enquanto eu sentia o sabor levemente salgado como um caldo na boca, que percorria até o fundo da minha boca por talvez uns dezoito centímetros, eu tento falar, mas quando faço, saí apenas um gemido abafado.
Ele se senta no chão e me abaixa junto, apertando com força. Eu sinto a cabecinha dele com todos os detalhes batendo na garganta e eu me engasgo e empurro ele, suspirando fundo, e tentando ver a rola molhada no escuro.
—Rhonan?!—Eu digo. Seu rosto parece de muito prazer.
Ele volta a precionar minha boca no pau duro e grande dele, com meu nariz colado no baixo ventre, então, ele segura meu cabelo com uma mão, fazendo um vai e vem com a minha cabeça.
—Isso, chupa!
Eu estava em tremendo choque com aquilo, o pau dele pulava na minha boca, quente, enquanto ele empurrava minha cabeça.
Quando eu comecei a gemer ele agarrou minha bunda com a outra mão.
—Empina!—Ele ordenou.
E então eu fiz, senti minha traseira bem entregue e levantada. Ele foi percorrendo a mão por toda minha bunda, ainda batendo minha cabeça no seu pau, com a mão chegando entre minhas duas bundas, ele circulou o dedo na minha entrada, por cima da calça.
—Eu aposto que é rosinha—Ele falou sorrindo.
—Me deixa ver!
Ele colocou a mão por dentro da minha calça por trás, mas num instante parou, ele me empurra e quando eu olho, André está acordando

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Comentários (3)

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  • Bacellar: Continua! Gosto de contos assim!

    Responder↴ • uid:6stycmqhrc
  • Luiz: O recrutinha agora vai ter que dar para 2 feliz é ele que vai ter pica ate voltar para o quartel

    Responder↴ • uid:3v6otnnr6ic
  • OSELVAGEMSEXUALt1y9: Eae pessoal, tudo bem? Gostaria de me desculpar com vocês pelo texto estar muito junto, eu normalmente separo os parágrafos, mas como eu fiz na pressa, eu esqueci, então talvez pareça que a leitura ficou cansativa, então já peço minhas sinceras desculpasa vocês.

    Responder↴ • uid:5k4lqsxdhq0