Puta Grávida de 7 Meses: Gozei Dentro
Fodi a GP 18a barriguda no pelo, humilhei perguntando do pai, gozei duas vezes dentro e esfreguei a gala na barriga dela. "Te vejo em 18 anos, vadia."
Era uma noite chuvosa em São Paulo, e eu estava navegando pelo site photoacompanhantes, procurando algo diferente, algo que me desse um tesão proibido, que me fizesse sentir no controle absoluto. Meu pau já latejava só de imaginar. Percorri as páginas de perfis, fotos de mulheres seminuas, poses provocantes, até que uma me chamou atenção: Fernanda, 18 anos, morena, curvas generosas e... grávida. A barriga arredondada aparecia em algumas fotos, disfarçada por lingerie preta, mas era óbvio. "gravidinha de 7 meses, venha me conhecer", dizia o anúncio. Meu coração acelerou. Uma GP grávida? Isso era perfeito para o que eu tinha em mente. Humilhação, dominação, e um fetiche que me consumia,
Peguei o celular e mandei uma mensagem pelo WhatsApp linkado no perfil: "Oi, Fernanda. Quanto você cobra a mais pra fazer no pelo? Sem camisinha, gozando dentro."
Ela demorou uns minutos para responder, mas veio: "Oi, amor. Meu anúncio diz que uso camisinha sempre. Segurança em primeiro lugar."
Eu ri sozinho, sentindo o tesão crescer. Sabia que ela era do tipo que topava, senão como estaria grávida aos 18, trabalhando nisso? Respondi rápido: "Ah, vai, não me engana. Eu sei que você é peleira, adora sentir pele na pele. Até por isso tá grávida, né? Aposto que foi um cliente que te encheu de porra e te deixou assim. Quanto a mais? 200? 300?"
Silêncio por uns 10 minutos. Meu pau endurecia só de imaginar a cara dela, vermelha de raiva ou de excitação reprimida. Finalmente: "Você é louco? Não sou peleira, isso é falta de respeito. Mas... tá, 200 a mais. Só porque preciso do dinheiro. Motel Studia A, amanhã às 20h?"
Perfeito. Marquei, paguei o sinal pelo Pix, e no dia seguinte, dirigi até o motel, o coração batendo forte. Pedi o quarto com espelhos no teto, banheira e tudo. Quando ela chegou, vestida com um vestido de verão soltinho abaixo do peito, que mal disfarçava a barriga proeminente, eu a examinei de cima a baixo. Morena, cabelos longos, seios inchados pela gravidez, bunda empinada pelo salto. Corajosa, com 7 meses, mas como era baixinha não deveria andar sem. Ela sorriu forçado, tentando manter o profissionalismo, mas eu via o desconforto nos olhos castanhos.
"Entre, cadela prenha", eu disse, puxando-a pela mão. "Tira essa roupa devagar, quero ver essa barriga que você ganhou de tanto dar pra qualquer um sem proteção."
Ela hesitou, mordendo o lábio. "Ei, respeita. Eu sou profissional, não sou vadia."
"Ah, é? Profissional que engravida de cliente? Conta aí, é menino ou menina? Aposto que nem sabe quem é o pai, né? Quantos te foderam no pelo esse mês?" Eu me aproximei, passando a mão na barriga dela por cima do vestido. Sentia o calor, a curva firme, e meu pau pulsava na calça. Ela tremeu, mas não recuou – precisava do dinheiro.
"É menina", murmurou, baixando os olhos. "E não é da sua conta."
Ri alto, puxando o vestido dela para cima. "Menina? Que fofo. Vai ser uma putinha igual à mãe? Agora tira tudo, quero ver essa buceta inchada de grávida." Ela levantou a mão para me dar um tapa na cara, mas segurei os dois braços e prendi ela encostada na parede com as mão sobre a cabeça, ela fechou os olhos e eu meti um beijão, que ela primeiro quis resistir e depois mergulhou nele. Pensei na hora: essa gosta de obedecer.
E ela obedeceu, devagar, tirando o vestido e revelando os seios pesados, mamilos escuros e eretos, a barriga lisa com uma linha escura descendo até o umbigo. A calcinha era vermelha, molhada já – traidora. Puxei-a para a cama, deitei-a de costas e me posicionei entre as pernas dela. "Abre as pernas, sua cadela. Vou te foder no pelo, como você gosta."
"Por favor, usa camisinha", ela protestou fraco, mas eu via o brilho nos olhos, o tesão misturado com vergonha. Meu pau, grosso e veioso, roçava na entrada dela, sentindo o calor úmido.
"Não, piranha grávida. Você adora isso, por isso tá assim, barriguda. Imagina se eu te engravido de gêmeos? Mas já tem uma pirralha aí dentro, só por isso vou te encher de gala. E o SUS já testou contra HIV" Entrei devagar, sentindo a buceta dela apertar, quente e escorregadia. Ela gemeu, arqueando as costas. "Ah, que delícia, sua puta grávida. Sente meu pau, pulsando dentro de você."
Fodia devagar no início, descrevendo tudo na mente dela – eu imaginava os pensamentos dela: "Por que tô deixando isso? Mas é tão bom, ele me enche tanto..." – e verbalizava para humilhá-la. "Olha pros espelhos, vê essa barriga balançando enquanto eu te como. Quem te engravidou assim? Um casado? Um mendigo? Conta, sua safada."
"Não... não sei... foi um erro", ela gemia, unhas cravadas nas minhas costas, mas os quadris se movendo contra os meus, traindo-a. Como não tinha cintura para segurar, peguei a barriga dela mesmo, e quanto mais em bombava, mais eu sentida o movimento da sua barriga, um pé na minha mão, uma elevação de um braço mais acima. Claramente o movimento, os hormônios e a pressão do sangue pelo cordão umbilical tinham acordado ela.
Aumentei o ritmo, batendo forte, os sacos batendo na bunda dela. "Vou gozar dentro, cobrir tudo de gala. Sua buceta, seu útero, até a pirralha vai sentir." Ela tentou protestar, mas eu tampei a boca dela com a mão. "Cala a boca, vadia. Toma porra!"
Senti um chute forte na palma da minha mão enquanto bombava fundo, como se a pirralha sentisse a porra do estranho invadindo. Ela gemeu mais alto, envergonhada: "Para... ela tá sentindo..." E eu ri: "Ótimo, deixa ela saber quem é o macho que tá fodendo a mãe dela hoje".
Gozei forte, jatos quentes inundando-a, sentindo as contrações dela ao redor do meu pau. Puxei para fora devagar, vendo a porra escorrer da buceta rosada e inchada. "Olha que linda, sua puta. Agora deita, vou fazer massagem."
Ela obedeceu, ofegante, a barriga para cima. Peguei a porra que escorria e espalhei na barriga dela, massageando em círculos, sentindo a pele macia, o bebê se mexendo levemente. "Tá gostando, né? Massagem com gala fresca. Imagina se a menina nasce com minha cara? Você vai lembrar de mim toda vez que olhar pra ela."
Ela choramingava, mistura de prazer e humilhação: "Seu filho da puta... para com isso."
"Tá brilhando de gala, sua barriga de puta. Vou deixar um rastro branco pra quando você olhar no espelho amanhã, lembrar que um cliente te marcou como território."
Mas eu não parei. Virei-a de quatro, a barriga pendurada, e entrei de novo, fodendo forte por trás. De quatro, a barriga quase encostava no colchão, balançando a cada estocada. Segurei pelos quadris largos, sentindo o peso dela se mover. "Assim, vadia, cadela grávida. Sente meu pau te abrindo, te marcando." Descrevia cada sensação: o cheiro de sexo no ar, o suor escorrendo, os gemidos dela ecoando. Na mente, eu via ela se odiando por sentir prazer. Ela gozou gritando, corpo tremendo, lágrimas escorrendo enquanto apertava meu pau com força. 'Seu filho da puta... me fez gozar de novo...' Mas os quadris não paravam, traindo-a completamente.
Mais uma vez, em missionário, com as pernas dela no meu ombro, barriga esmagada levemente contra mim. "Olha nos meus olhos enquanto eu te encho de novo. Você é só um buraco de porra pra mim." Gozei dentro outra vez, mais porra transbordando. "Como é o nome dela? Fiz um bom negócio, duas pelo preço de uma." Ela berrou enquanto agarrava o lençol forte com as mãos, os olhos virando: "Filho da Puta, não fala da minha filha!", algumas lágrimas escorrendo. Mas um orgamso forte, que fez ela tremer, um abraço, beijinhos, e a cadela acalmou.
Por fim, na banheira, eu deitado e ela cavalgando, barriga balançando, seios saltando. "Cavalga, puta. Mostra como você ganhou essa barriga." Ela subia e descia devagar, barriga roçando na minha barriga, seios pesados batendo no meu peito. Humilhava: "Quantos te gozaram assim? Cem? Mil?" Ela gozou gritando, odiando-se, mas o corpo traindo.
Quando acabei, vesti-me rápido. Ela estava na cama, porra escorrendo, barriga brilhando com a "massagem". Dei um tapa leve na bunda, me abaixei e falei baixinho com o rosto encostado na barriga dela, como se escondendo dela: "Beijo, te vejo em 18 anos, minha putinha"
Saí rindo, ouvindo os xingamentos dela ecoarem pela escada: "Seu desgraçado! Filho da puta! Viado! Volta aqui!" Mas eu já estava no carro, pau ainda latejando, satisfeito em ter marcado as duas – mãe e filha – com minha porra. O eco dos xingamentos dela na escada era música: "Desgraçado! Volta aqui, seu porco!" Mas eu só sorria, voltando para casa para dar um beijo de boa noite em minha mulher.
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Comentários (7)
Juliaspm: to gravida tb, entendo o tesao q é ser comida e sentir ela se remexendo toda
Responder↴ • uid:w36mge2843hMatheus: Adoro grávida
• uid:ben5lyxv99T goianoJholzz: Tenho esposa grávida a disposição para comer dopd em Goiânia. T goianoJholzz
Responder↴ • uid:cnd40zij6mwGoiano62: Ótimo conto! Tenho esposa grávida a disposição para comer "dopd" em Goiânia. Só interessados T GoianoJhokaef
Responder↴ • uid:1db7syr1ytnsRamon: Já saio com GP's há muito tempo, porém a única vez que gozei dentro no pêlo numa mulher foi uma do job que estava grávida e com quem eu já tinha saído algumas vezes. Até hoje fico de pau duro lembrando disso. Eu curto transar com gestantes, estão mais carentes, parece que se entregam mais. A diferença é que meu estilo é diferente do relatado no conto kkkkkkk Mas valeu o relato, às vezes tratar uma mulher como puta é o que elas mais querem mesmo.
Responder↴ • uid:1e3pmkqo3c2lGR4: Que delícia
Responder↴ • uid:1dbjxjjzqy7d@Ointernalta: Injeta esperma no útero dessa vagabunda até estourar.
Responder↴ • uid:2qln3doia