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Minhas experiências sexuais com Claudinha e minha prima virgem

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Milton001

Como sem saber brincaba com a minha prima de papai/mamãe e como Claudinha foi minha 1.ª fêneazinha linda

Encontrei este site graças a um amigo, e curti, tendo decidido contar as minhas aventuras. Sexualmente, me iniciei bem novinho, aos 14 anos, chupando a bucetinha da minha prima Cris, um ano mais velha, a gente dormia juntos a sesta em casa da avó, e decidimos brincar de papai/mamãe, nem lembro mais de quem foi a ideia. A gente se beijou e foi continuando, ela gostava muito de eu lambendo a sua perereca, bem lisinha e em troca ela me chupava o modesto pauzito que mal se erguia, até que mais tarde, senti mesmo gozo e me esporrei na sua boca. Ela nem fez cara feia e disse logo que tínhamos de passar a ter mais cuidado, mas que ela queria experimentar o que tinha ouvido das colegas na escola, foder. Meu pau já entesava, mas tinha 14 anos e ela 15. Ela já menstruava e tanto nela como em mim surgiam os primeiros pintelhos, o que até achava graça. Nós começámos então, a fazer de tudo, usando dedos nela e mesmo no meu cu. Perdi logo os complexos, e faço de tudo, Haja Prazer!
Ela me lambia o buraco do cu e me dizia, “Milton vou enfiar também em você, é buraco, e se eu curto tu vai curtir também”, e eu gostava da sensação, ainda hoje dou meu cuzinho a lamber, é uma ótima sensação.
A minha primeira moça mais a sério, foi uma colega de escola, aos 15 anos, ela não era mais virgem, e foi excelente, me deixou vir dentro e tudo, para não estragar o prazer. Claudinha era loira, o que falamos hoje de falsa magra, já tinha umas boas mamas, e bem cabeludinha na buceta, mas sem problema. Depois de curtir com ela contei à Cris que ficou interessada em poder espreitar uma foda nossa. A Claudinha com 15 anos como eu, era bem mais sabida, já tomava remédio para não engravidar pois deixara de ser virgem bem novinha e tinha muita experiência.
Mas nunca aconteceu Cris nos espreitar, pois quando tinha tudo preparado, Cris entrou mesmo e participou e foi o maior tesão ver elas duas se esfregando e rebolando no colchão, Claudinha e Cris tinham 15 anos e eu 14 - mas já pauzudo, e pintelheira de carapinha - eu via-as e batia punheta, e não me soube controlar e esporrei. Depois, meti só na Claudinha, pois Cris continuava virgem e queria o momento da sua 1.ª vez só para nós os dois. Claudinha falou que perder o cabaço não era drama nenhum e o começo dá muita alegria. Ela perdera aos 11 anos com um tio, de 21 anos, e se doeu ela já tinha esquecido e só tinha tido prazer, “sangrei um bocado, mas nada demais, manchou só um bocado. Fizemos no quarto dele”, contou. Claudinha a partir daí, bem descomplexada, transava com todo o rapaz ou homem, e glorificava-se de ter sido a 1.ª buceta de muito rapaz, como aconteceu comigo, a sério mesmo, foi nela que meti meu cacete pela 1.ª vez naquela coninha linda branquinha e loirinha.
Voltámos a repetir a cena a três, na casa de Claudinha, era muito gostoso, Cris adora lamber a buceta à Claudinha, ao mesmo tempo que eu metia nela. E também me lambia o cuzinho quando eu estava fodendo. Outras vezes ela batia uma siririca nos vendo fodendo. Claudinha tinha fascínio em homem negro e, entretanto, meu pau cresceu e engrossou.
Eu nos meus 15 anos, era magro, tanquinho, musculado do vólei, pois era praticante, com poucos pelos nos sovacos, mas pintelheira em carapinha cada vez mais forte e toda negra, ao contrário da Claudinha que tinha um arraso de pintelheira loira, amarelinha, quase branco, de pelo muito fino. Fodi muito com ela, foi um grande prazer e vinha-me onde acontecia, na coninha, na boca – ela adorava leite – e até no cu, pois Claudinha era bem liberal e já tinha estalado as pregas do cuzinho. Com ela ganhei experiência para tirar o cabaço da minha priminha que quase nos 16 anos, já amarinhava de tesão e curtia bué sempre que a fazia escorrer-se com a minha língua na sua buceta. Ainda hoje adoro lamber buceta, esfrego minha boca toda e meto a língua dando voltas e voltas até doer-me, e curto elas se virem na minha boca!!!
Chegou o dia que Cris e eu decidimos partir o cabaço dela e ela iniciar uma vida sexual. Cris tinha quase 16 anos e disse que fazê-la perder a virgindade seria o meu presente para ela. Fomos para casa da vovó visitá-la, acabámos ficando a dormir à noite. Estava tudo preparado, nessa noite Cris ia-me oferecer a sua virgindade. Eu tinha jurado não me esporrar dentro dela pois Cris não tomava remédio ainda.
Já com pintelhinhos naquela coninha bem gordinha, Cris estava louca para foder mesmo a sério. “Eu gosto bué no cu, e na bucetinha deve ser melhor ainda”, disse.
Todos fomos deitar, e pela meia noite, eu fui no quarto dela, levando já uma toalha para amparar o sangue, não podia manchar o lençol. Entrei de mansinho e me deitei de conchinha na cama, ela despertou, “É você Milton, primo querido, estava esperando, lambe a minha buceta, estou ardendo, tu vai abri-la, certo, abre ela ela sim?”

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Comentários (1)

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  • Aurelio: Ótimas histórias. Geralmente as contadas por homens são demais fantasiosas

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