Diário de um cativo 10
🔞🔞🔞 Dominação bruta, se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente!🔞🔞🔞❤️🔥
Meu dono me pegou dos braços de seu pai e devagar caminhou em direção às escadas e sem aguentar mais deixei a escuridão me envolver pedindo pra ser a última vez e pra não sair nunca mais dela.
•••
Acordei com meu corpo limpo e dolorido sobre a cama, abri os olhos devagar e lá estava ele vigiando o meu sono como um carcereiro. Eu mal sentia as minhas pernas e logo o choro explodiu sem nenhum controle, meu corpo tremia sobre a cama enquanto flashes da noite passada surgiam em minha mente e como eu me sentia miserável por não permanecer na escuridão.
Não sei quanto tempo durou meu surto, mas quando me acalmei ele ainda estava lá, seus olhos frios e duros me encarando. Eu passei uma semana no quarto, melhor dizendo na cama. Não falava, mal comia o que ele deixava na mesinha, só dormia ou ficava olhando pro teto.
Eu já tinha perdido a noção do tempo, mas isso não me importava. Nem sempre via quando ele ia para a escola ou quando deitava ao meu lado pra dormir. Algumas vezes acordei de madrugada com ele me penetrando violentamente, mas permancia imóvel, apenas deixando as lágrimas silenciosas rolarem.
Ele chegou da oficina sujo de graxa e barro como sempre, tirou sua camisa suada, se sentou na cadeira e ficou me encarando com cara de poucos amigos, porém eu já nem me importava mais. Depois de um tempo ele fez um movimento com o pé no chão, eu sabia que deveria ir engatinhando para o meio de suas pernas, mas simplesmente ignorei e virei o rosto para a parede.
Em questão de segundos fui arrancado da cama pelos cabelos e puxado para o meio de suas pernas onde ele queria. Meu corpo parecia uma boneca de pano, mole e sem reflexo, só sentia a dor, mas não regia. Logo senti a ardência em minhas bochechas pelos fortes tapas que levei.
- Sua bichinha inútil, quem você acha que é para ignorar uma ordem do seu dono e senhor?
A voz dele era baixa, mas estava cheia de autoridade e poder, seus dedos emaranhados em meus cabelos faziam meu couro cabeludo doer e seus olhos fuzilavam os meus com faíscas de raiva. E nem assim eu reagi.
- Vá tomar um banho que você está um lixo, Lave suas tripas porque se meu pau sujar de merda novamente tu vai se arrepender de ter nascido. E seja rápido!
Suas palavras sairam com uma violência que em outro tempo me fariam tremer, mas agora eu parecia anestesiado e talvez por isso não mexi um músculo o que o irritou ainda mais.
Sem dizer uma palavra ele se levantou e caminhou em passos firmes pro banheiro me arrastando pelos cabelos e me jogou dentro box. Rapidamente ele tirou o gatilho da ducha senti minha perna ser levantada e a mangueira entrar em mim sem cuidado algum, logo a água fria inundava a minha barriga.
Permanci inerte no chão até que a dor se tornou insuportável, minha barriga estava estufada, completamente cheia e eu tentei tirar a mangueira, mas fui impedido. Ele segurou minhas mãos e com seu pé enorme pisava em minha barriga fazendo grandes jatos d'água esguicharem de mim. Nesse momento algo despertou dentro de mim e comecei a me debater, mas era impossível me livrar de seu aperto.
- Quer fazer birra, então vou te ensinar como se trata uma bichinha rebelde.
A água continuava invadindo minhas entranhas e seu pé bruto a expulsava sem dó quando se deu por satisfeito me pôs de pé e vendo que sai do transe em que me encontrava, tirou seu cinto da cintura e me bateu sem pena alguma.
- Isso é pra você aprender quem manda aqui. Termine seu banho rápido e sem presepada.
Fui deixado debaixo da água fria e sem alternativa tomei um banho como a uma semana não fazia. Saí do banheiro nu já que não tinha permissão para usar roupas. Parei na sua frente como sempre fazia, ele cheirou meu corpo e me puxou pro seu colo, sentei com uma perna de cada lado de seu corpo e ele começou a sugar meu mamilo enquanto beliscava o outro.
Ele passou um tempo revezando entre meus mamilos e surpreendentemente era de forma firme, mas delicada não havia aquela dor insuportável. Suas mãos percorriam meu corpo apertando sem machucar e isso era bom. Depois de um tempo fui colocado na cama com o bumbum pra cima e logo senti sua língua em minha entrada. Ele chupava e enfiava sua língua em mim enquanto seu polegar entrava e saia de meu buraquinho sofrido.
- Porra, pensei que tivesse estragado esse cuzinho, mas ele continua apertado.
Seus dedos entravam em mim como se procurassem algo escondido bem lá no fundo, um a um me inspecionava, até que senti algo frio ser derramado em meu bumbum facilitando a entrada de mais dedos de uma só vez, mas logo aquele cheiro estranho e gostoso ao mesmo tempo me atingiu e o pavor junto com ele.
Esse cheiro me fez lembrar imediatamente da vez que ele me fez gozar e por instinto tentei fugir, mas ele já esperava por isso e logo estava imobilizado. Sua mão enorme pressionava minhas costas me prendendo ao colchão.
- Sshhiiii, calma! Eu sei do que meu viadinho safado precisa.
Seus dedos se mexiam dentro de mim tocando um lugar que me fazia estremecer, mas as lembranças do último orgasmo que senti e depois a forma brutal que fui castigado por isso ainda estavam nítidas na minha memória. E por isso eu tentava escapar.
- Quieta, bichinha! Só aproveita o momento.
Logo fui preenchido sem aviso e sem pausa, mas sem brutalidade também. Aquele pedaço de carne quente e duro como aço deslizava em minhas entranhas como uma serpente em seu covil. Ali era a sua casa, meu interior já tinha o seu formato não era preciso pedir licença, seu membro era dono absoluto de mim.
Aquele cogumelo abria caminho em meu ventre sem cerimônia, com a liberdade de um anfitrião passeava por cada canto até o seu limite, mas dessa vez com movimentos cadenciados, com velocidade e força calculadas não para me machucar ou subjugar, ali seu objetivo oculto era outro e isso me aterrorizava.
Meu corpo tremia em antecipação pelo que poderia acontecer, mas mesmo assim ele me traía me fazendo sentir um prazer que minha mente insistia em recusar. E ele sabia, pois com a mesma intensidade que esse traidor estremecia de prazer imediatamente ele retesava de pavor.
- Relaxe e aproveite a recompensa que seu dono está te dando, minha cadelinha.
Sua voz era grossa e ao mesmo tempo suave em meu ouvido, ele lambia e mordiscava meu pescoço enquanto eu entrava em colapso sem saber a quem obedecer, se ao meu corpo traidor ou a minha mente sobrecarregada.
Meu corpo foi erguido até minhas costas encostarem em seu peitoral peludo e quente. Com uma mão ele beliscava meus mamilos enquanto a outra segurava firme meu quadril e seu ritmo era mantido dentro de mim. Sua boca mordia, chupava e lambia minha pele onde alcançava e a essa altura meu corpo já estava quase vencendo a batalha, os meus gemidos me denunciavam.
Ele deitou sobre meu corpo me fazendo abrir bem as pernas para acomodá-lo me deixando empinado e num lampejo de sanidade recobrei o controle do meu corpo enrijecendo-me e controlando os gemidos.
- Minha cadelinha vai decepcionar seu dono, vai rejeitar o que eu estou te oferecendo? Goze pro seu dono, agora! Eu quero sentir seu cuzinho morder meu pau!
Ele falava com a voz rouca em meu ouvido mordendo o lóbulo da minha orelha enquanto seus movimentos se tornavam mais intensos dentro de mim e seus braços me apertavam como se fossem me fundir a ele.
Acho que minha mente bugou com tudo isso e quando ele atingiu aquele lugar dentro de mim, aí foi minha perdição, eu perdi a batalha vergonhosamente. Eu gritava de prazer, meu corpo convulcionava se entregando ao momento sem nenhuma preocupação com o que viria depois.
Meu baixo ventre contraia, meu corpo parecia estar sendo atingido por diversas descargas elétricas e então meu cuzinho começou a se contrair violentamente.
- Isso, putinha... aaarrrh! Mastigue o pau de seu macho... aaarrrh! Vai... aaarrrh... vou encher esse seu cu de porra... aaarrrh... toma cadela... aaarrrh... toma vadia!
Ele urrava como um animal no cio enquanto gozava, eu podia sentir seu gozo me enchendo em cada pulsada que seu membro dava dentro de mim. Ele foi diminuindo o ritmo das estocadas até parar completamente dentro de mim e deixar seu peso cair sobre meu corpo que sumia sob o seu.
A sua respiração estava acelerada enquanto a minha estava entrecortada pelo seu peso, até que ele se inclinou um pouco. Meu corpo ainda sentia os efeitos do maior orgasmo que já senti quando o peso do que aconteceu me acertou em cheio. Eu não tinha nem capacidade para imaginar a forma que seria punido por isso.
Agora sua carne macia repousava em meu ventre como se fosse seu lugar de direito, vez ou outra ainda pulsava como uma ameaça constante.
- Minha cadelinha precisa aprender a obedecer seu dono. Ainda tem resistência em você, mas eu vou te quebrar, porque eu quero obediência cega, muda e burra.
Ele falou segurando meus cabelos com força para que eu olhasse em seus olhos que brilhavam em pura dominação e pude sentir ele endurecer lentamente enquanto mexia aquela serpente dentro de mim como uma colher num caldeirão.
Sem sair de dentro de mim ele se sentou me levando junto e encostou na cabeceira da cama segurando na minha cintura, me fez rebolar aproveitando a lubrificação deixada pelo seu recente gozo em mim. Depois ele me fez inclinar até encostar a cabeça no colchão entre suas pernas e ele suspendia meu bumbum até seu cogumelo quase sair e me puxava de volta até sentar em sua virilha com força.
Cavalguei nele enquanto uma mão sua segurava meu pescoço e a outra massageava minhas bolinhas como nunca tinha feito antes. Ele passava sua língua quente e molhada de minhas costas até meu maxilar me fazendo arrepiar. A essa altura meu corpo já estava em combustão novamente. Ele nunca agiu assim e isso me assustava, mas meu corpo resolveu ignorar qualquer coisa que não fosse o prazer nesse momento.
Ele metia com força bem fundo de baixo pra cima fazendo minha mente ficar nublada de prazer, parecia que ele tinha várias mãos que me tocavam em diferentes partes de meu corpo me fazendo gemer enlouquecido.
- Isso minha cadelinha, senta gostoso no pau do seu macho!
Ele falava enquanto sua boca marcava minha pele e sua serpente furiosa me invadia. Não havia nenhum controle em mim, eu estava a mercê do prazer que corria em minhas veias e nada mais existia, meu corpo apenas acompanhava seu ritmo em busca de mais dessa sensação maravilhosa como se isso apagasse tudo que já sofri em suas mãos.
- Goze, minha cadelinha!! Goze pro seu macho, agora!!
Sua ordem era firme, não havia espaço para dúvida ou hesitação e sem demora me entreguei, espasmos atingiram meu corpo como um raio. Meu baixo ventre contraia junto com meu cuzinho, a sensação de êxtase foi tão forte que por um segundo achei que fosse desmaiar.
Meu corpo trêmulo amoleceu enquanto ele dava tapas em minhas coxas e mais uma vez urrando me enchia com sua semente.
Me recostei em seu peitoral com minha cabeça caída em seu ombro sentindo sua respiração pesada em meu pescoço, meus músculos tremiam pelo esforço e pelo orgasmo intenso enquanto suas mãos calejadas passeavam por meu corpo.
- Cadelinha obediente! É assim que tem que ser, vou te adestrar direitinho.
Eu estava exausto, não sei de onde ele tirava tanta disposição, meus olhos estavam fechando por mais que eu me esforçasse para permanecer acordado com a ansiedade me corroendo pelo que está por vir.
Não sei quanto tempo dormir, mas acordei com minhas pernas em seu pescoço e suas mãos segurando minha cintura para que eu fosse penetrado com precisão. Eu me contorcia debaixo dele que chupava e mordia meus mamilos já inchados e sensíveis.
Eu não aguentava mais ser penetrado, eu estava muito sensível depois de dois orgasmos intensos, mas ele não se importava. Metia com furia, a cadência de antes abriu espaço para a urgência. Meu corpo esmagado debaixo dele quase dobrado ao meio, fazendo minha cabeça ficar entre meus joelhos doía.
Sua boca feroz mordia e chupava o que encostava enquanto seu pau batia forte naquele cantinho judiado dentro de mim que me fazia estremecer. Com um leve movimento de sua cabeça recebi o comando para a brir a boca, o que fiz imediatamente e recebi seu cuspe farto e grosso deixando a boca aberta até o próximo comando para engolir, o que fiz.
Fui agarrado pela cintura com seus dedos calejados cravando em minha pele onde com certeza surgiriam mais hematomas e ele como um grande urso ficou de pé martelando ainda mais forte e fundo dentro de mim. Sem pensar me agarrei ao seu pescoço com medo de cair, mas logo recebi vários tapas em meu bumbum.
- Solte! Uma cadelinha obediente confia no seu dono.
Imediatamente o soltei deixando meus braços pendurados enquanto ele alternava a velocidade das estocadas e metia bem fundo em mim fazendo eu estômago doer. Minha cabeça balançava no ar pendurada e minha mente adormecida não conseguia pensar em nada.
- Goze, cadelinha inútil! Agora!!
Ao ouvir a ordem meu corpo reagiu imediatamente, cada impacto absorvido irradiava feito brasa sob minha pele e ele não dava trégua, metia sem dó. Meus gemidos beiravam a indecência e logo meu corpo obedecia respondendo com contrações involuntárias a ordem recebida e como resposta minhas entranhas mais uma vez eram inundadas por seu prazer quente como lava.
- Assim... bichinha imunda... aaarrrh... obediência cega... aaarrrh
Fui erguido, seus dentes foram cravados em meu ombro até rasgar minha carne, então meu corpo desgastado e sem energia desligou, mais uma vez escorreguei pela escuridão sem saber o que me aguardava depois.
Acordei sentindo todo meu corpo latejar, até minha alma doía, pela janela dava pra ver mais um fim de outro dia pelos tons alaranjados que pintavam o céu. E ele estava lá sentado com os olhos cravados em mim e era possível sentir a satisfação e o orgulho transbordando pelo que ele fez de mim.
Ele bateu sutilmente em sua perna esquerda, era pra lá que eu deveria ir e com muito esforço fui, me sentei em seu colo e com uma calma que me arrepiava ele me alimentou com um mingau que estava numa caneca em sua mão direita.
Pelo canto do olho eu via sua feição dura não de um adolescente como eu, mas de um homem embrutecido pela vida. Bebi tudo sem demora mesmo odiando mingau de aveia e ele sabe bem disso, mas não resisti, minha situação era desconhecida e complicada.
- Muito bem, seu adestramento está surtindo efeito, cadelinha inútil.
Enquanto a caneca era depositada sobre a mesinha recebi um toque em minha coxa que indicava que deveria ir pro chão. Me coloquei de joelhos entre suas pernas e logo meus olhos foram capturados pelo seu cogumelo que escapava pela boca da bermuda fina de futebol e brilhava pelo pré gozo que já escorria.
- Isso, cadelinha burra, é assim que você deve viver encantada pelo meu pau. O pau do seu dono que vai guiar você. Minha cadela burrinha precisa do meu pau pra viver. Chupe!
Passei a língua recolhendo o líquido salgado que ameaçava pingar no chão e abocanhei aquela cabeça enorme mamando como se minha vida dependesse disso, e até acho que sim. Não coloquei a mão, sabia que não podia. Ele parecia um rei imponente em seu trono enquanto seu escravo cumpria sua obrigação com zelo.
Depois de um tempo aquela carne foi tirada de minha boca, seus dedos longos e grossos se infiltraram em meus cabelos enquanto ele golpeava meu rosto com seu membro quase endurecido e isso doía.
- Beije seu mestre!
Ele ordenava e eu beijava seu membro que cada vez endurecida mais entre os golpes e os beijos. Sua feição permanecia séria enquanto seu pré gozo misturado a minha saliva melavam meu rosto que já deveria estar vermelho.
- Os caras do futebol da escola perguntaram por você hoje.
A raiva fluía em sua voz e eu não me atrevia a olhar em seu rosto, nem me importei por eles terem perguntado por mim já que é por culpa deles que estou nesta situação deplorável. De repente minha garganta foi invadida por seu membro, meu nariz estava enterrado em sua bermuda e por impulso olhei para ele.
- Esse é o seu lugar, bichinha! Você é meu por direito pra fazer o que eu quiser quando eu quiser, você entende isso, sua puta sem valor?
Eu só pisquei os olhos em concordância esperando que ele entendesse enquanto começava a engasgar com falta de ar e o mingau ameaçava sair, mas ele forçou ainda mais minha cabeça em sua virilha antes de me liberar.
Caí no chão buscando ar e lutando pra não vomitar, pois com certeza ele me faria comer de volta. Com uma mão eu segurava meu pescoço dolorido e a outra estava sobre meu estômago que se contraia violentamente. O olhar dele sobre mim era frio e duro.
- A escola está cheia de bichinhas iguais a você que vivem se esgueirando pelos cantos atrás de macho. É por isso que você não sai mais dessa casa, vocês só pensam em dar o cu a qualquer um e se alguém tem que te comer esse alguém sou eu.
Sua voz parecia calma, mas continha uma fúria velada, ouvindo o que ele disse fui tomado por uma revolta e num rompante de coragem subi em seu colo e segurei seu rosto másculo entre minhas mãos e olhando no fundo dos seus olhos falei o que há muito tempo estava entalado em minha garganta.
- Você sempre foi o meu herói, eu sonhava em crescer e ser igual a você. O primo que eu amava e idolatrava, aquele que era a minha pessoa no mundo todo, mas no momento que eu mais precisei você nem sequer me deu o benefício da dúvida, em momento nenhum me deixou explicar o que na verdade nem tinha explicação porque era mentira. Fui ignorado, maltratado, humilhado, sodomizado e escravizado pela pessoa que eu mais amava e confiava. E sabe o que é pior? Perder meu primo, meu melhor amigo e minha referência.
Eu falava soluçando entre lágrimas, expus minha decepção pelo seu comportamento e seu julgamento sobre mim e meu coração partido por perder meu melhor amigo e meu herói. Seu olhar não desviava do meu e era impossível saber o que passava em sua mente, mas logo sua mão me segurava forte pela nuca aproximando nossos rostos até eu senti sua respiração quente contra mim.
- Não ia demorar até você estar se esfregando em qualquer macho na escola. Se não fosse eu a fazer isso com você seria qualquer vagabundo daquele e eu nuncaia deixarisso acontecer.
- Isso não ia acontecer e mesmo que acontecesse eu que teria escolhido e não era pra ser dessa forma bestial como você fez comigo.
- Jamais eu iria abrir mão do meu direito sobre você pra qualquer um.
- Que direito você acha que tem sobre mim? Eu sou uma pessoa e não um objeto.
Eu gritei com indignação pela minha situação e por ele achar que tinha explicação pro que ele fez e faz comigo. E antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo já estava no chão com ele sobre mim apertando meu pescoço.
- Eles iam te levar pro campinho e fazer de você o viadinho do time e isso eu jamais iria permitir. Você é meu sangue e se fosse pra ser feito de viado que fosse por mim.
- Você podia ter conversado comigo, podia ter me defendido deles, podia...
- Podia porra nenhuma, eu fiz o que tinha que ser feito. Você é minha cadelinha e ponto final. Ninguém mais vai colocar as mãos em você, só eu pra sempre!
- E quando você cansar disso e resolver ter sua mulher e sua família, como eu vou ficar? Minha vida acabou por sua causa e você sabe que mulher nenhuma vai querer casar com você se você estiver comigo.
- Sua vida não acabou, a diferença é que agora você não precisa se preocupar com mais nada nem em pensar, basta me obedecer. E quem disse que eu quero alguma mulher? Eu já tenho você pra me satisfazer e se puta nenhuma aceita que eu faça com elas o que eu faço com você imagine uma mulher decente, cadelinha.
A sua última frase de pura humilhação saiu em tom de deboche demonstrando que para ele realmente eu não sou mais nada além de um brinquedo que satisfaz suas necessidades mais pervertidas.
- Eu ainda sou seu primo, sangue do seu sangue. Eu sou uma pessoa! - gritei com raiva.
- Você é só um buraco que eu encho com a minha porra quando me dá vontade. Seu corpo, sua mente e sua alma me pertencem, eu vou realizar em você cada um dos meus desejos mais sádicos independente da sua vontade porque você me pertence.
- Eu não quero viver assim e você não pode me obrigar!
- E o que eu tenho feito nesses dois meses? E você não pode fazer nada a não ser aceitar seu destino. Você é minha cadelinha, uma bichinha burra e inútil que só serve como depósito de minha porra. Quando seu adestramento terminar você nem vai se lembrar que um dia viveu sem meu pau no seu cu.
Só percebi que fui virado de bruços quando seu membro duro me preencheu enquanto ele falava essas coisas bem baixinho em meu ouvido. Ele saia quase completamente de dentro de mim e entrava com força sentando em meu bumbum enquanto me segurava com as duas mãos pelo pescoço.
Seu aperto forçava meu tronco a levantar do chão, mas não me impedia de respirar, sua velocidade aumentou sentia que ele ia esmagar meu quadril com a força que ele fazia.
- Eu sei do que minha bichinha inútil precisa! Peça ao seu dono pra gozar, peça!
Eu fiquei calado, mas meu corpo logo se arrepiou ao ouvir seu comando. Eu não queria ceder depois de ouvir tanta humilhação, mas eu sabia que ele não deixaria passar minha rebeldia e logo senti murros em minhas costelas.
A pressão em meu pescoço permanecia com o mata leão que ele aplicava em mim com seu braço direito enquanto o esquerdo desferia socos em minha costelas. E sua voz suave como um veneno penetrava em meu ouvido, ele não diminuía o ritmo das estocadas e muito menos dos socos que pareciam combinados.
- Peça ao seu dono pra deixar você gozar, cadelinha! Peça!
Ele repetia sem parar isso em meu ouvido com uma calma que parecia uma prece sussurada a algum deus distante. Minha mente entorpecida pela dor e excitação perdeu a batalha e eu cedi.
- Por favor, deixe eu gozar, dono.
- Ah, não é assim que pede! Você é tão inútil que nem sabe fazer um pedido? Faz de novo!
Eu já não tinha ar apesar dele não apertar tanto meu pescoço, mas os socos faziam isso e ele não parava.
- Meu dono, por favor deixe a sua cadelinha inútil gozar. Por favor!
- Repete!
- Meu dono, o senhor por favor pode deixar a sua cadelinha sem valor gozar? Por favor, senhor! - sem querer minha voz saiu baixa e manhosa.
- Agora sim você aprendeu. Mas você não merece recompensa, hoje você foi desobediente e por isso vai ser castigada, cadelinha.
Meu rosto foi empurrado no chão amassando minha bochecha fortemente sustentando seu peso, seus movimentos se tornaram ainda mais brutos a ponto de me arrastar no chão. Meu gozo que já se formava se desfez em meio a sua selvageria até que fui atingido por jatos quentes de seu gozo feroz.
Ele saiu de dentro de mim ainda duro e pingando seu gozo no chão e foi pro banheiro, ouvi o barulho da sua urina na água do vaso sanitário, permaneci no chão sem forças para me mover com a dor em minhas costelas irradiando por todo meu corpo e a única palavra que ecoava na minha mente era castigo.
Continua...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (4)
Beto carreiro: Se voce nao fizer eu vou escrever uma versao alternativa dessa merda
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9Cativo: Um homem brabo, adoooooro!! 🔥🔥🔥
• uid:g3j1no4v1Beto carreiro: Um mes esperando e nada da mae dando junto ou tranformando ele em mulher. Leva ele em um clinica para castrar. A mulher cuida dele
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9Leonardo: amei
Responder↴ • uid:1dvhgzyoucf2