Diário de um cativo 11
🔞🔞🔞 Conto cheio de dominação e submissão forçada se não aguenta não leia, mas se ler goze muito, curta e comente!!🔞🔞🔞
Ele saiu de dentro de mim ainda duro e pingando seu gozo no chão e foi pro banheiro, ouvi o barulho da sua urina na água do vaso sanitário, permaneci no chão sem forças para me mover com a dor em minhas costelas irradiando por todo meu corpo e a única palavra que ecoava na minha mente era castigo.
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Ele voltou do banheiro se abaixou atrás de mim, enfio seus dedos longos e grossos no meu bumbum sensível e trouxe pra minha boca chupei seus dedos cheios de seu gozo e isso se repetiu várias vezes.
Quando se deu por satisfeito me levou pro banheiro me deu banho, enquanto a mangueirinha enchia minha barriga que já estava bem inchada e dolorida. No fim a mangueira foi substituída por seus dedos que me abriam facilitando a saída da água me lavando de qualquervestígiode seu sêmem.
Meu corpo estava trêmulo de medo, pois era a primeira vez que ele era quase cuidadoso comigo assim. Fui enrolado na toalha como uma criança com os braços cruzados em frenteao meu peito, meu cabelo que já estava abaixo do ombro foi secado e penteado, e então voltamos pro quarto.
Fui colocado de quatro na beirada da cama com as pernas abertas e o bumbum empinado, a toalha foi suspensa até minha cintura deixando meus braços presos e suas mãos começaram a alisar e abrir meu bumbum, seu polegar pressionava meu cuzinho, mas não entrava. Até que ele se afastou.
Quando se aproximou novamente na sua mão esquerda estava um chicote que ele fez questão de colocar na frente do meu rosto deitado no colchão. Meus olhos encheram de lágrimas e por instinto tentei me soltar o que foi em vão, mas um sorriso perverso surgiu em seu rosto.
- Ainda tem resistência em você, minha pobre cadelinha. Eu encomendei essa taca de couro cru especialmente pra seu adestramento, escolhi uma um pouco mais fina pra alcançar qualquer lugar que eu quiser.
- Por favor, senhor eu vou melhorar, não faz isso, por favor. - eu implorava aos prantos.
- Eu sei que você vai ficar perfeita, mas é isso aqui que vai te ajudar a alcançar a perfeição que eu quero de você.
Ele falava alisando meus cabelos como se de fato eu fosse um cachorro enquanto passava a taca presa em seu pulso em meu rosto.
- Eu guardei cada uma das suas rebeldias esses dias e ainda te permiti gozar sem merecer quatro vezes, agora é hora de cobrar o preço pela minha bondade que você não valorizou.
Aquela coisa devia ter um dedo de grossura e na sua ponta tinha tiras bem finas do mesmo material, o cheiro era forte de couro cru. Era comprido o suficiente para me abraçar com sua imponência preta.
Minha vista estava embaçada pelas lágrimas até que fui atingido na cintura, meu lado direito foi dilacerado da cintura até minhas coxas sem intervalo, então ele foi pro outro lado e fez o mesmo com meu lado esquerdo, perdi as contasdequantasvezesfui golpeado. De repente tudo parou restando apenas minha respiração entrecortada pelo choro e a dele pesada pela excitação.
Sua mão calejada passou por cada lugar golpeado causando uma ardência maior, meu corpo tremia a dor era lancinante até que o pior aconteceu. Fui atingido num golpe forte e certeiro bem no meio do meu bumbum, aí eu não suportei, minhas forças falharam e cai de lado na cama com fortes espasmos em meu corpo, nem forças para gritar eu tive.
Mas sem piedade ele suspendeu minha perna esquerda pelo tornozelo me abrindo o máximo que pôde e continuou golpeando meu cuzinho atingido junto minhas bolinhas. Eu me urinei inteiro guinchando de dor, depois de um tempo ele parou soltando minha perna.
- A surra foi pela desobediência e as 10 chicotadas nesse seu cu imundo foi por ter gozado sem merecer. Agora volte a posição que te coloquei, bichinha inútil.
Meu corpo não tinha forças pra obedecer eu continuava com os braços presos e minhas pernas eu nem sentia mais, era só a dor insuportável que tomava conta de mim.
- Me... ajuda... senhor... por... favor... - minha voz saiu tão baixa e rouca que pensei dele não entender.
Fui puxado pra ficar de quatro novamente com o rosto enterrado no colchão agora sem a toalha. A taca foi jogada na frente do meu rosto e isso me deu um alívio enorme, mas ele permanecia atrás de mim me deixando em alerta. Os flashes do seu celular indicavam que ele estava tirando fotos da arte que acabou de fazer.
- Sua pele branca como o leite está perfeita agora cheia de listras coloridas, isso é perfeito. Esse cu imprestável está inchado como nunca vi num tom de vermelho vivo impressionante.
Assim que ele acabou de falar senti sua língua se arrastar em minha entrada ardendo como o inferno. Suas mãos me abriam como se fossem me partir ao meio, ele lambia, chupava e enfiava a língua com urgência, e eu só sentia os espasmos pela dor.
Sua língua grande e áspera lambeu cada canto moído pela taca e sua fúria enquanto eu ainda soluçava sobre a cama oferecendo meu bumbum empinado pra ele. Sua língua me deixou e fui colocado de pé tremendo de uma forma que achei que nem conseguiria me equilibrar. Ele se sentou na cadeira como um rei sádico e fez o sinal.
Caminhei até ele com muito esforço a dor me rasgava e a cada passo dava pra sentir o quanto meu cuzinho tava inchado. Ignorando o comando de ficar de pé entre suas pernas me atirei em seu colo como uma criança, agarrei seu pescoço enfiando meu rosto nele e chorei como nunca na vida.
O choro saia convulsivamente enquanto ele me abraçava como fazia antigamente, e isso fazia doer mais, a saudade do meu primo e a crueldade do algoz que ele se tornou conflitavam dentro da minha mente e coração. Depois de um tempo meu choro foi diminuindo, mas a dor permanecia.
- Por favor, senhor me ensine de outro jeito, eu quero aprender, mas assim é demais pra mim. Eu ainda sou uma criança.
- Sshhiiii, calma! Você não é mais uma criança, agora você é o que eu quiser. E infelizmente para você tem que ser assim porque eu quero. Olha como eu tô.
Ele falava com uma ternura que não combinava com o que ele se tornou e fazia. Sua mão conduziu a minha até seu membro que estava quente e duro como o aço. Ele forçava minha mão para cima e para baixo deslizando com seu pré gozo. Meu corpo estremeceu em horror, cada barbaridade que eu era submetido trazia uma excitação enorme pra ele.
Ele tocou minha coxa num sinal para fazer o que deveria ter feito antes e logo obedeci, fiquei de pé entre suas pernas. Meus mamilos foram chupados, mordidos e beliscados até o limite de ferir. Então fui virado de costas e logo senti um cheiro suave e refrescante que depois minha mente reconheceu como cânfora.
- Você sabe que quando se adestra uma cadelinha rebelde como você depois temos que testar pra ter certeza que a lição foi aprendida, não é?
Meus olhos voltaram a lacrimejar e meu corpo a tremer violentamente, suas mãos ásperas começaram a espalhar o óleo com cânfora sobre todos os machucados, menos no meu cuzinho, e ardeu como o inferno, mas depois de um tempo parecia anestesiar a minha pele deixando apenas o lugar aquecido e era até agradável.
- Agora é a sua vez, cadelinha!
Ele falou num tom brincalhão que eu sabia que escondia algo, olhei pra ele confuso, pois não entendi o que ele queria dessa vez, ele não parecia machucado.
- Sua vez de massagear seu mestre, tá esperando o quê?
Um frasquinho de vidro escuro foi colocado diante de mim e sem saída estendi as mãos, ele derramou uma boa quantidade e balançou seu membro duro feito pedra e entendi.
Deixei o óleo escorrer de minhas mãos pelo seu cogumelo e comecei a massagem sentindo meus dedos esquentarem a medida que intensificava os movimentos, ele gemia sem deixar de me olhar.
- Não esqueça minhas bolas!
Massageei suas bolas como ele gosta alternando entre elas e o seu membro sempre observando suas reações para saber se estava fazendo certo, não queria ser castigado outra vez. Com a concha da minha pequena mão eu massageava seu cogumelo que chegava a vibrar de tão duro.
Depois de um tempo eu já estava mais calmo então ele levantou da cadeira e foi pra cama onde se deitou com as pernas abertas, fiquei olhando até que ele fez sinal me chamando. Fui até ele engatinhando e parei próximo do seu rosto.
- Suba aqui na cama e fique de pé sobre mim.
Eu estranhei, mas subi o mais rápido que pude e fiquei de pé com um pé em cada lado do seu corpo e de frente pra ele que me olhava sério.
- De costas, puta burra! Meu interesse é seu cu e não sua cara.
Logo virei de costas pra ele e seu comando fez minhas pernas tremerem.
- Agora se foda no meu pau, seu mestre!
Eu estava derrotado, não conseguiria, pela dor, pelo cansaço físico e mental e por aquele óleo que ardeu como o inferno onde ele passou imagine no meu cuzinho dilacerado. Mas o medo de desobedecer me fez descer devagar e quando ia me ajoelhar recebi um tapa no bumbum.
- Quero de cócoras, quero ver seu cu imundo se abrir pra receber o mestre da sua vida por completo.
Fiz como ele falou, me ajustei e desci de cócoras, quando aquela cabeça enorme encontrou meu cuzinho judiado parecia que era fogo e gasolina, a combustão foi imediata e antes que eu pensasse em desistir sua mão pousou na base de minha coluna, só pra me lembrar da obediência cega, muda e burra que ele esparava de mim, não ouve força, ou uma palavra sequer. E sem alternativa deixei o peso do meu corpo fazer o trabalho.
Aquilo era o verdadeiro inferno, minhas entranhas se contraia em desespero e minhas lágrimas já escorriam por minha barriga quando de súbito tentei levantar, mas ele foi mais rápido, ele sempre prevê meus pensamentos e ações e sem piedade empurrou meus calcanhares me fazendo cair sentado em sua virilha.
Eu gritei como se tivesse sido empalado num espeto em brasa, seu peito já colado em minhas costas me impedia de levantar, pois suas mãos pesadas já me seguravam pelos meus mamilos judiados de forma dolorosa.
- Sshhiiii, cadelinha! Essa ainda é sua lição, mas também é sua prova. Você tem que se esforçar pra me mostrar que aprendeu. Agora rebole gostoso.
Tremendo e sendo consumido por aquele fogo rebolei minimamente naquela tocha ambulante enquanto ele mordia meu pescoço gemendo e apertando meus peitinhos sensíveis.
Não sei quanto tempo passou, para mim pareceu uma eternidade, ele me empurrou para frente deixando meu bumbum empinado na sua direção.
- Porra, vadia! Seu cu tá destruído melhor até do que eu imaginei, parece uma flor aberta.
Agora eu chorava em silêncio, isso tudo fazia parte do plano macabro dele, todo esse sofrimento hora nenhuma ele pensou em mim, a única coisa que importa é a satisfação do seu desejo pervertido e cruel. Ele começou a bater naquilo que um dia foi meu cuzinho com seu membro estalando de duro e isso me matava ainda mais.
- Sente bem gostoso no seu macho! Me mostre como você sabe satisfazer seu dono.
Voltei a ficar de cócoras me apoiando nos joelhos dele, o que ele não reclamou, ainda bem e encaixei seu cogumelo em mim e desci até encontrar sua virilha. Recebi um tapa na coxa machucada e soube que tinha que me mover logo, sem descanso comecei a subir e descer aumentando a velocidade a medida que recebia mais tapas. Meu corpo sem forças reagia no automático.
Para meu desespero quanto mais rápido eu me mechia mais aquilo esquentava, mas eu não podia sequer diminuir a velocidade quanto mais parar. Sem aviso ele nos virou na cama montando em mim, seus movimentos eram tão rápidos e fortes que parecia que ia desmontar a mim e a cama.
Seu membro entrava reto e duro em mim forçando minha barriga enquanto suas bolas enormes e peludas batiam nas minhas pequenas e sem pelo algum incendiando elas também.
Seu membro ia fundo dentro de mim e ele se movimentava como se estivesse revirando minhas tripas enquanto me segurava pelos cabelos me fazendo urrar de dor. Depois ele começou a atingir aquele lugar que me fazia esquecer de tudo, sem trégua.
- Goze, minha cadelinha! Eu vou te mostrar pra que é que você serve, você só serve como meu depósito de porra.
Minha mente estava nublada, os estímulos junto com a ordem me fizeram obedecer imediatamente, meu baixo ventre e meu cuzinho se contraiam violentamente. Meu corpo e minha mente já estavam condicionados aos seus comandos.
- Isso, sua inútil. Mastigue o pau do seu macho, obedeça cegamente as minhas ordens! Vou encher meu depósito!
Ele gozou como um animal no fundo das minhas entranhas, cada pulsada foi sentida com dor e seu corpo desabou sobre o meu me esmagando sem o menor cuidado.
- Mesmo arrombado meu depósito tá cheio da minha porra. A única coisa de homem que tem em você é meu pau e minha porra, de resto tudo é lixo.
Ele sabia o efeito de suas palavras sobre mim e mesmo assim fazia questão de ser cruel.
- Eu disse que vou quebrar você de várias maneiras e vou, não resista que vai ser muito pior pra você. Quando você estiver destruído aí sim eu vou construir a cadelinha perfeita com seus cacos.
Isso me assustou muito, ele é pior do que eu podia imaginar, me pergunto como nunca percebi esse lado dele em todos esses anos de convivência. Vivi minha vida inteira ao lado de um monstro e não sabia.
- Vamos descer pra jantar que eu tô faminto.
Ele saiu de cima de mim e foi se vestir enquanto eu fui no banheiro. O que eu via no espelho me assustou, um garoto pálido, magro, cheio de marcas de todas as cores possíveis, o ombro inchado com as marcas de seus dentes e com o bumbum destruído. Lavei meu rosto pra tirar os vestígios das lágrimas e penseiemtomar um banho rápido sópra limpar o sêmem, mas fui impedido.
- Não tome banho agora, quero ver minha porra vazando do seu buraco.
Sai do banheiro derrotado fui segurado pelo punho e logo estávamos descendo as escadas. Mais de uma semana que não saio do quarto. E como ele queria seu gozo escorria por minhas pernas magras e machucadas a cada passo.
Chegando na cozinha meu tio estava jantando e nesse momento ele cuspia a comida misturada com suco na boca de minha tia que tinha a língua presa pra fora por dois pedaços finos de madeira amarrados nas pontas por elásticos o que a impedia de falar e fechar a boca.
Ela estava muito magra e machucada, seu corpo tinha marcas que eu não conseguiria identificar o que causou, sem contar com as marcas de queimaduras. Seus seios pequenos estavam inchados e presos também por elásticos que os deixavam roxos e em cada bico tinha um prego grande atravessado.
Meu coração estava dilacerado por ela, mas a minha situação não era muito diferente, nós dois estávamos nas mãos de dois sádicos e sem meios de nos defender. Eu até já pensei em pegar a faca e matar ele, mas estou sempre nu e só tem uma faca que sempre fica sobre a pia se ela sumir certeza que ele me tortura sem nem perguntar nada.
E sempre que faço algo é na frente dele. Sem contar que precisaria do elemento surpresa já que ele me supera em tudo, no tamanho, na força e nas habilidades. Eu não teria chance nenhuma, sem contar que estou muito longe da cidade e nas fazendas vizinhas os amigos de meu tio viriam me devolver. Saio dos meus pensamentos quando seus dedos me invadem.
- Meu depósito transbordou já. Veja bem o exemplo de sua tia que resiste em aprender a obedecer seu macho.
Sua voz era fria e cortante ao falar da própria mãe enquanto seus dedos eram ágeis dentro de mim.
- Prepare minha janta rápido, buraco imprestável!
Sem demora fui preparar sua janta, mas não sem antes chupar seus dedos cheios de gozo, enquanto ele conversava com o pai sobre a oficina e algumas peças que ele precisava ir na cidade buscar para entregar as máquinas no prazo.
- Amanhã eu vou na cidade e trago tudo e uns mantimentos também. Mas hoje será que a gente...
- Não... cadê sua puta nova? Já era pra ela estar aqui. - friamente ele cortou a fala do pai.
- É, mas vai demorar um pouco mais porque eu mandei castrar logo ela já que não quero mais filho nenhum. Você já me orgulha o suficiente! Daí eu pensei...
- Não, essa cadela aqui é minha e nela você não toca mais.
- Tudo bem, filhão. Vou me contentar com esse trapo velho até minha novinha chegar, não tem problema.
Coloquei sua comida diante dele e fui ficar ajoelhado ao seu lado para receber a minha parte que foi até mais do que das outras vezes e vez ou outra ele bochechava o suco e cuspia na minha boca, eu recebia tudo calado mesmo com nojo.
No quarto fui liberado para tomar um banho que ardeu como o inferno, mas eu precisava me limpar direito pra não ser castigado, eu não via a hora de dormir estava exausto. Ele estava deitado nu ocupando a cama quase toda.
Seus braços fortes flexionados embaixo da cabeça deixava a mostra os pelos do sovaco suado, sua virilha estava da mesma forma com os pelos suados e com resto do gozo recente. Seus pelos pareciam que tinham aumentado e crescido muito ultimamente.
- Vai ficar aí me olhando, bichinha inútil. Venha me limpar com essa sua língua imprestável.
Meu corpo tremeu, eu só queria dormir, na verdade eu precisava muito dormir, mas tenho que obedecer suas ordens independente da minha vontade ou necessidade. Sentei em sua cintura com uma perna de cada lado do seu corpo com muita dificuldade por conta da dor e comecei a lamber seu pescoço onde sua barba já espetava minha língua.
Desci pelo seu peitoral e fui para o sovaco esquerdo molhei bem os pelos com minha saliva como ele gosta e depois chupei tudo até secar e fiz o mesmo na outra e voltei pro seu peitoral descendo por sua barriga trincada até seu membro, repeti o mesmo processo do sovaco e realmente seus pelos estavam maiores.
Chupei cada tufo áspero de pelo da sua virilha sentindo o gosto amargo do óleo misturado ao seu gozo, desci para suas bolas onde demorei um pouco mais, pois sei que ele gosta. Enquanto isso, massageava seu membro a meia bomba.
Suas bolas estavam em minha boca e ele apertava minhas bochechas enquanto segurava meu nariz, quando meus olhos começavam a revirar ele soltava me deixando respirar um pouco e voltava a repetir. Quando ele parou desci lambendo suas coxas dando graças ao universo por ele não me deixar chegar perto de seu bumbum.
Eu ia morrer se tivesse que lamber aquela coisa cabeluda também. Cheguei em seus pés enormes e sujos, lambi a planta até ficar limpa e parti pros dedos chupei cada um passando a língua entre ele. Quando terminei fiquei de joelhos e coloquei meu rosto sobre seus pés.
- Por favor, senhor, tenha piedade de mim. Eu faço tudo o que o senhor meu dono quiser, mas tenha piedade de mim.
Minhas lágrimas já molhavam seus pés e no meu desespero pela incerteza do porvir eu suplicava por piedade na esperança de tocar o coração que eu já duvidava que ele tivesse.
De súbito ele estava sentado com seus dedos agarrados aos meus cabelos e seu rosto tão próximo do meu que me aterrorizava e logo me arrependi do que fiz.
- Não adianta implorar por piedade porque aqui não existe isso pra uma bichinha imunda como você. E eu não quero que você faça o que tem que fazer porque quer é sim porque é pra isso que você existe.
Ele não gritava e nem precisava, sua voz grave e baixa já me assombrava o suficiente, sem contar com seu semblante sombrio.
- É isso que estou te ensinando, a esquecer que você existe e tem qualquer vontade, desejo, o que for. A única coisa que deve existir na sua mente sou eu e os meus desejos mais pervertidos que vou realizar em você e como uma boa cadelinha você vai ansiar por isso.
Meu corpo não parava de tremer com medo de ser punido novamente, eu não aguentaria outra surra. Minhas lágrimas pingavam em suas coxas enquanto seu olhar me fuzilava, o silêncio ficou tão grande que dava pra ouvir o barulho dos bichos no mato e de repente minhas bochechas foram atingidas por violentos tapas.
O sorriso sádico em seus lábios ao me bater me fazia temer pelo pior, mas sem esperar fui puxado pro seu peitoral de urso onde fui acomodado para dormir com o bumbum pra cima.
Fiquei olhando seu perfil tentando entender como ele se tornou esse monstro, ou pior será que sou burro mesmo como ele diz que não percebi que ele sempre foi assim?
Nem da própria mãe ele tem piedade, eu que sou sobrinho queria poder ajudar, mas não posso nem me ajudar quem dirá a ela. E essa pobre moça que ele vai trazer pra ser sua nova esposa, o que será dela? Bem que eu queria que Esdras resolvesse casar e me deixasse ir embora, mas ele já disse que isso não vai acontecer. Me assustei quando ele apertou meu nariz.
- Tá pensando em quê, cadelinha?
- Nada. - respondi quase sem voz.
- É por isso que você ainda precisa de muitas lições, primeiro pra aprender a não mentir pro seu dono e segundo pra aprender que seus pensamentos são todos pra mim.
- Eu tava pensando na tia. - respondi choroso com medo de ser castigado.
- Isso não é motivo pra mentir pro seu dono e mais ainda isso não é da sua conta. Ela deve obediência ao macho dela.
- Eu tive medo de você não gostar que eu falasse dela, mas é injusto...
Nem terminei de falar e sua mão já apertava o meu pescoço me deixando sem ar.
- Injusto é o homem sustentar uma mulher e ela não respeitar ele e nem satisfazer suas necessidades. E se você não tirar isso da cabeça você vai terminar pior que ela. Não te fiz minha fêmea pra você andar com a cabeça cheia de frescura. O que deve importar pra você é a minha vontade e as minhas necessidades acima de qualquer coisa principalmente de um buraco inútil como você.
Ele soltou meu pescoço e eu comecei a tossir tentando puxar o ar que insistia em não vir. Depois senti sua mão passando por meus cabelos até meu bumbum e de certa forma isso me acalmou me ajudando a regular a respiração.
- Durma, amanhã vamos conversar sobre as novas regras e principalmente sobre sua conduta.
- Me perdoe, senhor, eu vou me esforçar mais pra te agradar. Isso é novo pra mim, mas eu prometo que vou conseguir.
Eu falava choroso me agarrando ao seu corpo enquanto sua mão continuava a deslizar de minha cabeça até meu bumbum várias vezes.
- Sshhiiii, durma! Amanhã é outro dia e sempre tem coisa nova pra aprender. A dor é uma excelente companheira e uma professora melhor ainda. Agora durma.
Mesmo com a sua ameaça velada deixei o sono me levar embalado por sua dominação disfarçada de carinho.
Continua...
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Comentários (4)
Caio: Que coisa chata bixo
Responder↴ • uid:81rdebj8r9j: golpe
Responder↴ • uid:5rhv4r2dqmGustavo: Pow mano a mesma coisa Coloca está puta dando pra uns 5 caras Seja mais criativo pow
Responder↴ • uid:h6r69ifv2Beto carreiro: A mesma repeticao e nada novo
Responder↴ • uid:1dkpqfojj6n9