#Gay #Sado #Teen

Sexo Público e Dominação Virtual

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Twinn

Um acontecimento real e que espero poder recriar algum dia, além de um pedido pra vocês, dominadores de verdade.

Uma experiência pessoal REAL, e que nunca consegui inteiramente superar.

Eu sou sulista, mais específicamente, Catarinense. Nasci no Rio Grande, mas desde muito pequeno moro na região do Planalto Catarinense.
Sempre fui um garotinho tarado, desses que acessa pornografia no celular da mãe mas não sabe exatamente o que está assistindo. Um vídeo simples, desses super-produzidos, em que uma moça era humilhada, sempre chamou minha atenção, o tipo de vídeo que se vê no Brazzers.

De uns anos pra cá, quando tinha 13 anos, comecei a mandar mensagens pra estranhos através de sites como Omegle ou o Conversinha, um pouco mais recente, e passei a me interessar na ideia de ser chantageado, ou só humilhado por algum dominador. Sou branco, então era fácil me marcar e me depilar quando comecei a ter pelos e marcas corporais que surgiam por causa da puberdade e dos hormônios corporais que eu tinha quando comecei a me masturbar de verdade.

Hoje em dia, tenho 16 anos, e eu estudo em um colégio próximo a uma área bem movimentada da minha cidade, e como sempre pude, ia direto no banheiro desse local dar uma olhada nuns paus ali e acolá.
Um certo dia, no inverno do ano passado, decidi fazer diferente, ia direto pra casa. O problema, é que no caminho vi um homem, gordo, mas de pernas relativamente magras, carregando um saco preto, não era bonito, e dirigia um carro branco, que estava estacionado do outro lado do lugar aonde eu estava. Me sentei num local um pouco a frente de onde ele estava, parado, me encarando, e eu, é claro, voltei o caminho e falei com ele, achando ser um morador de rua, que sempre costumo ajudar.

Nossa conversa foi rápida no que se pode dizer que é normal, não me lembro de muita coisa, pois estava alucinado com a ideia de chupar alguém pela primeira vez, o que até então, eu ainda nem imaginava que aconteceria.

Ele me perguntou em algum momento se eu sentia algo por rapazes, uma pergunta estranha pra se fazer a um desconhecido, certo? Mas eu admiti, alí, pra um estranho, que sim, e por mais conveniente que pareça, só me lembro de estar num beco que fica quase do lado do lugar aonde estavamos, ajoelhado, de frente pra sua calça jeans de zíper aberto, um fedor estranho e pelos escapando.

Ele me mandou chupar, e eu obedeci, olhava pros seus olhos enquanto tentava desabotoar, o que não consegui fazer. Ele me ajudou, abriu o zíper e me permitiu chupar um pênis sujo, minha primeira vez podia me passar alguma doença, mas graças à algum Deus, nunca tive esse problema. Ele esfregou aquela coisa asquerosa na minha cara, a pele vazava, suada, um cheiro de urina impregnava minhas narinas e era quase impossível não sentir repulsa com aquilo.

Quando me cansei, tentei levantar, mas ele me deu dois tapas, fracos, mas suficientes. Eu tava fraco, provavelmente alucinando com o fedor horroroso, não me lembro de muita coisa, mas consegui ir embora logo, cheguei em casa assustado, pensando que estava louco ou coisa do tipo, mas logo no mesmo dia já estava me expondo, implorando pra me comerem, e nunca aconteceu.

Então, agora, quero fazer um pedido à qualquer um que possa querer conversar comigo e talvez me usar um pouco, chamem no Tele @Twin365, e se quiserem, dêem alguma avaliação no conto, talvez eu conte minhas histórias virtuais também, ou desenvolva uma ficção cheia de putaria e criminalidade, desde já, muito obrigada, até o próximo relato!

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