A oportunidade (parte 1)
Meu nome é Marcos. Tenho 38 anos, sou casado há 15 com Carla, e moramos nessa rua tranquila há quase uma década. Nunca imaginei que a menina de 16 anos da casa ao lado, a filha mais nova do pastor evangélico, ia acabar deitada na minha cama, nua, tremendo de medo e excitação ao mesmo tempo.
Chama-se Ana. Ela sempre foi a típica garota certinha: saia longa na igreja, cabelo preso, sorriso tímido quando me via no portão. Eu a observava há uns dois anos, desde que ela começou a se desenvolver de verdade. Corpo pequeno, seios firmes que apareciam mesmo sob as blusas largas, bunda redonda que balançava quando ela corria para pegar o ônibus. Mas era o olhar dela que me pegava: puro, curioso, assustado.
A oportunidade veio por acaso. Carla viajou para visitar a mãe doente em outra cidade por duas semanas. Eu fiquei sozinho em casa. Ana começou a aparecer mais na varanda, regando as plantas da mãe dela, me cumprimentando com um “boa tarde, tio Marcos” que soava cada vez mais doce. Um dia, ela pediu ajuda para consertar a bicicleta do irmão mais novo. Eu fui lá, consertei em dez minutos e, enquanto lavava as mãos na pia da cozinha deles, ela ficou me olhando fixo.— Tio Marcos… posso te perguntar uma coisa? — a voz dela saiu quase sussurrada.— Claro, filha.— Como é… quando a gente faz aquilo? Tipo… com um homem?
Eu congelei. Olhei para ela. O rosto vermelho, os olhos baixos, mordendo o lábio inferior. Ela estava perguntando sobre sexo. A filha do pastor, virgem aos 18 anos, perguntando para o vizinho casado.Naquele momento eu soube que ia acontecer.Comecei devagar. Nos dias seguintes, eu a chamava para “conversar” na minha garagem quando ninguém estava olhando. Ela vinha nervosa, olhando pros lados, com medo que os pais vissem. Eu falava coisas leves no começo: como o corpo da mulher funciona, como o homem fica quando deseja alguém, como o beijo pode ser gostoso. Ela ouvia tudo com os olhos arregalados, respirando rápido.
Depois comecei a tocar. Primeiro só a mão nas costas, depois na cintura. Ela tremia, mas não recuava. Um dia, na minha sala, com as cortinas fechadas, eu a beijei. Ela não sabia nem abrir a boca direito. Eu ensinei: língua devagar, mordiscar o lábio, chupar a língua dela. Ela gemia baixinho, como se estivesse descobrindo um mundo novo.— Tio… isso é pecado, né? — perguntou, ofegante, depois do beijo.— Só se alguém souber, Ana. E ninguém vai saber.
Levei quase uma semana para chegar ao ponto. Ela já deixava eu apertar os peitinhos dela por cima da roupa, já gemia quando eu passava a mão na coxa. Então, numa tarde de quinta-feira, quando os pais dela foram para o culto de oração, eu a chamei para “ver um filme” na minha casa.Ela entrou tremendo. Tirei a blusa dela devagar. Os seios pequenos, rosados, mamilos duros de nervoso. Chupei um deles enquanto ela segurava minha cabeça, sussurrando “ai meu Deus… isso é tão gostoso…”. Tirei a saia, a calcinha branca de algodão. A bucetinha dela era lisinha, quase sem pelos, lábios fechadinhos, molhada de excitação. Ela cobriu o rosto com as mãos.— Tio… eu nunca… eu não sei o que fazer…— Eu te ensino, meu amor. Relaxa.
Deitei ela na cama. Abri as perninhas dela. Primeiro lambi devagar, língua no clitóris, sentindo ela se contorcer e gemer alto. Ela gozou pela primeira vez na vida na minha boca, gritando “tio Marcos… tô morrendo… ai Jesus…”. O corpinho dela tremia inteiro.Depois tirei a roupa. Meu pau estava duro como pedra, pulsando. Ela olhou para ele com medo.— Vai caber? — perguntou, voz de criança.— Vai caber sim. Mas vai doer um pouquinho no começo, porque você é virgem. Depois fica bom.
Posicionei a cabeça na entradinha dela. Ela estava molhadíssima, mas apertada. Empurrei devagar. Ela gritou, cravou as unhas nas minhas costas.— Ai… dói… tio… para…— Shhh… respira. Relaxa o corpinho. Olha pra mim.Empurrei mais. Senti o hímen romper. Ela chorou um pouco, lágrimas escorrendo, mas não pediu para parar. Continuei devagar, entrando até o fundo. Ela estava quentinha, apertadíssima, me sugando. Comecei a mexer devagar, indo e voltando.— Tá doendo menos? — perguntei.— Um pouco… agora tá… estranho… gostoso…Aumentei o ritmo. Ela começou a gemer de verdade, as perninhas abertas, os peitinhos balançando. Eu metia fundo, sentindo cada centímetro dela me apertar. Não usei camisinha. Nem pensei nisso. Queria sentir ela crua, quentinha, molhada.
Eu tinha que deixar minha marca naquela garota para ela se lembrar quem foi a que desonrou. Eu acelerei, metendo forte. Ela gemia alto, “ai… ai… tio… tá gostoso… mais forte…”. Gozei forte, enchendo ela de porra quente, sentindo os jatos baterem no fundo da bucetinha virgem. Ela gozou junto, apertando meu pau, choramingando.Ficamos abraçados depois. Ela chorava baixinho.— E se minha mãe descobrir? E se meu pai souber que eu… que eu não sou mais virgem? Eles vão me matar… vão dizer que sou uma pecadora…— Ninguém vai saber, Ana. Isso fica entre nós.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
Junin: Peguei até a mulher do pastor lá da igreja T Juninmarq25
Responder↴ • uid:546s0d2