Mais uma gostosa lembrança da adolescência
Eu já estava na fase de correr atrás das meninas, mas o passado voltou quando senti algo duro atrás
Já tinha passado da fase das descobertas propriamente, as safadezas iniciais, a primeira vez e por aí vai; estava na época de arranjar namoradas, ir para festinhas beijar as meninas, tirar sarros e comer as conquistas – na minha época era bem mais difícil do que hoje, porém sempre se conseguia uma mais safadinha, uma mais liberal, uma mais moderninha. As putarias com meninos eram coisas do passado e já enterradas. Fase 100% ativo e cis.
Eu e ROMA, como era conhecido meu amigo JOÃO ROMANO, já tínhamos feito umas safadezas no início da adolescência, uns troca-trocas, enfim, tudo superado e então já saíamos para “caçar e conquistar” as “boyzinhas”.
ROMA era um dos meus melhores amigos e companheiro de festas e viagens, pois eu viajava muito com a família dele, como ele ia com a minha, normalmente para casas de praia ou sítios. Foi numa dessas viagens que o passado nos visitou...
Numas férias de meio de ano, eu fui com ROMA e a família dele para uma chácara ou sítio de algum parente deles, passar uns dias. Foi maravilhosa a viagem, a gente aproveitou muito, alimentamos as galinhas, fizemos colheita de frutas, comida em fogão a lenha, etc. A casa não era grande, nem de luxo, simples mas com tudo o que era necessário. Por conta da quantidade de pessoas, eu e ROMA fomos dormir na “suíte presidencial de luxo”, como todos chamavam aquele quarto que era um puxadinho da casa – na verdade, construíram um quarto colado com a casa mas que era independente, tanto que a gente saía da casa e entrava na porta do quarto, que dava para rua. A intenção dos donos da casa era acolher alguns trabalhadores que às vezes dormiam por lá enquanto faziam empreitadas na chácara e também para casos de muita gente visitando, como ocorreu.
O quarto não tinha luxo e, pior, havia apenas uma cama de casal apenas porque tinha sido doada por alguém; eram dois colchões de solteiro em uma cama de casal, uma zorra. O banheiro era funcional e não mais que isso. Quando eu e ROMA fomos “escalados” para dormir lá fomos motivos de zombaria e entramos no clima, na brincadeira. Na primeira noite, testamos as melhores formas de dividirmos a cama (os colchões não encaixavam tão bem na cama) e o dormir lado a lado foi a melhor opção. Dormimos bem. Não me lembro se foi no segundo ou terceiro dia, já tarde da noite, eu acordo para dar uma mijada e sinto que ROMA estava colado em mim e ainda de pau duro, o cacete na minha bunda. Acordei, senti a dureza, me levantei, mijei e tive dificuldade de deitar de novo, falta de espaço. Empurrei ROMA, que meio que acordou.
- Vai para seu lado, ROMA
- Peraí
- Eu quero me deitar
- Já já
- Agora, porra, e para piorar ainda está com rola dura para meu lado
Ele riu, entendeu que estava errado e se foi para o lado do colchão dele. Quando eu me deitei, ROMA diz:
- Mas você gostou de sentir a dureza por trás ou não?
- Vai te lascar, ROMA, tô com sono
- Encaixou direitinho, bem gostoso
Eu estava deitado de lado e de costas para ROMA, que se mexe e vem com o pau duro e encosta na minha bunda.
- Sai, que brincadeira sem graça, reclamei
- É só um flash back, só matar as saudades
- Que saudades porra nenhuma
Sei que ele ficou esfregando a rola na minha bunda e falando merda. Estava um clima frio e a safadeza foi tomando conta da gente. ROMA insistiu, ficava roçando a rola no meu rabo e eu, inicialmente irritado, fui gostando da sacanagem, mas continuei a reclamar (deixando meu rabo para trás, prova de que eu estava gostando). ROMA insistiu, tirou o lençol, botou o pau para fora e ficou batendo com ele atrás de mim; ele pegou minha mão e botou no pau dele, minha mão fria e aquele cacete quente. Puxei a mão e ROMA pega minha mão de novo e diz “que era só para brincar um pouquinho”. Não resisti. Fiquei pegando no cacete dele com a mão para trás. ROMA foi levantando meu lençol, abaixou meu calção e batia com a cabeça do pau no meu rego. Já estávamos querendo a mesma coisa.
Sem falar mais nada, ROMA tirou meu calção e foi enfiando o cacete na minha bunda, só para sarrar, mas preparativo da foda.
- Tá bom assim, ROMA, sugerindo que a gente ia ficar só no sarro
- Certo, mas a brincadeira está gostosa demais
Ele ficou algum tempinho assim, a cabecinha do pau tocava meu cu e percebi que ele passou cuspe no pau e veio. Fiz menção de me negar mas meu pau duríssimo entregava que eu estava gostando demais. “Ai, devagar”, fiz charminho. Fazia tempo que não dava a bunda, o pau de ROMA já era maior desde a nossa última vez há alguns anos, só que nada disso dificultou muito a penetração. Foi com dificuldade, ele meteu uma parte do cacete e já ficou indo e vindo. A posição não era boa, ele a manteve para garantir o terreno. Quando eu já demonstrava prazer e total concordância, ROMA me vira e monta de vez. Enfiou tudo e eu de bruços. Por conta do barulho da cama, ROMA me comia bem devagar. Jogamos um dos colchões no chão, chão muito frio!, fiquei de quatro e ROMA me comeu como nos velhos tempos, gozou dentro e acho que nunca tinha levado tanta porra até então. Corri no banheiro para “cagar o leite”, me limpei com medo do barulho que poderia ser ouvido na casa e quando voltei ROMA estava deitado no colchão do chão:
- Bons tempos, foi bom demais lembrar deles, disse ROMA
- Eu não gozei, lembrei a ele
ROMA começa a me chupar, meu pau fica duro de novo e, eu não aguentando, coloco ROMA de quatro e foi minha vez de meter e gozar nele. Ajeitamos tudo e dormimos. E as próximas noites seriam de sexo. A gente ficava impaciente esperando as pessoas na casa irem dormir (evitando qualquer surpresa), para trepar. Muitas vezes a gente já ia adiantando o serviço com boquetes e, surpresa, ROMA me deu um beijo na boca, o que a gente nunca tinha feito antes. Quando a gente notava o silencio da casa, era trepada. Começamos a trepar em pé, era mais rápido e seguro, depois a gente dormia junto – e umas duas vezes acordamos de madrugada para dar mais uma trepada.
No penúltimo dia, eu e ROMA arriscamos tudo e ele me comeu de dia, no meio do mato, uma loucura total. Eu dei a bunda porque o risco da trepada ali me deu tesão demais.
Quando voltamos para nossas casas, voltamos a trepar de novo, só que notamos que não era mais aquela trepada gostosa na chácara e aos poucos fomos deixando mais uma vez de troca-troca.
Nunca mais nos comemos senão uma vez em que eu e ROMA contratamos uma mulher de job para uma transa a três, o que ocorreu e foi muito bom. O que hoje vejo é que, a mulher mais velha que a gente, experiente, notou algo entre eu e ROMA e, após treparmos com ela, a menina incentivou e ROMA me comeu e eu comi ROMA com a mulher participando, conto isso depois.
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